‘Bullying e estupros’: investigação revela problemas na escola de ioga multinacional Sivananda

A jornalista da BBC Ishleen Kaur era professora de ioga da Sivananda, um dos maiores movimentos de ioga do mundo, até que uma postagem desconcertante de rede social a levou a descobrir várias denúncias de abuso sexual.
Por BBC

‘Para mim, a Sivananda acabou’, diz Ishleen Kaur — Foto: Acervo Pessoal/Ishleen Kaur via BBC

Aviso: esta reportagem contém descrições de abuso sexual.

A jornalista da BBC Ishleen Kaur era uma dedicada professora de ioga da Sivananda, um dos maiores movimentos de ioga do mundo, até que uma desconcertante postagem de rede social a levou a descobrir várias denúncias de abuso sexual que ocorreram durante décadas até os dias atuais. Este é o seu relato:

Desde que descobri a ioga, nos meus 20 e poucos anos, ela se tornou uma grande parte do meu mundo. Assim como para muitos iogues devotos, não era apenas uma aula de ginástica para mim, mas um estilo de vida. Não apenas dei aulas no centro Sivananda local, como me voluntariei para cozinhar e limpar. Os ensinamentos da Sivananda influenciaram todos os aspectos da minha existência.

Mas, em dezembro de 2019, recebi uma notificação no meu celular. Era uma postagem no meu grupo da Sivananda no Facebook sobre o venerado fundador do movimento, Swami Vishnudevananda, já falecido.

Uma mulher chamada Julie Salter havia escrito que Vishnudevananda havia abusado sexualmente dela durante três anos na sede da Sivananda, no Canadá.

Ela escreveu que quando finalmente encontrou forças — décadas depois — para denunciar o episódio ao conselho de administração da Sivananda, “as reações variaram do silêncio à tentativa de silenciar”.

Já entrevistei 14 mulheres que acusam professores veteranos da Sivananda de cometer abusos, muitas das quais não compartilharam isso com a família ou amigos, muito menos divulgaram isso publicamente. Também falei com uma ex-funcionária que disse que suas preocupações não foram levadas em conta pelo conselho da Sivananda.

Minha investigação revelou denúncias de abuso de poder e influência dentro da organização que eu tanto prezava.

Lembro claramente do meu primeiro dia no ashram (centro de meditação e ensino religioso) da Sivananda em Kerala, no sul da Índia, onde me formei como professora de ioga em 2014. Na parede, havia uma foto magnífica de Swami Vishnudevananda, o falecido fundador da Sivananda, e o homem que Julie viria a denunciar.

Seus ensinamentos eram tão poderosos que muitos iogues renunciaram a todas as conexões mundanas e dedicaram suas vidas à organização.

Eu conseguia entender por quê. Estava passando por um momento muito desafiador, e a Sivananda me trouxe de volta a paz. Os asanas — ou posturas — me deram força física; os princípios de karma, pensamento positivo e meditação da Sivananda nutriram minha alma.

Ishleen no ashram da Sivananda em Kerala, na Índia — Foto: Acervo Pessoal/Ishleen Kaur via BBC
Ishleen no ashram da Sivananda em Kerala, na Índia — Foto: Acervo Pessoal/Ishleen Kaur via BBC

Em 2015, casei com um homem que morava em Londres. Fiquei assustada com a ideia de me mudar para ficar com ele, até que descobri que havia um centro Sivananda em Putney, não muito longe da nossa nova casa. Meu marido costumava brincar que o centro era meu primeiro amor, não ele.

Dois meses após a postagem de Julie Salter no Facebook, dois membros do conselho da Sivananda vieram da Europa para conversar com a equipe de Putney. Eu esperava que eles respondessem pelo menos algumas das muitas perguntas que eu tinha na cabeça. Mas a resposta deles foi vaga, e eles pareceram defensivos durante a sessão de perguntas e respostas que se seguiu.

Sabia que eu mesma teria de falar com Julie.

Nascida na Nova Zelândia, Julie tinha 20 anos e estava em uma viagem a Israel quando conheceu os ensinamentos da Sivananda. Ela rapidamente entrou no movimento e, em 1978, se mudou para a sede deste, no Canadá.

Vishnudevananda estava baseado lá, e Julie foi convidada a ser sua assistente pessoal, algo que ela inicialmente considerou um privilégio.

Mas ela conta que sua jornada era cruel. Trabalhava das 5h até quase meia-noite, sete dias por semana — tudo isso sem remuneração. E diz que Swami Vishnudevananda se tornou imprevisível, muitas vezes gritava com ela.

“Então, é claro, meus próprios limites estavam ficando cada vez mais fragilizados”, afirma.

Até que os eventos tomaram um rumo mais sombrio.

