5 passos para o plantio de árvores

Além de ser um gesto de cuidado com o meio ambiente, a ação garante ar puro e conexão com a natureza

O meio ambiente é um recurso natural fundamental para a sobrevivência e qualidade de vida de todos. As plantas cumprem uma função primordial no ecossistema: o famoso “sequestro” de carbono. Por meio da fotossíntese, elas capturam o CO2 do ar e liberam oxigênio, essencial para nossa sobrevivência. Durante esta ação, parte do CO2 absorvido fica retido nas plantas, purificando o ar.

Uma das formas mais emblemáticas de conscientização é o plantio de árvores. Além do cuidado com o meio ambiente que o gesto proporciona, é uma ótima maneira de se conectar com a natureza, garantindo ar puro, frutos, sombra e habitat para muitas espécies de animais e até mesmo de outras plantas. 

Pensando na importância de realizar o plantio de novas árvores, a Tramontina convida a ajudar na preservação do meio ambiente através de dicas para o plantio de uma muda:

  1. Defina o tipo de árvore que irá plantar

Comece definindo que espécie de árvore você quer plantar. Lembre-se sempre de levar em conta as espécies nativas da sua região, assim será muito mais fácil para elas se desenvolverem.

  1. Faça um buraco

Nesta etapa, é necessário levar em conta o tamanho da árvore, para que o buraco não seja muito pequeno.

  1. Adicione adubo à terra

Misture adubo orgânico à terra que você retirou para abrir o buraco. Isso ajudará sua planta a crescer mais forte.

  1. Coloque a árvore no espaço a ser plantada

É muito importante não esquecer de retirar a embalagem plástica que envolve o torrão antes de colocá-la no local indicado. Feito isso, verifique a altura da planta, mantendo sempre as raízes abaixo do solo e o caule na parte externa. Cuidado para não enterrar o caule. Deposite a mistura de terra e adubo nas raízes da árvore e faça pressão na terra para que fique firme.

  1. Irrigue

Por fim, não esqueça de dar água para sua muda. Na primeira irrigação, dê água em abundância, para que o solo se acomode bem próximo às raízes. Para as próximas regas, verifique a necessidade de acordo com o clima e a necessidade de cada planta.

Feito isso, você já pode se sentir orgulhoso por ter contribuído para a preservação do meio ambiente e para a construção de um espaço melhor e mais saudável para as próximas gerações.

Primeira-dama dos Estados Unidos, Dra. Jill Biden, estrela capa de agosto da Vogue América

A primeira-dama dos Estados Unidos, Dra. Jill Biden foi fotografada por Annie Leibovitz para estrelar a capa da Vogue América de agosto de 2021
JONATHAN VAN METER

Dra. Jill Biden na capa da Vogue América de agosto (Foto: ANNIE LEIBOVITZ/ VOGUE AMÉRICA)

A primeira-dama dos Estados Unidos, Dra. Jill Biden estrela a nova capa de agosto de 2021 da Vogue América fotografada por Annie Leibovitz.

“Durante a campanha, senti muita ansiedade nas pessoas; eles estavam com medo ”, reflete a esposa do presidente Joe Biden. “Quando eu viajo pelo país agora, sinto que as pessoas podem respirar novamente”, continua.

Quando Jill Biden visita faculdades, o que é muito comum hoje em dia, ela é recebida em ambientes altamente coreografados para conhecer a primeira-dama do país. Mas para administradores e professores, ela é a Dra. Jill Biden, professora universitária.

Atualmente, a educadora americana e esposa do 46° presidente dos Estados Unidos é frequentemente homenageada como uma mulher com vários diplomas que trabalhou muito durante toda a sua vida no emprego mais identificável que existe. Afinal, todo mundo tem um professor favorito. “Dr. Biden, milhões se inspiram em sua citação ‘Ensinar não é apenas o que eu faço; é quem eu sou’”, disse JoAnn Jayne, presidente da Suprema Corte da Nação Navajo durante uma visita de Jill a reserva indígena americana.

Em Birmingham, Alabama, ela foi apresentada por uma advogada, Liz Huntley, uma sobrevivente de abuso sexual cujos pais eram traficantes de drogas. “Eu quero agradecer a Dra. Biden do fundo do meu coração pelo papel que ela desempenha não apenas como a primeira-dama, mas por seu amor em educar. Ela me disse que está corrigindo trabalhos no avião, pessoal! O que? Quem faz isso?! Sabe, dizem que ser educadora é uma vocação… na sua vida à qual você não resiste, e ela simplesmente não desiste.”

