A Singular Artist – Variety 30th June 2021 – Tilda Swinton By James Wright 

A Singular Artist   —   Variety 30th June 2021   —   www.variety.com

Photography: James Wright Model: Tilda Swinton Styling: Jerry Stafford Hair: Declan Sheils Make-Up: James O’Riley

Zoë Kravitz’s Guide to Summertime Skin Care and Makeup | Beauty Secrets | Vogue

Zoë Kravitz reveals the secrets behind her signature lit-from-within complexion, from her less-is-more skin-care routine to her ultimate eye-opening trick. Filmed At The Bowery Hotel

Zoë Kravitz revela os segredos por trás de sua tez iluminada por dentro, desde sua rotina de cuidados com a pele menos é mais até seu truque definitivo para abrir os olhos. Filmado no Hotel Bowery

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The Chair | Sandra Oh tenta comandar uma universidade em novo trailer

A Netflix divulgou hoje (21) o trailer oficial de The Chair, série estrelada por Sandra Oh (Killing EveGrey’s Anatomy). Na prévia, a protagonista precisa comandar uma universidade, sem esquecer da vida pessoal. Confira acima.

“The Chair acompanha as desventuras da Dra. Ji-Yoon Kim (Sandra Oh) como diretora do departamento de Literatura na renomada Pembroke University, que precisa enfrentar vários desafios por ser a primeira mulher a liderar o departamento e uma das poucas funcionárias não brancas da universidade”, diz a sinopse oficial liberada pela Netflix.

Além de Sandra Oh, Jay Duplass (Transparent), Holland Taylor (Two and a Half Men), Bob Balaban (The Politician) e David Morse (À Espera de um Milagre) também estão no elenco de The Chair, que é criação de Amanda Peet (conhecida como atriz, por 2012 e De Repente é Amor) e da estreante Annie Wyman.

A nova série estreia em 20 de agosto, na Netflix.

Conheça 7 novas marcas que vão brilhar em 2021

Uma leva de jovens estilistas brasileiros está buscando alternativas para criar moda seguindo seus próprios termos. Confira sete novas marcas que vão brilhar em 2021, sem medo de repensar o antigo para abrir espaço para o inédito
ALICE COY (@ALICECOY)

A estilista Karoline Vitto (Foto: João Machado)

KAROLINE VITTO
Criar roupas que sirvam à maior variedade de corpos possível é um dos objetivos de Karoline Vitto e sua marca homônima, fundada em 2019. Natural de Caçador (SC), a estilista vive em Londres desde 2016, onde cursou pós-graduação na Central Saint Martins e mestrado no Royal College of Art, ambos em moda. Foi durante o período de estudos que começou a questionar alguns dos padrões da indústria. “Por que estamos sempre condicionando nossos corpos a caberem algo ao invés de achar roupas que os acomodem? O design geralmente é feito a partir de um tamanho pequeno e depois graduado em escalas maiores, mas por que não inverter esse processo?”, reflete. Suas criações cheias de recortes oferecem um novo jeito de olhar para as nossas dobras. No lugar de esconder, o tecido acompanha as curvaturas e tem vazados estratégicos que emolduram a forma. Atualmente, estão à venda no e-commerce próprio (karolinevitto.com, que entrega no Brasil) e são feitas sob demanda. A grade online de tamanhos abrange até o 30 britânico (em torno do 60 brasileiro), mas é possível entrarem contato para viabilizar outras medidas. “Não gosto de dizer que somos inclusivos porque isso significaria atender a todos os tamanhos, algo que como marca pequena ainda não consigo. Mas é uma prioridade para o futuro próximo.”

