Uma olhada no moderno escritório da Bridgepoint em Londres, Inglaterra

A gestora de fundos Bridgepoint contratou o estúdio de design de locais de trabalho Peldon Rose para projetar seu novo escritório em Londres, Inglaterra.

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Corridor

“Assim que você entra no espaço, você sabe que está na Bridgepoint Credit. Visitantes e funcionários são recebidos pelo logotipo ousado, combinado suavemente com iluminação triangular e tons suaves que refletem a paleta da marca. Esta característica de design angular é ainda mais entrelaçada dentro do espaço através de detalhes sutis de parede em azul frio e cinza suave e fortes, cortinas leves de declaração. O plano de espaço separa as diferentes atividades de negócios, mantendo a equipe conectada. Na seção inferior do piso em forma de L, as salas de reunião e diretoria ficam ao lado de assentos macios e áreas fechadas, onde discussões mais informais, porém privadas, podem ocorrer com os clientes.

Viajando ao longo do espaço linear a partir das zonas de encontro formalizadas, uma troca de energia ocorre quando os visitantes são recebidos no ponto de chá central. Ladeado por uma parede inteira de janelas, a luz natural inunda o espaço criando uma atmosfera acolhedora e aberta. Bancos e banquetas altos ficam ao lado das janelas, oferecendo um local para os funcionários se reunirem para momentos de colaboração e interação espontânea. Por último, a área de mesa de plano aberto incentiva os colegas a se reunirem para realizar tarefas diárias em estações de trabalho individuais. A maior seção da placa de piso é emparelhada com janelas adicionais em ambos os lados, o que contribui para um ambiente de trabalho luminoso e acolhedor.

É importante ressaltar que o espaço atende a diferentes atividades e necessidades dos funcionários. Apoiando uma cultura de abertura e transparência, o escritório executivo fica ao lado das estações de trabalho de plano aberto, separado por uma parede de vidro translúcida com detalhes de manifestação geométrica. O resultado é um espaço privado que ainda permanece aberto e acessível a toda a equipe. Para os momentos necessários de discrição para a equipe mais ampla, cabines telefônicas fechadas oferecem confidencialidade, enquanto áreas de poltronas macias oferecem zonas para trabalho tranquilo, separadas do zumbido da atividade por paredes angulares.

Fornecer um local de trabalho que apoiasse adequadamente a equipe em crescimento foi um elemento-chave do briefing. O investimento da Bridgepoint em um conjunto completo de móveis novos reflete o compromisso de atender às necessidades ergonômicas da força de trabalho. Os sofás confortáveis ​​em áreas de descanso combinam-se com cadeiras de trabalho robustas e estações de trabalho de alta qualidade que apoiam adequadamente todos os funcionários.

Da mesma forma, a instalação de chuveiros, armários e armários altos para guardar roupas permitem que os funcionários cuidem de seu próprio bem-estar, oferecendo a chance de se locomover ativamente de e para o espaço ”, diz Peldon Rose.

  • Location: London, England
  • Date completed: 2021
  • Size: 10,000 square feet
  • Design: Peldon Rose
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Collaborative space
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Collaborative space
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Meeting room
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Workspace
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Lounge
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Meeting room
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Conference room
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Open-plan workspace

Novos fones ANC da Logitech são ideais para videoconferências

São os primeiros fones certificados para o Google Meet, o Microsoft Teams e o Zoom

Logitech anunciou esta semana uma nova opção de fones de ouvido Bluetooth para uso profissional: o Zone True Wireless. Com um design discreto, eles têm a intenção de substituírem aqueles headsets muito usados em escritórios e recepções, e ainda contam com alguns diferenciais perfeitos para quem faz muitas videoconferências.

O Zone True Wireless possui todos os recursos já esperados em fones de ouvido neste segmento: construção premium, design intra-auricular, certificação IP68, Bluetooth 5.0, seis microfones para cancelamento ativo de ruído, modo transparência e drivers de 12mm que garantem uma reprodução sonora imersiva — ideal para ambientes de trabalho movimentados.

Logitech Zone True Wireless

De fato, o Zone True Wireless foi pensado para o público profissional. Estes são os primeiros fones sem fio certificados para utilização em programas de videoconferência como o Google Meet, o Microsoft Teams e o Zoom — cujo uso, no último ano, cresceu 2,5x.

