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Roberta Rodrigues reproduz cena de ‘Beleza americana’ em filme “Dois + dois”, de Marcello Saback

THAYNÁ RODRIGUES

Roberta Rodrigues aparecerá coberta de pétalas de rosa no longa “Dois + dois”, de Marcello Saback. É uma releitura da clássica foto de Mena Suvari no cartaz do filme “Beleza americana”. A atriz dá vida a Bettina, uma mulher que tem um casamento aberto com Ricardo (Marcelo Laham). Eles são adeptos do swing.

— É uma mulher livre, bem-resolvida. Eles confiam um no outro. Essa questão de troca de casais é acordada. Só que, em algum momento, ela começa a refletir se é esse o caminho que quer seguir. Ela nunca imaginou que pudesse entrar em uma crise ao repensar esse relacionamento. Quando chega a esse ponto, Bettina se fragiliza — conta a atriz, que na televisão fará “Nos tempos do Imperador“.

No decorrer da trama, Diogo (Marcelo Serrado), casado com Emília (Carol Castro) e um dos melhores amigos de Ricardo, deixa claro que deseja Bettina:

— Uma cena difícil de fazer foi a de uma troca de casais na casa dos personagens da Carol e do Serrado porque a filha deles chega. A gente está ali, naquela situação no sofá da sala. Estávamos usando tapa-sexo, só que ficamos preocupados. Mas foi tão maravilhoso que a cena mais difícil se transformou na mais fácil e divertida. Teve tanto cuidado, em nenhum momento nos sentimos expostos. E conseguimos passar veracidade. Parecia que estávamos nus, mas não estávamos. A cena imprimiu o que a gente queria sem sofrimento. Isso é o mais importante.

Roberta é casada com o empresário Guilherme Guimarães, com quem tem Linda Flor, de 4 anos. A atriz elege o que considera mais importante na relação de um casal:

— Respeito e parceria para mim são essenciais. Sexo também, é óbvio. A intimidade é muito importante, sim, mas atualmente, o respeito e a parceria são fundamentais.

Out Of Office – WSJ. Magazine July 2021 – Jill Kortleve By Angelo Pennetta 

Out Of Office   —   WSJ. Magazine July 2021   —   www.wsj.com

Photography: Angelo Pennetta Model: Jill Kortleve Styling: Anastasia Barbieri Hair: Syd Hayes Make-Up: Stephanie Kunz

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Curta-metragem ‘Céu de Agosto’ da diretora brasileira Jasmin Tenucci é premiado em Cannes

‘Céu de Agosto’ ganhou menção especial no festival
AFP

Cena de ‘Céu de Agosto’ Foto: Reprodução

O curta-metragem “Céu de Agosto”, da diretora brasileira Jasmin Tenucci, ganhou a Menção Especial no Festival de Cannes neste sábado.

A produção conta a história de uma jovem grávida, angustiada com a saúde de seu bebê num dia de meados de agosto de 2019, quando uma imensa nuvem de fumaça de repente escureceu a cidade de São Paulo. Horas depois, descobriu-se que o fenômeno era provocado por incêndios na Amazônia, que estava queimando há mais de uma semana. A diretora, de 35 anos, disse que ela mesma testemunhou esse acontecimento sem precedentes. “Era uma imagem apocalíptica, ninguém sabia ao certo o que era.”

À esquerda, a brasileira Jasmin Tenucci, diretora de 'Ceu de agosto', ao lado das diretoras Tang Yi e Marija Apcevska Foto: VALERY HACHE / AFP
À esquerda, a brasileira Jasmin Tenucci, diretora de ‘Ceu de agosto’, ao lado das diretoras Tang Yi e Marija Apcevska Foto: VALERY HACHE / AFP

À AFP, Jasmin disse que a produção é uma “reflexão sobre o que significa ser brasileiro agora” e um “questionamento sobre o futuro”. No entanto, seu curta não pretende ser uma reclamação contra o desmatamento na Amazônia. “Isso é algo já conhecido. É antes uma reflexão sobre como o brasileiro se sente”, insiste.

A diretora faz parte do coletivo artístico Irrelevant Media, com integrantes de países como Colômbia, México, Estados Unidos e Alemanha. O curta é uma produção da AmorDoch Filmes com a Substancia Filmes. Os recursos vieram parte de um prêmio americano que a diretora ganhou pelo projeto e parte de recursos próprios, mas vale frisar que o apoio dos parceiros e profissionais das produtoras foram fundamentais para sua realização.