Dra. Jill Biden é capa e recheio da Vogue América de agosto  (Foto: ANNIE LEIBOVITZ/ VOGUE AMÉRICA)
Dra. Jill Biden no Salão Leste da Casa Branca. A primeira-dama é capa e recheio da Vogue América de agosto.  (Foto: ANNIE LEIBOVITZ/ VOGUE AMÉRICA)

Através de inauguração de escolas, visitas à locais de vacinação da Covid-19, viagens para para vender o Plano de Resgate Americano e mais uma série de compromissos demonstram que o papel que ela está cumprindo nessas visitas não é, em muitos aspectos, nem o da primeira-dama ,nem o da professora, mas de um elemento-chave na função de seu marido, uma substituta e defensora de políticas da Casa Branca. “Um bem subestimado”, como disse Mary Jordan, a repórter do Washington Post que escreveu um livro sobre Melania Trump. “É difícil imaginar Joe fazendo isso sem ela.”

Dra. Biden com seus netos, Naomi, Finnegan, Hunter, Maisy e Natalie, em Delaware (Foto: Fotografado por Annie Leibovitz para Vogue de agosto de 2021)
Dra. Biden com seus netos, Naomi, Finnegan, Hunter, Maisy e Natalie, em Delaware (Foto: Fotografado por Annie Leibovitz para Vogue de agosto de 2021)

O que não quer dizer que Dr. Biden, que é constitucionalmente tímida, não sinta um prazer especial nessas visitas. Ela se torna mais solta, divertida e expansiva. Você geralmente a ouve antes de vê-la porque ela está rindo com frequência. Ela é, simplesmente, uma multiplicadora de alegria.

Durante as eleições, ninguém pensou que ela poderia continuar lecionando. “Eu ouvi isso o tempo todo durante a campanha”, ela diz. “Tipo, ‘Não. Você não vai ser capaz de ensinar como primeira-dama.’ E eu disse: ‘Por que não? Você faz as coisas acontecerem, certo?”.

Joe Biden e Jill em um pátio próximo ao Salão Oval. (Foto: Fotografado por Annie Leibovitz para Vogue de agosto de 2021)
Joe Biden e Jill em um pátio próximo ao Salão Oval. (Foto: Fotografado por Annie Leibovitz para Vogue de agosto de 2021)

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Transgêneros amarelos lidam com racismo da comunidade LGBT e transfobia de comunidades asiáticas

Relatos apontam xenofobia, padrão em que o ‘gay ideal’ é branco e resistência dentro de famílias tradicionais

Jéssica Nakamura
Susana Terao

A jornalista Gui Takahashi, 34 – Danilo Verpa/Folhapress

Yumie Thomas enfrentava uma depressão tão profunda aos 16 anos que chegou a pesquisar na internet formas de se suicidar. No meio dessa busca, acabou encontrando uma carta escrita pela adolescente americana transgênero Leelah Alcorn antes de tirar a própria vida. “Me descobri trans lendo uma carta de suicídio”, conta o produtor de arte, que até então acreditava que, para se identificar como homem, precisava necessariamente passar pela cirurgia de redesignação sexual.

Embora sua experiência seja similar à de inúmeras pessoas que não se identificam com o sexo biológico com que nasceram, existem particularidades vivenciadas apenas por pessoas trans amarelas—como são classificados os grupos étnico-raciais do Leste e Sudeste Asiático e seus descendentes no Brasil.

“A parte mais próxima do Japão com que eu tive contato parou de falar comigo quando eu me assumi lésbica. Eu frequentava a comunidade nikkei [de descendentes de japoneses] no Rio, onde moro, mas me sentia muito julgado. Aí nunca mais fui”, conta Thomas, que hoje tem 23 anos.

Descendente de holandeses, indígenas e japoneses, a estilista paulista Teodora Oshima, 31, também diz ter sentido resistência da parte asiática da família. Como a relação com seu pai “já não era muito verbal”, a revelação de que se identificava como mulher trans se deu por email.

“Ele nunca respondeu, mas sempre perguntava de mim para minha mãe e minha irmã”, conta, ressaltando que isso não significa que ele não a aceite. “Não enxergo como algo proposital. Ele demonstra amor de outras maneiras. São duas barreiras, a da masculinidade e a da cultura japonesa.”

