Cena quente de Batman com Mulher-Gato é cortada de desenho animado

Executivos da DC Comics alegaram que cena atrapalharia nas vendas de bonequinhos

Batman e Mulher-Gato em cena do seriado animado da personagem Arlequina (Foto: Reprodução)

Uma cena quente envolvendo o Batman e a Mulher-Gato foi cortada do desenho animado adulto ‘Harley Quinn’ por ordens de executivos do grupo Warner Bros e da editora DC Comics. A remoção da sequência por determinações superiores foi revelada pelos cocriadores e produtores executivos da animação, Justin Halpern e Patrick Schumacker, em entrevista ao site da revista Variety.

Em seu depoimento, Halpern celebrou a liberdade criativa dada a ele e seu sócio pelos executivos dos estúdios donos dos personagens. No entanto, ele lembrou da restrição imposta à cena com a sugestão de sexo oral envolvendo Batman e Mulher-Gato.

O Batman em cena da série do desenho animado da personagem Arlequina (Foto: Reprodução)

“É incrivelmente gratificante e libertador poder usar personagens considerados vilões, porque as possibilidades são muito maiores”, afirmou o animador, ao ser perguntado sobre o protagonismo da Arlequina em seu desenho.

Depois ele expôs a limitação de trabalhar com super-heróis: “Na terceira temporada tínhamos um momento com o Batman indo lá embaixo na Mulher-Gato. E a DC falou, ‘vocês não podem fazer isso, definitivamente não podem’. Eles explicaram, ‘heróis não fazem isso’. Então perguntamos, ‘vocês estão dizendo que heróis são amantes egoístas?’. E eles disseram, ‘não, é porque nós vendemos brinquedos. É difícil vender um brinquedo se o Batman estiver indo lá embaixo em alguém’”.

A Mulher-Gato em cena do seriado animado da personagem Arlequina (Foto: Reprodução)

A revelação resultou em várias piadas nas redes sociais. “Bem, depende do tipo de brinquedo que eles querem vender…”, afirmou uma pessoa. “Por favor, pessoal, vamos começar a desenhar essa cena”, sugeriu outra. “Quem precisa ver o Batman fazendo sexo?”, questionou uma terceira. “Heróis não podem fazer sexo? É por isso que o Batman está sempre bravo…”, escreveu mais alguém.

No ar desde 2019, ‘Harley Quinn’ conta com a atriz Kaley Cuoco dublando a personagem principal. O Batman é dublado pelo ator Diedrich Bader, a Mulher-Gato por Sanaa Lathan, o Comissário Gordon por Christopher Meloni e Lex Luthor por Giancarlo Esposito.

Batman e Mulher-Gato contracenaram no cinema em ‘Batman: O Retorno’ (1992), de Tim Burton, com Michael Keaton e Michele Pfeiffer como seus intérpretes, e depois em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012), com a dupla sendo interpretada por Christian Bale e Anne Hathaway.

Mulheres ganham destaque na cultura sneaker ao consumir, colecionar e produzir conteúdo sobre tênis

E elas não querem apenas os modelos fofinhos, em tons pastel. Por isso encontram inúmeros desafios na hora da compra, desde problemas com grades de numeração até a falta de inclusão no processo criativo
Matheus Krüger

Mulheres ganham destaque na cultura sneakers Foto: Divulgação

O culto aos tênis, na forma de admiração, consumo e coleção, desde as décadas de 1970 e 1980, sempre foi predominantemente masculino. Nos últimos anos, porém, esse cenário mudou. O público feminino está não só comprando, mas principalmente produzindo conteúdo ou empreendendo no setor. Sneakerheads (nome dado às amantes dos pisantes) brasileiras como Maíra Botelho, Rafaella Vanni e Karem Keiko mostram que a cultura sneaker é coisa de menina, sim.

E elas não querem apenas os modelos fofinhos, em tons pastel. Por isso encontram inúmeros desafios na hora da compra, desde problemas com grades de numeração até a falta de inclusão no processo criativo e em cargos de liderança de grandes marcas. Isso sem falar da necessidade constante de provar conhecimento sobre o assunto. “A todo momento nos testam para ver se sabemos o nome do modelo ou a cor do tênis”, reclama a designer carioca Maíra Botelho, de 36 anos, fundadora da marca de customização Pimp My Sneakers e uma das vozes mais respeitadas no meio.

