Carlotta Moye for Grazia Magazine with Elodie Russell

Photographer: Carlotta Moye. Fashion Direction: Aileen Marr. Hair & Makeup: Chris Coonrod. Model: Elodie Russell at Kult Models.

Voke | Spring Summer 2021 | Full Show

Voke | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Gran Canaria Swim Week by Moda Cálida)

Projeto de moda Transmutações do Feminino ajuda a recuperar autoestima de mulheres do Capão Redondo, em SP

Mulheres exploram diferentes questões através de consultoria de imagem e ensaio fotográfico

A designer de moda Talita Lira (centro) mostra as primeiras fotos do projeto, com Viviane dos Santos (à esq.) e Dilma Rocha (à dir.); iniciativa dá consultoria de imagem para mulheres das periferias melhorarem a autoestima e a relação consigo mesmas – Rubens Cavallari/Folhapress

Trazer o empoderamento feminino em prol do coletivo. É assim que a designer de moda Talita de Lira, 32, descreve a essência do Transmutações do Feminino, projeto do qual é idealizadora. A iniciativa oferece consultoria de imagem para mulheres das periferias de São Paulo melhorarem sua autoestima e a relação consigo mesmas.

A ideia surgiu em 2019, quando Talita estava terminando um curso de pós-graduação em styling de moda. “O trabalho de consultoria é elitista, não é todo mundo que tem a oportunidade de realizá-lo. Aí pensei em achar um grupo de mulheres que estivesse afim de fazer e oferecer o trabalho”, conta a designer de moda.

Foi quando encontrou o projeto da professora Sophia Bisilliat, que oferecia treinos de ioga em uma laje da favela Sabin, no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo. Nove das alunas de ioga toparam participar da iniciativa e, durante seis meses, Talita fez o processo de consultoria de imagem coletiva e individualmente.

Dilma Rocha, 42, e Viviane dos Santos, 39, fazem parte do primeiro grupo de mulheres que participaram do Transmutações do Feminino em 2019. – Rubens Cavallari/Folhapress

Segundo Talita, o primeiro passo é entender o que será trabalhado com a consultoria. “Cada mulher tem uma questão, algumas têm distorção de imagem, outras têm compulsão por consumo e compram roupas em excesso”, explica.

A partir disso, vários processos acontecem. É feita uma análise para entender o estilo da mulher, testes de coloração pessoal, um trabalho de reconhecimento e compreensão da estrutura do próprio corpo, revitalização do armário, entre outros.

Ao final, um ensaio fotográfico é realizado. As fotos, que podem ser mais sensuais ou não, buscam explorar os aprendizados da consultoria e as narrativas de cada mulher.

“Mudei muito minha visão ao me olhar no espelho. Eu era escondida e falava para todo mundo que eu não sabia ser negra. Agora eu sei e aprendi tudo através da moda”, conta a auxiliar de limpeza Dilma Rocha, 42, que participou do projeto em 2019.

Dilma relata que, antes do projeto, tinha um bloqueio na hora de tirar fotos de si mesma. Com o incentivo da equipe e das amigas, fez o ensaio fotográfico sensual e diz que hoje “não tem vergonha de mais nada”.

Devido à pandemia, o Transmutações do Feminino precisou de uma adaptação. No início desse ano, no lugar da consultoria de seis meses, pequenos grupos de mulheres realizaram somente o editorial fotográfico e tiveram um atendimento prévio com Talita.

Ao todo, 18 mulheres que moram no Capão Redondo passaram pelo projeto. Além de Talita, a equipe conta com o trabalho dos fotógrafos Tais Bértolin e Samuel Alexandre. O objetivo é expandir a iniciativa para que possa atingir mulheres de diferentes comunidades e regiões de São Paulo.