Teodora Oshima, em imagem duplicada (Foto: Karla Brig’vhts)
Teodora Oshima, em imagem duplicada (Foto: Karla Brig’vhts)

TEODORA OSHIMA
A marca homônima de Teodora Oshima não tem nem um ano, mas já coleciona clientes como Erika Hilton, Maju Coutinho, Sabrina Sato e Camila Pitanga. Tetê trabalhou ao lado de Helô Rocha durante meia década antes de lançar a grife, em setembro de 2020. Ser uma das poucas mulheres trans em equipes de estilo brasileiras foi um fator na balança ao decidir tentar a carreira solo. Realista, conta que escolheu fazer produção sob demanda pois foi a alternativa que não requeria tanto capital de investimento – além de ser um processo mais ecológico, por evitar sobras. Ela entrega as peças em até 20 dias após encomenda em seu e-commerce (shop.teodoraoshima.com), mas possui também um pequeno número de itens prontos para venda na multimarcas paulistana Pinga. “Acredito em um tempo mais saudável de produção. Estava cansada do ritmo pauleira que a moda tem no geral, que acaba atropelando processos”, conta a estilista. Sua próxima aventura será participar da Casa de Criadores, prevista para acontecer em julho, com uma coleção na qual promete seguir honrando as raízes japonesas de seu pai. “Faz uns dois anos que passei a valorizar esse lado, quando era mais nova não dava bola e depois fui entender que era por causa de um apagamento histórico.”

Gabriel Carneiro e look da coleção desenvolvida em parceria com Manu Gavassi (Foto: Divulgação)
Gabriel Carneiro (Foto: Divulgação)

CARNEIRO STUDIO
Gabriel Carneiro tinha apenas 13 anos quando começou a “trabalhar” com moda, brinca ele. Todos os domingos, vestia suas primas para irem à igreja. “Escolhia tudo, o vestido, o sapato, o brinco, elas eram Testemunhas de Jeová, era uma realidade muito diferente da minha, mas eu adorava”, recorda. Quando decidiu lançar a Carneiro Studio, em abril de 2020, após ter atuado como stylist de estrelas da música como Liniker e Linn da Quebrada, encontrou no streetwear o seu espaço. Desde então, vende suas peças via e-commerce (carneirostudio.com), ampliou seu leque de produtos para além de camisetas e moletons e criou uma coleção em parceria com a cantora e atriz Manu Gavassi.

Manu Gavassi (Foto: Divulgação)
Look da coleção desenvolvida em parceria com Manu Gavassi (Foto: Divulgação)

Pretende, ainda este ano, investir em educação, oferecendo, junto com coletivos das periferias da cidade de São Paulo, cursos com temas como tecnologia e emancipação financeira, afim de fomentar a economia criativa dessas comunidades. “Batizei a marca com meu sobrenome porque para mim ela é sobre família e a minha própria herança. Minha avó e minha mãe são as minhas bases e minhas maiores fãs. Sempre me incentivaram, começaram a ler sobre moda só para me ajudar, elas me inspiram.”

A designer Luiza Rosas (Foto: Gleeson Paulino)
A designer Luiza Rosas (Foto: Gleeson Paulino)

LO DE LUI
Se o verdadeiro luxo é a exclusividade, é justamente nessa onda que a Lo de Lui surfa com suas peças pintadas à mão em tiragens limitadas. Fundada no fim de 2020, já tem fila de interessados. “Bastante gente tem me procurado desde o lançamento, mas não consigo ampliar muito a minha produção, principalmente dos itens pintados, pois sou eu mesma que faço, não posso passar esse serviço para outra pessoa”, diz a gaúcha Luiza Rosas, que desenha desde criança e hoje divide seu tempo entre a empreitada e o desenvolvimento de estampas para as etiquetas próprias do Gallerist. Ela acredita em um futuro mais colaborativo na moda, no qual marcas se junte mao invés de copiar em umas às outras, e pretende lançar algumas collabs este ano, entre elas coma grife de acessórios Pége. “Tenho muitos desejos e não gosto de nada muito engessado. Hoje a Lo de Lui faz moda, mas talvez no futuro destrinche para outras coisas. Se eu achar que faz sentido, por que não? Se for coerente, bonito e uma expressão de personalidade, é isso que importa”, conta ela, que estudou moda na faculdade paulistana Santa Marcelina e passou um ano em Londres fazendo cursos diversos na London College of Fashion e na Central Saint Martins. Prestes a lançar seu próprio e-commerce, por enquanto vende nos sites Gallerist e Pomeriggio.