Maíra Botelho Foto: Reprodução
Maíra Botelho Foto: Reprodução

De commodities a ícones culturais, sneakers também passaram a ganhar uma legião de colecionadoras, como é o caso da ilustradora curitibana Rafaella Vanni, de 28 anos. Sua especialidade são as silhuetas Air Max da Nike, cuja coleção já soma 93 pares. Para ela, a busca por uma cultura sneaker mais democrática requer escuta ativa do público feminino. “O primeiro passo seria as marcas pararem de dividir tamanho e silhuetas por gênero. Assim como um homem pode usar tons pastel, uma mulher também pode usar um modelo definido como masculino”, afirma.

De acordo com relatório do NPD Group Inc., de 2017, o setor de sneakers feminino ultrapassou os segmentos masculino e infantil, representando 40% das vendas e faturando US$ 2,3 bilhões por ano, nos EUA. Já a expectativa para o mercado de tênis como um todo até 2025 é de atingir US$ 95,14 bilhões de dólares, o que representa um crescimento anual de 5,1%, segundo pesquisa do Grand View Research Inc.

Rafaella Vanni Foto: Reprodução
Rafaella Vanni Foto: Reprodução

Além da crescente expansão, marcas também passaram a trazer figuras femininas para serem as cabeças pensantes de colaborações. Na Nike, a fundadora da etiqueta Ambush, Yoon Ahn, e a diretora criativa da Sacai, Citose Abe, assinaram silhuetas de sucesso. Já a Jordan convidou a estilista Melody Ehsani e a modelo e influencer Aleali May para colaborações.

Nike Dunk High em colaboração com a Ambush. Foto: Reprodução
Nike Dunk High em colaboração com a Ambush. Foto: Reprodução

Enquanto isso, estrelas da música como Rihanna e Beyoncé seguem esgotando suas coleções para a Puma e Adidas, respectivamente. “Os tênis viraram moda porque a sociedade começou a usá-los junto com looks urbanos pelo conforto e por imprimir jovialidade. Logo, o mercado assimilou esse desejo”, afirma Manu Carvalho, stylist e consultora de moda. “A vida contemporânea tende a prolongar ao máximo essa tendência e a pandemia só vem reforçar ainda mais.”

Karem Keiko Foto: Reprodução
Karem Keiko Foto: Reprodução

Jornalista e produtora de conteúdo sobre sneakers e moda de rua, a paulista Karem Keiko, de 22 anos, começou a se aprofundar no assunto em 2012, e hoje compartilha o conhecimento de forma educativa em seu canal do YouTube e Instagram. “Percebi que havia muita gente que se interessava pelo assunto, mas não tinha a quem perguntar”, conta Karem. Agora, tem.

Ferrari entra no campo da moda de luxo visando uma geração mais jovem

A montagem dos carros V12 foi suspensa e a montadora, com 74 anos de existência, faz um desfile entrando numa nova era como marca de moda de luxo
Colleen Barry, AP

Apresentação da primeira coleção de moda projetada para mulheres e homens da montadora de carros de luxo Ferrari, em Maranello, na Itália. Foto: REUTERS/Remo Casilli

MARANELLO, ITÁLIA – Os carros Ferrari V12 tiveram sua produção suspensa na fábrica da montadora, que tem 74 anos de existência, se lançando numa nova era como marca de roupas de luxo com um desfile na passarela improvisada no meio da linha de montagem dos V12 mostrando sua primeira coleção de moda prêt-à-porter destinada a uma geração mais jovem que pode desconhecer seu pedigree na Fórmula 1 e os seus cobiçados carros.

Os modelos apresentados e a suspensão da sua linha de montagem foram um gesto simbólico para destacar a interrelação criativa entre a longa linha de carrocerias curvas, brilhantes e a nova linha de roupas desenhada pelo diretor de criação Rocco Iannone, robusta na sua estrutura externa contrastando com a impressão brilhante fluida do vermelho da Ferrari, o amarelo Scuderia e o azul elétrico.

A coleção de Iannone pode facilmente ter uma base estreita de clientes leais – a maior parte consumidores maduros que fazem parte de uma lista de espera para adquirir um dos quase 10 mil carros de luxo produzidos anualmente, cujo preço começa em 200 mil dólares.

