Uma olhada no novo escritório da empresa de vinhos Simple em Moscou, Rússia

A empresa de vinhos Simple recentemente contratou a firma de arquitetura e design de interiores IND Architects para projetar seu novo escritório em Moscou, Rússia.

simple-moscow-office-16
Working pods

“O novo escritório apresenta uma combinação de espaço aberto e escritórios dedicados para executivos funcionais. Para a interação dos funcionários de diferentes direções, foram criadas zonas especiais – uma biblioteca com sofás e lâmpadas de realce integrados na parede e vários nichos para privacidade e concentração de trabalho.
A planta baixa existente deu o tom para o projeto – a forma alongada e estreita do piso, todo o edifício é caracterizado por um layout de corredor, que não é o mais eficiente. Assim, foi criada uma rede de volumes de divisões fechadas, dispersas ao longo da parte central do piso com um deslocamento, em torno da qual (e ao longo do envidraçado panorâmico) se situa um espaço de trabalho aberto. Essa decisão possibilitou sair do longo corredor.

O edifício tem tectos baixos e, para tornar o espaço mais confortável, são deixados abertos, todas as comunicações e laje são pintadas em rico tom grafite. Em escritórios e salas de reuniões, o tecto fechado é facilitado pelo facto de ser feito em calha, a condizer com as paredes. As duas áreas de recepção – a central e a do sector de gestão de topo – resolvem-se num design diferente: texturas de madeira na decoração dos painéis de parede remetem à vinificação, e pavimentos em forma de pedras cinzentas dão a sofisticação do espaço .

A principal solução colorística do escritório é monocromática – um tom quente de cinza claro. Tecidos suaves atuam como realces brilhantes no espaço comum: móveis, cortinas e painéis de tecido adicionam toques de oliva e terracota. Muita atenção foi dada à iluminação – linhas curvas finas acima das estações de trabalho, luzes de destaque ovais inclinadas em áreas informais, estruturas de iluminação de várias peças complexas que combinam vários tipos diferentes de iluminação em salas de aula.

Pequenas cabines telefônicas e nichos estão espalhados pelo escritório, permitindo que os funcionários façam uma reunião individual ou atendam uma ligação no silêncio, enquanto o call center e os postos temporários de trabalho são equipados com painéis acústicos. Há também uma academia para várias práticas mentais e respiratórias e uma sala de jantar com cozinha profissional. ”

simple-moscow-office-3
Reception
simple-moscow-office-4
Waiting area
simple-moscow-office-5
Meeting room
simple-moscow-office-6
Corridor
simple-moscow-office-8
Meeting room
simple-moscow-office-11
Coffee point
simple-moscow-office-13
Coffee point
simple-moscow-office-17
Breakout space
simple-moscow-office-21
Meeting pods
simple-moscow-office-14
Breakout space
simple-moscow-office-23
Open-plan workspace
simple-moscow-office-24
Coffee point
simple-moscow-office-25
Private office
simple-moscow-office-26
Open-plan workspace

All That She Loves | Spring Summer 2021 | Full Show

All That She Loves | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Gran Canaria Swim Week by Moda Cálida)

Carolyn Jordan – No Love Letter
Damien Lefevre – Love Is In The Air

Série ‘Physical’ tem humor e drama em dosagens exatas

Rose Byrne em cena da série ‘Physical’ (Foto: Apple TV+)

Estreia da Apple TV+“Physical” nos leva a 1981, em San Diego, na Califórnia. Os sutiãs queimados pelo Movimento de Libertação Feminina já viraram cinzas. O Vietnã é passado, vencido pela onda pacifista. É nesse ambiente que somos apresentados à protagonista. Sheila (Rose Byrne) foi uma jovem militante na época da faculdade, em San Francisco. Casou-se com o líder estudantil que todas as outras moças queriam namorar, Danny (Rory Scovel). E virou uma dona de casa com um cotidiano banal. Esse passado cheio de sonhos e ambições derivou numa vida que se resume a levar e buscar a filha pequena na escola, preparar o jantar e passar no supermercado.

