MSGM | Spring Summer 2020 | Full Show

MSGM | Spring Summer 2020 by Massimo Giorgietti | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week)

Free Style – Vogue Paris June/July 2015 –  David Sims Model: Daria Werbowy

Free Style   —   Vogue Paris June/July 2015   —   www.vogue.fr

Photography: David Sims Model: Daria Werbowy Styling: Emmanuelle Alt Hair: James Pecis Make-Up: Wendy Rowe

Open banking inaugura nova era na relação dos clientes com os bancos

É o fim da exclusividade das instituições financeiras com seus correntistas
Por Camila Farani – O Estado de S. Paulo

O Banco Central é quem coordena a implementação do open banking
O Banco Central é quem coordena a implementação do open banking

E se de repente os players do mundo financeiro, desde os bancos incumbentes até as fintechs, passassem a estar em mais igualdade de condições de competição na criação de novos produtos e soluções?

Com início da segunda fase do open banking, os bancos participantes, com o consentimento dos clientes, poderão trocar dados de cadastros e transações dos usuários entre eles, como operações de crédito, empréstimos e financiamentos. 

É o fim da exclusividade destas instituições com os seus correntistas e o início de uma nova jornada. Com os dados mais acessíveis, quem entender e atender melhor as necessidades dos clientes, criando produtos customizados e inovadores, sairá na frente. Nós, clientes, teremos mais liberdade para entregar os nossos dados para quem puder nos oferecer a melhor oferta.

Estamos caminhando a passos largos para uma mudança drástica da forma de nos relacionarmos com os bancos – um dos setores tradicionais da economia que mais está sendo transformado. Nos primeiro semestre de 2020, o número de usuários de aplicativos ou produtos habilitados pelo open banking no Reino Unido dobrou de 1 milhão para 2 milhões e cresceu para mais de 3 milhões em fevereiro de 2021, aponta a consultoria McKinsey.

Nos EUA, quase um em cada dois consumidores usam uma solução de fintech. No Brasil, as startups do setor financeiro foram as que levantaram a maior fatia de investimentos neste ano, somando US$ 2,6 bilhões, segundo dados do Inside Venture Capital Report, da Distrito. 

É um cenário que representa uma grande pressão para essas instituições que, historicamente, sempre estiveram em uma posição confortável e que, de repente, estão diante do desafio de acelerar a digitalização. Não é fácil para uma companhia mudar enquanto ainda está alcançando altos volumes de faturamento e dominando o mercado. Porém, é preciso compreender que a mentalidade e o modelo de negócios que a trouxe até aqui não serão necessariamente os mesmos que a conduzirá ao futuro. 

Os números estão aí para provar essa mudança. Os bancos com foco digital têm se beneficiado em avaliações de mercado que, em média, eram 18% maiores do que seus pares menos digitalizados em 2019 e 27% maiores em 2020, aponta estudo da Accenture.

O open banking está começando a decolar no Brasil, e ao longo dos anos conseguiremos avaliar melhor os seus efeitos. Mas, quando falamos em modelos da nova economia, não há dúvidas do caminho a ser seguido: as empresas precisam ser cada vez mais digitais, centradas no consumidor e rápidas ao incorporar as novas tecnologias. 

*É INVESTIDORA-ANJO E PRESIDENTE DA BOUTIQUE DE INVESTIMENTOS G2 CAPITAL

State Of Art – Vogue Germany July/August 2021 – Yasmin Wijnaldum By Chris Colls 

State Of Art   —   Vogue Germany July/August 2021   —   www.vogue.de

Photography: Chris Colls Model: Yasmin Wijnaldum Styling: Nicola Knels Hair: Shay Ashual Make-Up: Fulvia Farolfi Manicure: Maki Sakamoto

‘Quando as pessoas se unem, podem se tornar agentes da transformação’, diz Ryan Reynolds

