Nicole Bentley for Marie Claire Australia with Isla Fisher

Photographer: Nicole Bentley. Creative Director: Sarah Hughes. Fashion Stylist: Naomi Smith. Hair Stylist: Travis Balcke. Makeup Artist: Victoria Baron. Model: Isla Fisher.

Eydís Evensen – Full Performance (Live on KEXP at Home)

http://KEXP.ORG presents Eydís Evensen performing live, recorded exclusively for KEXP.

Songs:
Dagdraumur
Wandering I
Fyrir Mikael
Midnight Moon (ft. GDRN)
Brotin
The Northern Sky

Session recorded at Hljóðriti Studios, Hafnafjörður, Iceland
Directed by Einar Egils
Cinematography by Einar Egils and Ívar Ívarsson
Recording engineered by Guðmundur Kristinn Jónsson, with Friðjón Jónsson

Piano – Eydís Evensen
Vocals – GDRN
Violin – Viktor Orri Árnason
Violin – Vera Panitch
Viola – Guðbjartur Hákonarson
Cello – Hrafnhildur Marta Guðmundsdóttir

Freira Theresa Aletheia Noble deseja lembrar que você um dia morrerá

Sofrimento e morte são eventos da vida: ‘Todos morrem, seu corpo apodrece e cada rosto se transforma numa caveira’
Ruth Graham / The New York Times – Life/Style, O Estado de S.Paulo

Irmã Theresa Aletheia Noble segura uma pequena escultura de uma caveira no convento das Filhas de São Paulo em Boston.  Foto: Tony Luong/The New York Times

BOSTON – Antes de entrar para o convento Filhas de São Paulo, em 2010, a irmã Theresa Aletheia Noble leu uma biografia do fundador da ordem, um padre italiano nascido na Itália nos anos 1880. Ele mantinha uma caveira de cerâmica na sua escrivaninha como um lembrete da inevitabilidade da morte. Aletheia, que quando adolescente era fã de punk, achou que o mórbido objeto era “super punk rock”, lembrou ela recentemente. E pensou vagamente em adquirir também uma caveira para ela.

Hoje, ela não tem escassez de caveiras. As pessoas enviam canecas e rosários de caveiras por e-mail, compartilham fotos das suas tatuagens de caveiras. Um crânio de cerâmica de uma loja de artigos de Halloween está na sua escrivaninha. Seu nome no Twitter inclui um emoji com uma caveira e ossos cruzados, como uma bandeira pirata.

Isso porque desde 2017 ela assumiu como missão reviver a prática do memento mori, frase latina que significa “lembre-se da sua morte”. O conceito é refletir intencionalmente sobre sua própria morte todos dias como uma maneira de valorizar o presente e focar no futuro. O que parece radical numa era em que a morte – até muito recentemente – era um fato fácil de ignorar.

“Minha vida vai ter um fim e tenho um tempo limitado”, disse ela. “Naturalmente, nossa tendência é pensar nas nossas vidas como de eterna continuidade”.

Aletheia rejeita qualquer sugestão de que a prática seria algo mórbido. Sofrimento e morte são eventos da vida: focar somente no que é “belo e brilhante” é superficial e nada autêntico. “Procuramos reprimir a ideia da morte ou fugir dela porque achamos que assim encontraremos a felicidade”, afirma ela. “Mas, na verdade, é enfrentando as realidades mais sombrias da vida que vamos encontrar luz nelas”.

A prática de meditar regularmente sobre a morte é venerável. São Bento instruiu seus monges, no século seis, a “terem a morte diariamente diante dos seus olhos”. Para cristãos como Aletheia, a promessa de uma vida melhor após a morte é algo inescapável. Mas a prática não é somente cristã. A consciência da morte é uma tradição no Budismo, e Sócrates e Sêneca foram alguns dos primeiros pensadores que recomendavam a “prática” da morte como uma maneira de cultivar o significado das coisas e foco. Caveiras, relógios e alimentos em decomposição são temas recorrentes na história da arte.

Durante quase todo o tempo de existência da humanidade, as pessoas morreram em idade mais jovem do que hoje, com mais frequência em casa e havia menos controle médico dos seus dias finais. “Para nós, a morte é exótica”, disse Joanna Ebenstein, fundadora da Morbid Anatomy, uma empresa do Brooklyn que oferece eventos e livros focados na morte, arte e cultura. “Mas isso é um luxo particular para nosso tempo e lugar”.