A brasileira, que recebeu bolsa para fazer mestrado em direção na Columbia University, em Nova York, contou estar escrevendo uma série brasileira para a Netflix, da qual ainda não pode dar detalhes.

“Céu de agosto” concorreu à Palma de Ouro de curta-metragem junto com outro brasileiro, “Sideral” de Carlos Segundo.

Spike Lee queima a largada

Para anunciar o grande vencedor do festival, o presidente do júri, Spike Lee, acidentalmente revelou, antes dos premiados em outras categorias, que a Palma de Ouro ia para “Titane”, uma produção francesa dirigida por Julia Ducournau. Ela é a segunda mulher a ganhar o prêmio máximo da competição — e a primeira a levar o troféu sozinha, uma vez que Jane Campion foi a vencedora em 1993, por “O piano”, mas dividiu a Palma de Ouro com Chen Kaige, diretor de “Adeus, minha concubina”.

“Titane”, considerado o mais agressivo e violento entre os 24 filmes que concorriam à Palma de Ouro, conta a história de uma mulher, interpretada por Agathe Rousselle, que sofre um acidente e tem uma placa de titânio colocada no cérebro numa cirurgia. Isso afeta seu comportamento e ela uma assassina com atração sexual por carros.

Cena de Titane Foto: Reprodução
Cena de Titane Foto: Reprodução

O júri, majoritariamente feminino, que incluiu atriz americana Maggie Gyllenhaal, a diretora austríaca Jessica Hausner e a cantora francesa Mylene Farmer, entre outras (dentre os homens, o diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho) premiou como melhor diretor o francês Leos Carax, do musical “Annette”, que tem Adam Driver e Marion Cotillard no elenco.

O prêmio de melhor atriz ficou com a norueguesa Renate Reinsve, uma millenial em crise existencial no longa “The worst person in the world”. O de melhor ator foi para o americano Caleb Landry Jones, por “Nitram”.

Vencedores

Palma de Ouro: “Titane”

Grand Prix: “A Hero”, de Asghar Farhadi, e “Compartment No. 6”, de Juho Kuosmanen’s

Diretor: Leos Carax, de “Annette”

Ator: Caleb Landry Jones, de “Nitram”

Atriz: Renate Reinsve, de “The Worst Person in the World”

Prêmio do Júri: “Ahed’s Knee”, de Nadav Lapid, e “Memoria”, de Apichatpong Weerasethakul

Roteiro: Ryûsuke Hamaguchi,  de “Drive My Car”

Camera d’Or: “Murina”, de Antoneta Alamat Kusijanović

Palma de Ouro para curta-metragem: “All the Crows in the World”, de Tang Yi

Menção especial do Júri para curta-metragem: “Céu de agosto”, de Jasmin Tenucci

Um certo olhar: “Unclenching the Fists,” de Kira Kovalenko

Leilane Neubarth fala sobre envelhecimento e menopausa

Leilane Neubarth (Foto: Reprodução)

Aos 62 anos, a jornalista e apresentadora Leilane Neubarth falou sobre como o julgamento da sociedade em geral pode ser cruel com uma mulher acima dos 50 anos.

– A idade depois dos 50, 60 passa a ser vista como uma coisa ruim. Então as pessoas têm vergonha de dizer que estão na menopausa. Antigamente a fase reprodutiva era muito longa na vida. Você tinha sua fase menina, aí menstruava e quando entrava na menopausa, praticamente já estava na hora de morrer – comentou Leilane numa entrevista inédita para Renata Ceribelli, no podcast “Prazer, Renata”, do “Fantástico”.

Ela acrescentou, então, que a realidade mudou muito nos últimos anos:

– Hoje em dia não é assim. Muito provavelmente na minha geração, a fase reprodutiva vai ter mais ou menos o mesmo tamanho da fase pós-menopausa – destacou.

O episódio, no ar a partir desta segunda-feira (19) no Globoplay, abordará as alterações hormonais e os tabus relacionados ao envelhecimento feminino. Além de Leilane, o bate-papo contará com as presenças da influencer Thaynara OG e da ex-‘BBB’ e ginecologista Marcela Mc Gowan.