Mas o fato é que ele foi mais ousado, a começar com as gabardines, as calças bomber e parcas sofisticadamente modeladas para darem a impressão de uma concha, levando o logo famoso do cavalo preto empinado e incluindo toques de borracha nos bolsos e mangas para lembrar a herança automotiva.

“A geração jovem tem o poder de expressar a energia e o poder de uma marca”, disse Iannone. O designer de 35 anos foi diretor criativo da Pal Zileri depois de passar mais de uma década trabalhando com Giorgio Armani e um período com Dolce & Gabbana.

Os casacos eram complementados por roupas de dia, incluindo saias de seda midi em novas impressões com colagens de carros de corrida clássicos e o logo da Ferrari. A sensação jovem de streetwear tem um ar sofisticado com a marca Ferrari nas camisetas, complementada por amplos shorts com faixas refletivas ou calças esportivas folgadas e justas no tornozelo.

Os sapatos incluíram mocassins stilletto em aço com solas de borracha para mulheres ou sandálias de caminhada com flashes de cores e um tênis feito em colaboração com a Puma para os homens. Entre os acessórios, brincos de cristal na forma do Cavalo Empinado, cintos com a marca Ferrari e óculos de sol futuristas da Ray Ban.

A coleção será lançada em três etapas este ano, com 80% dela sem distinção de gênero e disponível numa série de tamanhos que vão de tamanhos muito pequenos aos muito grandes.

A coleção de moda da Ferrari será lançada em três etapas este ano, com 80% dela sem distinção de gênero e disponível numa série de tamanhos que vão de tamanhos muito pequenos aos muito grandes. Foto: REUTERS/Remo Casilli

A coleção mostrada no desfile faz parte de um projeto de diversificação da marca que deve contribuir em até 10% para os resultados finais da Ferrari dentro de uma década, afirmou o diretor de diversificação de marcas, Nicola Boari. O projeto abrange também vendas no varejo, licenciamentos que vêm sendo revisados desde 2019, e entretenimento, incluindo parques temáticos da Ferrari em Barcelona e Dubai e um novo empreendimento no campo dos esportes, e experiências de luxo para proprietários de uma Ferrari.

Apesar de a Ferrari ser uma das mais reconhecidas marcas no mundo, Boari disse que não está absolutamente certo que as gerações mais jovens têm o mesmo conhecimento e a mesma paixão dos seus pais.

Ele passou seu primeiro ano no posto cortando 50% dos produtos licenciados, a maior parte destinados aos fãs de Fórmula 1, que não podem pagar pelo luxo da Ferrari. Mas disse que a chave é equilibrar a exclusividade com medidas visando uma maior inclusão chegando a uma geração que, no momento, não está interessada nos carros da Ferrari.

“Já perguntaram se não tememos nos tornar acessíveis demais. Acho que o risco é de que, se não o fizermos, vamos nos tornar irrelevantes e não conhecidos”, disse Boari.

Junto com a coleção, a Ferrari anunciou uma loja de referência remodelada onde essa primeira coleção estará disponível, e a reabertura do seu histórico restaurante Cavallino sob a tutela do chefe premiado com três estrelas do Michelin Massimo Bottura, ambos na fábrica. Novas lojas estão planejadas para este ano em Milão, Roma, Los Angeles e Miami.

“A Ferrari quer promover a excelência italiana e o melhor da criatividade do nosso país”, disse o chairman da Ferrari, John Elkann, que participou do evento. “O show de moda hoje em nossa fábrica e a abertura da loja Ferrari e do restaurante Cavallino em Maranello são sinais de uma Itália forte e otimista, pronta para crescer e se renovar”.

Tradução de Terezinha Martino

SPFW 51: veja o line-up completo da edição

A 51ª semana de moda paulistana acontece em formato virtual entre os dias 23 e 27 de junho

Preview da coleção de Gloria Coelho (Foto: Divulgação)

Mais uma vez com programação 100% digital, o SPFW acontece entre os dias 23 e 27 de junho. Com 43 marcas na programação (entre veteranos, retornos e estreias), a 51ª semana de moda paulistana terá entre as novidades o projeto Sankofa, que irá trazer mais inclusão com oito marcas comandadas por empreendedores negros. Confira o line-up completo abaixo – e, na foto acima, um preview exclusivo da apresentação de Gloria Coelho, que desfila às 19h da sexta-feira (25.06) sua nova coleção junto às novidades da marca de mobiliário sob medida Ornare.

