SAINT LAURENT – FALL 2021 – BÉATRICE DALLE

Béatrice – Fall 21
by Anthony Vaccarello
Filmed by David Sims

Após saída de Alê Youssef, prefeito de SP escolhe Aline Torres para a Secretaria de Cultura

Nova secretária é engajada em movimentos negro e feminista na cidade

Aline Torres (Foto: Reprodução / Instagram)

Poucas horas após receber o pedido de demissão de Alê Youssef, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) escolheu a relações públicas Aline Torres como nova secretária da cultura da capital paulista, informou o jornal “O Estado de S. Paulo”. Ela, atualmente, atua como adjunta da Secretaria de Inovação e Tecnologia e já foi candidata a deputada federal pelo PSDB em 2018. No ano passado, concorreu à câmara dos vereadores pelo a vereadora pelo MDB.

Pós graduada em Gestão de Projetos Culturais pela USP, Aline  é conhecida por sua militância na área cultural e participação em movimentos negro e feminista. Seu avô foi escravizado no recôncavo baiano por um prato de comida e sua mãe se mudou para São Paulo no bairro de Pirituba, onde se estabeleceu. A nova secretária somente conseguiu se formar no curso de relações públicas após fazer um cursinho gratuito oferecido por um projeto social. Atualmente, ela é  embaixadora do Brasil no Conselho Pan-Africano (Pan-American Council).

A vaga para a secretaria chegou a ser cogitada para ser oferecida à ex-prefeita Marta Suplicy, mas Nunes optou por mantê-la na secretaria de Relações Internacionais da Prefeitura em razão de eventos importantes que serão realizados ainda neste ano na cidade.

SAÍDA DE ALÊ YOUSSEF
Em um vídeo publicado no Instagram na quinta-feira (25.08), Ale informou aos seus seguidores que havia pedido demissão do cargo após “explícitas diferenças e óbvias incompatibilidades”  com o prefeito Ricardo Nunes em relação ao orçamento da pasta para o ano que vem. “Após um período de luto e de estruturação de programas essenciais, entendemos que era hora de sair”, argumentou.

O ex-secretário já havia deixado a pasta em 2020 quando foi cotado para concorrer na chapa de Bruno Covas à reeleição. Ele havia sido indicado ao cargo por Bruno.
A saída de Ale levou a uma reação em cadeia nas áreas da cultura. A jornalista Joselia Aguiar pediu demissão da direção da Biblioteca Mário de Andrade, Maria Emilia Nascimento deixou a diretoria do Departamento de Patrimônio Histórico e Hugo Possolo, diretor-geral da Fundação Theatro Municipal, confirmou ao Estadão que também entregaria o cargo.

Kenzo | Spring Summer 2020 | Full Show

Kenzo | Spring Summer 2020 by Carol Lim and Humberto Leon | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Men’s)

Barrie Gledden – Nosferatu/Don’t Turn Around/Digital Futures

Andreas Ortner for ELLE Germany with Maria Rosa

Photographer: Andreas Ortner. Fashion Stylist: Pia Leonie Knoll. Hair and Makeup: Gianluca Mandelli. Model: Maria Rosa.

Dia da Igualdade Feminina: 5 livros de mulheres para se inspirar e celebrar

Neste Dia da Igualdade Feminina, Vogue convida você a refletir sobre os avanços na conquista de direitos femininos

Vogue Negócios (Foto: MAR+VIN)

Nesta quinta (26.08) celebra-se o Dia Internacional da Igualdade Feminina. A data surgiu em 1973, nos Estados Unidos, e foi uma medida tomada pelo governo para homenagear a 19ª emenda, que concedeu o direito de voto às mulheres. Mesmo não sendo feriado, é comum que pessoas usem a efeméride para gerar debates em torno da histórica luta feminina por equidade comemorando também as conquistas do movimento.

No Brasil, além do recente crescimento de feminicídios durante o isolamento social, um dos setores em que a disparidade de gênero mais se destaca é o ambiente de trabalho. Com direito de exercer uma profissão plenamente conquistado há apenas 58 anos, segundo estudo realizado pela economista Laísa Rachter, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), as mulheres geralmente recebem 19% a menos que os homens para exercer as mesmas funções; e analisando apenas mulheres em cargos de chefia, esta diferença pode chegar em até 30%.