Cecília Gromann e Ana Clara Watanabe (Foto: Mariana Valente)
Cecília Gromann e Ana Clara Watanabe (Foto: Mariana Valente)

ANACÊ
Em uma indústria que já foi marcada por egos inflados, Ana Clara Watanabe e Cecília Gromann dividem a direção criativa da Anacê e provam que a nova geração não tem tempo para perder com estigmas do passado. “A gente se encontra em um ponto comum. As duas criam, mas não temos muito apego, uma desenha em cima do que a outra fez sem problemas”, diz Cecília sobre o reparte. A dupla se conheceu no curso de design de moda na FAAP e, em 2019, antes de se formarem, lançaram a marca pois queriam oferecer uma alfaiataria descomplicada e acessível. Deu tão certo que são uma das estreantes do SPFW, que aconteceu virtualmente entre os dias 23 e 27 de junho. Ambas de cidades pequenas do interior de São Paulo (Ana é de Pindamonhangaba e Cecília, de Embu-Guaçu), dizem que veem o futuro da moda muito menos rotulado. “A gente não enxerga mais isso de destinação de gênero, nossas peças são para todos que quiserem usar, a alfaiataria existe bem nesse espaço.” Além de dedicarem-se à Anacê, que tem entre seus pontos de venda o e-commerce próprio (anace.shop), a multimarcas Gallerist e os sites Shop2gether e Not Just a Label, também conseguem um tempo para desenvolver projetos de autorais e, no caso de Ana, até um brechó online de móveis, o @brecha.casa. 

O estilista João Maraschin  (Foto: Divulgação)
O estilista João Maraschin (Foto: Divulgação)

JOÃO MARASCHIN
“Aos 14 anos, tive vontade de fazer um curso de costura e modelagem no Senai, mas eu não tinha ainda a idade mínima necessária. Insisti, visitava eles toda semana, pedia para me aceitarem, até que finalmente consegui”, relembra João Maraschin, gaúcho radicado em Londres que comanda uma etiqueta homônima desde o início de 2020. A persistência nata veio a calhar quando ele percebeu que queria que a sua moda tivesse a sustentabilidade como um dos alicerces. Com dedicação, muita pesquisa e criatividade, conseguiu. Hoje, 90% dos materiais usados na grife são reciclados, orgânicos ou reaproveitados. Para a sua coleção mais recente, reuniu mais de 100 quilos de borracha de pneu descartada, que cortou em fios, hidratou com óleo de amêndoa e transformou em um crochê macio ao toque. João também cultiva uma extensa rede de artesãos em cidades como Itabira (MG) e Caxias do Sul (RS).

Look da grife homônima (Foto: Divulgação)
Look da grife homônima (Foto: Divulgação)

“Oitenta e cinco por cento deles têm mais de 70 anos e estavam inativos profissionalmente. Faz parte dos valores da minha marca fortalecer essas comunidades.” Antes de se lançar no voo solo, o estilista passou pelas etiquetas Ronaldo Fraga, JW Anderson e Wales Bonner. Com suas peças à venda no e-commerce próprio (joaomaraschin.com, que entrega no Brasil), João já se apresentou na London Fashion Week (como parte de seu mestrado no London College of Fashion) e foi eleito talento para ficar de olho pelo British Fashion Council.