Logitech Zone True Wireless

Além de se conectarem facilmente a esses apps, os fones apresentam uma ótima qualidade de voz para ligações e são perfeitos para videoconferências por conta do seu botão dedicado para silenciar o microfone.

Logitech Zone True Wireless explodida

Graças à combinação de seis microfones integrados, a Logitech garante que sua voz soará cristalina, mesmo em ambientes barulhentos. Um dos microfones faz a captura da voz por condução óssea e, combinado com o tecido que ajuda a eliminar o ruído de vento e de outros barulhos externos, oferece som de qualidade profissional.

A partir do aplicativo Logi Tune, é possível configurar várias opções de cancelamento e ganho dos microfones.


É possível conectá-los de forma simultânea a um smartphone e a um computador usando o Bluetooth 5.0 ou um receptor wireless USB-A, incluso na caixa — provendo, assim, uma conexão ainda mais estável entre os fones e o computador. É possível, também, conectar um dos lados dos fones ao laptop e o outro a um smartphone.

Logitech Zone True Wireless mesa

A autonomia dos fones com ANC ligado é de seis horas para conferências e de nove horas para reprodução de áudios. O estojo de recarga pode ser recarregado via USB-C ou sem fio (padrão Qi). Além disso, o estojo ainda oferece até duas cargas e meia aos fones e, caso você precise de uma carga rápida, cinco minutos no estojo se traduzem em uma hora extra de conversa.

Logitech Zone True Wireless

A proposta do Zone True Wireless é ser uma opção discreta e elegante, ideal para profissionais que participam de muitas videoconferências. Por enquanto, ainda não sabemos se/quando os fones chegarão ao Brasil; nos Estados Unidos, eles estarão disponíveis no final do ano por US$300 (nas cores rosa e grafite).

A Logitech ainda anunciou uma opção de fones de ouvido com fio por US$100, também com um design discreto, microfone com cancelamento de ruído e a mesma certificação para apps de videoconferência.

VIA CNET

Nova temporada de ‘In treatment’, da HBO, merece toda a sua atenção

PATRÍCIA KOGUT

Uzo Aduba em ‘In treatment’ (Foto: HBO)

Quem acompanha as séries sabe que de vez em quando aparece uma dramaturgia fundadora. Essas produções não têm necessariamente grande qualidade, mas primam pela originalidade e pelo frescor. “Lost” é um exemplo disso. A israelense “Be tipul”, criada por Hagai Levi em 2005, outro. Ela lançou um estilo narrativo — sem dizer que seu texto é brilhante. Não à toa, segue sendo adaptada no mundo todo. Aqui, é “Sessão de terapia”, estrelada e dirigida pelo talentoso Selton Mello. Toda essa introdução é para dizer que, depois de um hiato de mais de uma década, a versão americana, “In treatment”, voltou ao ar e merece a sua atenção. Ela está na HBO e no Now.

O elenco foi renovado. Gabriel Byrne já não interpreta o psicanalista. A protagonista agora é Uzo Aduba. De saída, é preciso dizer que a atriz está indicada ao Emmy por seu trabalho como a Dr. Brooke Taylor. Com justiça. A trama, antes ambientada em Baltimore, agora se passa em Los Angeles. Como a ação se desenrola na pandemia, há atendimentos presenciais e outros por Zoom. A cinematografia, no entanto, não tem nada da precariedades de algumas das produções feitas no isolamento. O cenário é a espaçosa casa da personagem, com vista para a cidade.

Na segunda-feira, a médica atende Eladio (Anthony Ramos), personagem latino que trabalha como assistente de saúde domiciliar. No dia seguinte é a vez de Colin (John Benjamin Hickey), um empresário de tecnologia que está saindo da cadeia por fraude. Por aí vai. São dramas variados e todos eles atraentes.