Neste Dia Internacional da Igualdade Feminina (26.08), para além das homenagens, Vogue convida você a refletir sobre os avanços na conquista de direitos femininos e também sobre os desafios para atingir a equidade de gênero, e para isso indicamos cinco livros para você se aprofundar no assunto e ampliar o debate: 

Pequeno Manual Antirracista, Djamila Ribeiro (Companhia das Letras), R$ 14,90

"Pequeno manual Antirracista", de Djamila Ribeiro (Foto: Reprodução )
Pequeno Manual Antirracista, Djamila Ribeiro (Companhia das Letras), R$ 14,90 (Foto: Reprodução Amazon)

Não é de hoje que a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como racismo estrutural, negritude, branquitude e violência racial. Neste livro, em onze capítulos, a autora coloca os leitores em reflexão sobre as discriminações raciais que não estão ditamente explicitas, mas que não cabem mais na sociedade atual. Além disso, Djamilla convoca o leitor a assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas e não esperar ninguém para ensiná-lo, afinal, “a prática antirracista é urgente e uma luta de todos”, expressa ela em um trecho do livro. Disponível na versão física e para Kindle. Compre na Amazon. R$ 14,90

Mulheres, raça e classe, por Angela Davis (Boitempo, 248 páginas), R$ 45,75

"Mulheres, raça e classe", de Angela Davis (Foto: Reprodução )
Mulheres, raça e classe, por Angela Davis (Boitempo, 248 páginas), R$ 45,75 (Foto: Reprodução Amazon)

Este livro é considerado fundamental para se entender as nuances das opressões raciais. Nele você poderá conferir um relato sobre o início da escravidão e a forma como a mulher negra foi desumanizada aos longos dos anos. Além disso, Angela Davis mostra a necessidade da não hierarquização das opressões, ou seja, o quanto é preciso considerar a intersecção de raça, classe e gênero para possibilitar um novo modelo de sociedade. Disponível na versão física e para Kindle. Compre na Amazon. R$ 45,75

Memórias da Plantação, por Grada Kilomba (Cobogó, 249 páginas), R$ 41,60

"Memórias da plantação: Episódios de racismo cotidiano", de Grada Kilomba (Foto: Reprodução )
Memórias da Plantação, por Grada Kilomba (Cobogó, 249 páginas), R$ 41,60 (Foto: Reprodução Amazon)

Diferente das demais sugestões, o livro de Grada Kilomba tem viés mais bruto e realista. “Memórias da Plantação” é uma compilação de episódios de racismo, sejam ofensas ao corpo negro, ao cabelo negro ou a existência, passando, claro, por insultos raciais e como estas posturas precisam ser extintas da normalidade atual. Publicado originalmente em inglês, em 2008, o livro é considerado uma importante contribuição para estudos da branquitude, da psicanálise e do feminismo negro na atualidade. Disponível na versão física e para Kindle Compre na Amazon. R$ 41,60

Eu, Empregada Doméstica, Preta Rara (Letramento, 212 páginas), R$ 29,79

livros feministas (Foto: Reprodução Amazon)
Eu, Empregada Doméstica, Preta Rara (Letramento, 212 páginas), R$ 29,79 (Foto: Reprodução Amazon)

“A senzala moderna é o quartinho de empregada”, é com essa analogia que a autora Preta Rara busca chamar atenção das leitoras para mostrar relatos de desrespeito, humilhação e insultos fantasiados de brincadeiras vividos por empregas domésticas negras. Com pano de fundo racial, o livro navega por assuntos como insultos velados, falta de humanização do corpo negro, entre outros, sempre evidenciando o quanto comentários e pequenas atitudes podem afetar pessoas negras. Disponível na versão física e para Kindle. Compre na Amazon. R$ 29,79

Box O Segundo Sexo, por Simone de Beauvoir (Nova Fronteira, 904 páginas), R$ 135,91

livros feministas (Foto: Reprodução Amazon)
Box O Segundo Sexo, por Simone de Beauvoir (Nova Fronteira, 904 páginas), R$ 135,91 (Foto: Reprodução Amazon)

Publicado em capítulos a partir de 1949, o texto causou comoção por suas posições feministas muito audaciosas. Neste box são dois volumes, Fatos e Mitos e A Experiência Vivida. No primeiro, Simone de Beauvoir aborda a condição da mulher e conceitos nas mais diversas áreas do conhecimento, para destacar os desequilíbrios de poder entre os gêneros. No segundo, ela aprofunda a análise da condição da mulher nas dimensões psicológica, social e política, contemplando os problemas e, principalmente, os caminhos da libertação. Esta edição comemorativa teve colaboração de pensadoras brasileiras sobre a importância da obra ao longo das décadas. Disponível na versão física e para Kindle. Compre na Amazon. R$ 135,91.

