Revue | Spring Summer 2021 | Full Show

Revue | Spring Summer 2021 | “No Tomorrow Without Today” by Eva-Maria Schmid | Full Fashion Show in High Definition (Widescreen – Exclusive Video/1080p)

Privatização do espaço começou para valer com viagens de bilionários

Se o espaço antes era dominado principalmente por governos, agora é cada vez mais alvo das gigantes da tecnologia
Por David Streitfeld e Erin Woo – The New York Times

Após o voo na última terça, Jeff Bezos afirmou que a Blue Origin estava aberta para negócios

Jeff Bezos e Richard Branson demonstraram este mês que voar até os confins do céu parece seguro e, sobretudo, uma diversão – apesar de ser uma viagem de apenas dez minutos. Mas, além do deslumbramento, os voos deixaram uma mensagem mais profunda: a “amazonificação” do espaço começou para valer. 

Se o espaço antes era dominado principalmente por governos, agora é cada vez mais alvo das gigantes da tecnologia. As pessoas que vendem hoje a internet agora vão lhe vender a Lua e as estrelas.

Na última terça-feira, 20, Bezos, fundador da Amazon e ainda seu maior acionista, deixou claro na coletiva de imprensa após o voo que a Blue Origin estava aberta para negócios. Embora os bilhetes não estejam disponíveis de modo geral, as vendas de voos já se aproximaram de US$ 100 milhões. Bezos não disse o preço de cada, mas afirmou que “a demanda é muito, muito alta”.

Essa demanda já existia antes mesmo da imprensa mundial se reunir em Van Horn, Texas, para uma cobertura ampla e de bajulação de Bezos fazendo algo que Branson havia feito no Novo México na semana anterior. Foi um evento cuidadosamente orquestrado, que contou com a astronauta mais velha e a pessoa mais jovem a irem para o espaço e foi coroado com uma doação filantrópica de US$ 200 milhões.

Até mesmo Elon Musk, presidente executivo da rival SpaceX e às vezes cético quanto aos sonhos espaciais de Bezos, sentiu-se obrigado a dar parabéns. Branson, que teve o direito se gabar por ter completado a façanha primeiro, fez o mesmo.

Toda essa atividade espacial é o começo de algo novo, mas, também, uma repetição dos anos 90. No início daquela década, a internet era propriedade do governo dedicada à pesquisa e comunicação para poucos. No fim, graças a Bezos mais do que a qualquer outro, a internet se tornou um lugar para todos comprarem coisas. E nos 20 anos seguintes, a tecnologia cresceu e se transformou nas gigantes da tecnologia, provocando temores bipartidários de que Amazon, Facebook, Google e Apple agora são poderosas demais.

O espaço sideral agora pode embarcar em uma jornada semelhante de fronteira para os grandes negócios.

Richard Branson deu início a outro ramo espacial, a Virgin Orbit, que está lançando pequenas cargas úteis em órbita
Richard Branson deu início a outro ramo espacial, a Virgin Orbit, que está lançando pequenas cargas úteis em órbita

Espaço aberto

Durante décadas, a Nasa não conseguiu financiamento suficiente para fazer algo tão épico quanto o programa Apollo. O governo Trump decretou um retorno à Lua até 2024. O governo Biden endossou o objetivo, mas não a data. Se isso acontecer de algum modo, será com a ajuda de empresas como a SpaceX e a Blue Origin. Em contraste com o projeto Apollo na década de 1960, a próxima viagem à Lua será terceirizada. Além disso, as aventuras espaciais menores estão ainda mais abertas aos empresários.

“Se você olhar para como está nossa relação com o espaço hoje, principalmente no que diz respeito às atividades na órbita terrestre inferior, isso realmente é semelhante aos primeiros dias da internet”, disse West Griffin, diretor financeiro da Axiom, uma startup com o objetivo de construir a primeira estação espacial comercial.

Um ecossistema crescente de startups está tentando comercializar o espaço ao criar de tudo, desde tecnologia de lançamento mais barata a satélites menores e até a infraestrutura que compõe as “picaretas e pás” da corrida do ouro do espaço, como Meagan Crawford, sócia-gerente da empresa de capital de risco SpaceFund, chamou isso tudo.

“As pessoas estão olhando em volta e pensando: ‘Existe uma indústria espacial robusta. De onde veio isso?’”, disse Meagan. “Bem, isso tem sido construído de forma metódica e proposital, e deu muito trabalho nos últimos 30 anos para chegarmos até aqui.”

A primeira corrida espacial, que se estendeu por toda a década de 1960 e depois perdeu força na década de 1970, opôs um impetuoso governo dos EUA contra uma União Soviética malévola e sem charme. Os americanos ganharam a competição, embora os críticos argumentem que foi tudo um erro em uma época em que tantas questões domésticas precisavam de atenção e de dinheiro.

