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Nasdaq exige diversidade em conselhos e põe empresas brasileiras na mira

XP, Afya, Stone e outras listadas na Bolsa dos EUA deverão se adequar a regra que exige 2 integrantes de grupos minorizados; regra deve refletir no mercado, veem especialistas
Marina Dayrell, O Estado de S.Paulo

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Abertura de capital da Afya Educacional na Nasdaq, em 2019. Foto: Libby Greene

Na última semana, a SEC – órgão norte-americano equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – aprovou uma proposta que obriga as empresas listadas na Nasdaq a adotar e divulgar ações de ampliação de diversidade em seus conselhos de administração. Para especialistas, a medida pode refletir não apenas nas corporações brasileiras que operam na bolsa norte-americana, mas também no mercado corporativo como um todo. 

Com a decisão, as empresas devem ter, no mínimo, dois diretores considerados diversos – sendo uma mulher e outro pertencente a um grupo minorizado, como negros ou LGBTI+. Aquelas que não atingirem o critério devem explicar o motivo por não fazê-lo. Para as estrangeiras, as regras são um pouco mais flexíveis, podendo preencher as duas vagas com mulheres, por exemplo. As empresas têm de dois a cinco anos para cumprir as medidas.

A proposta foi apresentada pela Nasdaq em dezembro de 2020, com o objetivo de aumentar a transparência e a confiança dos investidores de que as companhias listadas consideram a diversidade no momento de selecionar diretores. Em nota, na época, a Nasdaq lembrou que há dezenas de estudos que associam um melhor desempenho financeiro à governança diversa. De acordo uma pesquisa realizada pela Bolsa, cerca de 75% das empresas listadas não atendem ao novo critério. 

Agora, com a aprovação da proposta neste mês de agosto, o presidente da SEC, Gary Gensler, disse em comunicado: “Essas regras permitirão que os investidores obtenham uma melhor compreensão da abordagem das empresas listadas na Nasdaq em relação à diversidade do conselho”.

Para a consultora de diversidade Ana Bavon, a decisão mostra a empresas de todo o mundo que diversidade não é uma questão apenas ligada aos recursos humanos. “A inclusão precisa ser uma nova forma de fazer negócios. Vai ser preciso divulgar os dados das pessoas que compõem os conselhos para que a gente possa ter mais segurança nos investimentos em empresas de capital aberto, conectados com a agenda ESG”, diz a CEO da B4People Cultura Inclusiva.

Entre as cerca de 3 mil companhias listadas na Nasdaq, há, ao menos, 9 brasileiras, como XP Inc., Stone, Afya Educacional, Arco Educação, Vinci Partners, Pátria, Vasta Platform, Vitru Educação e Zenvia. Por aqui, diante dos debates sobre diversidade, inclusão e ESG (sigla para princípios sociais, ambientais e de governança), a decisão não foi encarada com surpresa.

“Tanto a Nasdaq quanto vários investidores estrangeiros já começaram a ter decisões como essa de estabelecer um mínimo de diversidade nos conselhos para que a companhia possa ser listada. A Nasdaq está à frente desses movimentos, tem uma CEO mulher (Adena Friedman) e um compromisso com diversidade”, conta Renata Couto, diretora de Relações com Investidores da Afya Educacional (grupo de educação em medicina).

A empresa, que surgiu da fusão das companhias NRE Participações S.A. e Medcel, em 2019, abriu oferta pública de ações (IPO) na Nasdaq no mesmo ano. Entre os 11 membros do conselho, há duas mulheres – número que preenche a regra estabelecida pela Bolsa norte-americana. O feito permitiu a empresa a se filiar ao Women on Board, selo apoiado pela ONU Mulheres, que reconhece empresas que possuem duas ou mais mulheres nos conselhos.

Hoje, a sua composição em relação ao gênero é de 55% mulheres e 45% homens. Nos próximos dias, eles irão anunciar um compromisso público com o Pacto Global da ONU em estabelecer a meta de 50% de mulheres em cargos de alta liderança (a partir de gerência sênior) até 2030.

“O conselho administrativo vai refletir diretamente todas as ações estratégicas da companhia. A gente atinge públicos diversos, sejam médicos ou alunos, então faz todo sentido ter vários olhares na hora de tomar uma decisão de negócio”, completa Renata. 

Outra brasileira listada na Nasdaq, a XP Inc. informou, em nota, que apoia a medida. “A companhia mantém uma série de iniciativas relacionadas à promoção da diversidade em seu quadro de colaboradores. O compromisso público da XP Inc. de ter pelo menos 50% de mulheres em todos os níveis hierárquicos, até 2025, é um exemplo.” 

Entre os 12 membros do conselho da XP, hoje, há apenas uma mulher. A empresa informou que pretende cumprir os requisitos dentro do prazo estabelecido.

