Money Heist’s Úrsula Corberó Breaks Down Her Perfectly Pink Makeup Routine | Beauty Secrets | Vogue

Spanish actress Úrsula Corberó shares her step-by-step guide for perfectly pink makeup, from her go-to blush to the surprising product she uses for eyeliner.

A atriz espanhola Úrsula Corberó compartilha seu guia passo a passo para uma maquiagem rosa perfeita, desde o blush até o surpreendente produto que usa no eyeliner.

Directed by Rebecca Fourteau
Filmed at Four Seasons Hotel Madrid

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Saúde da mulher entra na mira de startups brasileiras

‘Femtechs’ nacionais começam a ganhar força em meio a frenesi internacional; investimento ainda é desafio
Por Bruna Arimathea e Giovanna Wolf – O Estado de S. Paulo

Criada por Flávia Deutsch (E) e Paula Crespi, startup Theia oferece acompanhamento personalizado em pré-natal, parto e pós-parto
Criada por Flávia Deutsch (E) e Paula Crespi, startup Theia oferece acompanhamento personalizado em pré-natal, parto e pós-parto

saúde da mulher exige cuidados específicos: é preciso acompanhar fertilidade, contracepção, gestação, menopausa e outras dinâmicas do corpo feminino. Com o crescimento das “healthtechs” (startups de saúde), empresas especializadas em soluções tecnológicas para saúde da mulher também vêm ganhando espaço – elas devem movimentar US$ 50 bilhões no mundo até 2025, segundo a consultoria americana Frost & Sullivan. Inspiradas em exemplos internacionais, essas startups, conhecidas como “femtechs”, começam a desenhar um novo mercado no Brasil. 

Um dos principais nomes do setor no País é a Theia. Criada em 2019 por Paula Crespi e Flávia Deutsch, a startup oferece atendimento clínico em pré-natal, parto e pós parto, por meio de uma rede de 38 especialistas entre ginecologistas, psicólogos, nutricionistas e pediatras. A femtech já recebeu R$ 7 milhões em investimentos das gestoras Kaszek (dos cofundadores do Mercado Livre) e Maya Capital (de Lara Lemann, filha do bilionário Jorge Paulo Lemann). 

“A gestação é o momento em que estamos mais engajadas com a saúde. Porém, ainda há muito desamparo. A Theia deixa de ver a mulher como a barriga que carrega o bebê e oferece um cuidado multidisciplinar”, afirma Flávia ao Estadão

A startup mantém uma operação presencial em São Paulo e atua em parceria com os hospitais Santa Joana, Pro Matre, São Luiz e Einstein para a realização dos partos – no restante do País, o acompanhamento é apenas remoto. Por meio de site ou app, a Theia coordena um caminho de cuidado para cada mulher: o sistema indica as consultas necessárias de acordo com a semana da gestação e sugere atividades (como rodas de conversa e leituras) correspondentes a cada fase da gravidez. A paciente pode pagar as consultas por planos de saúde ou então acertar separadamente – um atendimento obstétrico na Theia custa R$ 400, enquanto a sessão de terapia é R$ 200. 

Algumas femtechs, no entanto, ampliam o escopo para além da gestação. A Oya Care, fundada no ano passado, oferece um relatório de fertilidade para mulheres a partir de um exame de sangue e de uma consulta com uma ginecologista especializada em reprodução humana – o atendimento é remoto, com agendamento online.

O serviço, que custa R$ 300, está disponível no Rio de Janeiro e em São Paulo e conta com parcerias com laboratórios – uma enfermeira contratada pela startup coleta o exame na casa da mulher. Pacientes de outras localidades, que tiverem os exames em mãos, podem marcar apenas a teleconsulta na Oya. 

Stephanie von Staa Toledo, fundadora da Oya Care
Stephanie von Staa Toledo, fundadora da Oya Care

“Avaliando o exame e outros aspectos da vida da mulher, como histórico de saúde, estilo de vida e idade, a médica traça um planejamento personalizado. Ela orienta, por exemplo, se o caminho é uma consulta depois de seis meses ou se é congelar os óvulos”, explica Stephanie von Staa Toledo, fundadora da Oya Care. Em sua primeira captação, a startup levantou um aporte de US$ 790 mil (cerca de R$ 4 milhões, na cotação atual) no final do ano passado, liderado pela firma de capital de risco Canary. A empresa já testa outros produtos relacionados à saúde preventiva da mulher, como doenças sexualmente transmissíveis e contracepção. 

