Suposto serviço de saúde da Apple estaria encarando problemas

Como sabemos, a Apple atua em diversas pontas, sendo uma delas a da saúde. Tim Cook, por exemplo, já disse uma vez que “melhorar a saúde dos usuários é a maior contribuição da Apple à humanidade”.

Além de todos os recursos que rodeiam o Apple WatchWall Street Journal revelou recentemente que a companhia tinha alguns planos muito ambiciosos.

De acordo com a reportagem, esses planos começaram depois que o Apple Watch, cuja primeira versão foi lançada em 2015, provou ser um sucesso por seus recursos de saúde. Diante de uma torrente de dados de saúde reunidos pelo relógio, o COO1 da Apple, Jeff Williams, queria que “a Apple reinventasse o sistema de saúde nos Estados Unidos”.

Uma das ideias mais ambiciosas na área de saúde era um plano de oferta de medicamentos de atenção básica, concebido em 2016, de acordo com documentos e pessoas a par do plano. Uma equipe da Apple passou meses tentando descobrir como a enxurrada de dados de saúde e bem-estar coletados de usuários de seu smartwatch poderiam ser usados para melhorar a saúde.

Fontes anônimas disseram ao WSJ que Williams reclamava que os americanos só podem consultar o médico apenas uma vez por ano e somente quando souberem que algo está errado.

A reportagem revelou, ainda, que a Apple assumiu um punhado de clínicas de saúde em Cupertino e, em 2017, contratou a Drª. Sumbul Desai para administrar o que se chamava “Projeto Casper”. Em 2018, inclusive, comentamos que a companhia abriria clínicas para seus empregados com “o melhor sistema de saúde do mundo”.

O projeto, que está paralisado devido a “preocupações internas”, também pretendia oferecer para consumidores “um serviço de saúde abrangente que integraria os dados coletados do iPhone e do Apple Watch”.

A equipe decidiu que uma das melhores maneiras de concretizar essa visão era fornecer um serviço médico próprio, disseram pessoas familiarizadas com o plano, vinculando os dados gerados pelos dispositivos Apple com atendimento virtual e presencial fornecido pelos médicos da Apple. A Apple ofereceria cuidados primários, mas também monitoramento de saúde contínuo como parte de um programa de saúde personalizado baseado em assinatura.

Uma das iniciativas conduzida pela equipe da Drª. Desai mais recentemente foi um aplicativo chamado HealthHabit, o qual foi disponibilizado apenas para funcionários da Maçã. De acordo com as informações, o objetivo desse app era “conectar as pessoas com os médicos e incentivá-los a cumprir desafios de saúde”.

Segundo a reportagem, o aplicativo teve problemas como poucos downloads e inscrições — com metade dos usuários que baixaram o app não se inscrevendo no serviço. Separadamente, a equipe da Drª. Desai continua envolvida no lançamento dos novos recursos de saúde do watchOS 8.

Em resposta à reportagem, um porta-voz da Apple disse que muitas dos apontamentos do WSJ são “baseados em informações incompletas, desatualizadas e imprecisas”.

Veremos o que a Apple revelará com o tempo…

VIA 9TO5MAC

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