Com tecnologia, startup Safespace quer resolver ‘má conduta’ em ambientes de trabalho

Empresa aposta em inovações para aperfeiçoar ferramentas capazes de estimular que os relatos de má conduta em empresas se tornem, de fato, registros oficiais
Por Jayanne Rodrigues, especial para o Estadão/Broadcast – O Estado de S. Paulo

Na plataforma Safespace, as fundadoras criaram um canal de escuta que funciona em tempo real
Na plataforma Safespace, as fundadoras criaram um canal de escuta que funciona em tempo real

Em meio ao avanço nas denúncias e na publicidade de casos de abusos no ambiente corporativo, quatro amigas decidiram se unir para transformar o tema num negócio. Em 11 meses de atividade, a plataforma Safespace conquistou clientes como Creditas e NotCo, aportes de investidores como o do fundador da 99 e avançou em inovações para aperfeiçoar ferramentas capazes de estimular que os relatos de má conduta em empresas se tornem, de fato, registros oficiais.

Giovana Sasso, Natalie Zarzur, Rafaela Frankenthal e Claudia Farias trabalhavam em áreas como marketing, tecnologia e comunicação. Perceberam o negócio em potencial ao avaliar a fragilidade dos modelos de canais de denúncias no mercado, instrumento usado pelas áreas de conformidade (compliance) das companhias.

As ferramentas eram ultrapassadas, pouco eficientes e com baixo uso de tecnologia, como ligações e formulários, na visão das empreendedoras. “Precisamos construir confiança para que a pessoa queira se manifestar dentro da empresa antes de buscar qualquer apoio externo”, afirma a co-fundadora da Safespace Rafaela Frankenthal, que obteve referências após o mestrado em estudos de gênero em Londres.

O investimento inicial partiu do próprio bolso das fundadoras. Mas logo o projeto chamou a atenção e atraiu o suporte de 11 investidores-anjos, entre os quais Luciana Caletti, fundadora do antigo Love Mondays, Mariana Dias, CEO da Gupy, Ariel Lambrecht, fundador da 99 e Ann Williams, COO da Creditas.

A primeira captação institucional se deu pelo fundo Maya Capital, de Lara Lemann e Mônica Saggioro. A gestora da dupla investe em 28 startups, como Oico, Trybe, Zubale, Theia e Kovi.

Embora seja uma novata, a empresa vem crescendo em ritmo acelerado. Já conta com 40 clientes, entre médias e grandes empresas, e pretende triplicar de tamanho até o fim do ano.

Como funciona

Na plataforma Safespace, as fundadoras criaram um canal de escuta que funciona em tempo real e permite que a pessoa assediada descreva o fato por meio de perguntas geradas pelo sistema. Elas podem ser respondidas de forma anônima ou nominal.

Também é possível acompanhar o status do processo, desde a etapa de análise até a fase em que foi solucionado, com a validação que o ID do computador do usuário não vai ser localizado. Caso a pessoa ainda não esteja segura para enviar a denúncia, existe a possibilidade de arquivar o relato e enviar em outro momento.

Ao evidenciar um problema estrutural, em que muitas vezes quem denuncia tem medo de ser hostilizada por aqueles que ocupam cargos de poder, as fundadoras criaram uma nova ferramenta que permite ao denunciante saber se houve outro relato semelhante sobre o denunciado. Ao ser notificada de um novo relato, a primeira denunciante tem então a opção de formalizar o registro no canal.

“Se a gente consegue garantir para a pessoa que o relato dela só vai ser enviado se ela não tiver sozinha, a chance dela ter confiança para seguir é muito maior”, diz Frankenthal. Segundo ela, o novo modelo pode encorajar as denunciantes a se identificarem no registro.

Com as ferramentas dinâmicas, a empresa diz alcançar um índice de resolução seis vezes maior se comparado a outros canais de denúncias tradicionais.

O foco inicial é vencer a primeira barreira e garantir o registro. Uma pesquisa feita pelo LinkedIn em parceria com Think Eva, com 381 mulheres, revelou que 47% afirmaram ter sofrido algum tipo de violência durante a carreira.

Casos de repercussão nacional e internacional revelam a dificuldade das empresas em lidar com os relatos, como o recente episódio envolvendo o núcleo de humor da Globo, em que a acusação enfrentou barreiras dentro da instituição. Ou até mesmo do mundo de Hollywood, com o movimento #MeToo.