Para Rodrygo Tanaka, fundador da página Asiáticos pela Diversidade no Facebook, não se pode ignorar o conservadorismo que existe dentro das comunidades de imigrantes e descendentes, mas também é preciso entender os fatores culturais e históricos que essas instituições carregam. “O principal desafio continua sendo a dupla luta: contra o racismo e a xenofobia que existem dentro da comunidade LGBT e contra a LGBTfobia que existe dentro das nossas comunidades raciais”, diz Tanaka.

“Eu vivi durante muito tempo nesse meio gay tóxico, que é muito xenofóbico, racista, gordofóbico”, conta a jornalista paulista Gui Takahashi, 34, que, na época, era preterida pelos homens, muitos dos quais colocavam em aplicativos de encontro que “não curtiam pessoas amarelas”.

“Como existe uma certa hegemonia racial dentro da comunidade LGBT, em que o branco é o corpo universal, o ‘gay ideal’ é o gay branco”, explica o cineasta Hugo Katsuo, que pesquisa a representação de corpos amarelos na pornografia ocidental. “Nos parâmetros que temos atualmente, a masculinidade branca é a ideal, a asiática é emasculada e a negra extrapola os níveis considerados aceitáveis.”

Depois da transição, no entanto, Gui Takahashi diz ter conhecido “o outro lado da moeda”, passando a ser muito mais procurada: “Mas era muito com essa fala de objetificação e fetichização, tanto pela questão trans como pela racial.”

A designer gráfica carioca Yuki Hayashi, 28, relata experiência semelhante. “Eu saí desse lugar de não desejo que ocupava quando era um menino gay e passei a receber assédio de homens, muitos deles casados, me procurando para realizar fantasias, sempre no sigilo, nesse lugar do fetiche mesmo”, conta ela, que se considera lésbica e namora uma travesti negra desde a época em que as duas se identificavam como homens gays —elas passaram juntas pelo processo de transição.

O fotógrafo Narumi Tsuruta, 34, revela ainda outra camada do preconceito. Nascido no Japão e criado em São Paulo, ele diz que, por ter sotaque, algumas pessoas tentam corrigir os artigos e pronomes que usa. “Acham que estou falando português errado, dizem ‘você tem que falar obrigada, obrigado quem fala é homem’”, conta. “Eu compreendo que é uma luta diária, mas parei de pensar nisso porque minha masculinidade não depende dessas coisas.”

O fotógrafo Narumi Tsuruta, 34 – Danilo Verpa/Folhapress

Por muito tempo, Narumi não conseguia descrever as agressões que sofria, tanto em termos raciais quanto de gênero. “Eu sentia que não tinha lugar de fala. Embora preconceito não se compare, não conseguia chamar o que passava de racismo, porque negros sofrem mais. Também não podia reclamar de transfobia, porque mulheres trans sofrem mais.”

Foi esse sentimento de desamparo que o motivou a produzir e vender diários de transição —cadernos para registrar as mudanças corporais e organizar os sentimentos ao longo da terapia hormonal— e criar o perfil Transasiáticos (@transasiaticos) no Instagram, junto de Yumie Thomas.

Já Oshima, a estilista, contou com o apoio da designer Hayashi, única pessoa amarela que ela conhecia que estava passando pela mesma experiência. Hoje em dia, as duas se identificam como travestis. “Eu não conheço nenhuma pessoa trans que trabalhe em equipe de estilo. Tive sorte porque entrei no mercado antes de ter transicionado. Eu era vista como homem gay, aí era aceita. Se fosse depois da transição, talvez eu não tivesse nem conseguido entrar no mercado”, diz.

Gui Takahashi conta que sempre quis trabalhar com moda, mas, por pressão da família, acabou se formando em direito. Após fazer um curso de jornalismo de moda, conseguiu entrar no mercado que sempre almejou, especializando-se também na área da beleza. “Por estar num mercado que tem muitos cabeleireiros e maquiadores LGBT, não senti tanto esse preconceito e não tive muita dificuldade para me inserir, mas imagino que outros segmentos sejam bem piores”, diz.

“Historicamente, quando falamos nessas pessoas, pensa-se em salão de beleza. O mercado da beleza é onde somos bem-vindas”, diz Gabriela Augusto, fundadora da Transcendemos, consultoria que tem como principal objetivo ajudar outras organizações a se tornarem mais inclusivas.