Victor da Justa e looks da marca (Foto: Divulgação)
Victor da Justa (Foto: Divulgação)

VICTOR DA JUSTA
Outro estreante desta temporada do SPFW, o carioca Victor da Justa se jogou no trabalho autoral no fim de 2019, quando lançou a etiqueta de mesmo nome nas multimarcas Pinga (SP) e Dona Coisa (RJ). Antes disso, havia passado dois anos ao lado de Isabela Capeto, que ele considera uma grande mentora e amiga, além de ter trabalhado com Rick Owens em Paris. Foi na capital francesa, na Esmod, que cursou a graduação em moda. Quase todas feitas de algodão, suas criações sem gênero são marcadas por amarrações, grafismos e uma dose de irreverência.

Looks da marca (Foto: Divulgação)
Looks de Victor da Justa (Foto: Divulgação)

“Minha produção é pequena e é importante para mim não usar tecidos sintéticos, costurar sem excessos e procurar formas de reusar as sobras de matérias-primas. Espero oferecer uma única coleção por ano mesmo, seguir um ritmo mais controlado. Gosto que tudo seja muito bem pensado”, fala. O próximo lançamento segue com toques de bom humor, caso do pied-de-poule feito de geometrismos como os de um QR code. “Quis fazer uma comparação entre o analógico e a tecnologia, ainda mais considerando a nossa realidade cheia de telas neste momento de pandemia.”

Série brasileira ‘Os Ausentes’, da HBO Max, mostra busca por desaparecidos

Com Maria Flor e Erom Cordeiro, drama estreia nesta quinta-feira
LEONARDO VOLPATO

Cena da série da HBO Max “Os Ausentes” com Maria Flor e Erom Cordeiro Divulgação

SÃO PAULO – A cada hora, oito pessoas desaparecem no Brasil, duas delas só em São Paulo. Esses dados chamaram a atenção do criador e roteirista Thiago Luciano que decidiu abordar essa angustiante realidade de dor e incertezas na série “Os Ausentes”. Trata-se da primeira série brasileira Max Original da HBO Max. A estreia é nesta quinta-feira (22).

A série investigativa conta com dez episódios de 45 minutos de duração cada e é estrelada pelos atores Maria Flor e Erom Cordeiro. O drama acompanha os dois detetives, Maria Julia e Raul, e sua rotina na agência de investigação Ausentes, que busca por desaparecidos.

Na trama, após o desaparecimento da filha Sofia, o ex-delegado Raul Fagnani resolve abrir a agência para poder agir no submundo de São Paulo. A agência será utilizada por pessoas que não podem ou não querem recorrer à polícia para achar seus entes queridos.

“O Raul é um cara durão e atormentado por uma tragédia pessoal. O trabalho o ajuda a se curar. Imagina alguém se perder na imensidão de 12 milhões de pessoas”, diz Erom Cordeiro, cujo personagem usará da agência para tentar resolver seu próprio conflito.

Mas ele não estará sozinho. Quando Maria Julia foge de Buenos Aires após seu pai sumir misteriosamente, ela se junta a ele na capital paulista para ajudar nas buscas do pai e de outros casos.

“Raul o tempo todo pensa que ela não dará conta do trabalho. Maria, no final, ganha a agência e a confiança. Nós abordamos na trama os conflitos humanos, mas tem ação, humor e uma gama de coisas que atraem”, opina Maria Flor, atriz que está grávida de três meses.

Criador e roteirista da série, Thiago Luciano diz que a ideia desde o começo era encontrar um tema que motivasse a contar uma história sobre o Brasil. “E toda vez que lia sobre pessoas desaparecidas me pegava de alguma forma. Saber como é difícil conviver com gigantesco ponto de interrogação. Quando vimos os números nos assustamos. Só em São Paulo, duas pessoas desaparecem a cada hora”, afirma.

Embora os números sejam alarmantes, ele diz que ainda é complicado ter um balanço oficial de casos no país. Mas existe um painel informal cujos índices, de acordo com ele, chegam próximos dos 50 mil casos no país. Os motivos para esses sumiços podem ser os mais diversos: prostituição, tráfico de órgãos ou brigas em família.