Iniciativa ajudou compulsão por compras

Para a auxiliar de limpeza e cabelereira Viviane dos Santos, 39, o projeto transformou o modo com que ela comprava roupas e sapatos. “Eu era uma consumidora compulsiva. Aprendi a desapegar, dei muita roupa embora e, hoje, sei usar o básico”, conta.

Viviane explica que acumulava parcelas no cartão de crédito para pagar as roupas. Com o projeto, aprendeu a identificar seu estilo e, desde 2019, consegue vestir-se sem precisar de itens em excesso.

Ela diz que as compras em excesso também afetavam seu relacionamento. “Tinha muita briga com o meu marido, porque ele perguntava se eu era uma centopeia para ter tantos sapatos”, relata.

Tamanha a mudança, Viviane resolveu participar novamente do projeto em 2021, dessa vez com a intenção de presentear seu marido. Juntos, fizeram um novo ensaio fotográfico. “A gente é da comunidade e não tem essas coisas por aqui. […] Todos amaram, inclusive ele e os amigos dele”, diz.

A participação no projeto não acabou com as fotos. “Se eu vou comprar um sapato, um óculos ou uma roupa, eu lembro da Talita, que ensinou a gente. Às vezes, até mando mensagem para ela para pedir opinião”, explica.

Autoestima impacta diferentes aspectos da vida feminina

Projetos como o Transmutações do Feminino trazem novos significados para a maneira com a qual as mulheres enxergam e valorizam seus próprios corpos, segundo a psicóloga Blenda de Oliveira.

“O corpo é um lugar muito importante de constituição da identidade e, por consequência, da autoestima, ou seja, da forma como a gente se vê e enxerga nosso valor”, explica.

De acordo com a psicóloga, trabalhar a autoestima feminina traz confiança e segurança, o que pode ter reflexos em outros âmbitos da vida da mulher. “Isso pode atingir os relacionamentos interpessoais, amorosos e profissionais. A mulher passa a ter maior noção de sua potência, de sua força e ela pode começar a repensar qual têm sido a posição dela no dia a dia.”

Oliveira reforça que cada pessoa tem seu ritmo de mudança. Logo, essas consequências podem apresentar-se rapidamente ou de forma mais lenta, já que isso depende da realidade de cada mulher e das mudanças que são possíveis para ela naquele momento.

Com ensaios fotográficos mais sensuais, o projeto também trabalha uma área que ainda é um tabu. “Existe uma barreira na maior parte das mulheres com a questão da sensualidade, independente do corpo estar dentro do padrão ou não”, relata a psicóloga.

Há um conjunto de juízos e valores que impede que as mulheres trabalhem a beleza e a sensualidade de seus próprios corpos, segundo Oliveira. “Os resultados de um projeto assim são bastante importantes e significativos para a vida dessas mulheres”, complementa.

Olga Rubio Dalmau for ELLE Bulgaria with Lia

Photographer: Olga Rubio Dalmau. Fashion Stylist: Emilia Teresa. Hair and Makeup: Nieves Elorduy. Model: Lia at Exit Model.

Conheça a colmeia robótica que quer proteger abelhas de extinção

Startup israelense criou uma colmeia de última geração que visa minimizar o risco de colapso das colônias de abelhas
Por Agências – Reuters

Houve uma queda drástica no número de abelhas em todo o mundo, em grande parte devido à agricultura intensiva, o uso de pesticidas, pragas e mudanças climáticas

O zumbido das abelhas abafava o barulho do braço robótico, que funcionava com uma eficiência que nenhum apicultor humano poderia igualar. Uma após a outra, a máquina examinava pilhas de favos que, juntas, podem abrigar até dois milhões de abelhas – inspecionando-as em busca de doenças, monitorando pesticidas e relatando em tempo real quaisquer perigos que ameacem a colônia. Essa colmeia de última geração foi desenvolvida pela startup israelense Beewise, que afirma que esse tipo de cuidado ininterrupto é necessário para minimizar o risco de colapso das colônias de abelhas.