Vulneráveis

Em 2020, com parte da população em home office, o Ministério Público do Trabalho recebeu 4.826 denúncias de assédio moral no País, uma redução de 36% se comparado ao ano anterior. Mas a redução dos casos não significa um avanço. “Estar num ambiente digital não inviabiliza a ocorrência de assédio”, afirma Louize Oliveira, advogada e fundadora da SafePlace, plataforma digital com o objetivo de reduzir desigualdades de gênero no ambiente de trabalho.

Por isso, é necessário identificar a tipificação do assédio no home office. A equiparação salarial e a quantidade exagerada de atividades para além da função que o funcionário ocupa, são exemplos. “Isso revela um desnivelamento em relação a seus pares. Já vi processos trabalhistas que foram julgados entendendo que esse comportamento foi assédio moral.”

Segundo a advogada, o primeiro passo é que as empresas discutam os valores de maneira transparente. “Eu vejo os canais de denúncia como uma ferramenta dentro de um processo que é maior que isso”. Ela também considera que é indispensável ter, aliado ao compliance, um comitê de ética autônomo na empresa, “para que a investigação seja imparcial e que possa realizar a pesquisa de maneira sigilosa trazendo evidências”.

Repensar a cultura corporativa atinge diretamente a eficácia dos canais de escuta. “O canal é importante, mas sozinho não vai resolver o problema”, afirma a advogada.

Sem esse “match” entre ética, RH e compliance, a empresa pode ter impactos negativos. “Além de medidas judiciais que podem corroborar a responsabilidade do empregador, gera um dano de marca gigantesco em relação à sociedade”, diz Oliveira. Isso significa investimento alto para recuperar a imagem no mercado.

O trabalho para evitar esse risco passa por encarar o tema de frente na cultura corporativa. “Não podemos ver a denúncia como algo negativo, a empresa tem que ter uma postura pró-ativa. Hoje, os nossos clientes respondem a um relato em menos de 24 horas”, afirma Renata Frankenthal.

Ralph & Russo | Spring Summer 2021 | Full Show

Ralph & Russo | Spring Summer 2021 by Tamara Ralph | Phygital Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week)

Last One Standing – Elle UK September 2021 – Ramla Ali By Meinke Klein 

Last One Standing   —   Elle UK September 2021   —   www.elleuk.com

Photography: Meinke Klein Model: Ramla Ali Styling: Aurelia Donaldson Hair: Stefan Bertin Make-Up: Jenny Coombs Manicure: Michelle Humphrey Set Design: Phoebe Shakespeare

NEVER TOO SMALL 44sqm/473sqft Small House – Milkman’s Cottage

Airbnb Host Matt Cooper’s heritage-listed cottage was transformed from a dark and cramped space into one that is bright, airy and surprisingly spacious. If you have an architectural gem you’re interested in hosting head to http://airbnb.vaz6fn.net/NEVERTOOSMALL.

O chalé do Airbnb Host Matt Cooper, listado como patrimônio, foi transformado de um espaço escuro e apertado em um que é claro, arejado e surpreendentemente espaçoso. Se você tem uma joia arquitetônica que está interessado em hospedar, acesse http://airbnb.vaz6fn.net/NEVERTOOSMALL

Produced by: Newmac
Creator: Colin Chee
Producer: Lindsay Barnard
Camera/Editor: Colin Chee
Music: Upsidedown by Dear Gravity

Rick Owens | Spring Summer 2021 | Full Show

Rick Owens | Spring Summer 2021 by Richard Saturnino Owens | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/Multi Camera – Detailed/1080p – PFW/Paris Fashion Week – Plage du Lido/Venice)

Lady Gaga e Tony Bennett emocionam em show para vacinados em Nova York

Apresentação precede ‘Love for Sale’, segundo álbum do dueto, que será lançado em outubro
Vinícius de La Rocha

NOVO CLIPE DE TONY BENNETT E LADY GAGA
Imagens do novo clipe de Lady Gaga com Tony Bennett – Divulgação

NOVA YORK – Com entrada permitida apenas para pessoas imunizadas contra a Covid-19, Tony Bennett e Lady Gaga fizeram história na terça-feira no icônico Radio City Music Hall, em Nova York. Passava das 20h45 quando as cortinas do palco subiram para o primeiro de dois shows que os cantores realizam na cidade.