Segundo Luciano, a maior dificuldade foi transformar esses dramas colhidos ao longo da produção em uma série que tivesse uma história diferente a cada episódio. Ao final dos capítulos, o público poderá ver começo, meio e desfecho de um caso.

“É complexo, eu escrevia as cenas da série e chorava em casa, mas foi delicioso. É uma série para 20 temporadas, muita coisa para contar. Nós falamos não só da ausência de pessoas, mas da ausência de sensações”, define.

O projeto conta com mais de 100 atores, 100 locações, 1.000 figurantes e mais de 800 horas de filmagens. No elenco convidado há nomes como Jacqueline Sato, César Troncoso, Indira Nascimento, Nuno Leal Maia, Negra Li, Flávia Garrafa, Augusto Madeira, dentre outros.

“Os Ausentes” ficará disponível para toda a América Latina com traduções em espanhol e em inglês. “A série tem muitas externas e é investigativa, te deixa preso querendo saber como aquilo vai se resolver. Vamos entrando em meandros instigantes”, define o ator Augusto Madeira.

CINEMA I Estreias: Um Lugar Silencioso 2, Dupla Explosiva 2, Ana. Sem Título, Irmãos à Italiana, Um Dia com Jerusa, Slalom – Até o limite

‘Um Lugar Silencioso 2’ e filme brasileiro sobre jovem trans estreiam nos cinemas de SP

Um Lugar Silencioso – Parte II

SÃO PAULO – Quem diria que Jim Halpert, personagem vivido por John Krasinski na série “The Office“, seria o último sobrevivente da Terra. É claro que não é exatamente assim —mas é difícil separar o rosto do ator do personagem do seriado. No filme “Um Lugar Silencioso: Parte 2”, que estreia nesta quinta, dia 22, Krasinski está no elenco e também dirige o filme, no qual ele precisa se manter em silêncio para sobreviver em um planeta devastado por criaturas guiadas pelo som.

A trama tem início logo após os eventos do final do primeiro filme. A família Abbott precisa sair da casa em que se estabeleceu e encarar os monstros na floresta. E para quem é fã de “The Office”, uma referência à série no início do filme deixa claro que Krasinski não esqueceu do seu passado como Jim.

Longe de ser silenciosa, a pré-estreia de “Dupla Explosiva 2” também chega aos cinemas. A sequência estrelada por Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson, Salma Hayek, Antonio Banderas e Morgan Freeman faz barulho, mas pelo excesso de críticas negativas. O filme, que já estreou em outros países, tem ficado distante do topo da lista dos campeões de bilheteria.

Além do time de estrelas, o longa “Ana. Sem Título”, produção brasileira e argentina, finaliza a lista de pré-estreias desta semana.

Outros quatro filmes entram em cartaz nos cinemas de São Paulo: “Irmãos à Italiana”, que conta a infância do diretor Claudio Noce; “Música Para Quando as Luzes se Apagarem”, sobre a obsessão de uma autora com sua obra; “Slalom – Até o Limite”, que narra a trajetória de uma atleta de esqui; e “Um dia com Jerusa”, sobre ancestralidade.

Os cinemas da capital estão ampliando seus horários e sessões, mas isso não quer dizer que a pandemia acabou. Então, se decidir sair de casa, não se esqueça de colocar a máscara, levar álcool em gel e manter o distanciamento.

