Conheça Mônica Sampaio, a engenheira elétrica que virou sucesso no mundo da moda

Carioca é o nome por trás da grife Santa Resistência
Gilberto Júnior

Santa Resistência Foto: Divulgação
Santa Resistência Foto: Divulgação

“Sou a menina dos olhos de Oyá”, diz a estilista carioca Mônica Sampaio, o nome à frente da marca Santa Resistência. “Maria Bethânia e eu somos”, corrige logo em seguida. No candomblé, Oyá — ou Iansã — é conhecida como a rainha dos raios, senhora das tempestades. Representa força e empoderamento. “Foi ela quem me deu coragem para mudar o curso da minha vida aos 45 anos, quando já estava estabelecida profissionalmente. Deixei a engenharia elétrica para trás e segui o coração, sem medo que a idade pudesse ser um impedimento”, conta a designer, hoje com 52.

E o tempo não é uma questão para Mônica. Ela, que estreou na São Paulo Fashion Week, na semana passada, dentro do projeto Sankofa, afirma que está na mesma página da turma mais jovem. “Também sou uma nova criadora. A grife tem seis anos e pouquinho. Temos interesses parecidos; dividimos angústias. No Brasil, a maturidade costuma deixar a mulher invisível. Mas não vou permitir que isso me paralise.”

O Sankofa foi idealizado pela startup de inovação social VAMO (Vetor Afro-Indígena na Moda) e pelo movimento Pretos na Moda, que vem prestando um serviço fundamental ao denunciar práticas racistas da indústria têxtil. Alguns nomes citados, inclusive, fazem (ou fizeram) parte do calendário da fashion week paulistana. “Foi uma estreia muito surpreendente e impactante”, elogia Paulo Borges, diretor criativo da SPFW.

Para Mônica, o début nas passarelas da SPFW mostra que os pretos não precisam estar apenas nos bastidores, em posições servis. “Podemos e devemos estar em todos os lugares possíveis. Quero ver outros designers negros naquele palco. Vejam o trabalho do Luiz Claudio Silva, da Apartamento 03. É inacreditável o que ele faz com a roupa. Adoro o discurso e a obra de Angela Brito, estilista de Cabo Verde que foi minha madrinha no projeto. Que mulher generosa! Nossa troca foi fantástica. Por causa da pandemia, o contato foi inteiramente virtual, mas recebi seu apoio emocional e técnico.”

Moradora da Ilha do Governador, Zona Norte do Rio (“Já fui vizinha da cantora Ludmilla no bairro”), e mãe de uma menina de 17 anos, a designer diz que a Santa Resistência nasceu numa conversa entre ela, a irmã, Andréia Moreira, e uma amiga, Ana Claudia de Souza. “Estava em busca de novos rumos e me lembrei que a moda sempre foi uma paixão latente. Por não me reconhecer, eu mesma desenhava as roupas que usava na juventude. Era o maior sucesso na faculdade de Engenharia Elétrica. Vendia horrores para as colegas de curso”, lembra Mônica. “Essa mudança, no entanto, não teve muito a ver com satisfação pessoal. Fui muito realizada na profissão. Fui tenente do Exército, ocupei cargo de chefia na Varig e comandei meu próprio negócio. Mas a crise financeira me pegou e precisei traçar uma rota diferente.”

Santa Resistência Foto: Divulgação
Santa Resistência Foto: Divulgação

Autodidata, a carioca diz que cresceu numa família de mulheres elegantes. “Minha mãe tem um olhar muito apurado e tinha uma costureira para confeccionar vestidos fluidos e alfaiataria. Isso abriu meus horizontes. No momento de colocar minha grife na rua, sabia exatamente a história que queria contar. Trago a ancestralidade, sim, mas a África não é apenas capulana. É um continente rico em diversidade. Gosto de um bom corte e da essência feminina. O que não significa que minha moda (com ticket médio de R$ 550) é para um gênero só.”