O outro acontece nesta quinta-feira. A apresentação precede o segundo álbum do dueto, “Love for Sale”, que será lançado no mês de outubro. Do lado de fora, manifestantes antivacina protestavam, comparando a vacinação a práticas nazistas e afirmando viver um “apartheid sanitário”.

O show, chamado “One Last Time: An Evening With Tony Bennett and Lady Gaga”, também marcou a comemoração do aniversário de 95 anos do cantor, que em fevereiro deste ano revelou enfrentar o Alzheimer desde 2016.

Foi o primeiro concerto no Radio City depois da reabertura pós-pandemia. E também o primeiro show na era Covid para a maior parte do público presente. O uso de máscara não era obrigatório, mas cerca de metade das pessoas usava o acessório.

A capacidade de lotação do espaço estava liberada, ou seja, não havia distanciamento social, o que trouxe ao evento um ar pré-pandêmico. A entrada com celulares era proibida, já que a apresentação estava sendo gravada para um especial de TV. Assim, os registros fotográficos do dia histórico são raríssimos.

“A única razão de eu estar aqui hoje é por Tony Bennett”, disse Gaga, que, vestida de branco, abriu a noite com “Luck Be a Lady” e “Orange Colored Sky”. A primeira hora do show foi só dela. No palco, além de sua banda composta por cinco músicos, havia uma orquestra com cerca de 40 pessoas. Pequenas mesas com convidados dispostas dos dois lados do palco davam um clima de “clube de jazz” ao espetáculo.

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Grupo protesta contra exigência de vacina para show de Lady Gaga e Tony Bennett em Nova York – Vinícius de La Rocha

Enquanto na rua os negacionistas americanos gritavam, no palco a camaleônica cantora, sempre interagindo e brincando com os músicos, dedicava a bela “What a Difference a Day Makes” a todos os médicos, enfermeiros e ao público presente. “Todos nós sabemos que acabamos de passar por pelo menos um ano e meio de Covid, e na verdade ainda estamos passando por isso. Então essa música é também para você que teve a coragem de vir aqui hoje”.

Foram vários os pontos altos de sua apresentação, mas vale destacar dois momentos –a francesa “La Vie en Rose”, que Gaga interpretou no filme “Nasce uma Estrela”, e “New York, New York”. A primeira ela dedicou a sua irmã, a estilista Natali Germanotta, que estava na plateia. A cantora desceu do palco e foi para o meio do público cantar na frente dela. “Desculpa, eu tive que ir cantar para a minha irmã. Algumas coisas são mais importantes que o show business”, disse ao retornar.

A segunda canção foi a deixa para chamar Bennett ao palco. “Ele é meu amigo, meu companheiro musical, ele é o maior cantor do mundo”, reverenciou. E então se baixaram as cortinas. E quando elas se ergueram outra vez, lá estava ele, Tony Bennett.

Em pé e se apoiando no piano de sua banda de jazz, ele parecia instável. Mas era só impressão. Com alma, energia e brilho, o cantor nova-iorquino nascido no Queens mostrou que a doença não tem sido um empecilho para ele. Bennett percorreu clássicos como “One More for My Baby”, “Smile”, “When You’re Smiling” e “Fly Me to the Moon”.

Aos 95 anos de idade, sua voz segue forte e afinada, e ele parecia entregue ao momento. Falando pouco, o cantor mandava um “muito obrigado” entre uma música e outra. E seus frequentes beijos e abraços para o público e o polegar para cima demonstravam que ele sabe muito bem o quanto é amado. A cada fim de música, a plateia levantava para aplaudir de pé. Foi bonito.

Lady Gaga, também nascida em Nova York, voltou ao palco para o “Parabéns a Você” e ficou para cantar mais três músicas com Bennett, “The Lady Is a Tramp”, “Anything Goes” and “It Don’t Mean a Thing (If It Ain’t Got That Swing)”. Para encerrar a noite já considerada clássica, Bennett fechou com “I Left My Heart in San Francisco”.

Reverenciando mais uma vez o mestre, Gaga pediu outra rodada de aplausos, deu um beijo em sua bochecha e saiu do palco de mãos dadas com Bennett. Enquanto isso, na rua, já não havia mais protestos.