O dia a dia de Sheila é aparentemente desprovido de surpresas. Por dentro, porém, ela está longe de se sentir pacificada com tanta monotonia. Sofre de inanição intelectual. E de um apetite não saciado no sentido objetivo também: tem bulimia. Todas as tardes ela se dirige ao drive-thru de uma rede de fast-food e compra um monte de sanduíches e refrigerantes. Depois, segue para um motel barato e cumpre um ritual: tira a roupa e dispõe a comida sobre o lençol. Devora tudo para, em seguida, ir ao banheiro e vomitar. Assim, de diária em diária, vai consumindo, escondido, as economias que ela e o marido fazem há anos.

E falando no marido. Incapaz de se preocupar com quem está em volta, ignora o distúrbio dela. Danny é autocentrado, vaidoso, galinha e não presta atenção aos desejos de Sheila. Aquele charme que ela enxergava nele quando se conheceram, na juventude, se desfez. Já no primeiro episódio (serão dez no total) perde o emprego de professor. Decide então se lançar na política. A mulher o consola, se mostra solidária e só tem palavras de encorajamento. Mas não nutre qualquer admiração por ele. Só irritação e desprezo. Em muitos momentos, sente ódio.

Conhecemos duas Sheilas. Uma é a da superfície, doce e diligente. A outra, complicada, tem uma voz, mas ela é mental e só os espectadores escutam. Quando ela soa, é a personagem comentando com crítica, mordacidade e amargura todos os acontecimentos de sua vidinha entediante. Sheila expressa a opinião sincera que tem sobre o marido. Admite as dificuldades de resistir à tentação de devorar todos os doces do mundo. É um pensamento claro e de uma franqueza absoluta. É um recurso da dramaturgia que faz lembrar, mesmo que de longe, a série britânica “Fleabag”. Ele ajuda a estabelecer uma cumplicidade com o espectador, que é tratado como uma espécie de confidente.

“Physical” é ambientada naquele mundo das aulas de ginástica à la Jane Fonda tão populares nos anos 1980. Trata da objetificação da mulher, de feminismo, de maternidade e de distúrbios alimentares que, daquela época até hoje, só se multiplicaram. É profunda como os pensamentos irrevelados de Sheila. Mas não se leva tão a sério e faz rir. Vale conferir também para apreciar o trabalho do elenco e a reconstituição de época. PATRÍCIA KOGUT

Jazzy Jeff DJ Set with the DJM-S11

The Magnificent Jazzy Jeff throws down a fresh performance with Pioneer DJ’s flagship DJM-S11 mixer. Interview to follow performance.

Trucho y Trucha | Spring Summer 2021 | Full Show

Trucho y Trucha | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Gran Canaria Swim Week by Moda Cálida)

Andrea Rocha – Cerebro/Done With That/Numero

Bilheteria EUA: Viúva Negra, Velozes e Furiosos 9, O Poderoso Chefinho 2, Uma Noite de Crime: A Fronteira, Um Lugar Silencioso – Parte II

Viúva Negra faz US$ 80 milhões no final de semana e lidera bilheteria dos EUA

Marvel Studios está com tudo em sua volta ao cinema, depois de um ano sem novos filmes do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) nas telonas. Em seu final de semana de estreia, Viúva Negra somou US$ 80 milhões em bilheterias nos Estados Unidos, alcançando impressionantes US$ 158,8 milhões no mundo todo e tomando o topo dos rankings domésticos e internacionais de arrecadação [via Comscore].

Velozes e Furiosos 9, que liderou as bilheterias domésticas dos EUA por duas semanas seguidas, caiu para a segunda posição da lista. O mais novo filme da franquia encabeçada por Vin Diesel fez US$ 10,8 milhões neste final de semana, somando US$ 141,3 milhões em arrecadação total só em seu país de origem.

O top 5 de bilheterias norte-americanas neste final de semana ainda contou com O Poderoso Chefinho 2: De Volta aos Negócios (US$ 8,7 milhões), Uma Noite de Crime: A Fronteira (US$ 6,7 milhões) e Um Lugar Silencioso – Parte II (US$ 3 milhões).