Ator estrela o filme ‘Free Guy: Assumindo o Controle’, inspirado no mundo dos videogames
Mariane Morisawa, Estadão

Free Guy
Cena do filme ‘Free Guy: Assumindo o Controle’, de Shawn Levy, com Ryan Reynolds e Jodie Comer Foto: Walt Disney Studios

No lugar onde o protagonista do filme Free Guy: Assumindo o Controle mora, tiroteios, explosões, colisões de carro e assaltos a banco são uma constante – bancário, Guy sofre todo dia, quiçá toda hora. Mas ele não mora em um bairro violento, neste mundo em que vivemos. A comédia, que estreia nesta quinta-feira, 19, é interpretada por Ryan Reynolds, um figurante secundário de videogame, personagem inspirado em alguns jogos clássicos como Grand Theft Auto, Fortnite, Minecraft e Red Dead Redemption

Mesmo vivendo uma realidade tão difícil, seu bordão é: “Não tenha um bom dia. Tenha um ótimo dia!”. “Tem uma frase do filme em que ele diz também: ‘Eu não vou ser um cara legal, vou ser um cara superlegal’”, disse Reynolds, que também é produtor do filme, em entrevista ao Estadão. “Eu acho ótimo ver isso no cinema. A razão pela qual eu quis fazer este filme é por ter um protagonista com uma visão otimista do mundo, apesar de seu cotidiano consistir em roubos, tiros, facadas, socos, chutes.” 

Reynolds enxerga tudo de maneira positiva. O ator estava sentindo falta disso na tela em 2019 quando o projeto começou, com roteiro de Matt Lieberman (Scooby! – O Filme) e direção de Shawn Levy (Uma Noite no Museu). “Eu sinto muita responsabilidade em relação aos filmes que produzo”, disse ele. “Em 2019, eu achei que este filme era necessário, porque era tudo tristeza e desgraça. Incrivelmente, no último ano e meio tudo ficou ainda pior. E o filme ficou ainda mais relevante.” 

Como em O Show de Truman, Guy – que é um nome próprio, mas também é traduzido do inglês como “cara” – em princípio não sabe que sua realidade, na verdade, é construída por outras pessoas, no caso, Millie (Jodie Comer, de Killing Eve) e Keys (Joe Keery, de Stranger Things), os criadores do jogo, e Antwan (Taika Waititi), o dono da empresa. Mas um dia algo acontece: a sua rotina habitual de comer cereal, vestir a camisa azul idêntica a todas as outras que possui, pedir o mesmo café, encontrar o amigo Buddy (que literalmente significa amigo) é abalada quando ele vê Molotov Girl, um avatar de Millie. Ela está no jogo para descobrir a prova de que Antwan roubou sua criação. “Millie é a heroína de sua própria história”, disse Comer. “Faz parte de uma indústria, como a minha, extremamente masculina. E enfrenta batalhas reconhecíveis.”

Guy, sem saber que é personagem de um videogame, se apaixona perdidamente. E sai do script. “Muitas vezes nos sentimos perdidos, presos, e o filme celebra nossa percepção de nosso poder”, disse Comer. Nem todo mundo, claro, tem a chance de se tornar um astro do cinema como Ryan Reynolds. “Eu mesmo nunca imaginei que ia estrelar filmes. Só queria trabalhar. Minhas expectativas eram muito baixas, até porque muita gente me disse que eu jamais conseguiria”, contou o ator. “Na verdade, minha autoaversão se tornou meu superpoder, porque eu tenho uma expectativa baixa, e toda vez que a supero, fico grato.” Para o ator, toda pessoa pode ter objetivos, que podem ser simples. “O importante é tentar alcançá-los. E também ser a melhor pessoa que você pode ser e tentar ser um pouco melhor do que foi no dia anterior.” 

