Paraiso | Spring Summer 2021 | Full Show

Paraiso | Spring Summer 2021 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – 080 Barcelona)

Simone Rocha | Spring Summer 2022 | Full Show

Simone rocha | Spring Summer 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – LFW/London Fashion Week) #Simonerocha #LFW #SS22

Patrick Hawes – In Mid Air
David Kelly – Around The Corner
Sarah Elizabeth Lacy – Evermore Friend

KNWLS’ Western Romance is a Futuristic Affair

by IRENE OJO-FELIX


Live shows are back in full swing at London Fashion Week and ahead of their latest collection for KNWLSCharlotte Knowles and Alexandre Arsenault injected high-octane energy back into the affair. For their spring/summer 2022 collection, KNWLS revisited their signature corsetry, low-rise trousers, body-con fit, and bold prints with a bit more attitude with the addition of heavier, bohemian textiles like snakeskin cowboy hats and belts, suede, leather, and denim. Thomas De KluyverSoichi Inagaki, and Sylvie Macmillan created a futuristic beauty look with highlighted technicolor hair; far-out, frosted colors on lips; thickly, colored mascara; long, horned nails with attitude; and freakily colored contacts. Cast by Anita Bitton, the show opened with Jan Baiboon, closed with Jean Campbell, and had the dominating talent in London this season with Ajok Daing, J Moon, Lindsey Wixson, Lin Yap, Nyarach Abouch Ayuel, and Nyaueth Riam. Check out a sneak peek shot by photographer Eva Al Desnudo of the S/S 22 KNWLS below.

All images shot by Eva Al Desnudo for Models.com

Os shows ao vivo estão de volta a todo vapor na London Fashion Week e à frente de sua última coleção para a KNWLS, Charlotte Knowles e Alexandre Arsenault injetaram energia de alta octanagem de volta ao evento. Para sua coleção primavera / verão 2022, KNWLS revisitou seus corsetaria, calças de cintura baixa, body-con fit e estampas arrojadas com um pouco mais de atitude com a adição de tecidos boêmios mais pesados, como chapéus e cintos de cowboy de pele de cobra, camurça, couro e jeans. Thomas De Kluyver, Soichi Inagaki e Sylvie Macmillan criaram um visual de beleza futurista com cabelos em tecnicolor destacados; cores distantes e opacas nos lábios; rímel densamente colorido; unhas compridas com chifres com atitude; e contatos estranhamente coloridos. Escalado por Anita Bitton, o show abriu com Jan Baiboon, fechou com Jean Campbell e teve o talento dominante em Londres nesta temporada com Ajok Daing, J Moon, Lindsey Wixson, Lin Yap, Nyarach Abouch Ayuel e Nyaueth Riam. Confira abaixo uma prévia da fotógrafa Eva Al Desnudo do S / S 22 KNWLS.

Todas as imagens tiradas por Eva Al Desnudo para Models.com


Constança Entrudo | Fall Winter 2021/2022 | Digital

Constança Entrudo | Fall Winter 2021/2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Women’s)

The Perfect Magazine X Valentino

Perfect x Valentino : Joy.
Source: theperfectmagazine.com
Published: 09/19/2021

In this picture: Maurizio CattelanCosmo CaspersValerio Maccario
Credits for this picture: Pierpaolo Piccioli (Designer), Pierpaolo Ferrari (Photographer), Katie Grand (Editor), AAMO (Casting Director)Brands in this picture: Valentino

All people in this editorial:

Pierpaolo Piccioli – Designer Pierpaolo Ferrari – Photographer Katie Grand – Editor Maurizio Cattelan – Artist AAMO – Casting Director Cosmo Caspers – Model Valerio Maccario – Model

All brands in this editorial:

Valentino


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Tim Cook responde questões de ativistas do #AppleToo, mas insatisfações continuam

Segundo os empregados envolvidos no movimento, Cook e os executivos da Maçã responderam a apenas duas perguntas relacionadas ao tema

Tim Cook

Quem tem acompanhado as manchetes tecnológicas dos últimos meses certamente já conhece a hashtag #AppleTooorganizada por empregados da Apple que resolveram se pronunciar sobre abusos, assédios e outras situações inaceitáveis dentro do ambiente de trabalho da empresa, incluindo casos de racismo, sexismo e discriminação.

O grupo já reuniu mais de 500 histórias e está publicando várias delas no Twitter, além de prestar apoio à gerente sênior de engenharia Ashley Gjøvik — que foi uma das pessoas a iniciar o movimento de denúncias e posteriormente foi demitida por, segundo a Apple, vazar informações privadas da empresa.

Resumindo: a situação não está nada agradável, e após um vídeo da vice-presidente sênior de varejo e pessoas, Deirdre O’Brien, agora foi a vez do próprio Tim Cook de lidar diretamente com o problema — novamente, com resultados não lá muito animadores.