Empresas têm buscado diferentes tecnologias para tentar retardar a extinção em massa das colônias, como a implantação de sensores em colmeias de madeira tradicionais ou métodos para lidar com a perda de abelhas, como a polinização artificial. Isso porque houve uma queda drástica no número de abelhas em todo o mundo, em grande parte devido à agricultura intensiva, o uso de pesticidas, pragas e mudanças climáticas.

Quase do tamanho de um trailer de carga, a colmeia de Beewise possui 24 colônias. Por dentro, é equipada com um braço robótico que desliza entre favos de mel e é dotado de visão computacional e câmeras. As aberturas com códigos de cores nas laterais permitem que as abelhas entrem e saiam.

“Qualquer coisa que um apicultor faria, o mecanismo robótico pode imitar e fazer com mais eficácia, sem nunca se cansar, sair de férias ou reclamar”, disse o presidente-executivo da Beewise, Saar Safra. Isso inclui a colheita de mel, a aplicação de remédios e a combinação ou divisão de colmeias.

A Beewise já arrecadou US$ 40 milhões em financiamento de investidores privados e mais de 100 de seus sistemas estão sendo utilizados em Israel e nos Estados Unidos.

Toh! August 2021 Cover

Toh! August 2021 Cover
Source: toh-magazine.com
Published: August 2021

All people in this magazine cover:

Simon 171 – Photographer Alex Vaccani – Fashion Editor/Stylist Kiril Vasilev – Hair Stylist

Carros autônomos serão capazes de tomar decisões de vida ou morte nas ruas?

Indústria de carros sem motorista ainda discute como deixar decisões fatais nas mãos da inteligência artificial
Por Dalvin Brown – The Washington Post

Empresas como a Waymo, do Google, desenvolvem IA para veículos autônomos

Sonho de muitas empresas, a direção autônoma ainda tem obstáculos para se tornar realidade. Um dos dilemas que mais preocupam é como ensinar um carro a tomar decisões complexas de vida ou morte em cenários em que aparentemente ambas as opções são negativas na estrada. Pesquisadores do setor dizem que a indústria está longe de decidir como a inteligência artificial escolhe quem recebe o impacto mais forte de um acidente iminente.

A estratégia de boa parte do mercado era começar com os chamados recursos de nível 1 de assistência de direção. A partir disso, a ideia era desenvolver progressivamente uma perspectiva que ainda tem de ser concretizada: carros de nível 5 ou veículos avançados o suficiente para tomar decisões melhores do que humanos em todas as condições de direção – inclusive em cenários de vida ou morte.

Porém, atualmente, muitos estão abordando a questão sob uma perspectiva diferente: por que não, em primeiro lugar, impedir que os carros se envolvam em situações de vida ou morte?

É uma visão idealista da direção autônoma. Ainda assim, é um ponto de partida. Afinal, o principal objetivo dos carros sem motorista é criar condições nas estradas em que os veículos sejam mais conscientes do que os humanos e, portanto, melhores em prever e prevenir acidentes. Isso pode evitar alguns dos acontecimentos raros em que a vida humana depende de uma decisão de fração de segundo.

inteligência artificial é boa em muitas coisas, como saber que um objeto de um tamanho específico está à frente na estrada. Ela também pode deduzir o que poderia ser e ficar mais inteligente com o tempo, com base em milhões de imagens.

Porém, a inteligência artificial talvez não seja tão útil para resolver dilemas éticos a respeito dos quais os humanos ainda não chegaram a um consenso, de acordo com Dave Grannan, CEO da Light, empresa que desenvolve software de percepção com base em câmera para carros. “Eu não acho que alguém vai se sentir confortável em entregar essas decisões de alto risco para a inteligência artificial. E eu acho que, como uma indústria, é isso que temos que explicar”, disse Grannan.

Houve tentativas de quantificar as perspectivas humanas sobre as decisões de direção da inteligência artificial. Um método veio de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), que conduziram um estudo global para encontrar uma solução de consenso. 