A pandemia, naturalmente, tornou impossível esquecer a morte. Desde o ano passado, Ebenstein realiza uma série de aulas memento mori on-line, em que os alunos exploram a história global das representações da morte e depois criam a sua própria. Os projetos finais incluíram um caixão miniatura, uma série de cartas a serem entregues post-mortem e um baralho de cartas de tarô compostas de fotos tiradas por um marido que morreu recentemente. “Pela primeira vez em minha vida, este é um tema não só interessante para um grupo de descolados. A morte é de fato relevante”, disse ela.

As Irmãs de São Paulo, ordem da freira Aletheia, foi fundada no início do século 20 com o fim de usar “os meios mais modernos e eficazes da mídia”, para pregar a mensagem de Cristo. Há um século, isso significava publicar livros, o que a ordem ainda faz. Mas hoje “recursos modernos e eficazes” significam algo mais e muitas das freiras são ativas nas redes sociais, onde usam variações da hashtag #MediaNuns.

Em dezembro, a irmã Aletheia apareceu num vídeo no TikTok criado pela ordem, que apresentava competições católicas irreverentes como a oração da noite versus a oração da manhã e São Pedro versus São Paulo. O vídeo chamado registrou mais de 4,4 milhões de visualizações.

NYT - Life/Style (não usar em outras publicações).
Irmã Theresa Aletheia Noble na capela funerária do convento das Filhas de São Paulo em Boston.  Foto: Tony Luong/The New York Times

Quando adolescente em Tulsa, Oklahoma, Aletheia, agora com 40 anos, ouvia os Dead Kennedys e assistia a shows locais de punk com as amigas. Seus pais eram católicos devotos; seu pai era doutor em teologia e trabalhou numa diocese católica local por um tempo. Mas ela era uma garota descrente e se declarava ateia quando adolescente, não se submetendo ao processo formal de ingressar na igreja.

No Bryn Mawr College, foi líder de um clube de defesa dos direitos dos animais. Mas disse que ficou chocada ao conhecer os argumentos do movimento contra o “especismo”. Pareceu a ela que havia uma diferença real, difícil de definir, entre os humanos e os outros animais. Mas “como ateia materialista, realmente não conseguia achar uma razão para isso. Tinha um sentimento intuitivo de que a alma existia”.

Quando trabalhou numa fazenda orgânica na Costa Rica depois de um período no Teach for America, ela teve uma experiência de conversão repentina e dramática: Deus era real e ela tinha de imaginar um plano para sua vida. Quando seu namorado foi buscá-la no aeroporto na volta da sua viagem, ela terminou com ele e cancelou seu projeto de cursar a faculdade de Direito. Dentro de quatro anos, estava usando um hábito no convento, um edifício de tijolos de cor pálida que abrange uma editora, jardins e uma pequena capela funerária onde as freiras são enterradas após sua morte.

Aletheia começou seu projeto memento mori no Twitter onde compartilhou meditações diárias por mais de 500 dias consecutivos. Em outubro de 2018, no seu 445º dia com a caveira em cima da sua escrivaninha, ela escreveu “todos morrem, seus corpos apodrecem e cada rosto se transforma numa caveira (a menos que você seja imaculado).

De início, ela não tinha uma meta particular além de se comprometer com sua própria prática diária. Mas os tuítes se tornaram um sucesso e o projeto se expandiu. Hoje, a ordem vende decalques de vinil (US$ 4,95, um bom presente de Natal!) e moletons com capuz adornados com um emblema de caveira desenhado pela Irmã Danielle Victoria Lussier, outra freira do convento. Aletheia continua a promover a prática nas redes sociais e postou um diário de orações memento mori, e também um ato de devoção que inicia com a frase “Você vai morrer”.

Os livros se tornaram os mais vendidos da ordem nos últimos anos – um estímulo para as freiras cuja renda da editora sem fins lucrativos caiu drasticamente em décadas recentes. Aletheia atualmente trabalha num novo livro de orações para a época do Advento, antes do Natal. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Blast from the Past

Tommy Jeans is back to the 90s with SpongeBob, Space Jam and Garfield.
by Fucking Young!

Vibrações retrô de verão com “A Blast From The Past”, a nova coleção cápsula de Tommy Jeans em colaboração com ViacomCBS e Warner Bros, inspirada por diferentes ícones do final dos anos 90 e início dos anos 2000, incluindo Beavis & Butt-Head, Garfield, MTV Ren e Stimpy, SpongeBob e Space Jam.