Um dia, quando Julie estava trabalhando na casa de Vishnudevananda, ela o encontrou deitado ouvindo fitas de devoção. Ele pediu que ela deitasse ao lado dele. Quando Julie disse que não entendia o que ele queria, ele disse a ela: “Tantra ioga” — uma prática de ioga que se tornou associada ao sexo espiritual, mas simplesmente significa trabalhar a iluminação espiritual por meio do relaxamento profundo. No entanto, Julie diz que Vishnudevananda só havia feito referência a isso em termos teóricos, durante uma palestra.

Ishleen no palco fazendo uma demonstração de Sivananda — Foto: BBC
Ishleen no palco fazendo uma demonstração de Sivananda — Foto: BBC

“Eu disse: ‘Não entendo’ e, apesar de tudo em meu corpo e na minha mente dizer ‘não’, eu deitei. E então houve o contato sexual. E depois, eu estava lá embaixo novamente, trabalhando, com muita vergonha — e tudo mais — angústia, me culpando, culpada.”

Julie diz que foi coagida a vários atos sexuais, incluindo sexo com penetração, por mais de três anos.

Saiba mais

  • A Sivananda, que também está presente no Brasil, é uma forma de ioga clássica que enfatiza o bem-estar físico e espiritual;
  • Fundada por Swami Vishnudevananda em 1959, em Montreal, no Canadá, ganhou este nome em homenagem a seu guru Swami Sivananda;
  • Há cerca de 60 ashrams e centros de Sivananda em 35 países ao redor do mundo e cerca de 50 mil professores de Sivananda formados;
  • Vários outros gurus de ioga renomados foram acusados ​​de abusar de sua posição nos últimos anos, incluindo Bikram Chaudhry, Pattabhi Jois e Bhagwan Rajneesh;
  • “Guru” é uma investigação da BBC conduzida por Ishleen Kaur e produzida por Louise Adamou. Ouça o podcast (em inglês).

O relacionamento guru-discípulo, conhecido na ioga como guru shishya parampara, é um acordo tácito de que o seguidor se renderá aos desejos do guru.

Ela agora considera as ações de Vishnudevananda como estupro, já que estava num posição frágil para consentir, dada a “dinâmica de poder” em jogo.

“Eu estava bastante isolada, morando do outro lado do mundo, da família, de tudo o que conhecia no passado. Dependia financeiramente da organização.”

Falei então com duas mulheres que responderam em poucos minutos ao post de Julie no Facebook, alegando que Vishnudevananda havia abusado delas também.

Pamela me contou que Vishnudevananda a estuprou durante um retiro em 1978 no Castelo de Windsor, no Reino Unido, quando ela estava deitada em um profundo estado de relaxamento, conhecido na ioga como postura do cadáver.

Lucille relata que ele a estuprou três vezes em meados dos anos 1970 no ashram canadense. Ela conta que, nas duas primeiras vezes, ela ingenuamente justificou o ato como ioga tântrica, mas na terceira vez ele deu dinheiro a ela, e ela se sentiu “como uma prostituta”.

Vishnudevananda morreu em 1993, mas Julie levou mais seis anos para encontrar forças para deixar a organização.

Sua única esperança é que, ao se manifestar publicamente agora, ela possa salvar outras pessoas do sofrimento que ela passou. Porque, como eu viria a descobrir, Vishnudevananda pode ter morrido, mas o abuso dos devotos da Sivananda não morreu com ele. A postagem de Julie no Facebook abriu a porteira.

Desde então, conversei com 11 mulheres que fizeram sérias acusações contra dois outros professores da Sivananda, um dos quais a BBC acredita ainda estar ativo na organização.

Entre as acusações chocantes está o relato de Marie (nome fictício), que diz que foi aliciada por um professor — que não podemos identificar por motivos legais — durante vários anos.

Ela conta que ficou muito confusa quando o relacionamento deles se tornou sexual, mas sentiu que não tinha escolha a não ser seguir em frente. Depois de mais de um ano sem qualquer contato sexual com ele, ela se lembra de uma ocasião em que ele entrou em seu quarto sem ser convidado. Silenciosamente, subiu em cima dela, a penetrou, ejaculou e saiu sem dizer uma palavra.

Cinco outras mulheres me disseram que esse mesmo homem abusou sexualmente delas. Elas não se conhecem, mas todas as suas histórias seguem um padrão semelhante de aliciamento e abuso.

Catherine (nome fictício) contou que tinha apenas 12 anos e participava de um acampamento infantil da Sivananda no Canadá, nos anos 1980, quando o professor começou a se interessar por ela. Ela diz que o homem fazia massagem e tocava na sua bunda. Quando ela fez 15 anos, ele começou a tocá-la de forma mais explícita, pegando nela entre as pernas e tocando seus seios. Ela afirma que a última vez que foi abusada por ele tinha 17 anos. Ela estava tirando uma soneca e acordou com ele em cima dela. Ela deixou a organização naquele dia.