No fundo, Free Guy é a clássica história do ser humano comum levantando-se contra o sistema e tornando-se herói. E também da força do coletivo. Guy desperta em outros supostos zé-ninguéns como ele a vontade de fazer a diferença e transformar sua realidade. “Os últimos anos nos ensinaram que quando as pessoas se unem podem se tornar agentes da transformação”, disse Ryan Reynolds. “E isso está funcionando no mundo real. Nós vivemos um período muito sombrio, mas as coisas estão melhorando pouco a pouco agora.” 

No mundo, os últimos anos foram de divisão, de líderes narcisistas e ignorantes, de agressividade, de feiura, culminando em uma pandemia que só exacerbou os piores traços da humanidade. 

Não é de se admirar que o cinema e a televisão estejam apostando em personagens otimistas e do bem, que tentam melhorar e aprender e acreditam nas alianças com os outros seres humanos, como em Ted Lasso e Free Guy: Assumindo o Controle, entre outros. 

“Para além de qualquer mensagem ou tema, o nosso objetivo era que os espectadores fossem ao cinema e saíssem com um sorriso no rosto. E eu acho que conseguimos”, disse Reynolds. 

Com quatro dias de estreia nos Estados Unidos e em alguns outros países, o filme, mesmo sem ser baseado em nenhum livro ou quadrinhos, rendeu mais de US$ 50 milhões e é considerado um dos sucessos dessa temporada. 

Os Eternos | Chloé Zhao se inspirou muito nos quadrinhos de Jack Kirby

Longa estreia em novembro
MARIANA CANHISARES

A diretora Chloe Zhao Foto: Taylor Jewell/Invision/AP, File

A diretora Chloé Zhao revelou à Entertainment Weekly que se inspirou muito nos quadrinhos de Jack Kirby tanto para a concepção do visual de Os Eternos, como para a construção da história. Lenda dos quadrinhos, Kirby criou os personagens em 1976.

De acordo com Zhao, para ela era interessante a possibilidade de explorar o planeta Terra como um personagem no longa. “Pensei, posso criar algo tão grandioso e épico quanto o nosso papel no cosmos, mas também posso ir no íntimo e explorar todos os dilemas internos que temos enquanto humanos”, disse à revista.

Criados em 1976, os Eternos são uma raça de super-humanos criados pelos alienígenas Celestiais durante sua visita à Terra. Porém, ao mesmo tempo que conceberam este grupo, os experimentos genéticos dos Celestiais originaram também os Deviantes, uma espécie de face corrompida das suas primeiras criações.

O elenco do filme conta ainda com Gemma Chan, Angelina Jolie, Kit Harrington, Richard Madden e Brian Tyree Henry. A estreia de Eternos está marcada para 5 de novembro de 2021, no Brasil.

Capitão América 4 | Anthony Mackie é confirmado no filme

Ator assumiu o posto de Sentinela da Liberdade do MCU durante Falcão e o Soldado Invernal
NICO GARÓFALO

Courtesy of Marvel Studios

Capitão América 4 já está um passo mais perto de acontecer. Anunciado no primeiro semestre de 2021, o longa confirmou o retorno de Anthony Mackie como Sam Wilson, novo dono do manto de Sentinela da Liberdade após os eventos de Falcão e o Soldado Invernal (via Variety).

Embora a volta de Mackie já fosse esperada, especialmente após os eventos da série que estrelou no Disney+, a confirmação só veio após quatro meses do anúncio do filme. Na época, inclusive, o ator revelou que foi pego de surpresa pelo anúncio.

Mackie é o primeiro nome do elenco a ser confirmado em Capitão América 4, que contará com roteiro de Malcolm Spelman e Dalan Musson, ambos de Falcão e o Soldado Invernal.

Os créditos finais de Falcão e o Soldado Invernal “alteraram” o nome da série para Capitão América e o Soldado Invernal. O nome não deve ser mantido no filme, no entanto, já que é o mesmo do longa de 2014.

Ainda não há data de estreia para Capitão América 4. Nenhum diretor foi atrelado ao projeto até o momento.