Fashion Statements – Tatler September 2021 – Tosin Olajire, Zelda Attard By Luc Braquet 

Fashion Statements   —   Tatler September 2021   —   www.tatler.com

Photography: Luc Braquet Model: Tosin Olajire, Zelda Attard Styling: Sophie Pera Hair: Oskar Pera Make-Up: Jose Bass

Apple suspende engenheira Ashley Gjøvik após tweets sobre sexismo na empresa

Ashley Gjøvik relatou ter tentado resolver os problemas internamente por meses, sem sucesso

A Apple sempre cultivou uma imagem pública de absoluta ordem e harmonia nas suas engrenagens, mas essa imagem tem sido posta à prova continuamente nos últimos meses com uma série de denúncias, críticas e petições por parte de funcionários.

Já tratamos aqui sobre o caso de Antonio García Martínez, o pedido de apoio ao povo palestino e os problemas relacionados à volta do trabalho presencial; agora, mais um assunto deveras espinhoso: sexismo — ou, mais precisamente, uma denúncia de cultura sexista que acabou gerando represálias… para a vítima.

A figura central aqui é Ashley Gjøvik, gerente sênior do programa de engenharia da Maçã. Em entrevista ao The Verge, Gjøvik afirmou que, nos últimos meses, tentou em diversas ocasiões levar às esferas superiores da empresa preocupações com a cultura sexista das suas equipes, condições inseguras de trabalho para pessoas com deficiências, casos de assédio sexual e possíveis retaliações.

A resposta da empresa, em todos os casos, foi o oferecimento de licenças médicas e atendimento psicológico, sem nenhum compromisso de investigar as denúncias ou levá-las à alta cúpula de Cupertino. Pior ainda: os superiores de Gjøvik sugeriram que ela não era uma presença bem-vinda no Slack (ferramenta de conversa online) da empresa — isso porque a engenheira denunciou várias situações e expôs angústias relacionadas na plataforma.

Incapaz de resolver a situação internamente, Gjøvik passou, há alguns dias, a expor situações e incômodos em sua conta no Twitter. Algumas das suas publicações podem ser vistas abaixo:

Isso aconteceu comigo na Apple, também: eles me ofereceram acompanhamento psicológico e sugeriram uma licença médica depois que eu falei sobre sexismo, discriminação e um ambiente de trabalho hostil. Eles também sugeriram o pedido de acomodações ADA (Americans with Disabilities Act) depois que eu expressei preocupação sobre condições de trabalho inseguras.

Se vocês não viram isso algumas semanas atrás, os formulários de licença médica que a Apple nos manda para pedir acomodações são problemáticos por si só…
No episódio de hoje de “o RH disse que tá tudo bem”, aqui está o email sincero que eu mandei aos meus líderes da Big Tech em 2018 durante as audiências de Brett Kavanaugh. Eu pedi um apoio às mulheres e uma condenação ao sexismo e ao assédio sexual. A resposta: uma mensagem dizendo “para você ficar sabendo, Ruth Bader Ginsburg acha que ele é do bem”.
Quero compartilhar: o RH da Apple confirmou que esse policiamento de tom é um feedback totalmente aceitável dos meus líderes homens e nem um pouco sexista.

Gente, eu sou uma gerente sênior de programas de engenharia com décadas de experiência profissional e esse feedback já apareceu até no meu relatório semestral… Alguém precisa me dar uma medalha de honra.

Após a exposição pública das questões levantadas, a Apple tomou a atitude de aplicar uma suspensão paga a Gjøvik, sem previsão de retorno. A engenheira também foi bloqueada dos canais da empresa no Slack.

Na entrevista ao The Verge, a profissional afirmou ainda que seus superiores querem evitar que ela entre em contato com outras mulheres funcionárias da Apple, algo que Gjøvik tem feito com frequência para levantar outras questões e identificar problemas.