Agora acontece quase a mesma coisa, embora a crítica dessa vez seja pessoal. Uma petição solicitando que Bezos não fosse autorizado a retornar à Terra conseguiu 180 mil assinaturas virtuais. A senadora democrata por Massachusetts, Elizabeth Warren, tuitou: “É hora de Jeff Bezos cuidar dos negócios aqui mesmo na Terra e pagar sua parcela justa de impostos”.

Em uma entrevista ao canal americano CNN na segunda-feira, 19, do lugar de lançamento no Texas, Bezos disse que seus críticos estavam “em grande parte certos”. “Temos de fazer as duas coisas”, disse ele. “Temos muitos problemas aqui e agora na Terra e precisamos trabalhar nisso. E sempre precisamos olhar para o futuro”.

Mas é evidente qual perspectiva chama sua atenção. Como orador de sua turma de ensino médio em 1982, Bezos falou a respeito da importância de criar vida em enormes colônias espaciais flutuantes para milhões de pessoas. “A ideia geral é preservar a Terra”, disse o jornal The Miami Herald ao citá-lo na época, acrescentando que seu objetivo final era ver o planeta “transformado em um enorme parque nacional”.

Bezos disse quase a mesma coisa esta semana. Era um sonho utópico com muitas partes móveis complicadas – assim como, em menor escala, a noção de um varejista que venderia de tudo para todas as pessoas e faria as entregas em horas. E, para surpresa de quase todos, ele conseguiu tornar isso realidade.

Branson deu início a outro ramo espacial, a Virgin Orbit, que está lançando pequenas cargas úteis em órbita. Ele não fez alusões a visões grandiosas como Musk e Bezos de espalhar a civilização no sistema solar.

Os sonhos de Musk em Marte começaram com uma pequena missão quixotesca: ele queria enviar uma planta para Marte e ver se ela conseguiria crescer lá. Mas os custos de lançar até mesmo um pequeno experimento eram proibitivos. Até mesmo as opções na Rússia estavam fora de alcance. Então Musk fundou a SpaceX em 2002.

Hoje, ele quer enviar pessoas, não plantas, para Marte. A SpaceX está atualmente desenvolvendo o Starship, um foguete grande o suficiente para fazer a viagem, e a Starlink, uma constelação de internet via satélite, que visa gerar os lucros necessários para financiar os planos em Marte.

Conforme ele segue em busca desses objetivos, a empresa tem se tornado uma gigante no negócio espacial. A Nasa depende dos foguetes e cápsulas da SpaceX para enviar astronautas e cargas para a Estação Espacial Internacional, e operadores de satélite privados, governamentais e militares do foguete auxiliar reutilizável Falcon 9 para lançamentos em órbita.

A Nasa recentemente fechou um contrato com a SpaceX para usar o protótipo do Starship para o programa lunar. Mas o contrato foi contestado pela Blue Origin e outra empresa, a Dynetics. Apesar de toda a camaradagem demonstrada nesta semana, os bilionários jogam para ganhar. /TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

HEILL | Fall Winter 2021/2022 | Digital

HEILL | Fall Winter 2021/2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – SFW/Seoul Fashion Week)

Taís Araújo cria marca HotMamma e lançará plataforma de auxílio a mulheres que buscam independência financeira

De acordo com a coluna de Mônica Bergamo a HotMamma deve explorar segmentos da moda, beleza, decoração e autocuidado

Taís Araujo usa camisa Iorane, piercing Monte Carlo e batom Nude Balé da coleção “Cores da minha vida” por Taís Araujo, da Quem Disse, Berenice? (Foto: Zee Nunes; edição de moda: Pedro Sales; Beleza: Rodrigo Costa; Direção executiva: David Jensen/WBORN Produções; Tratamento de imagem: Bruno Rezende)

Taís Araújo está com mais uma novidade: a marca HotMamma. Em notícia divulgada pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, neste sábado (24.07), a atriz criou sua primeira marca própria e disponibilizará uma plataforma de auxílio a mulheres que buscam independência financeira.

Sem data definida, a estreia ainda contará com o lançamento de uma coleção de biquínis. CEO da marca, Taís tem três sócios: a consultora Cristina Naumovs, a stylist Rita Lazzarotti e o RP Antonio Trigo.

Ainda de acordo com a publicação, a HotMamma também vai explorar segmentos de beleza, decoração, autocuidado e mais. Além disso, a marca já tem tratativa estabelecida com um conglomerado de roupa de praia e com uma instituição financeira.

