Jánik von Wilmsdorff for Schön! Magazine with Patricia Reina

Photographer: Per Florian Appelgren. Videographer: Jánik von Wilmsdorff. Fashion Stylist: Moritz Lindert. Hair & Makeup: Sebastian Salas. Model: Patricia Reina.

Alessandra Ambrosio relève le Shopping Challenge de Vogue | Vogue Paris

Dans cette édition du Shopping Challenge de Vogue Paris, la mannequin Alessandra Ambrosio dévoile son côté sauvage à travers une sélection de looks à imprimé animal. Dans les boutiques vintage de Melrose Avenue, le top brésilien à une mission : intégrer des touches animales à trois.

Nesta edição do Vogue Paris Shopping Challenge, a modelo Alessandra Ambrosio revela seu lado selvagem por meio de uma seleção de looks com estampa animal. Nas lojas vintage da Avenida Melrose, a top brasileira tem uma missão: integrar toques de animais a três.

Press Play – Vogue UK August 2021 – Georgia Palmer By Hanna Moon 

Press Play   —   Vogue UK August 2021   —   www.vogue.co.uk

Photography: Hanna Moon Model: Georgia Palmer Styling: Kate Phelan Hair: Shon Hyungsun Ju Make-Up: Lucia Pieroni Manicure: Sylvie Macmillan Set Design: Suzanne Beirne

Defected Radio Show hosted by Monki – 16.07.21

Will Taylor – Paloma [Saved Records]
AZETE – In My Head [Saved Records]
BURNS – Talamanca [FFRR]
Austin Ato – Linger [Classic Music Company]
Deborah Aime La Bagarre & Herr Krank – Average Party Tool [Deborah Aime La Bagarre]
Piem & ANNNA – 19 (Josh Butler Remix) [DFTD]
Inaya Day – Feelin’ Feelin’ (12 Inch Vocal Club Mix) [String International]
MOST RATED: Peggy Gou – I Go [Gudu Records]
Marco Faraone feat. Lolita Leopard – My Name [Defected]
Dunmore Brothers feat. Ayaba Poetic – Step Closer (Jansons Remix) [Snatch! Records]
Monki – Flipside [Pets Recordings]
OFFAIAH – Up All Night [DFTD]
4 To The Floor: Tensnake – Coma Cat (Round Table Knights Remix) [Defected]
Vhyce – A Crown [&Friends]
Detlef & Clooney – Scratchin [Moon Harbour]
Melé & Bontan Feat. Clementine Douglas – Take Control [Defected]
Freddy Be & Savi Leon feat. DNCN – Tihkal (Dilby Remix) [Monday Social Music]
Ewan McVicar – Tell Me Something Good [Trick]
PAX – Revelry [DFTD]
Alex Virgo & Benjamin Groove – Night Train [Pomme Frite]
Hot Since 82 – Heater [Circus Recordings] X Catz ‘N Dogz – No Regrets (Acapella) [DFTD]
Maxinne feat. MOYA – In The Groove [Toolroom Records]
John Summit feat. Nic Fanciulli – Witch Doctor [Saved Records]
Rudimental feat. Nørskov – Straight From The Heart (Jaden Thompson Remix) [Atlantic Records]
Salomé Le Chat – Day Of Resting [REALM Records]
Gorgon City – Patched [White Label]
Eldon UK – Booty Shaker (DJ Deeon Rework) [Four Thirty Two]
Cinthie – What You Mean To Me [Shall Not Fade]

Music:
https://defected.lnk.to/Music

Shop:
http://defected.com/store

Defected YouTube is the home of house music with artists including MK, Sam Divine, CamelPhat, Gorgon City, Monki, Louie Vega & Dennis Ferrer.