Outra mulher afirma que foi abusada pelo mesmo homem em 2019.

Entramos em contato com esse homem, mas ele não respondeu às acusações que apresentamos. A BBC entende que ele ainda está ativamente envolvido com a Sivananda na Índia, embora a organização negue isso.

O outro professor acusado de abuso é Maurizio Finocchi, também conhecido como Swami Mahadevananda. Conversei com oito mulheres que apresentaram acusações contra ele. Uma delas, Wendy, trabalhava como assistente pessoal de Mahadevananda na sede do Canadá ,em 2006.

Uma de suas tarefas era imprimir seus e-mails e levá-los até sua cabana. No dia em questão, ele pediu para ela levar os e-mails e seu café da manhã no quarto, onde ele estava sentado na cama. Quando entregou a bandeja, ela conta que ele agarrou seu braço e puxou o lençol, e ela percebeu que ele estava se masturbando. Ela diz que ele ejaculou no seu braço.

“Eu só me lembro de sentir que praticamente não era humana para ele. Eu era realmente um meio para um fim.”

Wendy diz que se as mulheres abordassem seus superiores para reportar um comportamento preocupante — e em alguns casos, criminoso —, a equipe colocaria isso no âmbito de um ensino espiritual chamado “graça do guru”.

“Se algo fosse problemático ou confuso — e estou falando até de coisas administrativas… mas certamente de relações sexuais e relacionamentos questionáveis —, diriam a você: ‘Não, o fato de você estar tendo um problema é, na verdade, ‘graça do guru’.”

“Como se você estivesse aprendendo algum tipo de lição valiosa.”

Entramos em contato com Mahadevananda para oferecer a ele a oportunidade de responder às acusações, mas nossa solicitação não foi respondida.

A BBC, no entanto, viu uma cópia de um e-mail que ele enviou a uma advogada que recebeu financiamento coletivo de um grupo da comunidade Sivananda no Facebook, chamado Project Satya, do qual me tornei membro. No e-mail, ele se desculpa pelo que chama de seus “erros” e promete “se esforçar para não fazer isso de novo”.

Outra coisa que eu queria entender era: quanto disso a administração da Sivananda já sabia?

Julie me contou que finalmente encontrou forças para denunciar seu abuso em 2003, quando compareceu a uma reunião com um membro do Conselho de Membros Executivos (EBM, na sigla em inglês) — o conselho criado por Vishnudevananda para cuidar da Sivananda após sua morte. Ela diz que o membro do conselho era Swami Mahadevananda.

“Ficamos lá por um tempo, mas basicamente ele reconheceu que sabia disso havia anos.”

Swami Mahadevananda é um dos outros professores alvo de acusações de abuso sexual — mas na época Julie não sabia disso.

Julie diz que compartilhou as acusações com mais quatro membros do conselho nas semanas seguintes.

Os conselheiros negam que Julie tenha discutido suas denúncias com eles em 2003. No entanto, a BBC viu um e-mail de Mahadevananda no qual ele confirma que encontrou com Julie naquela época. Ele descreve o encontro como informal, mas diz que depois dessa reunião as denúncias se tornaram “de conhecimento amplo”.

Em 2006, Julie participou de uma reunião mediada com a EBM, em que ocorreram discussões sobre algum tipo de apoio financeiro para ela. As denúncias de abuso também foram levantadas.

Os conselheiros disseram à BBC que ambos os lados ficaram satisfeitos com os resultados na época, mas Julie afirma que nada se materializou. Portanto, no ano seguinte, o advogado de Julie escreveu ao conselho pedindo uma compensação e ameaçando entrar com uma ação de indenização.

Em resposta, ela recebeu uma carta do advogado da EBM questionando por que Julie estava levantando o assunto tanto tempo depois do suposto abuso.

A Sivananda afirma que, após a reunião com Julie, eles começaram a implementar protocolos para membros e convidados destinados a oferecer a todos um ambiente seguro para se falar sobre tais denúncias.

Perguntamos por que eles continuam a reverenciar o homem que abusou dela sexualmente. A “Organização Sivananda honra sua linhagem e seus ensinamentos”, foi a resposta deles.

Quanto a Mahadevananda, nossa investigação encontrou evidências de que o conselho sabia de sua suposta impropriedade sexual já em 1999. Porque ele mesmo admitiu isso a eles.

Swami Saradananda, uma mulher americana que fazia parte do EBM na época, contou que em 1998/99 recebeu um telefonema da diretora do ashram de Nova Déli (Índia) aos prantos. A diretora disse a ela que Mahadevananda estava andando sem calça — o que Saradananda interpretou como de cueca.

Quando ela telefonou para questionar Mahadevananda, ele explicou que não era verdade. Ele não estava de cueca — estava nu. E essa não foi sua única revelação.