No caso da Arco Educação, segundo a empresa informou em nota, atualmente 38% dos integrantes do ‘board’ são mulheres. “A Arco Educação apoia a atuação da Nasdaq Inc. em fomentar a inclusão de mulheres e de minorias nos conselhos de empresas. Atualmente, contamos com três mulheres em nosso conselho e teremos outra representação de minorias até 2025.”

Já a Zenvia informa que seu conselho possui uma integrante mulher, Ana Novaes, e que “brevemente será decidido quem será a outra pessoa que representará a diversidade no board da empresa”. Além do conselho, a companhia diz ter 43% de mulheres em seu quadro de colaboradores, sendo 38% em postos de liderança (dados não consideram as aquisições Sirena e D1).

Procurada, a Stone não quis se pronunciar. As demais empresas não se manifestaram até o fechamento desta reportagem. 

O reflexo da diversidade

Por se tratar de decisão de uma das maiores Bolsas de Valores do mundo, a expectativa é que a medida tenha reflexos até mesmo nas empresas que não estão listadas na Nasdaq, avaliam os especialistas.

“Quando a gente fala de empresas de capital fechado, ou seja, que não estão listadas em Bolsa, mas que têm pretensão de abrir o IPO, elas já vão precisar entrar adaptadas. Muito embora a Nasdaq tenha dado uma certa flexibilidade para empresas de outros países, ainda assim elas vão precisar de adequação nesses próximos anos para serem completamente transparentes em relação aos nossos conselhos”, explica Ana Bavon.

É esperado também que outras Bolsas do mundo acompanhem a decisão. “Se a SEC dá aval para a Nasdaq exigir diversidade no conselho, isso daqui a pouco vai acontecer na nossa B3 (Bolsa de Valores de São Paulo) e em todas as outras bolsas, porque é uma tendência global. Estamos sobrepondo um paradigma obsoleto e excludente e entrando em um novo que conecta as coisas.”

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Lisiane Lemos, cofundadora do Conselheira 101, programa que estimula a inserção de profissionais negras em conselhos administrativos. Foto: Paulo Barros

Procurada, a B3 se manifestou em nota afirmando que tem papel ativo na indução de boas práticas de ESG e na criação de indicadores, como o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), que permite mapear a evolução das empresas em suas práticas.

“Isso se reflete fortemente no ISE, que traz perguntas sobre diversidade e inclusão desde sua primeira metodologia, lançada em 2005, e vem evoluindo seu questionário para torná-lo mais abrangente”, informa a B3. “A transparência dada às respostas cria a possibilidade de comparação entre as companhias, incentiva a adoção e aprimoramento de boas práticas e ajuda o investidor em sua análise. Assim, reconhecemos avanços e acreditamos que é possível acelerar essa jornada por meio de ações que apoiem a trajetória das empresas abertas nos moldes do que já vem sendo feito em parceria com reguladores, mercado e pela crescente exigência de investidores.”

Os números nos conselhos do Brasil

No Brasil, a presença de grupos minorizados nos conselhos ainda é um grande desafio. De acordo com o Estudo de Conselhos de Administração 2020, feito pela consultoria organizacional Korn Ferry, as mulheres são apenas 14% dos conselhos das organizações brasileiras. Das 81 empresas analisadas, apenas três possuem mulheres como presidentes de conselho. Os setores que têm maior presença feminina nas cadeiras são consumo, varejo e tecnologia.

O número de mulheres nos conselhos brasileiros cresceu desde 2014, quando elas eram 7%, mas ainda está abaixo das práticas internacionais. Na Europa, por exemplo, o índice chega a 30%. 

“Eu espero que a decisão da SEC com a Nasdaq sirva de referência para que a CVM possa implantar algo parecido no Brasil. Quando a gente pensa nas empresas que compõem os índices IBOV, Small Caps e IBrX, elas deveriam ter um olhar maior sobre a questão da diversidade e inclusão. É uma grande oportunidade para ter diversidade nos conselhos, não só de gênero, mas também racial e da comunidade LGBTI+. Precisa cada vez menos partir de boa vontade das empresas e ser algo regulamentado”, diz Jandaraci Araújo, executiva do mercado financeiro e cofundadora do Conselheira 101, programa que estimula a inserção de profissionais negras em conselhos administrativos.

A presença de profissionais negros na alta liderança das empresas brasileiras é ainda menor: eles são apenas 4%. Com o recorte de raça e gênero, a situação é pior: 0,4%. No fim do ano passado, a executiva Rachel Maia se tornou a primeira mulher negra a ser parte do conselho de uma empresa brasileira, quando passou a ocupar uma cadeira no Grupo Soma. 