Capazes de nos transportar para um mundo nostálgico e divertido com pitadas de sensações familiares, essas roupas com o logotipo da Tommy Jeans reinventadas em novas formas surpreendentes, atuam como cápsulas do tempo divertidas. A diversão é a chave. Porque os anos 90 mais urbanos, com estampas, fit oversize e cores saturadas… são os melhores.

Para comemorar esta coleção especial de clássicos atemporais, Fodendo Jovem! convidou o fotógrafo Marc Medina para fotografar Rocki Salam e Marti Many na Uno Models vestindo as peças com styling de Adriano Batista. Quem foi seu desenho animado favorito?

The Tommy Jeans capsule collection is now available at www.tommy.com

CINEMA I Estreias: Alice e Peter – Onde Nascem Os Sonhos, Cine Marrocos, Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio, Verão de 85, Acqua Movie

‘Alice e Peter’, que mistura ‘Alice no País das Maravilhas’ e ‘Peter Pan’, estreia nos cinemas

Alice e Peter’, dirigido por Brenda Chapman Hilary B Gayle/Divulgação

SÃO PAULO – Os cinemas terão Angelina Jolie em dose dupla. Na semana passada, a atriz surgia nas telas com o recém-lançado “Aqueles que me Desejam a Morte”, em que interpretava uma bombeira que se recuperava de uma missão fracassada. Agora, ela precisa lidar com a morte do filho mais velho em “Alice e Peter – Onde Nascem Os Sonhos”.

Destaque entre a safra de lançamentos da semana, o longa é uma espécie de releitura dos clássicos “Alice no País das Maravilhas” e “Peter Pan”. Além deste, também estreia “Verão de 85”, de François Ozon, que acompanha o início de uma paixão adolescente gay.

Há ainda o lançamento da terceira continuação da franquia de terror “Invocação doMal” e a pré-estreia do nacional “Acqua Movie”, com Alessandra Negrini no elenco.

Embora as salas da capital estejam funcionando, não custa lembrar que a pandemia não acabou. Com o alto patamar dos casos de Covid-19, o governo de São Paulo anunciou, nesta quarta-feira, dia 2, que a ocupação de UTIs está em 79,9%.

Por isso, a recomendação é ainda ficar em casa. E, se sair, é preciso usar a máscara, lavar as mãos, manter o distanciamento e respeitar todos os protocolos de segurança.

Confira a seguir os filmes que estreiam nesta semana.

Pré-estreia

Acqua Movie
No longa, uma cineasta ambientalista trabalha com povos indígenas e tem um filho de 12 anos. Depois que o pai do garoto morre, ele convence a mãe a viajar de São Paulo ao sertão para espalhar as cinzas no rio São Francisco.
Brasil, 2019. Direção: Lírio Ferreira. Com: Alessandra Negrini, Antonio Haddad Aguerre e Aury Porto. Livre


Estreias

Alice e Peter – Onde Nascem os Sonhos
O filme mistura referências aos clássicos “Alice no País das Maravilhas” e “Peter Pan”. Na história, Angelina Jolie é a mãe que acaba de perder o filho mais velho. Os dois mais novos, Alice e Peter, decidem ajudar os pais a superarem essa perda. A história se passa em uma sinistra Londres entre o final do século 19 e o começo do 20.
EUA, 2020. Direção: Brenda Chapman. Com: Angelina Jolie, David Oyelowo, Gugu Mbatha-Raw. 12 anos


Cine Marrocos
O documentário venceu o É Tudo Verdade em 2019 e exibe o cinema homônimo, inaugurado em 1952, que viveu a glória e a decadência das salas de rua de São Paulo. Abandonado, o local foi ocupado por sem-tetos, refugiados e imigrantes. No longa, os moradores recriam cenas de filmes clássicos, muito exibidos nos tempos de apogeu do cinema.
Brasil, 2018. Direção: Ricardo Calil. 14 anos


Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio
Sétimo filme da saga, que inclui os dois primeiros longas com mesmo título, além de “Annabelle”, “Annabelle: A Criação do Mal”, “A Freira” e “Annabelle 3 – De Volta Para Casa”. Na trma, o casal Ed e Lorraine Warren investigam um assassino que alega ter sido possuído por um demônio.
EUA, 2020. Direção: Michael Chaves. Com: Patrick Wilson, Vera Farmiga e Ruairi O’Connor. 14 anos