Até o momento, a Apple não se pronunciou sobre o caso, mas vamos aguardar uma possível resposta da empresa. Ao menos, uma coisa é certa: a era de trabalhar em silêncio e aguentar qualquer coisa já era. [MacMagazine]

MASCHINE Poly Synth with Red Means Recording | Native Instruments

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Retorno ao escritório encontra um obstáculo: jovens resistentes

Diferença de gerações é aprofundada na pandemia entre jovens e colegas que valorizam mais o trabalho presencial do que o home office; será preciso ter flexibilidade
Nelson D. Schwartz e Coral Murphy Marcos , The New York Times

jovens trabalho millennials
Pesquisa aponta que mais da metade dos millennials (nascidos entre 1981 e 1996) questionam o retorno ao trabalho presencial.  Foto: Albert Tercero/The New York Times

David Gross, executivo de uma agência de publicidade com sede em Nova York, reuniu os funcionários no Zoom neste mês para passar uma mensagem que ele e seus colegas de trabalho estavam ansiosos para compartilhar: era hora de pensar na volta ao escritório.

Gross, de 40 anos, não tinha certeza de como os funcionários, muitos jovens na casa dos 20 e 30 anos, iriam reagir. A resposta inicial – um silêncio sepulcral – não foi encorajadora. Então, um jovem sinalizou que tinha uma pergunta. “A política é obrigatória?”, ele queria saber. Sim, é obrigatória, três dias por semana, foi a resposta.

Assim, começou uma conversa complicada na Anchor Worldwide, a empresa de Gross, que está se repetindo neste verão no hemisfério norte em grandes e pequenas empresas de todo o país. Se os trabalhadores de todas as idades se acostumaram a ficar online em home office e pular o cansativo trajeto até o trabalho, os mais jovens ficaram especialmente apegados à nova maneira de fazer negócios.

E, em muitos casos, a decisão de retornar ao escritório coloca gerentes mais velhos, que veem o trabalho presencial como a ordem natural das coisas, contra os funcionários mais jovens, que passaram a ver o trabalho remoto como algo completamente normal nos 16 meses desde a chegada da pandemia. Alguns novos contratados nunca foram para o local de trabalho de seus empregadores.

“Francamente, eles não sabem o que estão perdendo, porque temos uma cultura forte”, disse Gross. “O desenvolvimento criativo e a produção exigem colaboração face a face. É difícil fazer um brainstorm numa chamada de Zoom.”

Alguns setores, como o bancário e o financeiro, estão assumindo uma postura mais dura e insistindo no retorno dos trabalhadores, tanto os jovens quanto os mais velhos. Os executivos-chefes de gigantes de Wall Street como Morgan Stanley, Goldman Sachs e JPMorgan Chase sinalizaram que esperam que os funcionários voltem a seus cubículos e escritórios nos próximos meses.

Outras empresas, principalmente as de tecnologia e mídia, estão mais flexíveis. Por mais que Gross queira as pessoas de volta à sua agência de publicidade, ele está preocupado em segurar os jovens talentos em um momento em que a rotatividade está aumentando, então ele tem deixado claro que há espaço para adaptação.

“Estamos numa indústria realmente progressista e algumas empresas viraram totalmente remotas”, explicou ele. “Você tem que enquadrar as coisas em termos de flexibilidade”.

Em uma pesquisa recente do Conference Board, 55% dos millennials, definidos como pessoas nascidas entre 1981 e 1996, questionaram a conveniência de retornar ao escritório. Entre os membros da Geração X, nascidos entre 1965 e 1980, 45% tinham dúvidas quanto a voltar, enquanto apenas 36% dos baby boomers, nascidos entre 1946 e 1964, se sentiam da mesma maneira.

E, além disso, a ascensão da variante delta do coronavírus nos últimos dias pode alimentar a resistência entre relutantes de todas as idades.

“Entre as gerações, os millennials são os mais preocupados com sua saúde e bem-estar psicológico”, disse Rebecca L. Ray, vice-presidente executiva de capital humano do Conference Board. “As empresas fariam bem se fossem o mais flexíveis possível.”

Matthew Yeager, de 33 anos, deixou o emprego de desenvolvedor web em uma seguradora em maio, depois que a empresa disse que ele precisava voltar ao escritório porque as taxas de vacinação em sua cidade, Columbus, Ohio, estavam aumentando. Ele limitou sua busca de emprego a oportunidades que ofereciam trabalho totalmente remoto e, em junho, começou em uma empresa de contratação e recursos humanos com sede em Nova York.