Em Cannes, filme brasileiro ‘Medusa’ afronta extremismo religioso na era Bolsonaro

Longa de Anita Rocha da Silveira fala muito sobre o Brasil atual com trama aparentemente distópica
Bruno Ghetti

Cena do filme 'Medusa', que Anita Rocha da Silveira apresenta no Festival de Cannes
Cena do filme ‘Medusa’, que Anita Rocha da Silveira apresenta no Festival de Cannes Bruno Mello/Divulgação

Nenhum filme 100% brasileiro disputa a Palma de Ouro deste ano, mas a Quinzena dos Realizadores, mostra que ocorre paralelamente em Cannes, reservou espaço para ao menos um longa “puro sangue” do Brasil.

E põe Brasil nisso. “Medusa”, da carioca Anita Rocha da Silveira, que estreia em Cannes nesta segunda, fala muito sobre o país de hoje, ainda que por meio de uma trama aparentemente distópica, repleta de fantasia e com uma estética que investe no artifício.

Assim como em seu longa de estreia, o instigante “Mate-me por Favor”, de 2015, a cineasta usa e abusa de uma linguagem propositalmente excessiva —desta vez, para falar de um Brasil em que o fanatismo neopentecostal revela sua face mais conservadora.

Mostrando cultos performáticos altamente kitsch, fiéis que defendem o reacionarismo como se fossem soldados e um pastor que seduz pelo discurso e pela pinta de galã, o filme chega por vezes a soar como uma caricatura do extremismo religioso no país.

“Mas essa parte da igreja é a que é mais próxima da realidade [no filme]”, diz a cineasta, em entrevista por vídeo, durante sua quarentena em Paris pouco antes do festival. “A gente viu muitos cultos. Tem muita coisa no YouTube, alguns filmados até com múltiplas câmeras. Transcrevemos sermões e começamos a entender essa linguagem”, conta a diretora, que recriou em seu filme muito do que descobriu em sua incursão pelo mundo da fé.

A protagonista é Mariana, a adorável Mari Oliveira, jovem evangélica, recatada e do lar. Ela e suas amigas participam do coro da igreja, em espetáculos com fundo de néon e letras musicais que misturam louvor com romantismo. Defendem valores tradicionais e aceitam o machismo daquele ambiente. Mas apesar da devoção a Jesus, são bem mais terrenas no que tange a própria vaidade –valorizam a aparência física tanto quanto a castidade e o pudor.

Os fiéis se policiam mutuamente o tempo todo e seguem o conselho do pastor de evitar contato com pessoas sem a mesma fé.

“Nos [cultos] neopentecostais, falam muito [a frase] ‘não confiem nas pessoas do mundo!’, que é uma expressão que nos ajuda a entender a desinformação que levou à eleição de 2018”, diz a diretora, em referência à potencial contribuição evangélica para o fenômeno do bolsonarismo. Embora ela mesma pondere que “é uma igreja que está dando apoio às pessoas em um lugar em que o Estado não vai”.

As garotas, apesar da vaidade, não podem aproveitar a própria formosura na satisfação de prazeres da carne. Talvez por isso hostilizem mulheres que levam uma vida mais mundana —à noite, saem mascaradas pelas ruas para espancar as sexualmente liberadas. O misterioso sumiço de uma das “pecadoras” guiará o filme, numa trama com ares de horror, em que o estranhamento formal coexiste com instantes cômicos e uma análise enfática daquela sociedade em desacerto.

“Em 2015, a gente já sentia esse retorno de uma certa extrema direita. Já desde [as manifestações de junho de] 2013 tinha alguma coisa ali pairando. O que me inspirou inicialmente foram histórias reais de garotas que se juntavam para agredir outra, que consideravam ‘piranha’”, afirma Silveira.

“E se juntavam não só para bater, mas às vezes para deixar a menina ‘feia’, cortando seus cabelos. Aí lembrei logo do mito grego da Medusa, que era uma sacerdotisa muito bonita, mas que um dia perdeu a pureza —por isso, foi castigada por Atena, que a tornou uma criatura horrorosa”, diz.