Mônica Sampaio Foto: Divulgação
Mônica Sampaio Foto: Divulgação

Os frutos que está colhendo agora, Mônica pontua, são consequência da estrada que percorreu até aqui. “Nunca foi fácil para mim. Na universidade, não conseguia enxergar meus pares. Era um dos poucos rostos negros no ambiente. A educação continua sendo o caminho, ainda que seja duas vezes mais árduo para pessoas como nós. Não quero de maneira alguma romantizar o sofrimento, mas a dor acabou me preparando. Em seis anos, cheguei à SPFW e adianto que minha presença está confirmada na próxima edição do evento, em novembro. Falarei sobre minhas origens baianas. Inclusive, colocarei em pauta a religiosidade.”

Em 2022, Mônica pretende estar fora do projeto Sankofa. “Meu objetivo é fazer um desfile solo grandioso, como os das grifes Apartamento 03, Angela Brito e Isaac Silva. Vim para ficar. Sou resistência.”

Schiaparelli | Haute Couture Fall Winter 2021/2022 | Digital

Maison Schiaparelli | Haute Couture Fall Winter 2021/2022 by Daniel Roseberry | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Haute Couture Fashion Week – Paris/FR) #FFLikedalot

Jeff Bezos deixa a Amazon nesta segunda, mas comando da empresa já passava por mudanças

Dezenas de executivos de cargos superiores da Amazon partiram nos últimos 18 meses
Por Karen Weise – The New York Times

Jeff Bezos anunciou em fevereiro sua saída do comando da Amazon

SEATTLE – Andy Jassy  torna-se nesta segunda, 5, presidente-executivo da Amazon, assumindo as rédeas de seu fundador, Jeff Bezos – essa é uma das transições executivas mais observadas dos últimos anos. Mas uma mudança muito menos alardeada – embora profundamente significativa – já está em andamento na empresa. Dezenas de executivos de cargos superiores da Amazon partiram nos últimos 18 meses, muitos depois de trabalharem lá por mais de uma década.

É um nível incomum de disrupção dentro da empresa. Os executivos que estão saindo não representam uma grande fatia dos altos escalões, que agora tem centenas de vice-presidentes. Mas, durante anos, os líderes da Amazon foram considerados sobreviventes. Muitos estavam lá desde os primeiros dias da empresa. Eram leais à Amazon, cujo aumento no preço das ações muitas vezes os deixou ricos.

Bezos sintetizava esse relacionamento, assim como Jeff Wilke, que liderou o negócio de consumo global, e Steve Kessel, que administrou suas lojas físicas, e outros que introduziram e executaram programas importantes, como Alexa, entrega gratuita e grande parte de seus negócios em nuvem. Agora esses líderes se foram.

As saídas tão próximas de Wilke e Bezos equivalem a “mudanças épicas e tectônicas”, disse David Glick, ex-vice-presidente da Amazon que agora é o diretor de tecnologia da Flexe, uma startup de logística.

Wilke e Kessel se aposentaram, mas muitos vice-presidentes estão saindo para cargos importantes em empresas de capital aberto ou startups de crescimento rápido. Teresa Carlson, que por mais de uma década construiu o negócio de nuvem governamental da Amazon, em abril se tornou a diretora de crescimento da Splunk, que fornece software de dados. Greg Hart, que acompanhou Bezos de perto por um ano e depois lançou a Alexa e o Echo, agora é o diretor de produtos da imobiliária Compass. Maria Renz, outra executiva muito próxima a Bezos e que começou na Amazon em 1999, agora é executiva sênior da SoFi, uma empresa de finanças pessoais.

“A Amazon fez um trabalho melhor do que qualquer outra empresa na história do mundo em ficar mais tempo no Dia 1”, disse Glick, referindo-se a uma expressão que Bezos costumava usar para encorajar os funcionários a agirem como se estivessem em uma startup. “Mas você chega a um ponto em que é tão grande que fica difícil fazer as coisas. As pessoas querem se divertir um pouco mais”.

Ele fala “todos os dias”, disse Glick, com os líderes da Amazon que estão pensando se devem sair ou não.

“Você tem esse conjunto de pessoas que chegaram a VP e aí pensam: ‘OK, o que vou fazer agora?’”, disse ele.