“Foi difícil porque eu realmente gostava do meu trabalho e das pessoas com quem trabalhava, mas não queria perder a flexibilidade de poder trabalhar remotamente”, disse Yeager. “O escritório tem muitas distrações, coisas que não existem quando você está trabalhando de casa”.

Yeager disse que também gostaria da opção de trabalhar remotamente em todo e qualquer cargo que venha a considerar no futuro. “Mais empresas deveriam dar a oportunidade para as pessoas trabalharem e serem produtivas da melhor maneira que puderem”, disse ele.

Além da diferença geracional fazendo com que os gerentes procurem maneiras de persuadir os contratados mais jovens a se aventurarem a voltar ao escritório, há outras divisões. Muitos pais e outros cuidadores estão preocupados em sair de casa quando os planos das escolas ainda estão em aberto, uma consideração que afetou desproporcionalmente as mulheres durante a pandemia.

Ao mesmo tempo, muitos trabalhadores mais velhos gostam da flexibilidade de trabalhar em casa depois de anos dentro de um cubículo, mesmo que algumas pessoas na casa dos 20 anos anseiem pela camaradagem do escritório ou pelo dinamismo dos ambientes urbanos.

Vantagens do trabalho presencial

Quando trabalham separados, os funcionários mais jovens perdem a chance de fazer contatos, desenvolver mentores e ganhar uma experiência valiosa observando os colegas de perto, dizem os gerentes veteranos.

Em alguns casos, os millennials mais velhos, como Jonathan Singer, de 37 anos, advogado imobiliário em Portland, Oregon, se veem defendendo a ideia de voltar ao escritório para colegas mais jovens e mais céticos que se acostumaram a trabalhar em casa.

“Como gerente, é muito difícil obter coesão e coleguismo sem estarmos juntos regularmente, e é difícil ser mentor de alguém sem estar no mesmo lugar”, disse Singer. Mas não tem sido fácil persuadir os trabalhadores mais jovens a ver as coisas do seu jeito.

“Com a vantagem que os funcionários têm e a prova de que podem trabalhar em casa, é difícil colocar a pasta de dente de volta no tubo”, disse ele.

Alexander Fleiss, de 38 anos, presidente-executivo da empresa de gestão de investimentos Rebellion Research, disse que alguns funcionários estavam resistindo a voltar ao escritório. Ele espera que a pressão dos colegas e o medo de perder uma promoção por falta de interações face a face atraiam as pessoas de volta.

“Essas pessoas podem perder o emprego por causa da seleção natural”, disse Fleiss. Ele disse que não ficaria surpreso se os trabalhadores começassem a processar as empresas por acharem que foram demitidos por se recusarem a voltar para o escritório.

Fleiss também está tentando convencer os membros de sua equipe de que estão trabalhando em projetos de retorno se concentrando nos benefícios das colaborações cara a cara, mas muitos funcionários preferem continuar com as ligações de Zoom.

“Se é isso que eles querem, é isso que eles querem”, disse ele. “Nos dias de hoje, você não pode forçar ninguém a fazer nada. Você só pode pedir.”

Este artigo foi originalmente publicado no The New York Times. / Tradução de Renato Prelorentzou.

Divórcio de Bill Gates é finalizado na Justiça com bolada que pode ultrapassar US$ 70 bi

Os valores da divisão da fortuna não foram informados nos documentos oficiais, mas o juiz que assinou os papeis do divórcio afirmou que foi uma divisão “justa e equitativa”

A divisão da fortuna pode significar uma soma de aproximadamente US$ 76 bilhões para cada um

O fim do casamento de Bill e Melinda Gates foi oficialmente declarado na última segunda-feira, 2, quando um juiz da King County, em Washington, assinou os documentos relativos ao processo de divórcio do casal mais falado do mundo da tecnologia nos últimos meses. O acordo foi firmado na corte americana e encerra os 27 anos de união com um contrato de “justo e equitativo”, segundo o documento acessado pelo jornal New York Times

Isso pode significar que a divisão da fortuna tenha rendido partes iguais — ou relativamente iguais — às partes, no que pode ser uma soma de aproximadamente US$ 76 bilhões para cada um. Isso porque, de acordo com a Bloomberg, a fortuna estimada do casal girava em torno de US$ 151 bilhões.