Ela ressalta a importância de se investir na capacitação dessa população, que muitas vezes não consegue terminar os estudos porque precisa sair de casa muito cedo, devido ao preconceito da família. “A exigência das vagas é alta, aí você acaba esbarrando em várias outras questões sociais”, diz.

A estilista Teodora Oshima, 31
A estilista Teodora Oshima, 31 Cai Ramalho/Divulgação

Além da representatividade no mercado de trabalho, Hayashi aponta também a importância de ter se enxergado na tela do cinema na figura de Julia Katharine, 44, protagonista e corroteirista de “Lembro mais dos Corvos” (2017), filme a que assistiu no início de seu processo de transição. “Foi a primeira vez que eu vi uma travesti de ascendência asiática no cinema, algo que nunca tinha nem pensado que existia”, conta.

Primeira realizadora trans a ter um filme exibido em circuito comercial no Brasil, Katharine acredita que corpos como o seu precisam ser naturalizados nas telas. “Gostaria de conviver mais [com a comunidade], mas eu me sinto um pouco excluída por ser uma pessoa trans, tenho muito medo da rejeição, do abandono, de não ser compreendida”, explica.

Para o cineasta Hugo Katsuo, não basta colocar esses corpos nas telas. É preciso pensar também em formas de apresentá-los que não os reduzam apenas a violência, racismo, LGBTfobia. “Não que essas denúncias não devam existir, mas elas não podem ser a única forma de representação desses corpos. Precisamos entendê-los como pessoas que têm anseios, felicidade e sonhos como qualquer ser humano.”

“Temos uma mania muito grande de ver tudo de forma muito separada: no âmbito racial só se debate raça, no de gênero só se debate gênero, no de orientação sexual só se debate orientação sexual. Para construir algo que abarque essa pluralidade de vivências, precisamos entender as coisas de uma forma menos segmentada”, defende.

Runway Marc Jacobs Fall 2021

Runway Marc Jacobs Fall 2021

What Would Victoria Beckham Do? Pride Edition (O que o VB faria? Pride Edition)

What Would VB Do? Pride Special!
Just a little bit of fun, especially for Pride Month. Enjoy! 🌈 ❤️

O que o VB faria? Pride Special!
Só um pouco de diversão, especialmente para o Mês do Orgulho.

Seeking Light – Beaute Magazine Greece June 2021 –  Vovk By Vasilis Topouslidis 

Seeking Light   —   Beaute Magazine Greece June 2021   —   www.vasilistopouslidis.com

Photography: Vasilis Topouslidis Styling: Iro Tsourtou Model: Vovk Hair & Make-Up: Alexandra Rentzou

Japan House apresenta estudo de janelas no Japão em nova exposição

A mostra ocupa o centro cultural entre 29 de junho e 22 de agosto e reflete sobre o papel das janelas como elementos fundamentais da sociedade japonesa

Exposição WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão, na Japan House São Paulo (Foto: Marina Melchers/Japan House)

Tendo como ponto de partida o papel das janelas no design, na construção das relações sociais, nas artes, na arquitetura e na literatura, a Japan House inaugura hoje (29) a exposição WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão. Depois de passar pela Japan House Los Angeles, a mostra ocupa a instituição paulistana até 22 de agosto, com entrada gratuita.

Japan House apresenta estudo de janelas no Japão em nova exposição (Foto: Marina Melchers/Japan House)
Nova exposição na Japan House apresenta estudo de janelas no Japão (Foto: Marina Melchers/Japan House)

A mostra foi concebida pelo Window Research Institute, instituição japonesa que realiza pesquisas em torno deste elemento que, à primeira vista pode parecer ter um papel simples no cotidiano, mas que se torna imprescindível, principalmente em momentos de reclusão social como o que o mundo vive atualmente.

Japan House apresenta estudo de janelas no Japão em nova exposição (Foto: Marina Melchers/Japan House)
Desenhos técnicos, maquetes, fotos, vídeos, mangás e obras literárias compõem a exposição WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão (Foto: Marina Melchers/Japan House)

Por meio de nove categorias, a exposição propõe diversas leituras sobre a representação da janela nos processos artesanais, em produções audiovisuais, na construção das casas de chás, na arquitetura contemporânea, nos mangás, nas suas diferentes aplicações nos diversos ambientes japoneses e seus múltiplos formatos, que foram se refinando e se adaptando às necessidades das diferentes culturas ao longo da história.