Para a advogada Lisiane Lemos, que dirige o Conselheira 101 ao lado de Jandaraci, a mensagem que a decisão passa para o Brasil é de que as ações afirmativas vão além de uma política de cotas e que nada é definitivo: novos tempos exigem novos comportamentos.

“É pensar no impacto no ecossistema, liderar a partir de valores e desenvolver através do exemplo. Acredito que no Brasil estamos no início desta jornada e que o próximo passo seja preparar as nossas organizações para liderar o movimento em vez de sermos impactados a ponto de agir sob uma ótica de redução de danos.”

Defected Radio Show hosted by Monki – 13.08.21

Defected 2021: defstream.lnk.to/Defected2021

  1. Spiller feat. Sophie Ellis-Bextor – Groovejet (If This Ain’t Love) (Purple Disco Machine Remix) [Defected]
  2. Marco Faraone feat. Lolita Leopard – My Name [Defected]
  3. Yass & David Penn – Can’t Live Without You [Urbana Records]
  4. Ferreck Dawn X Jem Cooke – Back Tomorrow [Defected]
  5. AmyElle – Feel the Heat (Kyle Walker Remix) [Another Rhythm]
  6. Vintage Culture, Fancy Inc & Roland Clark – Free [Catch & Release]
  7. Most Rated: Hilit Kolet feat. Kay Elizabeth – Techno Disco [Defected]
  8. Austin Ato – Work [Classic Music Company]
  9. 4 To the Floor: Deetron – Starblazer (Bonus Track) [Music Man Records]
  10. Melé – Groove La Afrika [Club Bad]
  11. Tony Touch – Sacude (Louie Vega Brooklyn Mix) [Vega Records]
  12. Kormak – Baybee [D-VINE Sounds]
  13. Alaia & Gallo & Michelle Weeks – I’m Going Up (Qubiko Remix) [Milk & Sugar Recordings]
  14. Paul Johnson – Hear The Music [Peacefrog Records]

The Eternal Optimist – Vogue India August 2021 – Salma Hayek By Jackie Nickerson 

The Eternal Optimist   —   Vogue India August 2021   —   www.vogue.in

Photography: Jackie Nickerson Model: Salma Hayek Styling: Priyanka Kapadia & Annabelle Harron Hair: Samantha Hillerby Make-Up: Nikki Wolff Manicure: Kate Williamson

Veja algumas dicas de filmes para assistir e passar muito medo nesta sexta-feira 13

Clássicos do terror italiano de diretores como Mario Bava e Dario Argento estão disponíveis no streaming
Inácio Araujo

Daliah Lavi em cena de ‘O Chicote e o Corpo’ (1963), de Mario Bava

SÃO PAULO – Se há uma coisa que o cinema italiano sempre soube foi criar ou recriar gêneros populares no cinema. Do faroeste ao peplum (as produções histórico-mitológicas), sem esquecer o melodrama, souberam se adaptar ao mundo e de certa forma adaptar o mundo a seu modo de ser.

Ah, sim, e no terror também se destacaram. Dos três filmes que o streaming Belas Artes à La Carte propõe para estrear nesta sexta-feira 13, dois são italianos. O mais autêntico horror vem de “O Chicote e o Corpo”, de Mario Bava (1963). Bava foi um grande fotógrafo e as virtudes de seu filme passam, antes de tudo, pela iluminação, de que extrai tudo que pode.

Mas, nessa história de mortos-vivos, em que Christopher Lee faz o indesejado Kurt, que volta ao castelo familiar cheio de rancores, o lado perverso das personagens se mostra com clareza pouco usual. Kurt e sua amada Nevenka, papel de Daliah Lavi, entretêm uma relação sadomasoquista, mas Nevenka teve de se casar com o irmão de Christian, enquanto Kurt ficou com o papel de renegado.

A culpa permeia toda a história. Há um tanto de catolicismo nisso, um tanto de apego à ideia de família. Mas, claro, o amor entre Nevenka e Kurt romperá as barreiras da vida, no que se assemelha vagamente a “O Morro dos Ventos Uivantes”. Vence as barreiras da vida, mas eis que de alguma maneira os mortos voltam. Os mortos-vivos é que dão as tintas, num filme gótico em que tudo parece noturno, até o meio-dia é escuro.

Bava tem uma limpidez de mise-en-scène que Dario Argento nunca teve. Mas Argento, em seu primeiro filme, “O Pássaro das Plumas de Cristal”, de 1970, já traz as virtudes de colorista que marcaram seu cinema. Se Bava parece lutar para anular as cores, Argento sabe dar relevo seja ao sangue que escorre de um corpo, mesmo sobre um casaco amarelo.