USP ergue 1º edifício climatizado com energia do solo; entenda como funciona a geotermia

Tubos colocados dentro das fundações de sustentação da construção permitem a troca de calor, que no subsolo é constante em 24 graus; sistema permite aquecer ou resfriar ambientes
Pablo Pereira, O Estado de S.Paulo

Equipe da professora Cristina de Hollanda Cavalcanti Tsuha, da USP, desenvolve projeto de energia geotérmica Foto: Felipe Rau/Estadão

Um edifício com ambientes climatizados pelo aproveitamento de energia geotérmica disponível no subsolo que chega à superfície por meio das fundações da construção. Esse uso da geotermia, que há décadas ajuda a aquecer edificações na Europa e dos EUA, começa a sair do papel em São Paulo.

Projeto desenvolvido pela equipe da professora Cristina de Hollanda Cavalcanti Tsuha, da Escola de Engenharia de São Carlos, da USP, em conjunto colegas da Escola Politécnica da USP, vai testar a aplicação da energia na troca de temperatura de áreas do prédio com o subsolo a partir de tubulações colocadas dentro de elementos das fundações que sustentam as construções.

“A ideia é usar tubos de polietileno por dentro das fundações enterradas no terreno e, por eles, circular um fluido (normalmente água) para trocar calor com o subsolo, que tem temperatura constante, usada para aquecer ou resfriar ambientes com auxílio de uma bomba de calor”, explica a engenheira civil que coordena uma pesquisa focada no comportamento destas fundações com função adicional de reduzir o consumo de energia na climatização.

“Será o primeiro prédio a ter este sistema de geotermia superficial pelas fundações em SP, e acredito que no Brasil”, diz a engenheira.”Desconheço se existe outro. Se existe, não foi divulgado”, conclui.

As fundações por estacas permitem o aproveitamento da temperatura natural do solo, constante ao longo do ano, para regular o clima de ambientes na superfície. Experimentos feitos a 20 metros superficiais de terreno em São Paulo apontam temperatura de 24 graus. De acordo com a professora, a temperatura da camada superficial do solo, a partir de pequena profundidade, é próxima da temperatura média anual do local.

A engenheira explica que o bombeamento da água que circula dentro das fundações é feito por uma bomba de calor geotérmica, usada para absorver e liberar calor. “Essa bomba remove o calor de ambientes no verão e dispersa no solo, e no inverno transfere o calor do solo para os ambientes para aquecimento”, explica a engenheira.

A professora argumenta que a técnica já funciona há algum tempo, principalmente na Europa, onde a geotermia superficial é usada para aquecer ou resfriar edifícios.

Ela conta que esse tipo de energia tem sido explorada em vários países, normalmente em profundidades de até 200 metros. As primeiras experiências datam dos anos 1950, mas o aproveitamento da geotermia pelas fundações de edifícios começou nos anos 80 na Europa.

Cristina exemplifica o aproveitamento da temperatura constante do subsolo ao longo do ano citando também as caves subterrâneas para armazenar vinhos na França, ou até em casos mais antigos, como os ancestrais humanos que habitavam cavernas para se proteger de baixas ou elevadas temperaturas acima da superfície.

“Na Europa, países como França, Suíça, Áustria, Alemanha e Inglaterra já usam esses sistemas para aquecimentos das edificações”, argumenta a engenheira. “Isso, portanto, não é novo. O que estamos fazendo agora aqui na USP com esse projeto, com as fundações trocadoras de calor prontas desde 2019, mas com a obra paralisada pela pandemia, é testar o uso da energia geotérmica superficial pelas fundações nas condições de clima subtropical do terreno em São Paulo”, afirma a professora da USP.

A equipe de cientistas da USP quer avaliar o uso desta tecnologia no resfriamento de prédios residenciais e comerciais, hospitais e até shoppings, reduzindo o consumo de energia elétrica necessária para os sistemas de ar-condicionado.

A professora cita ainda experiências em Melbourne, na Austrália, onde as tubulações para troca de calor com o subsolo são usadas em túneis do metrô para reduzir o custo de energia e manter a climatização das estações. “Esta tecnologia de aproveitamento de energia geotérmica superficial por meio de túneis já é utilizada na Europa”, reforça a especialista.