Direção

A questão é conhecida como “dilema do bonde”. Trata-se de um dilema moral antigo em que alguém deve decidir ficcionalmente se um bonde deve seguir um rumo em direção a uma pessoa para salvar um grupo maior de pessoas. 

De acordo com o experimento publicado em 2018, geralmente, as pessoas pensam que a responsabilidade da inteligência artificial é poupar o máximo de vidas possível, mesmo que isso signifique matar algumas. Os pesquisadores também descobriram que as pessoas favorecem vidas mais jovens em vez de mais velhas, mas alguns países como a China se desviaram desse resultado.

É claro que os acidentes rodoviários permanecem sendo uma questão muito importante. A cada ano, mais de 1 milhão de pessoas morrem nas estradas em todo o mundo. Contudo, a melhor maneira de matar ou ferir pessoas provavelmente não é uma decisão que você gostaria de deixar nas mãos de seu carro ou da empresa que o fabrique, em um futuro próximo. Esse é o pensamento atual em relação à inteligência artificial avançada: ela deve evitar os cenários que levam a acidentes, e escolher quem morrerá é um daqueles que ela nunca deveria ter que enfrentar.

Os humanos se distraem com mensagens de texto, enquanto os carros não estão nem aí para o que seus amigos têm a dizer. Os humanos talvez não percebam objetos escondidos pelo ponto cego de seus veículos. Carros com o sensor LiDAR podem detectar essas coisas e as câmeras 360º devem continuar em ação mesmo quando a vista do motorista ficar cansada. O radar pode funcionar de um veículo para o outro e talvez perceber um carro desacelerando à frente mais rápido do que um humano é capaz. Essa é toda a parte sensorial, que é alimentada por um sistema de tomada de decisão para carros habilitados para direção autônoma.

Barry Lunn é fundador e CEO da Provizio, uma empresa de tecnologia de prevenção de acidentes que usa um sistema de visão “pentadimensional” composto de radar de ponta, LiDAR e imagens de câmera. A empresa usa um processador de visão da Intel e um processador gráfico da Nvidia, permitindo que os carros executem algoritmos de aprendizado de máquina diretamente no sensor de radar interno. 

O resultado é uma pilha de tecnologia de percepção que enxerga mais longe e mais amplamente, além de processar dados rodoviários mais rápido do que o sistema de autonomia tradicional, diz Lunn. A análise preditiva rápida dá aos veículos e aos motoristas mais tempo para reagir a outros carros. O fundador tem trabalhado em tecnologia de visão computacional por quase uma década e já trabalhou anteriormente com a NASA, General Motors e Boeing quando era dono da empresa de radar Arralis, que ele vendeu em 2017.

A startup está em negociações com grandes fabricantes de automóveis e sua visão tem uma forte equipe de pioneiros por trás dela, incluindo Scott Thayer e Jeff Mishler, desenvolvedores das primeiras versões de tecnologia autônoma para a Waymo, do Google, e para o Uber.

Os primeiros investidores da Provizio incluem Bobby Hambrick, fundador da empresa de direção automatizada AutonomouStuff. A empresa também é apoiada por David Moloney, um dos fundadores da startup de visão computacional Movidius, que a Intel comprou em uma negociação de US$ 400 milhões em 2016. Moloney investiu porque o produto da Provizio “é baseado na segurança, não em autonomia”.

“Tempo é segurança e quanto mais tempo para tomada de decisão (um carro) tem para detectar e evitar algo, mais vidas você pode salvar”, disse Moloney.

Lunn acha que a indústria automobilística empurrou a autonomia como solução prematuramente, muito antes de ela ser segura ou ser praticável remover os motoristas humanos da equação. Ele diz que a tomada de decisões da inteligência artificial desempenhará um papel crucial no futuro da segurança automotiva, mas somente depois de comprovar que ela reduz os problemas que levam a acidentes. O objetivo é colocar a tecnologia dentro dos automóveis de passageiros para que o sistema possa aprender com os motoristas humanos e entender como eles tomam decisões antes de permitir que a inteligência artificial decida o que acontece em casos específicos.