“Então fiquei pensando na construção da civilização, nessa lógica de uma mulher ter que ficar controlando outra e em como o machismo estrutural já está aí desde sei lá quando, impregnado em nós”, afirma a cineasta.

De fato, o grande alvo do longa é o conservadorismo patriarcal. O fanatismo religioso, claro, também está na mira, mas nunca há ali um questionamento no âmbito da espiritualidade. “Meu interesse não é criticar a fé de ninguém, mas certas vertentes que se apropriam da Bíblia para promover discursos homofóbicos, racistas e machistas, comportamentos intolerantes”, diz a carioca.

É difícil falar detalhadamente sobre “Medusa” sem incorrer em spoilers, mas digamos que a protagonista só consegue se liberar na base do grito. “Um berro contra o patriarcado”, conforme resume a própria diretora.

É um filme que causa estranheza, o que é coerente com o projeto estético da cineasta desde seus curtas, como o misterioso “Os Mortos-Vivos”, de 2012.

Há novamente uma câmera interessada na performatividade dos personagens e em sua dimensão mais corpórea, destacando organismos em decomposição, feridos, com hematomas —sintomáticos de uma sociedade não muito saudável.

Mas, desta vez, a fisicalidade feminina também cede espaço para a representação objetificada de corpos de homens; o exército evangélico traz rapazes se exercitando, com roupas coladas e músculos suados, em imagens que despertam tanto o pavor quanto a libido das personagens.

E o talento da diretora para mostrar ambiguidades por meio da reiteração excessiva do óbvio se mantém –a linguagem do excesso mobiliza sensorialmente o público.

Embora o filme não tenha o mesmo frescor de “Mate-me por Favor”, até pelo viés mais engajado, reitera que Silveira é uma das vozes mais autênticas do nosso cinema atual. Se a Medusa do mito tornava pedra quem olhava para ela, a de Silveira petrifica o espectador pelo poder de suas imagens —ao mesmo tempo em que o liberta, em sua mensagem progressista.

Saiba como aquecer sua casa para o inverno

Arquitetos e designers de interiores revelam dicas para você transformar sua casa em um refúgio quente e agradável
MARCELO LIMA – ESTADÃO

A simples troca por lâmpadas quentes já aquece a sala. Projeto Marcia e Manu Muller Foto: Zeca Wittner/ESTADAO

Para alguns, os meses de inverno significam uma quase hibernação, durante a qual os minutos são contados com impaciência até os termômetros voltarem a subir. Para outros, revelam uma oportunidade de reunir os amigos para longos papos ao redor do fogo, ou de uma boa taça de vinho. Mas, seja qual for o seu caso, fato é que não é preciso nenhuma grande reforma, tampouco gastar uma fortuna, para transformar sua casa em um refúgio quente e agradável para atravessar a salvo os dias mais frios. Tudo se resume a ficar atento a alguns cuidados prévios, a trocar determinadas lâmpadas e a efetuar pequenos ajustes na decoração. Para saber como, acompanhe nosso roteiro montado com base nas orientações de arquitetos, designers de interiores e outros especialistas.

Põe para fora
Sim, após uma longa temporada no armário, provavelmente suas roupas de cama e toalhas de banho vão exigir uma boa higienização para eliminar ácaros e fungos. Segundo a home organizer Ingrid Lisboa, se a ideia for lavá-los em casa, a dica é adicionar partes iguais de vinagre branco e sabão líquido. Mas, caso não seja necessário lavar, um longo banho de sol dá conta do recado. Por fim, ela recomenda não descuidar da limpeza durante a estação. “Uma lavagem a cada 15 ou 20 dias é recomendável”, afirma

Bem vedadas
Nem sempre é necessário trocar a janela ou a esquadria. Mas, durante o inverno, é essencial mantê-las bem vedadas, para evitar que o frio penetre pelas frestas. É possível vedá-las com fitas adesivas plásticas, disponíveis no mercado em diversos tamanhos e espessuras. “Existem também vedantes de tecido, com ótimo custo-benefício”, destaca o arquiteto Beto Magalhães.