A pesquisa sobre o uso de energia geotérmica superficial por meio das fundações, coordenada pela Cristina Tsuha, foi iniciada em 2014 e contou com o estudo de doutorado da engenheira civil Thaise Morais, desenvolvida na EESC-USP, em São Carlos.

O trabalho teve apoio da Fapesp e do CNPq. “O trabalho de doutorado de Thaise recebeu o Prêmio Costa Nunes da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS), referente ao biênio 2018-2019”, destacou a orientadora.

Em São Paulo, a experiência está sendo feita em uma construção existente no Centro de Inovação em Construção Sustentável (CICs), um laboratório, que funcionará ao lado do prédio da Escola Politécnica, na Cidade Universitária. As fundações do prédio foram equipadas com tubos de PEAD, por onde vai circular água para a troca de calor com o subsolo para resfriar ambientes.

“A nossa ideia aqui é avaliar por meio de testes e monitoramentos o quanto poderemos reduzir o consumo de energia elétrica para ar-condicionado, que tem crescido nos últimos anos”, comenta a especialista. Além disso, destaca a professora, trata-se de uma energia limpa, que pode ajudar na redução da emissão de carbono na atmosfera.

Segundo a professora, há uma variedade de opções no uso dessa energia. Construções já existentes também podem ganhar adaptações a partir de escavação de poços ou valas para montagem do sistema. Para o uso desta energia, prédios podem receber redes de tubos nos pisos, tetos e paredes para circulação de água que vai aquecer ou resfriar os ambientes.

A engenheira acrescenta que como a demanda para climatização do edifício do CICs em construção é apenas para resfriamento de ambientes, diferente dos casos de uso de geotermia superficial em outros países, onde a demanda para resfriamento e aquecimento de ambientes é equilibrada ao longo do ano, um dos desafios do estudo está em observar se a contínua rejeição de calor no subsolo ao longo do tempo aumentará a sua temperatura, influenciando na eficiência do sistema. E se o comportamento das fundações é afetado.

Ela pondera que o monitoramento contínuo neste estudo poderá apontar a ocorrência de acúmulo de calor no solo e, portanto, mostrar se será necessário o uso de estratégias como ativar e desativar a troca de calor em parte das fundações ou extrair calor do subsolo para aquecimento de água ou ambientes.

Projeto abordará agenda preocupada com o meio ambiente

No site do CICS, da USP, o projeto do Living Lab mostra a construção de um prédio que servirá de suporte para diversas aplicações de engenharia e arquitetura voltadas para uma agenda preocupada com o meio ambiente. “O projeto inclui soluções água, energia – incluindo geração decentralizada de energia na direção de edifício com zero-net energy balanço – condicionamento ambiental, iluminação, sistema construtivos, uso de novos materiais”.

De acordo com a proposta, “as  características de Living Lab fazem um edifício para demonstrar soluções avançadas de instrumentação de edifícios. A vocação de demonstrar empurrar as fronteiras da tecnologia valoriza a busca de soluções que permitam maximizar os benefícios do processo produtivo, com soluções multifuncionais, sistemas reusáveis, sistemas adaptáveis ou ativos e geração decentralizada de energia. A integração dos edifícios ao mundo digital inclui soluções da área de internet-of-things (IoT), planejamento da vida útil, são também interesses.”, informa o site do projeto, que foi lançado em 2016 e agora está sendo retomado.

Dress Like an Olympic Legend – WSJ. Magazine July 2021 –  Somali Findlay & Aya Jones By Yoshiyuki Matsumura 

Dress Like an Olympic Legend   —   WSJ. Magazine July 2021   —   www.wsj.com

Photography: Yoshiyuki Matsumura Model: Somali Findlay & Aya Jones Styling: Alexander Fisher Hair: Fernando Torrent Make-Up: Michaela Bosch Set Design: Jocelyn Cabral

Apple Arcade ganha novos clássicos, incluindo Angry Birds e Alto’s Odyssey

De uns tempos para cá, o Apple Arcade reposicionou sua estratégia e, além de jogos novos e inéditos nas plataformas móveis, passou a admitir também títulos clássicos, que já fizeram a alegria de jogadores de todas as idades nos primórdios do iPhone e iPad.