“O verdadeiro problema será: em que ponto ainda é ético permitir o humano dirigir?”, questiona Lunn. “Mas antes disso, a inteligência artificial precisa continuar a aprender com os motoristas humanos. A autonomia terá de garantir que nunca tenhamos um ‘dilema do bonde’.” / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Um tour pelo novo escritório da Dentons em Changsha, China

A firma de advocacia global Dentons contratou recentemente a firma de arquitetura e design de interiores Ujing para projetar seu novo escritório em Changsha, China.

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Meeting space

“O 58º andar traz uma vista excelente e um belo aproveitamento visual. Em termos de design, imaginamos como seria maravilhoso se pudéssemos fazer algumas ligações com o rio remoto e o espaço dentro do escritório! Com este pensamento, o tema deste projeto é “ondas de água”. Quando você sai do elevador, a parede do logotipo da ondulação da água nos andares superior e inferior aparece à sua frente. Ondas de tamanhos diferentes empurram umas às outras com pequenas mudanças em um ritmo unificado. Essa forma de consciência visual habilmente se estende até a recepção; Em seguida, vá para o lado esquerdo do corredor – a área de chá. O projetista torna-o aberto e cheio de mudanças com a aplicação de prancha em forma de onda no teto e ajuda a resolver o dobramento irregular da cortina de parede do edifício externo ao mesmo tempo na forma.

Então, a partir das necessidades do cliente. Nosso cliente espera que o novo escritório possa quebrar a estabilidade e rigidez do escritório de advocacia tradicional e refletir mais juventude e vitalidade; E o cliente quer que o espaço seja colorido, porque o clima de Changsha é chuvoso. Os dias sombrios de chuva sempre deixam as pessoas deprimidas. Com a consideração desses dois aspectos acima, um grande número de materiais coloridos são usados ​​no design. Nós o aplicamos no tapete de cores combinando no hall de entrada, nos assentos de cartão de cores na área de chá e na combinação de móveis móveis. Além disso, o tratamento de um teto azul claro na área de escritórios contribui para criar um ambiente de escritório animado e enérgico ”, afirma Ujing.

  • Location: Changsha, China
  • Date completed: April 2021
  • Size: 16,145 square feet
  • Design: Ujing
  • Photos: Lu Luxi
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Corridor
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Reception
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Waiting area
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Open-plan workspace
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Open-plan workspace
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Seating area / Coffee point
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Breakout space
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Coffee point
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Seating area
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Breakout space

Bilheteria EUA: Free Guy, O Homen nas Trevas 2, Jungle Cruise, Respect, O Esquadrão Suicida

Filme estrelado por Ryan Reynolds arrecadou US$ 28,4 milhões

Free Guy, filme estrelado por Ryan Reynolds, superou O Esquadrão Suicida e conquistou o topo das bilheterias norte-americanas, arrecadando US$ 28,4 milhões em seu primeiro fim de semana. 

O resultado é considerado muito positivo para a Disney, especialmente por Free Guy se tratar de uma história original, que não se apoia em personagens já conhecidos do público.

Reynolds revelou no último sábado (14) que o estúdio já pediu uma sequência do longa, que estreia no Brasil no dia 19 de agosto. 

O segundo lugar, surpreendemente, ficou com O Homen nas Trevas 2continuação do elogiado terror de 2016. O filme fez US$ 10,6 milhões nos cinemas, um valor considerado bom, já que seu orçamento foi de US$ 15 milhões. 

Fecham o top 5 Jungle Cruise (US$ 9 milhões), Respect (US$ 8,8 milhões) e O Esquadrão Suicida (US$ 7,7 milhões).