Vale do Silício cria locação de robôs como resposta à escassez de mão de obra em fábricas

Automação é a solução, mas com modelo de aluguel, que é cobrado por hora ou mês
Por Agências internacionais – Reuters

Aluguel de robôs é focado em pequenas fábricas

O Vale do Silício tem uma nova ideia para persuadir empresas pequenas a se automatizarem: alugue um robô.

Uma melhor tecnologia e a necessidade de salários mais altos para pessoas levaram a um aumento em vendas de robôs para grandes empresas nos Estados Unidos, mas poucos chegam às fábricas menores, preocupadas com os grandes custos iniciais e a escassez de talento de engenharia de robôs.

Investidores de risco, contudo, estão apoiando um novo modelo financeiro: alugar robôs, instalá-los e mantê-los, e cobrar as fábricas pela hora ou pelo mês, cortando o risco e os custos iniciais.

O sócio da Initialized Capital, Garry Tan, vê uma confluência de tecnologias mais baratas e melhores de visão computacional de robô e inteligência artificial, baixas taxas de juro e a ameaça de tensões entre EUA e China às cadeias de fornecimento gerando o interesse maior em aluguel de robôs.

“Está no centro de três das maiores mega tendências que estão impulsionando a sociedade no momento”, disse Tan.

O modelo de aluguel coloca grande parte do fardo financeiro em startups de robôs que ficam com o risco de um fabricante perder um contrato ou mudar um produto. Fábricas menores muitas vezes têm tiragens pequenas de produtos mais personalizados que não justificam um robô. E a Silicon Valley Robotics, um grupo da indústria que apoia startups de robôs, diz que, no passado, o financiamento era um desafio.

Ainda assim, alguns investidores renomados estão a bordo.

A Tiger Global, maior financiador de startups de tecnologia este ano, apoiou três empresas de robôs que oferecerão aluguéis em sete meses.

Melvin, o robô

Bob Albert, cuja família é dona da Polar Hardware Manufacturing, uma fábrica de estampagem de metal com 105 anos de vida, foi convencido pela Formic Technologies a pagar menos de 10 dólares por hora para um robô, contra 20 dólares por hora para o trabalhador humano médio. Este mês, ele acompanhou um braço de robô pegar uma barra de metal de uma lata, girar e colocar em uma máquina mais antiga que a dobrou em uma maçaneta de 1,07 metro.

“Se o robô funcionar muito bem, vamos usá-lo bastante”, disse Albert, satisfeito com os resultados iniciais. “Se não funcionar, nenhum de nós se sairá muito bem. Temos menos em jogo e eles têm algo em jogo.”

A Westec Plastics, uma fábrica familiar de plástico em Livermore, Califórnia, pegou seu primeiro robô em janeiro de 2020 e agora tem três – batizados de Melvin, Nancy e Kim – da Rapid Robotics, que cobra 3.750 dólares por mês por robô no primeiro ano e 2.100 dólares a partir do segundo ano.

“Melvin trabalha 24 horas por dia, os três turnos, e substituiu três operadores plenos”, disse a presidente Tammy Barras, acrescentando que ela está economizando cerca de 60.000 dólares em custos trabalhistas por ano apenas com um robô. “Tivemos que aumentar bastante os nossos salários este ano por causa do que está acontecendo no mundo. E, por sorte, o Melvin não aumentou a sua taxa. Ele não pede aumento.”

Barras, que tem 102 funcionários, afirmou que os robôs não podem substituir os humanos atualmente porque realizam apenas tarefas repetitivas e simples, como pegar um cilindro redondo de plástico e carimbar o logotipo da empresa no lado correto.

Kristen Stewart sofre como a princesa Diana em novo pôster do filme ‘Spencer’

Longa retrata três dias na vida de Lady Di, em suas últimas férias de Natal com a família real

Pôster do filme ‘Spencer’ com Kristen Stewart – Divulgação

Um novo pôster oficial do filme “Spencer” foi divulgado nesta quarta (25). Na imagem, Kristen Stewart, que interpreta a princesa Diana (1961-1997), aparece com um vestido branco, virada de costas para a câmera com a cabeça baixa, como se estivesse chorando.