O documento assinado na corte, porém, não revela como o acordo foi firmado, mas inclui uma anotação avisando que a decisão da separação de bens tinha acontecido “fora da corte”, indicando que possa ter sido definida no contrato de separação que ambos assinaram quando anunciaram o divórcio, em 3 de maio.  A data inicial para que o divórcio fosse oficializado era apenas em abril de 2022, mas o adiantamento do processo pode ter facilitado a conclusão do acordo.

Ainda, mesmo com o final do processo, Melinda decidiu manter o sobrenome do ex-marido, junto com o seu nome familiar, e passa a ser apresentada como “Melinda French Gates”, algo que a bilionária já estava fazendo, sobretudo nas redes sociais. 

O documento assinado na corte não prevê nem um tipo de pensão conjugal ou para os filhos, uma vez que os três herdeiros do ex-casal já possuem mais de 18 anos. Também não foi revelado quem vai ficar com a Xanadu 2.0, mansão da família em Washington

Fim do casamento… mas não do trabalho

Apesar do divórcio, o ex-casal continuará em contato por conta do trabalho na Fundação Bill e Melinda Gates, organização filantrópica mantida pelos dois. As condições para que isso aconteça, porém, foram bem delimitadas no último mês: se em dois anos a administração conjunta não funcionar, o empresário pode retirar a ex-esposa da instituição, “comprando” a sua parte.

Na época do anúncio, um comunicado da Fundação afirmou que nesse período, os dois diretores estarão focados e comprometidos com o trabalho filantrópico e que destinaram uma nova doação de US$ 15 bilhões para ampliar o trabalho em todo o mundo. 

“Estou profundamente orgulhosa de tudo o que a fundação e seus parceiros realizaram nas últimas duas décadas para nos aproximar de um mundo onde todos, em todos os lugares, têm a chance de viver uma vida saudável e produtiva”, disse Melinda. Acredito profundamente na missão da fundação e permaneço totalmente comprometida como co-presidente de seu trabalho.”

Mesmo com o final do processo, Melinda decidiu manter o sobrenome do ex-marido, junto com o seu nome familiar, e passa a ser apresentada como "Melinda French Gates"
Mesmo com o final do processo, Melinda decidiu manter o sobrenome do ex-marido, junto com o seu nome familiar, e passa a ser apresentada como “Melinda French Gates”

Desde maio, quando Bill e Melinda anunciaram o divórcio, o futuro da Fundação tem sido questionado, do ponto de vista da manutenção e do trabalho de seus presidentes. A diretoria, formada apenas pelos Gates e por Buffett, sentiu o peso de dividir o conselho apenas entre o casal divorciado depois da saída do bilionário, o que fez o CEO Mark Suzman anunciar que estava pesquisando nomes para compor a liderança da instituição. 

O principal discurso de Bill e Melinda na separação foi o comprometimento com a Fundação e a promessa de que a instituição não sofreria os impactos da decisão do casal. 

Escândalos no caminho

O processo de três meses desde o anúncio da separação até a assinatura definitiva na corte passou por diversos escândalos envolvendo Bill Gates e sua reputação revelada durante e após seus tempos de Microsoft. Os casos de traição, assédio e da amizade com o criminoso sexual Jeffrey Epstein deixaram Gates à margem da sua imagem de “bom velhinho” e despertaram os holofotes para um outro lado do empresário — que já existia, segundo diversas matérias do jornal New York Times

Uma das primeiras histórias que veio a público como possível adicional para a separação foi a amizade de Bill Gates com Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais. A amizade de Gates com Epstein não agradava Melinda, que expressou o sentimento ao então marido. Ainda assim, Bill Gates continuou as visitas ao criminoso, que se estendiam desde 2008, com estadias na casa de Epstein em Manhattan. O episódio levou Melinda a ligar diversas vezes para seu advogado em 2019 e pedir orientação sobre o divórcio, afirmando que o “casamento já estava quebrado” — mesma expressão que usou no contrato de separação que assinou com Gates.