A Amazon está enfrentando uma mudança que as gerações anteriores de empresas de tecnologia experimentaram à medida que cresciam e seus fortes fundadores se afastavam, disse David Yoffie, professor da Harvard Business School que atuou no conselho da Intel por 29 anos. A força de trabalho geral da Amazon dobrou no ano passado, para mais de 1,3 milhão.

“Intel, Microsoft, Oracle – você vê esse mesmo padrão”, disse ele.

Mesmo antes da saída do fundador, os executivos sentem que a empresa está se aproximando de uma nova era, disse ele.

“As pessoas ficam com a ideia de que Jeff vai fazer a transição, e isso as leva a começarem a pensar em outras opções”, disse ele, acrescentando que, à medida que as empresas crescem, os executivos geralmente encontram menos burocracia e mais vantagens financeiras para sair.

“Tivemos e continuamos a ter níveis notáveis de retenção e continuidade de liderança na empresa”, disse Chris Oster, porta-voz da Amazon. A média de mandato é de 10 anos para vice-presidentes e mais de 17 para vice-presidentes seniores, acrescentou.

Há muito tempo Bezos enfatiza a longevidade dos executivos. Em um fórum no ano de 2017, um funcionário perguntou a ele sobre a falta de diversidade em sua equipe sênior, conhecida como S-Team, que era quase exclusivamente branca e masculina. Bezos disse que era um benefício o fato de seus principais executivos estarem ao seu lado por anos.

Andy Jassy assume como presidente executivo da Amazon
Andy Jassy assume como presidente executivo da Amazon

Qualquer transição na equipe, disse ele, “acontece de forma muito incremental, ao longo de um vasto período de tempo”.

Nos últimos anos, Bezos se afastou de grande parte dos negócios do dia-a-dia da Amazon, concentrando-se em projetos estratégicos e empreendimentos externos, como sua startup espacial, a Blue Origin, dando ainda mais autonomia a seus executivos.

Bezos, 57 anos, voltou a se ocupar dos assuntos cotidianos no início da pandemia. Mas em fevereiro, ele anunciou que planejava deixar o comando Amazon e se tornar o presidente-executivo do conselho da empresa. Em 20 de julho, deve embarcar no primeiro voo espacial tripulado de sua empresa de foguetes.

O gesto de Bezos veio não muito depois de Wilke, há muito visto como um potencial sucessor, anunciar sua saída.

“Então, por que ir embora?”, Wilke escreveu em um e-mail para a equipe, em agosto, noticiando seu plano de se aposentar. “Chegou a hora”. Seu último dia foi 1º de março.

Bezos indicou Jassy, 53 anos, vice-presidente de longa data que construiu e dirigiu a divisão de computação em nuvem, para assumir o cargo de presidente-executivo. Jassy trabalhava tão intimamente com Bezos que era visto como um “dublê de cérebro”, ajudando a conceber e divulgar muitos dos mecanismos e cultura interna da empresa.

As mudanças no topo começaram uma reação em cadeia. Com a ascensão de Jassy, a Amazon Web Services precisava de um novo executivo-chefe. A divisão contratou Adam Selipsky, que dirigia a Tableau, uma empresa de visualização de dados que a Salesforce adquiriu em 2019. Selipsky havia trabalhado na AWS até 2016, quando o negócio de nuvem tinha menos de um terço do tamanho que tem agora.

Dave Clark, que comandava as operações de logística e armazenamento da Amazon, foi promovido à função anterior de Wilke, comandando todo o negócio de consumo da empresa. Ele já havia assumido a responsabilidade pelas lojas físicas da Amazon depois que Kessel, um membro da equipe S que começara na Amazon em 1999, se aposentou no início do ano passado.

E também estão se abrindo muitas outras vagas. Em abril, o site de notícias de negócios Insider registrou pelo menos 45 vice-presidentes e outros executivos que deixaram a Amazon desde o início de 2020 e, de lá para cá, partiram pelo menos outros seis.

Yoffie, o ex-membro do conselho da Intel, disse esperar mais mudanças nos próximos meses, à medida que Jassy começar a fazer mudanças como presidente-executivo.

“Eles querem imprimir sua marca”, disse Yoffie. “Eles sempre fazem isso”.