DIA 23 (QUARTA-FEIRA)
18h30 RONALDO FRAGA
19H30 ALUF
19H45 SANKOFA: Ateliê Mão de Mãe
19H50 SANKOFA: Meninos Rei
20H15 ANACÊ
20H40 SAMUEL CIRNANSK
21H10 ÀLG
21H40 LILLY SARTI

DIA 24 (QUINTA-FEIRA)
19H00 IGOR DADONA
19H30 RONALDO SILVESTRE
19H45 SANKOFA: Az Marias
19H50 SANKOFA: Naya Violeta
20H15 ISABELA CAPETO
20H40 MARTINS
21h10 MODEM
21h40 TRIYA
21h55 ANOTHER PLACE

DIA 25 (SEXTA-FEIRA)
19H00 GLORIA COELHO
19H30 ESFÉR
19H45 SANKOFA: Santa Resistência
19H50 SANKOFA: Mile Lab
20H15 JULIANA JABOUR
20H40 A.NIEMEYER
21H10 APARTAMENTO 03
21H40 JOÃO PIMENTA
21h55 NEITH NYER

DIA 26 (SÁBADO)
19H00 ROCIO CANVAS
19H30 LED
19H45 SANKOFA: TA Studios
19H50 SANKOFA: Silvério
20H15 FREIHEIT
20H40 NERIAGE
21H10 MISCI
21H40 CAROL BASSI
21H55 ISAAC SILVA

DIA 27 (DOMINGO)
19H00 WILSON RANIERI
19H30 SOUL BASICO
19H45 VICTOR DA JUSTA
20H15 PONTO FIRME
20H40 RENATA BUZZO
21H10 WEIDER SILVEIRO
21H40 WALÉRIO ARAUJO
21H55 FLAVIA ARANHA

Apple lança oficialmente podcasts com assinatura

Depois de anunciar a novidade em meados de abril e se ver obrigada a adiá-la um pouco, a Apple havia confirmado recentemente que as assinaturas e os canais de podcasts seriam lançados hoje, dia 15 de junho. E aqui eles estão!

A partir de agora, pelo app Apple Podcasts, é possível encontrar certos programas pagos em mais de 170 países/regiões. Alguns deles poderão ser totalmente fechados/exclusivos para assinantes, outros poderão ter versões gratuitas e pagas — quem sabe sem propagandas e/ou com conteúdos extras. O valor de cada um é definido pelo próprio criador.

Com essa novidade, veremos chegar ao Apple Podcasts alguns conteúdos mais premium como o serviço Wondery+, da Amazon e podcasts do Los Angeles Times, da Luminary, da NPR, da Pushkin Industries e do QCODE. Ainda neste mês, também teremos podcasts com assinaturas de veículos/grupos como Bloomberg Media, POLITICO, Vox Media, ABC News, Axios, Billboard, Bravo, CNBC, CNN, Crooked Media, Dateline, Entertainment Weekly, Futuro Media, The Hollywood Reporter, LAist Studios, National Geographic, MSNBC, NBC News, NBC Sports, New York Magazine, The New York Times, SiriusXM, SB Nation, Southern Living, The Verge, TODAY, VICE, Vogue, Vox e WBUR.

Obviamente, a Apple cobrará uma taxa em cima dessas assinaturas (haverá até um programa de afiliados), e os preços para usuários começarão em US$0,50 (nos Estados Unidos). Para quem quiser hospedar podcasts nos servidores dela, ensinamos aqui como fazer isso. Recentemente, o Spotify também entrou na onda e lançou assinatura de podcasts com taxas menores que as da Apple.