Há um mês, a Maçã anunciou a chegada de três títulos bastante queridinhos do público — e agora, cá estão eles.

As chegadas do dia na plataforma são Angry Birds ReloadedAlto’s Odyssey: The Lost City e Doodle God Universe. Todos eles são reedições dos jogos clássicos que ocuparam horas dos usuários em tempos passados, mas com algumas novidades exclusivas para essa reestreia no Apple Arcade.

Angry Birds: Reloaded, por exemplo, traz novos personagens e melhorias visuais, além de um novo modo de jogo com águias — que têm, claro, habilidades especiais para destruir as complexas construções dos porquinhos.

Doodle God Universe, por sua vez, mantém sua mecânica tradicional — a ideia, aqui, é combinar os quatro elementos (água, terra, fogo e ar) para criar novos materiais e, com isso, construir o seu próprio planeta. Ao longo do processo, você recebe dicas e mensagens de sabedoria de alguns dos maiores filósofos de todos os tempos, superando enigmas e acompanhando a evolução das suas criações.

Por fim, Alto’s Odyssey: The Lost City adiciona uma nova aventura ao elogiadíssimo jogo: agora, sua missão é encontrar um novo bioma (chamado The Lost City, claro) e desvendar seus segredos — tudo, claro, com a mecânica e os desafios já característicos da série.

As três novidades podem ser jogadas em Mac, iPhone, iPad e Apple TV; todos já estão disponíveis no Apple Arcade — que, como vocês sabem, custa R$10 por mês e inclui mais de 100 títulos livres para jogar, sem anúncios ou compras internas. [MacMagazine]

VIA TOUCH ARCADE

Best of the haute couture fashion shows: autumn/winter 2021 | Bazaar UK

Thursday evening saw Valentino wrap up Couture Fashion Week in spectacular style. Beginning in Paris last Monday with Dior and Schiaparelli, the schedule saw a number of exciting moments, including the return of Balenciaga to the couture catwalk, and the welcome of Pyer Moss to the calendar, making its creative director Kerby Jean-Raymond the first Black American fashion designer to be welcomed into the couture fold.

We also saw Jean Paul Gaultier’s collaboration with Sacai revealed for the first time, something fans have been waiting for since it was first announced back in March 2020.

Some brands chose to present their collections digitally, either via fashion films or shoots, or both, while others put on physical catwalk shows with a front row filled with guests, something which feels like a bit of a novelty after the past year and a half. Almost all will were also live-streamed for audiences to watch from home. Watch the best of the AW21 Haute Couture shows above.

A noite de quinta-feira viu Valentino encerrar a Couture Fashion Week em um estilo espetacular. Começando em Paris na última segunda-feira com Dior e Schiaparelli, a programação viu uma série de momentos emocionantes, incluindo o retorno de Balenciaga às passarelas da alta costura, e a recepção de Pyer Moss ao calendário, tornando seu diretor criativo Kerby Jean-Raymond o primeiro negro Designer de moda americano bem-vindo ao setor da alta-costura.

Também vimos a colaboração de Jean Paul Gaultier com Sacai revelada pela primeira vez, algo que os fãs estavam esperando desde que foi anunciado pela primeira vez em março de 2020.

Algumas marcas optaram por apresentar suas coleções digitalmente, seja por meio de filmes de moda ou sessões de fotos, ou ambos, enquanto outras fazem desfiles físicos com uma primeira fila repleta de convidados, algo que parece uma novidade depois do último ano e meio . Quase todos foram transmitidos ao vivo para o público assistir de casa.

Assista ao melhor dos desfiles da AW21 Haute Couture acima.