Outra startup que aposta nesse tipo de cuidado é a Fertilid. Lançada em julho de 2019, a femtech nasceu da experiência de Amanda Sadi com exames de fertilidade oferecidos por clínicas particulares. “Descobri que tinha um teratoma no ovário e desembolsei muito dinheiro quando fui fazer os procedimentos. A capacidade reprodutiva é um dado que as mulheres precisam saber sobre si e quase ninguém conhece isso a fundo”, conta Amanda. 

Com dois meses de operação e cerca de R$ 1 milhão captado com investidores-anjo, a Fertilid comercializa auto-exames de fertilidade. Por R$ 360, o kit chega na casa da paciente, que coleta uma amostra de sangue (uma picadinha como nos testes de diabetes) e a envia pelos Correios – a empresa também oferece a logística de retorno. Então, a startup, em parceria com laboratórios, gera um relatório que informa sobre reserva ovariana, características do ciclo menstrual e saúde dos ovários. A mulher também pode agendar uma consulta com especialistas da plataforma da Fertilid caso queira saber mais sobre o resultado.

Gestação

Comparadas a outras startups, inclusive dentro do segmento de saúde, as femtechs brasileiras ainda estão em estágio embrionário. Elas são consideradas um segmento dentro de healthtechs e recebem investimentos menores: os aportes no ramo estão nos níveis de investimento-anjo e semente, que são os primeiros cheques na vida de uma startup. Para especialistas, porém, o sucesso de femtechs em outros países está jogando luz sobre esse mercado no Brasil. 

Em agosto, uma femtech atingiu pela primeira vez o status de unicórnio (avaliação de mercado superior a US$ 1 bilhão) nos EUA. A startup Maven, que funciona como uma clínica digital para gravidez e fertilidade, alcançou a marca depois de receber um cheque de US$ 110 milhões – a rodada contou com a participação de celebridades como a apresentadora Oprah Winfrey. Segundo uma pesquisa do fundo Rock Health, focado em saúde digital, o total de aportes em femtechs no mercado americano cresceu 105% em 2020, chegando a US$ 418 milhões investidos. 

“Esse crescimento mundial está relacionado ao fato de mais mulheres estarem empreendendo. Ao criar um negócio, é natural que você olhe mais para os problemas que te afetam diretamente”, explica Fabiany Lima, fundadora da empresa de investimentos DiliMatch.

No Brasil, os obstáculos estão relacionados principalmente à mentalidade dos investidores. Para Rafaela Bassetti, presidente executiva do hub de investimentos Wishe, os fundos muitas vezes têm uma análise míope de que serviços para mulheres não são mercados grandes porque dividem o público pela metade. “Existe um pensamento de que uma startup só vai ser o unicórnio se atender 100% da população”, diz. As empreendedoras sentem essa desconfiança na pele. “Grande parte dos investidores homens diz que é um serviço nichado. Mas como um serviço que tem como público mais da metade da população mundial pode ser pensado como nicho?”, questiona Flávia, da Theia, que é mãe de dois meninos. 

Para destravar o crescimento, a chave, dizem os especialistas, é apoiar as empreendedoras. Agentes do ecossistema nacional já estão se movimentando: a Wishe, que é focada em investimentos em startups lideradas por mulheres, está trazendo para a empresa uma nova sócia, Raquel Horta, com experiência no setor de femtechs – o plano é fazer do hub uma peça de consolidação e impulsionamento desse mercado.  

“Os grupos que estão mais antenados com os movimentos fora do Brasil já entenderam a oportunidade. Quem investir primeiro vai se dar melhor”, afirma Rafaela. 

Globo afirma que seus funcionários não vacinados poderão ser demitidos

Nos EUA, medida foi tomada por empresas como Google, Netflix, Uber, McDonald’s, Disney, Facebook, Twitter e Apple
Eduardo Moura

O ator Caio Blat toma a vacina contra a Covid-19 acompanhado da namorada, a atriz Luisa Arraes
O ator Caio Blat toma a vacina contra a Covid-19 acompanhado da namorada, a atriz Luisa Arraes – Adão/AgNews

SÃO PAULOA Globo enviou um email a seus funcionários informando que aqueles que decidirem não se vacinar poderão ser desligados da empresa.