Pré-estreias

Ana. Sem Título
Uma atriz começa a coletar as cartas trocadas entre artistas plásticas latino-americanas nos anos 1970. Em meio à investigação, ela descobre uma jovem brasileira que desapareceu neste período. Obcecada pela personagem, a atriz resolve encontrá-la e descobrir o que aconteceu.
Argentina e Brasil, 2020. Direção: Lucia Murat. Com: Felipe Rocha, Roberta Estrela D‘Alva e Stella Rabelo. 14 anos

Cena de ‘Ana. Sem Título’, de Lucia Murat – Reprodução

Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime
Um guarda-costas terá que proteger um casal de assassinos, Darius e Sonia. Levado ao limite de suas habilidades na defesa de seus protegidos, ele inicia com o casal uma fuga de criminoso conhecido internacionalmente, que está disposto a matá-los. O filme tem elenco recheado de estrelas, como Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson e Antonio Banderas.
Estados Unidos, 2021. Direção: Patrick Hughes. Com: Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson e Salma Hayek. 16 anos

Salma Hayek, Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson em cena de 'Dupla Explosiva 2'
Salma Hayek, Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson em cena de ‘Dupla Explosiva 2’ – Reprodução



Estreias

Irmãos à Italiana
Exibido no Festival de Veneza, o filme se baseia na infância do diretor Claudio Noce. Depois de o seu pai sofrer um atentado terrorista, ele cria uma nova ideia sobre o mundo dos adultos ao mesmo tempo em que se torna amigo de um garoto rebelde. Foi exibido no Brasil no Festival de Cinema Italiano.
Itália, 2020. Direção: Claudio Noce. Com: Barbara Ronchi, Mattia Garaci e Francesco Gheghi. 14 anos


Música Para Quando as Luzes se Apagam
O filme é de 2017, mas chega agora ao circuito brasileiro. Nele, uma escritora vai ao sul do Brasil para poder trabalhar e escrever sobre a jovem Emelyn, que está em fase de transição de gênero para se tornar Bernardo. Esses dois mundos divididos na personagem se tornam a grande obsessão da autora.
Brasil, 2021. Direção: Ismael Caneppele. Com: Júlia Lemmertz e Emelyn Fischer. 14 anos

Cena de 'Música para Quando as Luzes se Apagam', de Ismael Caneppele
Cena de ‘Música para Quando as Luzes se Apagam’, de Ismael Caneppele – Reprodução

Slalom – Até o limite
Lyz é aceita na equipe de esqui de um renomado colégio. Fred, seu treinador, decide apostar todos seus esforços na nova integrante. Depois de muito trabalho e sucesso no esporte, ela fica abalada com o excesso de pressão do treinador. O filme integrou a seleção oficial do festival de Cannes do ano passado.
França e Bélgica, 2020. Direção: Charlène Favier. Com: Noée Abita, Jérémie Renier e Marie Denarnaud. 16 anos

Cena de 'Slalom - Até o limite', de Charlène Favier
Cena de ‘Slalom – Até o limite’, de Charlène Favier – Reprodução

Um Dia com Jerusa
Silva, uma jovem que trabalha com pesquisas, bate na porta de Jerusa. A senhora a surpreende com uma pergunta que a faz refletir sobre a sua vida. Ao conversar sobre o passado das duas, elas compartilham histórias que envolvem suas ancestralidades.
Brasil, 2018. Direção: Viviane Ferreira Com: Antonio Pitanga, Débora Marçal e Lea Garcia. 14 anos

Débora Marçal e Lea Garcia em cena de 'Um Dia com Jerusa'
Débora Marçal e Lea Garcia em cena de ‘Um Dia com Jerusa’ – Reprodução

Um Lugar Silencioso – Parte 2
Sobreviver em silêncio é o desafio da família Abbott. Nesta continuação da história, eles são obrigados a se aventurar fora do abrigo em que viviam. Ao fazerem isso, descobrem que as criaturas que os perseguiam pelo som não são suas únicas ameaças.
Estados Unidos, 2021. Direção: John Krasinski. Com: Emily Blunt, John Krasinski, Cillian Murphy. 14 anos
Leia a crítica.

Cena do filme 'Um Lugar Silencioso - Parte 2', de John Krasinski
Cena do filme ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2’, de John Krasinski – Divulgação

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