Filha de Will Smith, Willow adere ao punk pop em novo disco sob a batuta de Travis Barker, do Blink 182

Cantora, que estreou aos 10 anos e já passou pelo r&b alternativo e dream pop, solta as guitarras em seu quarto álbum, “lately i feel EVERYTHING”
Silvio Essinger


WILLOW – t r a n s p a r e n t s o u l ft. Travis Barker (Official Music Video)

Filha do ator e rapper Will Smith e da atriz Jada Pinkett Smith, Willow Smith (ou, estilizadamente, WILLOW) foi uma criança inquieta: aos 10 anos, em 2010, ela estreava na música com o rap “Whip my hair”. Depois de ter passado pelo r&b alternativo e pelo dream pop, esta sexta-feira a moça revela a real extensão de nova transformação: com seu quarto álbum, “lately i feel EVERYTHING” (lançado pelo selo Roc Nation, do rapper e empresário Jay Z), Willow assume a linha de frente de uma espécie de revival feminino do punk pop que vem dando o que falar.

Da estrela teen Olivia Rodrigo (na canção “Good 4 U”, do álbum “SOUR” lançado há algumas semanas) ao grupo Linda Lindas (formado em Los Angeles por garotas adolescentes de origem latina e asiática, que viralizou no começo do ano com a furiosa música “Racist, sexist boy”), o que se tem ouvido por aí é a pura retomada do som que grupos como Green Day e Blink-182 popularizaram nos anos 1990: um rock farpado e agressivo, mas com refrãos doces para tocar na MTV e no rádio.

Lançado antes do álbum, o single “t r a n s p a r e n t s o u l” deu uma boa ideia daquilo com o qual Willow viria: uma bateria vigorosa (tocada por Travis Barker, do Blink-182, hoje uma espécie de consultor punk para astros pop adolescentes do TikTok, como Lil Huddy e Jxdn) e guitarras a toda fazem a moldura para a mensagem indignada, sem meias palavras, da cantora de 20 anos. “Conheci um garoto assim como você / ele é uma cobra, assim como você”, canta Willow, uma artista hoje muito menos preocupada com as aparências do que em manter-se “fora da câmara de eco dos elogios”.

“Eu sempre quis cantar rock, mas o rock a que fui exposta era tão intenso que eu não sabia se ia conseguir fazer igual. Eu queria, de todo o meu coração, mas eu não tinha a banda larga para aquilo.  Quando me liguei no pop punk isso virou a minha cabeça”, explicou ela, em entrevista recente ao site “Genius”. Assim, em “lately i feel EVERYTHING”, as suas antigas influências do metal alternativo (que vêm de casa mesmo, já que a sua mãe cantou em uma banda do gênero, o Wicked Wisdom) e do rock emo de My Chemical Romance e se combinaram com suas recentes descobertas num concentrado de alta voltagem, que dura pouco mais de 26 minutos em suas 11 faixas.

O lado realmente punk pop do disco se reflete em faixas como “Gaslight” (com a participação de Travis Barker e da cantora Avril Lavigne, precursora do gênero numa época em que Willow ainda engatinhava), a reflexiva “G R O W” (“estive realmente procurando, riqueza emocional / na boa, meu coração está partido / e eu só preciso, crescer, crescer, crescer”), “Breakout” (com o grupo Cherry Glazerr) e a estranha e nirvânica “Don’t save me” (a mais punk e menos pop da coleção).

Willow avança mais no passado ao incorporar sonoridades pós-punk, sombrias e oitentistas, a faixas como “Xtra” (com um bem encaixado rap de Tierra Whack), a revoltada “Naïve”, “Forever” e “Come home”, que beira o dream pop dos Cocteau Twins antes de explodir em guitarras e em versos como “só espero chegar um pouco mais perto do amor / você me ama naturalmente / o desejo está longe, ele chega ao fim”.

Já em “Lipstick”, a cantora até se aproxima do rock intenso e pesado que, diz, gostaria de ter feito – mas “lately i feel EVERYTHING” vai ficar mesmo marcado é como o disco em que a filha de Will Smith e o baterista do Blink-182 fizeram para quebrar uns móveis, dançar e se divertir.