Segundo a mensagem, passa a ser obrigatória a vacinação contra a Covid-19, com exceção dos trabalhadores que não podem receber a vacina por motivos médicos. A justificativa é que a não vacinação pode impactar e pôr em risco a saúde de outros funcionários.

Nos Estados Unidos, a medida foi tomada por empresas como Walmart, Google, Netflix, Uber, McDonald’s, Disney, United Airlines, Facebook, Twitter, Apple, Ford e General Motors, segundo informou a BBC News Brasil.

No início de agosto, a CNN americana anunciou que havia demitido três funcionários que frequentaram os escritórios da empresa sem estarem vacinados. Também lá, a Netflix passou a exigir tanto de atores quanto da equipe técnica a comprovação de imunização para que estes pudessem entrar nos sets de filmagem e demais ambientes de trabalho.

No Brasil, o direito de se negar a tomar vacina já chegou à Justiça do Trabalho, e, por enquanto, há decisões favoráveis à demissão por justa causa.

Segundo advogados, o tema ainda é novo, delicado e deve ser tratado com cuidado pelas empresas. A mera recusa ou atraso em buscar a vacinação, quando disponível, não configura automaticamente as condições para a justa causa, dizem.

Levantamento do Datalawyer para a Folha mostra que 2.704 processos trabalhistas já discutem, nos pedidos iniciais, demissão por justa causa relacionada à recusa da vacina.

[배민라이브] 환상 – 이루리(Luli Lee)

배민라이브ㅣEp.33-1 환상 by. #이루리 (Luli Lee)

Diana planejava se mudar com Harry e William para os EUA e trabalhar em Hollywood, revela amigo

Stewart Pearce revelou que Kevin Costner queria Diana na continuação de ‘O Guarda-Costas’, mas que ela desejava trabalhar atrás das câmeras

Princesa Diana, Príncipe Harry e Príncipe William (Foto: Getty Images)

Diana planejava se mudar para os Estados Unidos com William e Harry para tentar carreira em Hollywood, revela Stewart Pearce, o treinador de voz da ex-esposa de Charles em novo livro. O romance com Dodi Fayed ainda estava no início, mas foi importante no fortalecimento do sentimento de Lady Di, cuja morte completa 24 anos, tentar a carreira artística em Hollywood. 

A informação acaba indo de encontro com o que Harry Acabou fazendo ao abandonar a vida e os compromissos com a família real e se aventurar na indústria do entretenimento junto com a esposa Meghan Markle. Pearce se tornou amigo e confidente da princesa anos antes de sua morte diz que Diana estava desenvolvendo uma carreira em Hollywood, mas não estava interessada em se tornar atriz.

Ainda assim, Diana era constantemente procurada por Kevin Costner, que a queria em uma possível continuação de ‘O Guarda-Costas’, grande sucesso de 1992, mas o interesse da ex-princesa era de trabalhar por trás das câmeras. O astro de ‘Dança com Lobos’ se aproximou de Di através de sua então cunhada Sarah Ferguson, mas seus esforços foram em vão, apesar de Diana ter questionado se o projeto envolveria “cenas de beijo”. O amigo afirmou que Diana via em uma mudança da Inglaterra para a praia de Malibu, na Califórnia, a chave para iniciar sua nova fase na indústria do entretenimento.

Pearce, que relata detalhes no livro ‘Diana: The Voice of Chance’, foi treinador de voz de Diana e acabou se aproximando dela e criando uma forte amizade. “Havia uma série de grandes projetos fermentando em sua consciência por meio de ofertas que tinham sido oferecido a ela”, revelou o amigo, que esteve com Di dias antes de sua morte. “Mas uma das maiores oportunidades que ela queria criar era começar a desenvolver documentários sobre caridade que seriam então assimilados em grandes filmes”, disse ele. “Ela planejava passar muito tempo em Hollywood. A questão é que Diana estava realmente começando a explorar seu poder criativo”, revelou.