“Todo conto de fadas chega ao fim”, diz a legenda da foto. O filme, dirigido por Pablo Larraín, vai abordar três dias da vida de Lady Di, em suas últimas férias de Natal com a família real em Windsor, na Inglaterra. Teria sido neste momento que ela teria decidido não seguir o caminho que a tornaria rainha.

“O casamento da princesa Diana e do príncipe Charles esfriou há muito tempo. Embora haja muitos rumores de casos e divórcio, a paz foi ordenada para as festividades de Natal no Queen’s Sandringham Estate. Há comida e bebida, tiro e caça. Diana conhece o jogo. Mas este ano, as coisas serão profundamente diferentes. Spencer é uma imaginação do que pode ter acontecido durante aqueles poucos, mas fatídicos dias”, afirma a sinopse oficial.

Outra imagem de Stewart como a princesa Diana já tinha sido divulgada. “Spencer” nome do longa se refere ao sobrenome de batismo de Diana. O longa chega aos cinemas nos Estados Unidos no dia 5 de novembro. Ainda foi divulgado a data da estreia no Brasil

Na época em que anunciou Kristen Stewart para o papel, o diretor Larraín afirmou que ela é uma das grande artistas da atualidade. “Kristen pode ser muitas coisas, e ela pode ser muito misteriosa e muito frágil e, finalmente, muito forte também, e é disso que precisamos. A combinação desses elementos me fez pensar nela”, disse.

Perle Noire | Berdyansk Fashion Day 2021 | Full Show

Perle Noire | Berdyansk Fashion Day 2021 | Full Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Berdyansk/Ukraine)

Após reforma, apê dos anos 1970 ganha décor sóbrio e industrial

O projeto derrubou paredes, ampliou a área social e apostou em uma decoração com elementos industriais para um homem que vive sozinho
VANESSA D’AMARO | FOTOS ANDRÉ MORTATTI

Após reforma, apê dos anos 1970 ganha décor sóbrio e masculino (Foto: André Mortatti )

apartamento antigo de 140 m² de um prédio dos anos 1970 no bairro dos Jardins, em São Paulo, nunca havia sido reformado. Para abrigar o novo morador, um homem solteiro que vive sozinho, era necessário ampliar a área social e integrar os ambientes.

“A planta original do apartamento era muito segmentada, tivemos que redesenhar o layout. Derrubamos muitas paredes e abrimos um dos dormitórios para o estar”, comenta Cyro Guimarães, sócio de Luciano Aguiar no Studio Lim, responsável pela reforma que durou seis meses.

Após reforma, apê dos anos 1970 ganha décor sóbrio e masculino (Foto: André Mortatti )

sala ficou bem mais iluminada com as duas janelas amplas (uma delas fazia parte do antigo dormitório). Como o morador desejava espaços fluidos e confortáveis para receber amigos, a cozinha ganhou uma ilha com balcão que serve também como mesa de jantar. Ali, as luminárias feitas com canos da prumada do prédio são o destaque. O apelo industrial das peças também dialoga com um outro elemento estrutural exposto no projeto: a parede de concreto que emoldura o estar.

Após reforma, apê dos anos 1970 ganha décor sóbrio e masculino (Foto: André Mortatti )
Após reforma, apê dos anos 1970 ganha décor sóbrio e masculino (Foto: André Mortatti )

No mobiliário, o arquiteto optou por selecionar peças de traços limpos e contemporâneos. Assim, o living conta com um amplo sofá, um conjunto de mesas de centro, duas cadeiras com encosto de palhinha e a poltrona Baixa, de Guilherme Wentz.

Após reforma, apê dos anos 1970 ganha décor sóbrio e masculino (Foto: André Mortatti )
Após reforma, apê dos anos 1970 ganha décor sóbrio e masculino (Foto: André Mortatti )

Ao fundo, um painel de MDF separa a área molhada do restante do ambiente. “Como usamos um piso frio de cerâmica e as paredes brancas, o painel de madeira também é um recurso para aquecer o living”, diz. O mesmo revestimento aparece na parede das janelas e funciona como uma espécie de apoio para o morador. 

Após reforma, apê dos anos 1970 ganha décor sóbrio e masculino (Foto: André Mortatti )

Outro painel revestido de preto (perpendicular ao de madeira) compõe o estar e a cozinha. O lavabo, por sua vez, acompanha o mesmo tom de preto. “Usamos uma textura arenato. O ambiente escuro é o contraponto com o branco da sala”, reflete Cyro.