Este artigo foi originalmente publicado no New York Times. / TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU

Alessandra Ambrosio celebra segunda-feira com clique na praia ao lado da filha

Supermodelo gaúcha foi elogiada por seguidores: ‘Maravilhosa’

Alessandra Ambrosio e a filha Anja Foto: Reprodução/Instagram
Alessandra Ambrosio e a filha Anja Foto: Reprodução/Instagram

A supermodelo Alessandra Ambrosio começou a segunda-feira na praia. Para celebrar o início da semana, a gaúcha, de 40 anos, compartilhou dois cliques toda linda e poderosa na areia – em uma das imagens, inclusive, ela aparece ao lado da filha Anja, de 12.

Alessandra Ambrosio Foto: Reprodução/Instagram
Alessandra Ambrosio Foto: Reprodução/Instagram

As fotos ganharam uma chuva de elogios dos seguidores da top, uma potência no Instagram com mais de 10 milhões de perfis acompanhando sua rotina. “Maravilhosa”; “Deusa”; “Motivação de segunda”; “Princesa linda”; e “sereias” foram alguns dos comentários deixados por admiradores.

Em entrevista à ELA, Alessandra falou sobre Anja, que já dividiu a cena com a mãe em fotos e clipe da cantora Fergie: “Minha filha sabe exatamente o que faço. Ela está acostumada com esse estilo de vida, é superinteligente”.

‘Conto da Aia 2’ une três narrativas que contam o desfecho da saga

Livro ‘Os Testamentos’ se passa 15 anos depois da primeira etapa da série
biblioteca da vivi

Escritora canadense Margaret Atwood fala em entrevista coletiva de seu novo livro, “Os Testamentos” – Tolga Akmen/AFP

A escritora canadense Margaret Atwood não imaginava que “O Conto da Aia”, livro escrito por ela em 1985, faria tanto sucesso passados 35 anos. Mas ela foi rápida na medida certa ao dar uma sequência para a obra, em 2019. Agora, assim como seu antecessor, “Os Testamentos” (R$ 54,90, 448 págs., Rocco) está entre os mais lidos da Amazon.com, site que serve de referência para todo o mundo.

O sucesso chega bem no momento em que a série de TV baseada no livro, e estrelada por Elisabeth Moss, teve seu desfecho revelado. Até então, o enredo deu conta de narrar a história de June, uma aia (como são chamadas todas aquelas que vivem para a procriação) no centro de um governo teocrático, em que as mulheres perderam seu direito e sua identidade.

Depois de sobreviver a barbaridades, June consegue deixar Gilead, local que ambienta toda a trama distópica, e obtém exílio no Canadá, para onde já havia conseguido mandar sua segunda filha, Nicole. A bebê, fruto de seu relacionamento com o motorista Nick, é uma das narradoras de “Os Testamentos”, que se passa 15 anos após a primeira saga ter fim. Já crescida, a menina descobre que foi criada por integrantes da oposição à ditadura de Gilead.

Considerado pela crítica uma espécie de “O Conto da Aia 2”, o livro também dá voz à primeira filha de June, Hannah. É dela que a protagonista é separada quando ocorre o golpe que a aprisiona à vida de aia. Só que Hannah nunca mais volta aos braços dos pais e é criada por uma família adotiva como Agnes, sem ter muita noção de sua origem. Tudo que ela conhece é a República de Gilead, o novo regime totalitário que toma conta de parte do território dos Estados Unidos.

A terceira narradora da obra é a única personagem mais conhecida do leitor, já que as duas garotas são apenas citadas no primeiro livro. Trata-se de Tia Lydia, uma das Tias, como são chamadas as mulheres que não se casam nem têm filhos para se dedicar à educação das futuras aias. É a partir da figura dela que a derrocada de Gilead começa a se tornar evidente.

Os três depoimentos se intercalam de maneira a instigar a curiosidade do leitor, que passa a querer descobrir mais por trás da história de cada uma das personagens. Se para quem acompanha a trama toda apenas pela TV a história tem um fim com a chegada de June ao Canadá, “O Conto da Aia 2” fornece um amplo material a ser explorado na próxima temporada da atração, ainda sem data de exibição.