Diana Spencer (Foto: Getty Images)

O escritor e amigo ainda revelou que Diana estava consultando os principais executivos e agentes de Hollywood sobre suas ambições de fazer filmes. “Tudo o que ela fez foi assinado com o autógrafo de excelência, o que significa que ela consultou as pessoas certas. Era tudo sobre o mais alto escalão de opiniões que poderiam ser mantidas para o melhor gerenciamento de projetos. Portanto, eu sei que quem quer que ela empregou ou trabalhou em contato com ele teria sido um excelente padrão em direção à possibilidade de um status de premiado. Não há duvidas. Ela estava cheia de ação da co-criatividade”, afirmou.

As escolhas de Diana também tinham suporte do então namorado Dodi Al-Fayed, que tinha carreira de sucesso em Hollywood como produtor, tendo colaborado em filmes de sucesso como ‘Carruagens de Fogo’, ‘Hook, A Volta do Capitão Gancho’ e ‘A Letra Escarlate’. Pearce acrescentou que Diana também tornou-se amiga do produtor cinematográfico britânico David Puttnam, cujos filmes incluem ‘Os Gritos do Silêncio’, ‘O Expresso da Meia-Noite’ e ‘Memphis Belle – A Fortaleza Voadora’.

CINEMA I Estreias: Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, King Kong en Asunción, O Matemático, After – Depois do Desencontro, Bagdá Vive em Mim, Uma Noite de Crime – A Fronteira, O Palhaço, Deserto

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, com novo herói da Marvel, é aposta dos cinemas

Simu Liu em cena de ‘Shang-Chi’, novo filme da Marvel – Courtesy of Marvel StudiosSimu Liu em cena de ‘Shang-Chi’, novo filme da Marvel

Setembro não começa cheio de estreias no cinema, mas fica marcado como um mês importante para o universo dos filmes derivados de quadrinhos. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, novo filme da Marvel, que estreia nesta quinta, 2, é o primeiro longa do estúdio com um protagonista herói de origem asiática.

O longa, que tem sido elogiado pela crítica internacional, conta a história de um mestre em artes marciais que, após ficar anos escondido de um vilão poderoso nos Estados Unidos, é encontrado por ele e sua missão agora —assim como em todo filme de super-herói— é salvar o mundo.

Além da história de gibi, outro filme que carrega muitos fãs é a franquia “Uma Noite de Crimes”, que lança seu quinto longa com uma trama ainda mais violenta que as anteriores. Desta vez, os personagens vão além das 12 horas tradicionais de expurgo e precisam sobreviver em uma sociedade governada por extremistas cada vez mais cruéis.

Entre os filmes nacionais, “King Kong en Asunción” conta a história de um assassino de aluguel aposentado e depressivo. Na mesma linha reflexiva, “O Palhaço, Deserto” exibe um ex-palhaço triste analisando seus 40 anos de profissão.

Outros quatro filmes serão lançados nos cinemas da capital nesta semana: o documentário “Parque Oeste”, “O Matemático”, “After – Depois do Desencontro” e “Bagdá Vive em Mim”.

É importante lembrar que, apesar do avanço da vacinação e da flexibilização da quarentena, ainda estamos em uma pandemia. Então, use máscara, mantenha o distanciamento e siga as orientações sanitárias se for ao cinema.



Estreias

After – Depois do Desencontro
Baseado na série de livros “After”, o terceiro filme da franquia acompanha a vida do casal Tessa e Hardin, que, desta vez, precisará tomar difíceis decisões sobre seu próprio futuro e o de seus familiares.
EUA, 2021. Direção: Castille Landon. Com: Mira Sorvino, Arielle Kebbel e Hero Fiennes Tiffin. 16 anos.


Bagdá Vive em Mim
As tramas dos personagens —em sua maioria imigrantes— que se reúnem em um café em Londres formam o enredo do filme. Em uma das histórias centrais, uma garçonete vive em tensão com o desejo por liberdade na cidade e a pressão da comunidade iraquiana local.
Suíça, Alemanha e Inglaterra, 2019. Direção: Samir. Com: Waseem Abbas, Haytham Abdulrazaq e Waseem Abbas, Zahraa Ghandour. 16 anos.


King Kong en Asunción
Não, este não é mais um filme sobre o gorila gigante que invade os Estados Unidos. A história, na verdade, fala sobre um assassino de aluguel que, ao se aposentar da vida de crimes, viaja para Assunção, no Paraguai, em busca da sua filha.
Brasil, 2020. Direção: Camilo Cavalcante. Com: Andrade Júnior, Ana Ivanova e Fernando Teixeira. 16 anos.