Porta de entrada
Impressione seus convidados com uma casa acolhedora, logo na entrada. Para começar, que tal atualizar o tapete de boas-vindas de seu hall? Ou ainda providenciar um móvel para que eles possam deixar seus sapatos antes de entrar? E, se possível, procure disponibilizar alguns pares de chinelos, tipos pantufas, para que todos se sintam ainda mais confortáveis.

No calor do fogo
Investir em uma lareira portátil permite que você aqueça sua casa sem precisar recorrer a uma obra para instalação. O mercado oferece diversos modelos do tipo, nos mais diversos tamanhos – abastecidos a gás, etanol ou álcool –, fáceis de usar e adaptáveis a qualquer espaço da casa. Depois, se você mudar, é só levar junto. “Outra vantagem, enquanto eficiência, é que este produto pode ser posicionado no centro dos ambientes, evitando a perda de calor para a área externa, como acontece nas lareiras convencionais”, lembra a arquiteta Michelle Wilkinson, do escritório UP3 Arquitetura.

Lareira portátil, embutida, em sala projetada por Barbara Dundes Foto: Marco Antonio

Aquele cheirinho
Adicionar um aromatizador à decoração de sua sala não é apenas uma forma econômica de deixá-la mais perfumada. É também uma maneira eficiente de umidificar os ambientes. Para o inverno, invista em aromas de canela, eucalipto ou alecrim.

Aqueça seu banheiro
Você não precisa de grandes obras, nem de pisos aquecidos ou toalheiros térmicos para tornar sua permanência no ambiente ainda mais confortável. Decks de madeira resistente à umidade e tapetes felpudos, de náilon ou algodão, podem ajudar a enfrentar o frio e não custam tanto.

Troque as cortinas
As cortinas são ótimas aliadas para aquecer as casas nos dias frios, devendo ser abertas pela manhã para receber o calor do sol e fechadas antes do pôr do sol para retê-lo. No inverno, prefira modelos em tecidos encorpados como a sarja e o veludo, que ainda ajudam a barrar o vento. “Aos alérgicos, existem persianas de madeira, que ainda ajudam a aquecer o ambiente”, recomenda o arquiteto Marcelo Rosset.

Roupa de cama cria volume no quarto de casal assinado pela GG Arquitetura Foto: Antônio Schumacher

Atualize seu enxoval
Para tornar as noites de sono ainda mais tranquilas e quentinhas, invista em roupas de cama confeccionadas com tecidos de muitos fios. Os algodões de origem egípcia e peruana são considerados os melhores do mercado, mas existem marcas brasileiras que oferecem produtos de qualidade, por preços mais em conta. “No caso, opte por tons mais escuros. Além de elegantes, criam uma atmosfera mais intimista, bastante apropriada para os dias mais frios”, ensina o arquiteto Guilherme Galvão, do escritório carioca GG Arquitetura. Já sair do chuveiro em um dia frio e tentar se secar com uma toalha gasta não é uma experiência das mais agradáveis. Portanto, se necessário, renove seu estoque. Um conjunto de toalhas novas tem tudo para tornar a experiência do banho ainda mais desejada, mesmo nas manhãs mais geladas.

Novas lâmpadas
A simples troca de lâmpadas brancas por outras de coloração mais amarelada, por si só, já cria uma atmosfera mais calorosa e tranquila nos dias frios”, lembra a arquiteta Beatriz Quinelato. Por isso, além de equipar lustres e abajures com lâmpadas LED de luz quente, ela também aconselha adicionar dimmers a todos os interruptores.

Clima intimista
No inverno, a sensação de acolhimento está mais ligada à uma iluminação rebaixada e descentralizada, do que a um simples ponto luminoso, no centro de um ambiente. Portanto, além da luz geral, considere posicionar abajures de apoio próximos a poltronas e sofás, principalmente nos cantos.

Luz difusa
Escolher a cúpula certa para o abajur faz toda a diferença. Para o inverno, os modelos de papel ou linho são os mais indicados, por tornarem a luz menos agressiva aos olhos.