“Ele me disse que não usava nada abaixo da cintura e entrou no escritório onde [a diretora de Déli] estava trabalhando e se masturbou na frente dela.”

Swami Saradananda, profundamente desconcertada, diz que levantou essa questão na reunião seguinte do EBM.

Ela diz que todos os dispositivos de gravação foram desligados, e a secretária retirada da sala.

Mahadevananda estava presente e, segundo ela, confirmou que seu relato era verdadeiro.

“E ele disse: ‘Mas se ela não quiser que eu faça isso, tudo bem, grande coisa. Não vou mais fazer.'”

Quando ela interrompeu para perguntar como iriam lidar com a confissão de Mahadevananda, um dos membros do conselho respondeu: “Bem, ele já disse que não vai mais fazer isso. O que você quer? O sangue dele?”

Em poucos meses, Saradananda recebeu um fax informando que ela havia sido removida por votação do conselho. Apresentamos essa alegação ao EBM, mas eles não responderam.

As revelações de Saradananda podem ser responsáveis ​​pela falta de surpresa que Wendy testemunhou em 2006, quando disse a um membro sênior da equipe na sede canadense que Mahadevananda havia ejaculado nela.

A resposta dele, segundo ela, foi: “Droga, de novo não”.

O membro da equipe disse a ela para não se preocupar — a organização havia providenciado uma terapia para Swami Mahadevananda.

“Eu não sabia que no Canadá isso seria definido como abuso sexual. E não sabia naquela época que isso poderia ter sido levado à polícia”, diz Wendy.

Treze anos depois, o EBM acabou investigando Mahadevananda e este anunciou sua aposentadoria em sua revista mensal — uma aposentadoria que eles admitiram que estão financiando. A nota dizia que a diretoria executiva agradecia seu “serviço dedicado e inspirador”.

Carol Merchasin, a advogada contratada por financiamento coletivo pelo Project Satya, diz que conversou com de 25 a 30 mulheres que fizeram denúncias de abuso sexual contra funcionários da Sivananda. E diz que descobriu que cada um dos relatos é crível.

No caso de Catherine, ela questiona por que o incidente não foi denunciado à polícia depois que os conselheiros tomaram conhecimento das acusações. Quando, muitos anos depois, os pais dela descobriram e os confrontaram, Carol conta que disseram a eles que nada poderia ser feito sem evidências.

Segundo o EBM, o professor acusado de abusar de Catherine e outras mulheres foi suspenso de suas funções enquanto investigavam o caso. Mas fomos informados por várias fontes que ele ainda está envolvido nos ashrams indianos da Sivananda, e quando liguei para o ashram de Kerala, me disseram que ele de fato ministrou um curso completo lá no início deste ano.

O EBM recusou o pedido de entrevista, mas nos enviou uma declaração que reproduzimos a seguir na íntegra:

“O Conselho de Administração se solidariza totalmente com aqueles que se manifestaram e oferece a qualquer indivíduo que sinta que pode ter sido afetado pela conduta referida [na investigação da BBC] a garantia de que não vai tolerar abusos ou ignorar comportamento impróprio. E se desculpa sem reservas por quaisquer erros históricos cometidos ao abordar as denúncias detalhadas na [investigação].

“Como resultado dessas denúncias, a Sivananda encomendou uma investigação independente e nomeou especialistas jurídicos que ajudaram a revisar e implementar políticas de proteção e colocar em prática o treinamento apropriado. A Organização Sivananda estabeleceu um sistema de denúncia confidencial para qualquer pessoa que esteja preocupada com abusos. É uma prioridade absoluta para a Organização Sivananda que qualquer pessoa que entre em contato com ela, em qualquer função, esteja protegida de abuso ou sofrimento. A Organização Sivananda é uma ordem monástica dedicada à saúde física, mental e espiritual e é comprometida com a segurança de todos os seus membros. “

Eu vi quatro dos relatórios da investigação sobre o professor que não podemos identificar, todos os quais concluem que, com base no juízo de probabilidade, as vítimas são confiáveis ​​e seus testemunhos são verdadeiros, e que duas delas relataram seus abusos ao EBM.

Em abril, voltei ao ashram de Putney, onde passei os últimos cinco anos como professora e devota. Mas, desta vez, não entrei.

Me ocorreu que a natureza avassaladora da Sivananda que me atraiu também era o que a tornava tão perigosa. Todas as mulheres com quem conversei me disseram que era fácil perder o senso de realidade, o que tornava mais difícil questionar o que estava acontecendo.

E estou ciente de que, durante nossa investigação, as mulheres que se manifestaram eram todas ocidentais. Mas parece que também há vítimas indianas — vi e-mails de mulheres detalhando o que aconteceu com elas, mas estavam com muito medo de falar comigo.

Para mim, a Sivananda acabou.

*Investigação produzida por Louise Adamou

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