Já os canais nada mais são do que novas páginas especiais no Apple Podcasts que podem reunir, por exemplo, múltiplos programas de uma mesma rede ou um mesmo grupo. Essa é uma novidade liberada gratuitamente para todos os publishers na plataforma da Maçã. [MacMagazine]

Louis Vuitton | Cruise 2022 | Full Show

Louis Vuitton | Cruise 2022 by Nicolas Ghesquière | Phygital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Axe Majeur – Cergy/France)

Julian Emery – Red Silver/Radiate Like The Sun/Just Reach For The Sky

Vogue UK July 2021 – Paloma Elsesser By Dan Martensen

Here Comes The Sun — Vogue UK July 2021 — http://www.vogue.co.uk

Photography: Dan Martensen
Model: Paloma Elsesser
Styling: Clare Richardson
Hair: Tomo Jidai
Make-Up: Romy Soleimani
Set Design: Kadu Lennox

Apple TV+: confira o trailer da 2ª temporada de “Central Park”

Novos episódios serão liberados a partir do dia 25 de junho

Atenção, fãs de “Central Park”! A Apple já tinha confirmado há algum tempo que a série animada retornaria para a sua segunda temporada no dia 25 de junho, e agora a empresa liberou o trailer dos novos episódios. Corre aqui para ver!

Na segunda temporada, “Central Park” continuará centrada nas histórias da família Tillerman-Hunter, que gerencia e mora em uma residência no icônico parque novaiorquino. Nos novos episódios, Molly enfrentará os problemas da adolescência, enquanto Cole passará por um momento de extrema vergonha na escola; Paige seguirá sua investigação de um caso de corrupção do prefeito, enquanto Owen tenta equilibrar a administração do parque, seus funcionários e sua família.

Também teremos, claro, os novos planos de Bitsy para tomar o parque para suas próprias mãos, enquanto Helen continua com a expectativa de ser incluída no testamento da sua chefe. Também teremos as intervenções do narrador Birdie, obviamente.

Quase todo o elenco da primeira temporada está de volta, como Josh Gad (“Frozen”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Daveed Diggs (“Hamilton”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Kathryn Hahn (“WandaVision”) e Stanley Tucci (“Um Olhar do Paraíso”). Emmy Raver-Lampman (“The Umbrella Academy”) junta-se ao elenco principal assumindo a voz de Molly no lugar de Kristen Bell — que deixou o papel após uma polêmica de cunho racial e voltará à série com uma nova personagem na terceira temporada.

Loren BouchardJosh Gad e Nora Smith retornam como produtores executivos, roteiristas e criadores da série, que terá seus três primeiros episódios liberados no dia 25/6; os cinco episódios seguintes serão liberados semanalmente a cada sexta-feira, e a segunda metade da segunda temporada estreará no fim do ano com episódios adicionais.

Eric Clapton reclama de ostracismo por discurso negacionista: ‘Meu telefone não toca mais’

Vacinado a contragosto no começo do ano, guitarrista chegou a lançar, em parceria com Van Morrison, música criticando medidas restritivas para conter a pandemia de Covid

Eric Clapton foi vacinado em janeiro com o imunizante da AstraZeneca/Oxford Foto: Divulgação

Adepto a um discurso negacionista e antivacina, Eric Clapton revelou em entrevista a um canal do YouTube que suas opiniões durante a pandemia prejudicaram bastante seus relacionamentos pessoais. Em novembro de 2020, o guitarrista britânico chegou a lançar um single em parceria com Van Morrison com duras críticas às medidas restritivas do governo do Reino Unido, como o lockdown para conter a Covid-19.

“Tentei entrar em contato com outros músicos, mas simplesmente não tenho mais notícias deles. Meu telefone não toca, não recebo mais e-mails, é bastante perceptível”, disse Clapton ao Oracle Films.

O músico revelou também que chegou a cogitar a possibilidade de sair da Inglaterra com sua família e recomeçar a vida em outro país. Vacinado no começo do ano com o imunizante da AstraZeneca/Oxford, ele diz ter um “medo terrível de agulhas”.

Segundo o relato de Clapton, como efeitos colaterais: febre, dificuldade para dormir, e dores nas mãos e nos pés. “A vacina pegou meu sistema imunológico e o sacudiu, me assustou muito”, disse ele na entrevista.

Parte de uma minoria negacionista da classe artística, o guitarrista reclama de ter sido legado ao “ostracismo” e rejeitado até pela própria família. No entanto, mesmo com o avanço da vacinação em solo britânico, a diminuição das medidas restritivas e a queda da curva de casos e óbitos por Covid, Clapton mantém suas convicções controversas.

“Acima de tudo, acredito na liberdade de expressão e movimento. E na vida, no amor, e na gentileza. Eu vi desprezo dos dois lados e fui pego por este fogo cruzado”, argumenta ele.