A Quem Interessa a Ignorância
Três estudantes recém graduados viajam pelo Brasil e refletem sobre a desigualdade no acesso à educação pública no país e sobre um modelo de educação mais inclusiva.
Brasil, 2020. Direção: Alexandre Carvalho. 12 anos


Verão de 85
Ao impedir que Alexis, de 16 anos, se afogue num naufrágio na costa da Normandia, David, que é dois anos mais velho, acaba fazendo um amigo. A amizade, contudo, é idealizada pelo mais novo, que teme que o relacionamento não resista ao fim do verão. O filme explora temas relacionados à juventude e à sexualidade e integrou a seleção de Cannes.
França/Bélgica, 2020. Direção: François Ozon. Com: Félix Lefebvre, Benjamin Voisin e Philippine Velge. 14 anos

Festival de Cannes 2021 anuncia filmes da seleção oficial e vai exibir o novo de Karim Aïnouz

Um dos mais renomados festivais de cinema, Cannes será realizado em julho; além de Aïnouz, Brasil participa com a produtora RT Features
O Estado de S. Paulo

Submission of films for 2021 © John Tyson / Unsplash

Festival de Cannes anunciou, nesta quinta-feira, 3, os filmes que estarão em sua seleção oficial, em julho, e também nas demais mostras. O Marinheiro das Montanhas, novo filme de Karim Aïnouz, terá uma exibição especial.

Sean Penn vai competir com Flag Day. Nanni Moretti, com Tre Piani e Kirill Serebrennikov, com Petrov’s flu. François Ozon vai levar Tout s’est Bien Passé e Asghar Farhadi, A Heros. Mia Hansen-Love concorre à Palma de Ouro com Bergman Island, filme produzido pela RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira.

Benedetta, de Paul Verhoeven, o retrato de uma freira homossexual ambientado no século 15 e baseado em fatos reais, e The French Chronicle, de Wes Anderson, filmado no sudoeste da França e estrelado por Bill Murray, Tilda Swinton, Timothée Chalamet e Adrien Brody, já haviam sido anunciados na seleção oficial. No total, 24 filmes estão na lista (veja abaixo), e o júri é presidido pelo cineasta Spike Lee

Festival de Cannes será realizado entre os dias 6 e 17 de julho, com a presença do público – ele foi cancelado em 2020 e adiado neste ano por causa da pandemia do coronavírus. Para participar, será necessário apresentar um “passe sanitário” (comprovante de vacinação ou teste PCR negativo).

Cannes
Símbolo da Palma de Ouro é visto na calçada próxima ao Palácio dos Festivais na Croisette, em Cannes, na França, em meio à pandemia.
  Foto: REUTERS/Eric Gaillard

O festival será aberto com Annette, do francês Leos Carax e estrelado por Adam Driver e Marion Cotillard, que interpretam um casal de estrelas glamouroso cuja vida muda com a chegada de sua primeira filha.

Karim Ainouz
O cineasta brasileiro Karim Aïnouz vai apresentar O Marinheiro das Montanhas em Cannes Foto: Regis Duvignau/Reuters

A atriz e diretora americana Jodie Foster receberá a Palma de Ouro honorária do Festival de Cannes, 45 anos depois de ser convidada pela primeira vez ao evento como uma das integrantes do elenco de Taxi Driver. A homenagem, concedida em edições anteriores a artistas como Woody Allen, Clint Eastwood e Jane Fonda, “celebra a trajetória artística brilhante” de Jodie Foster, “de uma personalidade incomum e com um compromisso discreto, mas firme, com os grandes temas de nossa época”, segundo o comunicado do festival.

Jodie Foster
A atriz Jodie Foster, que receberá a Palma de Ouro honorária do Festival de Cannes.
  Foto: Alberto Pizzoli/ AFP