Japan House apresenta estudo de janelas no Japão em nova exposição (Foto: Marina Melchers/Japan House)
Exposição WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão, na Japan House (Foto: Marina Melchers/Japan House)

Todo esse universo das janelas é apresentado por meio de desenhos técnicos, maquetes, fotos, vídeos, mangás e obras literárias no segundo andar da Japan House e pretende mostrar aos visitantes que esse elemento arquitetônico pode ser um dos componentes mais fascinantes no dia a dia das pessoas, com o papel importante de conectar o externo e o interno, permitir entrada de luz e ar nos ambientes, proteger do frio e da chuva e fazer com que seja possível observar o outro, a natureza e o movimento das cidades e das pessoas.

Japan House apresenta estudo de janelas no Japão em nova exposição (Foto: Marina Melchers/Japan House)
Exposição WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão, na Japan House (Foto: Marina Melchers/Japan House)

No contexto japonês elas são, em sua maioria, feitas em madeira e compostas por colunas e vigas. Os vãos possuem características peculiares: quando se move um tategu (portas e janelas), o espaço transforma-se em um ambiente inteiramente ventilado. Um exemplo que reflete esse uso são as salas de chá japonesas (chashitsu), um programa arquitetônico especial que reúne diferentes tipos de janelas num espaço pequeno, em especial, o Yōsuitei, denominado também de Jûsansōnoseki (sala de 13 janelas), casa de chá que possui o maior número de janelas e que, nesta mostra, será exibida com uma réplica em tamanho real feita de papel artesanal japonês (washi).

Japan House apresenta estudo de janelas no Japão em nova exposição (Foto: Marina Melchers/Japan House)
Exposição WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão, na Japan House (Foto: Marina Melchers/Japan House)

Outra perspectiva apresentada na exposição é a relação das janelas com os locais de trabalhos manuais no Japão. Nesses ambientes, elas possuem lugar de destaque, inserindo ou expulsando elementos como a luz, o vento, o calor, a fumaça e o vapor, por exemplo, que alteram características de materiais como argila, madeira, tecido e papel. “As janelas são repletas de simbologias e atribuições poéticas e valorizar algo que está ao nosso lado nem sempre é uma percepção imediata. Mas basta pensar nas consequências da sua ausência, especialmente em tempos de confinamento e isolamento, para entendermos o porquê de elas merecerem tanta deferência”, afirma Natasha Barzaghi Geenen, Diretora Cultural da Japan House São Paulo.

Para Igarashi Taro, curador da mostra, além de seu valor histórico e arquitetônico, as janelas desempenham papel sem igual durante uma crise, por permitirem que as pessoas possam compartilhar esperança e gratidão de forma única. “As janelas sempre evocaram comportamentos específicos em pessoas de diferentes regiões e culturas – e essa diversidade pode ser reconhecida ainda hoje, em meio à pandemia”, afirma dando exemplos como “Ir até a varanda cantar ópera para os vizinhos, mandar mensagens de agradecimento aos profissionais de saúde e passar objetos pela janela para garantir o distanciamento social”. Taro é Doutor em engenharia, historiador, crítico de arquitetura e leciona na Universidade de Tohoku, em Sendai, no Japão. Foi curador do Pavilhão japonês na Bienal de Veneza, em 2008 e atuou como diretor artístico da Trienal de Aichi, em 2013.

Japan House apresenta estudo de janelas no Japão em nova exposição (Foto: Marina Melchers/Japan House)
Exposição WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão, na Japan House (Foto: Marina Melchers/Japan House)

A mostra conta com programação paralela online e conteúdos compartilhados por meio das redes sociais da Japan House São Paulo e, depois de passar pela capital paulista, segue para a Japan House Londres ainda este ano.

WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão
De 29 de junho a 22 de agosto
Japan House (Avenida Paulista, 52, São Paulo/SP)
Entrada gratuita
Reserva online antecipada (opcional): https://agendamento.japanhousesp.com.br/
A exposição conta com recurso de acessibilidade

Gal Gadot celebra chegada da sua terceira filha, Daniela, e mostra momento em família na cama

Foto compartilhada por Gal Gadot (Foto: Reprodução / Instagram)

Nesta terça-feira, 29 de junho, Gal Gadot, atriz que protagoniza Mulher-Maravilha nos cinema, compartilhou em seu Instagram a primeira foto ao lado da sua filha recém-nascida, Daniella. Na foto, vemos ela ao lado das filhas mais velhas, Maya e Alma, e o marido, Yaron Varsano, deitados na cama.