Segundo o jornal Wall Street Journal, Gates também esteve envolvido em uma série de denúncias de assédio por parte de funcionárias da Microsoft e da Fundação. Por um desses casos, o jornal publicou que o empresário havia sido afastado da diretoria da Microsoft em 2020, em uma investigação interna que o acusava de ter tido um relacionamento sexual com uma das funcionárias da empresa. 

O relacionamento considerado inadequado pela empresa aconteceu nos anos 2000, quando Gates ainda era presidente executivo da Microsoft. Na época, o empresário já era casado com Melinda — a união foi oficializada em 1994. Uma investigação sobre o caso se iniciou no final de 2019 e Gates deixou a diretoria em março de 2020, antes da ação ser concluída. A sua assessoria, porém, negou que seu afastamento tenha tido qualquer relação com o caso.

Top 10 Spitfire Libraries for Film Scoring

Spitfire Audio co-founder and experienced media composer Paul Thomson takes you through his favourite patches from the top 10 libraries he just couldn’t live without!

O co-fundador da Spitfire Audio e compositor de mídia experiente, Paul Thomson, mostra seus patches favoritos das 10 principais bibliotecas sem as quais ele simplesmente não poderia viver!

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00:00 – Intro 00:30 – Abbey Road One 04:31 – BBCSO 08:47 – Hans Zimmer Piano 12:18 – Albion ONE 15:12 – Kepler Orchestra 18:00 – Spitfire Solo Strings 19:58 – Spitfire Chamber Strings 22:25 – Spitfire Symphony Orchestra 25:38 – Glass and Steel 28:57 – Eric Whitacre 31:17 – Hans Zimmer Strings

No Shade – YUI / August 4 / 4pm-5pm

No Shade – YUI / August 4 / 4pm-5pm

Netflix lança segunda temporada de ‘Control Z’; veja trailer

Série mexicana, ambientada em uma escola, mostra as complicações entre os alunos provocadas por hacker

Série mexicana ‘Control Z’ estreia segunda temporada na Netflix.
  Foto: Netflix

Netflix lança nesta quarta-feira, 4, a segunda temporada da série mexicana Control Z. A trama, criada por Carlos Quintanilla Sakar, Adriana Pelusi e Miguel García Moreno, acompanha uma nova investigação entre os alunos da Escola Nacional, na Cidade do México, que inicia mais um semestre de aulas.

Na primeira temporada, um hacker agiu na escola, provocando brigas e ações de bullying entre os alunos. Nesta nova fase, os amigos Sofía (Ana Becerril), Javier (Michael Ronda) e Raúl (Yankel Stevan) buscam se vingar de Gerry (Patricio Gallardo), culpado pela morte de Luis (Luis Curiel) e foragido desde então. Até que um estranho assume as redes sociais de Luis e começa a ameaçar com vingança a quem fez de sua vida um inferno.

Nessa nova fase, Control Z traz o slogan: “Você não pode enterrar o passado, mas ele pode enterrar você”, anuncia o cartaz divulgado pela Netflix. 

A primeira temporada da série conquistou amplo sucesso – lançada em maio de 2020, atingiu o top 10 em 64 países, incluindo Brasil, México, Espanha, França e Estados Unidos. Por causa disso, a confirmação da segunda temporada surgiu apenas uma semana após o lançamento.

Assista ao trailer:

Cenas fortes de fofura: a galera descobriu que Rayssa Leal e Sky Brown são amigas

Sky Brown e Rayssa Leal

Medalha de prata em Tóquio, a Fadinha do Skate chorou de emoção ao ver a BFF britânica levar o bronze em outra prova do esporte e ainda mandou um recadinho: “estou tão orgulhosa de você!”. O pessoal não perdeu tempo e encheu a timeline de fotos e vídeos das duas campeãs olímpicas!