Seu filme, a bem dizer, não é de terror. É um dos marcos do “giallo”, estilo de filme policial com intriga intrincada, muitos crimes e não pouco suspense. Aqui temos no centro um escritor americano, papel de Tony Musante, com passagem de volta marcada para seu país, quando testemunha um crime no interior de uma galeria de arte (bela cena, por sinal), onde uma mulher, graças a sua intervenção, escapa de ser morta.

Um pouco porque no começo é suspeito, um pouco por curiosidade, acaba ficando por lá mesmo e ajudando o comissário de polícia Enrico Maria Salerno a tentar resolver o crime. Como acontece com frequência nesse tipo de filme, a intriga é levada meio no tapa. Parece que vão escrevendo, inventando as histórias e deixando para ver no fim como tudo vai acabar. Então se inventa um jeito de concluir a história. O que ajuda muito é a fotografia de um então novato Vittorio Storaro e a música fantástica de Ennio Morricone.

Ainda assim, Argento demonstra vitalidade ao mover suas peças. Vitalidade que, em definitivo, falta à personagem de Catherine Deneuve em “Repulsa ao Sexo”, de 1965. Foi o primeiro longa de Roman Polanski fora da Polônia, e aqui estamos mais no registro do que se pode chamar de terror psicológico. Nem vampiros, nem mortos-vivos, nem nada disso.

Como bem esclarece o título, Deneuve tem horror a qualquer coisa que remeta a ela à ideia de sexualidade. Não é esse o problema: ela vive num estado de profunda catatonia, que só se acentua ao longo desse filme que envelheceu para lá de mal.

Aqui, em vez de virar uma morta-viva, Deneuve mais parece uma viva-morta. No entanto, algumas boas ideias de Polanski sobressaem –o coelho preparado pela irmã como refeição, a cabeça do coelho que aparece dentro da bolsa de Deneuve, o amigo do rapaz que a paquera, dotado de uma imbecilidade que é difícil dizer se machista ou infantil.

O conjunto proposto pelo À La Carte, com seus altos e baixos, vale sobretudo pela lembrança de que, numa sexta-feira, 13, e de agosto ainda por cima, convém mais temer os vivos que os mortos e mortos-vivos.

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Estreia de ‘Sob Pressão’ eleva audiência da Globo em SP e no Rio

Trama com Julio Andrade e Marjorie Estiano mostra drama na saúde

Evandro (Julio Andrade) e Carolina (Marjorie Estiano) ajudam Rodolfo ( Douglas Cantudo) e Miriam ( Yanna Lavigne) em “Sob Pressão” (Globo) – João Faissal/Globo

A chegada da quarta temporada da série médica “Sob Pressão” elevou os índices de audiência da Globo em São Paulo e no Rio, na noite desta quinta-feira (12).

Os números de São Paulo apontam para uma média geral de 20 pontos. Isso equivale a um aumento na faixa de horário em dois pontos com relação a mesma faixa nas quatro últimas quintas-feiras sem Olimpíadas. Os números são da Kantar Ibope.

A comparação, portanto, é com o reality Mestre do Sabor que terminou sua participação com média geral de 16,3 pontos, a mais baixa dentre os três anos do programa gastronômico.

O índice também representa um número superior às estreias das quatro últimas linhas de shows do horário com três pontos acima. Em SP, cada ponto equivale a cerca de 76 mil domicílios.

No Rio, a audiência rendeu 22 pontos ao “Sob Pressão”, o que deu um ponto a mais do que o reality anterior. A pontuação também fez com que a série médica superasse as três últimas linhas de shows do canal nessa faixa de horário.

Nas redes sociais também houve repercussão. De acordo com a Globo, foram quase 17 mil menções sobre o programa no Twitter, o que representa 21% a mais do que na estreia da terceira temporada, em 2019.

Dentre as hashtags que apareceram tanto entre os assuntos mais falados do Brasil quanto do mundo estiveram o nome da série #SobPressão e #DoutoraCarolinaIsBack, em referência à participação da personagem de Marjorie Estiano na produção.

“Sob Pressão” retorna para sua quarta temporada trazendo de volta toda a tensão que os fãs da série já conhecem. Serão muitos doentes e poucos recursos, mas, nessa nova etapa, a esperança, também sempre presente, deve vir com dose extra.

Pelo menos é o que promete o autor da série, Lucas Paraizo. “Quando a gente criou essa temporada, queríamos que a esperança fosse o motor principal. Esperança em relação à saúde, em relação à vida e em relação à saúde no país”, afirmou ele, em conversa com a imprensa.

Isso não quer dizer que os perrengues que Evandro (Julio Andrade) e Carolina (Marjorie Estiano) costumam enfrentar diariamente vão sumir, muito pelo contrário. A produção promete manter-se fiel aos problemas da saúde pública brasileira, além de trazer à tona assuntos polêmicos e indigestos.

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