Mas o leitor fica com um gostinho de quero mais ao descobrir que a protagonista é, agora, uma simples coadjuvante.

MAIS VENDIDOS

FICÇÃO
1 “Box – o Essencial Sherlock Holmes – 3 Volumes”, de Arhur Conan Doyle (Aeroplano)
2 “Box Cósmico Maldito: Histórias Ocultas”, de H.P. Lovecraft (Novo Século)
3 “Box – Nórdicos – Os Melhores Contos e Lendas”, de vários (Pandorga)
4 “Corte de Chamas Prateadas”, de Sarah J. Mass (Galera)
5 “Box – 1984 + A Revolução Dos Bichos”, de George Orwell (Pandorga)

NÃO FICÇÃO
1 “Escravidão – Volume 2”, de Laurentino Gomes (Globo Livros)
2 “Vade Mecum 2021 Saraiva” (Saraiva)
3 “Box – O Essencial da Psicologia – 3 Volumes”, de Sigmund Freud (Aeroplano)
4 “Não Aguento Mais”, de padre Alessandro Campos (Globo)
5 “Escravidão – Volume 1”, de Laurentino Gomes (Globo Livros)

AUTOAJUDA
1 “Mais Esperto que o Diabo”, de Napoleon Hill (CDG)
2 “Minutos De Sabedoria (Simples)”, de Carlos Torres Pastorino (Vozes)
3 “Os Quatro Compromissos”, de Don Miguel Ruiz (Best Seller)
4 “Mais Esperto que o Diabo” (bolso), de Napoleon Hill (CDG)
5 “A Sutil Arte de Ligar o F*da-se”, de Mark Mason (Intrínseca)

Fonte: Livrarias Saraiva (de 21 a 27.jun.2021)

Off-White Fall/Winter 20221/22 Show

Off-White Fall/Winter 20221/22 Show

Em tour pela Itália, Kim Kardashian posta fotos aproveitando culinária local de Roma

Após o jantar, a socialite compartilhou fotos no tradicional monumento barroco Fontana di Trevi

Kim Kardashian aproveita culinária local de Roma. Foto: Reprodução/Instagram

Enquanto continua seu tour pela Itália, Kim Kardashian aproveitou para experimentar a culinária local de Roma, neste domingo. A estrela do reality show “Keeping Up With The Kardashians” foi ao Instagram compartilhar uma série de fotos jantando no restaurante Trevi, localizado nas redondezas do tradicional monumento barroco Fontana di Trevi.

Kim também compartilhou fotos no ponto turístico, enquanto exibia um visual elegante. “Concha de tartaruga no Trevi”, legendou a socialite fazendo referência à estampa do vestido que usou.

Para a ocsião, ela optou por um mini vestido Dolce & Gabbana sem alças, com decote solto, e saltos. Após o jantar, Kim completou o look com óculos escuros na sessão de fotos na Fontana di Trevi.

Apple está focando em contratações fora do Vale do Silício

Em sua newsletter Power On mais recente, o conhecido Mark Gurman, da Bloomberg, trouxe alguns detalhes sobre os planos de expansão da Apple, com foco na dificuldade de a companhia conseguir talentos na área do Vale do Silício.

Além disso, ele deu seu parecer sobre o redesign do Safari no iOS 15, como a escassez de chips pode estar afetando algumas fabricantes de acessórios pro Apple Watch e os prósperos resultados do terceiro trimestre fiscal da Apple.

Vamos conferir tudo isso?

Expansão das contratações

Gurman explicou que a Apple tem “perdido talentos” por causa do alto custo de vida na área da Baía de San Francisco. Por conta disso, em vez de insistir na contratação de pessoas para a região da sua matriz, a Apple estaria focando em lugares onde sua força de trabalho potencial realmente vive e em áreas onde é mais barato morar.

Muitos engenheiros lamentaram não conseguirem equilibrar as despesas de subsistência com outras atividades, como mensalidades da faculdade para os filhos e economias de longo prazo.