Patricia Carparelli inaugura instalação na Galeria Kogan Amaro

Patricia Carparelli. Crédito: Iara Morselli

Patricia Carparelli inaugura, hoje, a instalação Amômetro, na Galeria Kogan Amaro. A obra tem 110 metros lineares de tecido pintado com tinta guache e dividida em camadas. “O público poderá passear por este labirinto como se entrasse em uma tela 3D, que provoca múltiplas sensações”, explica a artista.

Facebook investe para atrair grupos religiosos e orações

Depois da covid-19, empresa cria novas funções para fieis dos Estados Unidos
Por Agências internacionais – Reuters

Facebook criou uma equipe focada em ‘parcerias de fé’

Facebook há muito tempo busca sua atenção. Nas últimas semanas, começou a pedir suas orações também em uma nova ferramenta agora disponível para os grupos da plataforma nos Estados Unidos em abordagem direcionada à comunidade religiosa, diz a empresa.

O Facebook vê esses fiéis como uma comunidade vital para impulsionar o engajamento na maior plataforma de mídia social do mundo. Já em 2017, o presidente executivo Mark Zuckerberg citou as igrejas como exemplo em um longo manifesto sobre conectar o mundo. A rede social criou uma equipe focada em ‘parcerias de fé’.

A covid-19 deu nova urgência aos esforços, disse a diretora de parcerias religiosas do Facebook, Nona Jones, à Reuters em entrevista. O novo produto de orações foi lançado depois que a empresa viu um aumento no número de pessoas pedindo orações umas às outras durante a pandemia, disse Jones, que também é pastora no Estado americano da Flórida.

O alcance culminou na primeira cúpula virtual da fé da empresa com líderes religiosos no mês passado. Durante o evento transmitido ao vivo no Facebook Live, no qual a empresa reproduziu vídeos com emojis de coração flutuando pela tela enquanto os líderes religiosos ministravam às suas congregações, a diretora de operações Sheryl Sandberg discutiu um futuro onde os líderes envolveriam os fiéis com ferramentas de realidade virtual e realidade aumentada.

No final de maio, o Facebook tornou sua ferramenta de oração, que vinha testando com algumas comunidades religiosas, acessível para todos os grupos do Facebook nos Estados Unidos. Em um grupo privado visto pela Reuters, uma mulher usou a ferramenta para solicitar orações para uma tia doente com coronavírus. As pessoas responderam clicando em um botão para dizer “Eu orei” e seus nomes foram contados abaixo.

Os usuários podem escolher ser notificados com um lembrete para orar novamente. Outros pediram orações pelo coração partido de uma filha, teste de direção de um filho e problemas com uma seguradora.

Os posts confirmando oração são usados para personalizar anúncios no Facebook, como outros conteúdos. Um porta-voz disse que os dados podem contribuir para a forma como os sistemas de aprendizado de máquina do Facebook decidem quais anúncios mostrar aos usuários.

Os anunciantes não serão capazes de direcionar anúncios diretamente com base no conteúdo da oração ou no uso do recurso, disse. O uso de ferramentas de oração não seria considerado nas categorias que os compradores de anúncios já usam para dividir as audiências do Facebook com base em um interesse demonstrado em tópicos como “fé” ou “Igreja Católica”.

No início da pandemia, o Facebook enviou “kits iniciais” de equipamentos como pequenos tripés e suportes de telefone para grupos religiosos para transmissão ao vivo e conteúdo de filmagem enquanto locais de culto fechavam. Lançou um site de recursos religiosos com cursos de e-learning e questionários sobre as melhores práticas.

Este ano, começou um Conselho Consultivo Interreligioso para realizar reuniões regulares com líderes religiosos e educadores. Além de consultar líderes religiosos (que disseram à Reuters que suas listas de desejos para o site incluíam ferramentas de planejamento de igrejas e emojis mostrando formas mais diversas de adoração), o Facebook tem escolhido os cérebros de organizações que já administram grandes plataformas online de fé, como a megaigreja evangélica Life.Church, disse o pastor Kyle Kutter.

Iza ocupa posto que era de Marina Ruy Barbosa na Valisere

Sonia Racy

Iza. Crédito: Nicole Heiniger

Responsável por hits como Dona de Mim, Ginga, Esse Brilho é Meu e Pesadão – esse último com participação de Marcelo Falcão, do grupo O Rappa – agora, Iza também é estrela de… linha de lingerie. A cantora carioca ocupa o posto que era de Marina Ruy Barbosa na Valisere.

“Acho importante me aliar a uma marca que pensa na representatividade das mulheres. Sempre gostei das lingeries versáteis e sentia falta de marcas que se preocupassem com as nossas formas e com o nosso tom de pele. Lingerie é para todas e pode ser usada como mais uma ferramenta de estilo”.