O Matemático
O filme, que se passa na década de 1930, nos Estados Unidos, narra a vida de Stan Ulam, um imigrante polonês que criou a bomba de hidrogênio e o primeiro computador.
Alemanha, Polônia e Reino Unido, 2020. Direção: Thorsten ‘Thor’ Klein. Com: Philippe Tlokinski, Esther Garrel e Sam Keeley. 12 anos.


Uma Noite de Crime – A Fronteira
O longa continua a série “Uma Noite de Crime”, na qual um país cria uma lei suprema que autoriza que, uma vez por ano, qualquer cidadão possa cometer atos violentos sem punição. No quinto filme da sequência, os sobreviventes precisarão aguentar mais de 12 horas de expurgo.
EUA, 2021. Direção: Everardo Gout. Com: Ana de la Reguera, Tenoch Huerta e Will Patton. 16 anos. 


Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis
No filme que marca o início de um novo universo cinematográfico da Marvel, Shang-Chi é um lutador de artes marciais que vive escondido nos Estados Unidos. Certo dia, é encontrado pela organização comandada por seu pai, um homem poderoso que ameaça destruir a Terra.
EUA, 2019. Direção: Destin Daniel Cretton. Com: Simu Liu, Awkwafina e Tony Chiu-Wai Leung. 12 anos. 


O Palhaço, Deserto
Com o centro de São Paulo como cenário, o longa conta a vida de Cidadão, um ex-palhaço que dedicou 40 anos de sua vida à profissão e agora vive dias cheios de dilemas na recente aposentadoria.
Brasil, 2021. Direção: Patrícia Lobo. Com: Paulo Jordão, André Ceccato e Aline Abovsky. 14 anos


Parque Oeste
Eronilde volta ao Parque Oeste Industrial, na região sudoeste de Goiânia, dez anos após passar por uma desocupação traumática no local em 2005. Relatos pessoais e reportagens de jornais da época conduzem o documentário.
Brasil, 2018. Direção: Fabiana Assis. 12 anos

AMI Fall/Winter 2021 Campaign

AMI celebrates the f.AMI.ly, its community, in its Fall/Winter 2021 campaign shot by Luis Alberto Rodriguez, marking the first collaboration between the American photographer and dancer, and the Parisian house.

Conveying a variety of feelings, each photo is an evocative portrait, a new chapter in the story of a close-knit group. The mood delicately echoes the spirit of AMI and its values of love, friendship and inclusion. The campaign celebrates the need to be together, and infinite diversity of relationships and human connections – partners and lovers, chosen and biological families, acquaintances and best friends…

Inspiration draws from New York in the ’90s, and the unique imagery of fashion catalogs of that era; AMI’s models stage similar interactions in candid poses, in a series of striking full-body shots. The wardrobe, a central concept and the heart of AMI’s DNA, is reinterpreted with a similar, minimalistic, 90’s vibe – from oversize coats, chunky knits and baggy jeans.

A AMI celebra o f.AMI.ly, a sua comunidade, na sua campanha Outono / Inverno 2021 fotografada por Luis Alberto Rodriguez, marcando a primeira colaboração entre o fotógrafo e dançarino americano e a casa parisiense.

Transmitindo uma variedade de sentimentos, cada foto é um retrato evocativo, um novo capítulo na história de um grupo unido. O clima ecoa delicadamente o espírito da AMI e seus valores de amor, amizade e inclusão. A campanha celebra a necessidade de estarmos juntos e a diversidade infinita de relacionamentos e conexões humanas – parceiros e amantes, famílias escolhidas e biológicas, conhecidos e melhores amigos …

A inspiração vem de Nova York nos anos 90 e das imagens exclusivas dos catálogos de moda daquela época; Os modelos da AMI encenam interações semelhantes em poses sinceras, em uma série de fotos impressionantes de corpo inteiro. O guarda-roupa, um conceito central e o coração do DNA da AMI, é reinterpretado com uma vibração semelhante e minimalista dos anos 90 – de casacos grandes, malhas grossas e jeans largos.

Billy Paul – Me and Mrs. Jones (Official Soul Train Video)

PhillySound on Soul Train presents: “Me and Mrs. Jones” by Billy Paul (November 4, 1972)