Além disso, a Maçã tem lutado para diversificar sua força de trabalho por causa de seu foco no Vale do Silício. Até agora, o número de funcionários que a Apple contratou em comunidades menos representadas cresceu 64% nos últimos cinco anos.

Por essas razões, a Apple está tentando descentralizar sua força de trabalho. Executivos como Johny Srouji (chefe dos chips da Apple) e Eddy Cue (chefe de software e serviços) estão encabeçando essa investida — com o apoio de Deirdre O’Brien, chefe de varejo e pessoas da Apple.

A descentralização em toda a empresa está entrando a todo vapor, e a Apple está empenhada em uma expansão custosa das costas ensolaradas desde Los Angeles e San Diego até o noroeste do Pacífico de Oregon e Washington, às montanhas rochosas do Colorado, meio-oeste de Iowa, costa leste de Massachusetts, Miami e Nova York.

Por fim, Gurman apontou que, apesar dos esforços da Maçã para flexibilizar o trabalho presencial (com dias intercalados com trabalho remoto), essa exigência ainda atrapalhará a recrutação da Apple.

Redesign do Safari

Em uma nota mais opinativa, Gurman criticou o redesign do Safari no iOS 15, apontando que as mudanças implementadas pela Apple “são tão confusas e desnecessárias que acho que podem fazer com que usuários fiéis busquem alternativas”.

Mudanças no navegador da web para a próxima versão do sistema operacional do iPhone são tão confusas e desnecessárias que acho que podem fazer com que usuários fiéis busquem alternativas. Mover a barra de endereço da web para a parte inferior apaga 14 anos de memória muscular e entra em conflito com as normas encontradas em outros aplicativos da Apple. Recursos de rotina como compartilhamento de links, acesso ao histórico de downloads e entrada no modo Leitor agora exigem etapas extras. Existem muitos recursos do iOS que precisam de uma sacudida. O Safari não era um deles. A Apple deve considerar reverter as mudanças.

Escassez de chips

Em outra observação, Gurman falou sobre a escassez de chips que está afetando diversas indústrias no mundo automotivo e eletrônico. Além do Mac e do iPad, cujas produções foram afetadas por esse problema, o Apple Watch também está sendo afetado — mas indiretamente.

Segundo Gurman, essa escassez atingiu algumas fabricantes de acessórios do Apple Watch. Nesse sentido, empresas menores de acessórios estariam enfrentando problemas para adquirir o carregador sem fio do Watch para integrá-los em seus próprios acessórios.

Os carregadores do Apple Watch fornecidos pela Maçã não parecem ser afetados pela escassez de peças — com diferentes comprimentos e estilos de carregadores disponíveis na Apple Store online. Algumas opções de terceiros, por outro lado, estão atualmente indisponíveis.

Resultado do 3º trimestre fiscal

Por fim, mas não menos importante, Gurman comentou os resultados do terceiro trimestre fiscal da Apple, que serão divulgados no dia 27 de julho. Segundo ele, a Apple deverá informar aos investidores um impacto negativo de US$3 a US$4 bilhões durante o período devido (novamente) à crise de escassez de chips. {MacMagazine]

Jeon Soyeon, do (G)I-dle, vira garçonete no solo “Beam Beam”; veja clipe

Primeiro mini-álbum da compositora e produtora principal do grupo foi lançado hoje (5)
CAIO COLETTI

Jeon Soyeon, a rapper, compositora e produtora principal do grupo (G)I-dle, fez hoje (5) sua estreia solo com o single “Beam Beam”, que ganhou um clipe bem-humorado onde ela interpreta uma garçonete de fast food – veja acima.

A canção faz parte do Windy, o primeiro disco da cantora, também liberado hoje para os fãs. O álbum conta com cinco faixas, incluindo o single e uma parceria com BIBI Lee Young Ji, intitulada “Is this bad b****** number?”. Ouça tudo abaixo.

Soyeon, de 22 anos de idade, está na ativa com o (G)I-dle desde 2018. Neste período, ela participou da composição, produção e arranjo de grande parte das canções do grupo, muitas vezes como a única letrista creditada, incluindo em hits como “Oh My God” e “Hwaa“.