Reagrupe móveis.
Aproxime sofás, poltronas e mesas de apoio, para tornar as conversas mais íntimas e calorosas. Eventualmente, você pode colocá-los próximos a elementos quentes, como lareiras e aquecedores. E, se possível, procure afastá-los de áreas com correntes de ar.

Tapetes em pontos estratégicos ampliam o conforto no inverno. Projeto de Raquel Triboni Foto: Marco Antônio

Vista suas paredes
Se você está tentando criar um cenário acolhedor para sua casa no inverno, esqueça, ao menos por ora, propostas minimalistas. Paredes nuas – sobretudo brancas – podem sugerir frieza. Assim, mesmo que não seja possível pintar, procure usar sua criatividade e as preencha com objetos, tapeçarias, fotos de família ou lembranças significativas.

Tapetes mágicos
A sensação de pés descalços no chão frio é, por certo, uma das mais desagradáveis do inverno. Portanto, fique atento ao possível contato com áreas recobertas por pisos frios, como cerâmicas e pedras. Sobre elas, tapetes pequenos – desde que fixados com adesivos, para evitar escorregamento – podem aprimorar drasticamente a sensação de conforto.

Canto de leitura
Existem poucas coisas mais agradáveis em um dia frio que a leitura de um bom livro. De preferência, em uma poltrona confortável, acompanhado de luminária de leitura, almofada e cobertor.

Canto de leitura em projeto de Beatriz Quinelato Foto: Manu Oristanio

Almofadas à mão
Das cadeiras da mesa de jantar ao sofá da sala, a maneira mais fácil de tornar qualquer móvel mais confortável é contar com almofadas ao alcance da mão. E isso é especialmente válido durante o inverno, quando vale investir em novas capas em tecidos mais resistentes, tramados ou mesmo felpudos.

Jogue o cobertor
Se passar horas no sofá assistindo sua série favorita já é agradável, melhor ainda se a bordo de um cobertor bem quentinho. Ainda mais se o modelo em questão for de lã ou a flanela. “A casa, no inverno, se torna mais ninho do que nunca. Pra você se sentir abraçado, existem pequenos detalhes que fazem toda a diferença. Entre eles, um cobertor bem fofinho no braço do sofá ou da poltrona”, sugere a arquiteta Debora Aguiar.

O Esquadrão Suicida | James Gunn revela novo pôster que destaca Amanda Waller

Imagem traz silhuetas dos muitos personagens do filme sobre a cabeça da personagem
EDUARDO PEREIRA

O diretor James Gunn divulgou no Twitter um novo pôster oficial de O Esquadrão Suicida, seu primeiro filme com a DC. A imagem promocional traz a silhueta dos principais personagens do filme sobre a cabeça de Amanda Waller (Viola Davis), dando o tom das maquinações e manipulações que a mente por traz do grupo de renegados deve protagonizar na produção.

Além do pôster (que fãs do anime Evangelion podem achar parecido com uma das cenas mais marcantes da saga), Gunn ainda revelou que a estreia do filme nos Estados Unidos, antes prevista para o dia 6 de agosto, foi antecipada para o dia 5, acompanhando a data antes marcada para lançamento em diversos outros países do mundo (incluindo o Brasil). Segundo o diretor, agora o filme chegará aos cinemas norte-americanos no dia de seu aniversário. “Vocês irem ao cinema é o meu presente”, ele afirmou em um tweet subsequente.

Na trama de O Esquadrão Suicida, o grupo formado por Sanguinário (Idris Elba), Pacificador (John Cena), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Caça-Ratos 2 (Daniela Melchior), Sábio (Peter Capaldi), Tubarão-Rei (Steve Agee em performance de captura de movimentos, com voz de Sylvester Stallone), Blackguard (Peter Davidson), Dardo (Flura Borg) e a psicopata favorita de todos, Arlequina (Margot Robbie), recebe armamentos pesados e é atirado na remota (e cheia de inimigos) ilha de Corto Maltese, em uma missão para localizar e destruir algo chamado “Projeto Starfish”. Com roteiro assinado pelo próprio James Gunn, a estreia do longa está marcada para 5 de agosto.