“Minha doce família. Eu não poderia estar mais grata e feliz (e cansada). Nós estamos muito animados para receber a Daniella em nossa família. Envio para todos vocês muito amor e saúde.”, escreveu em sua legenda.

Marca Skims de Kim Kardashian vai vestir atletas dos EUA na Olimpíada de Tóquio

Skims fornecerá roupas íntimas e trajes de banho para delegação feminina

O SKIMS de Kim Kardashian foi selecionado como Loungewear oficial da equipe dos EUA

A marca de roupas de Kim Kardashian, a Skims, vai fornecer as roupas íntimas, pijamas e trajes de banho para as equipes femininas dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio. O anúncio foi feito pela empresária e influenciadora na segunda (28).

Ela afirmou, por meio do Instagram, que durante a infância sempre acompanhou todos os detalhes sobre o evento por Caitlyn Jenner, que era casada com a sua mãe, Kris Jenner, e ganhou a medalha de ouro no decatlo nas Olimpíadas de 1976, disputada em Montreal.

Kardashian anunciou a parceria nesta segunda-feira ao compartilhar em seu Instagram imagens de atletas dos EUA usando itens da coleção. Ela afirmou estar “muito orgulhosa” de apoiar o time feminino.

“Desde que eu tinha 10 anos de idade, ouvi todos os detalhes sobre as Olimpíadas do meu padrasto”, escreveu a influenciadora, cujo padrasto Caitlyn Jenner ganhou uma medalha de ouro no decatlo nos Jogos de 1976. “Quando recebi a ligação convidando a Skims para fazer parte do @TeamUSA, cada momento que passei admirando a força e a energia dos atletas olímpicos do lado de fora se completou”.

A nadadora americana Haley Anderson com o modelo da Skims Foto: Reprodução

Kim compartilhou imagens de membros da delegação americana usando a marca como a atleta paraolímpica Scout Bassett e a jogadora de basquete A’ja Wilson.

Segundo a CNN dos EUA, a coleção estará disponível para venda em uma edição limitada a partir de meados de julho.

Desde 2008, a grife Ralph Lauren desenha os modelos usados nas aberturas de cerimônia e encerramento pela delegação dos EUA. A Nike, por sua vez, é responsável por fornecer roupas usadas durante as competições e no pódio.

A futebolista Alex Morgan com o modelo da Skims para atletas norte-americanas Foto: Reprodução

A parceria para roupas íntimas, no entanto, não é inédita em Jogos. A empresa Jockey é a fornecedora oficial das equipes olímpicas e paralímpicas australianas. A nova coleção da Skims também estará disponível para venda ao público a partir de julho. As peças fazem parte de um alinhamento crescentre entre personalidades da moda e do esporte.

Skims Foto: Reprodução
Skims Foto: Reprodução

A grife de Kardashian oferece uma gama de tamanhos e cores de tons de pele para seus produtos junto com mensagens inclusivas. A empresária disse ter sido inspirada em sua própria luta por não ser capaz de encontrar um modelador confortável adequado para seu corpo no passado.

Skims Foto: Reprodução

Em 2019, a marca de Kim Kardashian gerou polêmica no Japão, que recebe os Jogos Olímpicos, por causa do primeiro nome escolhido, Kimono —o termo foi usado por ela como um jogo de palavras com seu nome, e rapidamente foi ligado à tradicional roupa japonesa.

Internautas acusaram Kim de apropriação cultural nas redes sociais. O prefeito de Kyoto, Daisaku Kadokawa, chegou a escrever uma carta aberta, pedindo que ela reconsiderasse a decisão. “O kimono é um traje étnico tradicional criado pela riqueza de nossa história e nossa natureza. Estamos preocupados que uma má interpretação do kimono se espalhe, porque a sra. Kardashian é uma poderosa influenciadora”.

“Quando anunciei o nome da minha linha de roupas modeladoras, fiz isso com as melhores intenções. Minhas marcas e produtos são construídos com inclusão e diversidade em sua essência”, afirmou Kim na ocasião. Após as críticas, ela anunciou a mudança do nome da marca para Skims.