Veja os filmes que vão competir no Festival de Cannes

  • A Feleségem Története (The Story of My Wife), de Ildikó Enyedi (Hungria)
  • Benedetta, de     Paul Verhoeven (Holanda)
  • Bergman Island, de Mia Hansen-Love (França)
  • Drive My Car, de Ryusuke Hamaguchi (Japão)
  • Flag Day, de Sena Penn (EUA)
  • Ha’berech (Ahed’s Knee), de Nadav Lapid (Israel)
  • Casablanca Beats, de Nabil Ayouch (Marrocos)
  • Hytti Nro 6 (Compartment nº 6), de Juho Kuosmanen (Finlândia)
  • The Worst Person in the World, de Joachim Trier (Noruega)
  • La Fracture, de Catherine Corsini (França)
  • The Restless, de Joachim Lafosse (Bélgica)
  • Paris 13th District, de Jacques Audiard (França)
  • Lingui, de Mahamat-Saleh Haroun (Chad)
  • Memoria, de Apichatpong Weerasethakul (Tailândia)
  • Nitram, de Justin Kurzel (Austrália)
  • France, de Bruno Dumont (França)
  • Petrov’s Flu, de Kirill Serebrennikov (Rússia)
  • Red Rocket, de Sean Baker (EUA)
  • The French Dispatch, de Wes Anderson (EUA)
  • Titane, de Julia Ducournau (França)
  • Tre Piani, de Nanni Moretti (Itália)
  • Tout s’est Bien Passé, de François Ozon (França)
  • A Heros, de Asghar Farhadi (Irã)

Com agências internacionais

Empregados voltarão ao Apple Park em setembro

O diretor executivo da Apple, Tim Cook, enviou ontem à noite um comunicado a todos os seus empregados tratando do retorno do trabalho presencial.

The Apple Park campus in Cupertino, California, U.S.

Conforme apurado pela Bloomberg e pelo The Verge, o plano atual da empresa é que sua equipe comece a retornar ao Apple Park a partir de setembro, pelo menos três dias da semana — segunda, terça e quinta-feira.

Equipes que necessitem ou realmente funcionem melhor presencialmente (como quem trabalha com protótipos de hardware, por exemplo) poderão retornar durante quatro ou até cinco dias por semana.

A Apple também está estabelecendo o que parece ser um novo modelo híbrido que deverá se tornar definitivo (mesmo com o fim da pandemia), permitindo que seus empregados trabalhem de forma totalmente remota por até duas semanas no ano. Isso será reavaliado até 2022.

Por tudo o que pudemos alcançar enquanto muitos de nós estivemos separados, a verdade é que algo essencial estava faltando no ano passado: o cara a cara. Chamadas de videoconferência diminuíram a distância entre nós, com certeza, mas existem coisas que elas simplesmente não são capazes de replicar.

Apesar de ser visível uma mudança de paradigma aqui, outras empresas de tecnologia têm caminhado para estruturas ainda mais flexíveis de trabalho remoto pós-pandemia.

A Apple também espera reabrir todas as lojas que ainda estão fechadas até o fim deste mês — e isso inclui a Apple VillageMall, no Rio de Janeiro, que voltará a operar amanhã (4/6) depois de muitos meses. [MacMagazine]

Google lança novos Pixel Buds mais baratos do que os AirPods

Google lançou hoje seus mais recentes fones de ouvido sem fio, os Pixel Buds A-Series, que custam US$100 nos Estados Unidos — cerca de US$60 mais baratos do que os AirPods com estojo de recarga.

O design dos Pixel Buds A-Series foi criado para oferecer uma “vedação suave”, além de contar com uma “abertura espacial” para reduzir a pressão intra-auricular, segundo o Google. Além da versão branca, há agora uma nova cor verde-oliva.

Pixel Buds A-Series

Diferentemente dos AirPods Pro, os Pixel Buds A-Series não possuem cancelamento ativo de ruídos — mas o Google adicionou uma função chamada Adaptive Sound que aumenta (ou diminui) o volume dos fones de ouvido com base no ambiente ao seu redor.

Para chamadas, os microfones possuem uma tecnologia de filtragem espacial que dá foco à voz e reduz o ruído externo — além disso, há conectividade com o Google Assistente e tradução em tempo real integrada.

Eles podem ser usados durante o exercício e possuem resistência ao suor e à água (classificação IPX4). Os fones de ouvido pausam o áudio automaticamente quando forem retirados — graças à detecção no ouvido por meio de sensores de proximidade, como os AirPods.

A duração da bateria do Pixel Buds A-Series ainda gira em torno de 5 horas (2,5 horas de conversa) por fone de ouvido — e até 24 horas com o estojo de carregamento. Além disso, uma carga de 15 minutos fornece até 3 horas de reprodução; vale notar, porém, que o estojo não possui suporte para carregamento sem fio, apenas por cabo (USB-C).

O Google ainda está vendendo o modelo do ano passado por US$180. Os Pixel Buds A-Series estão disponíveis para pré-venda nos Estados Unidos e no Canadá — eles aterrissarão nesses dois países em 17 de junho.