De acordo com o New York Times, Cook participou de uma reunião virtual aberta para todos os funcionários da empresa e, em meio às discussões, abriu espaço para tratar da questão dos abusos e do #AppleToo. Segundo a reportagem, Cook e O’Brien trataram de alguns dos assuntos levantados pelos ativistas, como a equidade de salários e a nova lei de abortos no Texas.

Sobre a igualdade de pagamentos, O’Brien repetiu o que já tinha declarado no vídeo anterior: segundo a executiva, a Apple faz auditorias regulares para detectar possíveis anomalias e vieses irregulares na sua folha de pagamento, corrigindo os problemas e garantindo a igualdade salarial entre gêneros, raças, religiões e outros aspectos para cargos de mesmo nível.

Pesquisas feitas internamente por empregados mostraram, entretanto, que a realidade não é exatamente esta e que ainda há um nível considerável de disparidade salarial na Apple. Cook não respondeu à pergunta feita por Janneke Parrish, uma das coordenadoras do #AppleToo, que perguntou aos executivos quais passos concretos estariam sendo empregados para eliminar as diferenças salariais e potencializar a representação de minorias na liderança da empresa.

De fato, Cook e seus colegas da alta cúpula da Maçã responderam apenas a duas perguntas dos ativistas do #AppleToo, o que gerou um sentimento de insatisfação nos participantes da campanha. Parrish declarou: “Com as respostas que Tim deu hoje, nós não fomos ouvidos.”

Sobre a questão da lei do aborto no Texas, Cook reiterou o memorando que já tinha sido entregue ao corpo de funcionários da empresa. No documento, a Apple se comprometeu a monitorar os procedimentos legais para contestar a regulação e apoiar funcionários e funcionárias afetados pela lei.

Outros assuntos

A reunião, naturalmente, não aconteceu somente para tratar de temas relacionados ao #AppleToo. Cook e seus executivos trataram também de uma série de outros assuntos pertinentes ao momento atual da Apple, como o — continuamente adiado — retorno aos escritórios após quase dois anos de trabalho remoto.

Segundo Cook, a empresa está confiante de que a volta enfim acontecerá em janeiro próximo:

Eu sei que isso está na cabeça de algumas pessoas, mas não todas, porque cerca de metade dos nossos empregados já voltaram a trabalhar nas lojas e escritórios. Para todos os outros, nós estamos confiantes de que poderemos voltar ao trabalho presencial em algum momento de janeiro.

Sobre a decisão recente da batalha judicial contra a Epic Games, Cook foi sucinto e afirmou apenas que, das dez denúncias feitas pela desenvolvedora, a justiça ficou do lado da Apple em nove. O CEO espera que a decisão deste mês coloque no retrovisor algumas das discussões acerca da App Store — embora não seja este o cenário que está se desenhando numa esfera global, vale notar. [MacMagazine]

VIA IMORE

Emmy 2021: Saiba onde assistir as séries vencedoras

Veja a lista completa das ganhadoras da premiação e assista aos trailers

Olivia Colman, que dá vida à rainha Elizabeth II em ‘The Crown’, posa com sua estatueta do prêmio Emmy em 2021 Foto: Peter Nicholls/Reuters

73ª edição do Emmy aconteceu na noite deste domingo, 19, em Los Angeles. The Crown e Ted Lasso dominaram a lista de vencedores sendo, respectivamente, a melhor série de drama e a melhor série de comédia, enquanto O Gambito da Rainha foi escolhida como melhor minissérie.

Na disputa entre os serviços de streaming, a Netflix foi a grande vencedora, com nove premiações. A Apple TV+ levou quatro prêmios e a HBO Max ficou com três. 

Confira abaixo a lista dos vencedores e saiba em qual plataforma de streaming assistir cada série:

Série de comédia

Ted Lasso

Ted Lasso levou melhor série de comédia, além de melhor ator (Jason Sudeikis), ator coadjuvante (Brett Goldstein) e atriz coadjuvante (Hannah Waddingham) dentro da categoria.

  • Onde assistir: Apple TV+

Hacks

Hacks levou a estatueta de melhor atriz para Jean Smart, melhor roteiro (Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky) e a melhor direção (Lucia Aniello) em séries de comédia.

Onde assistir: HBO Max

Série de drama

The Crown

The Crown emplacou a melhor série de drama e todas as categorias de atuação, com melhor ator (Josh O’Connor), atriz (Olivia Colman), ator coadjuvante (Tobias Menzies) e atriz coadjuvante (Gillian Anderson). A série sobre a família real britânica também venceu as categorias roteiro (Peter Morgan) e direção (Jessica Hobbs).

Onde assistir: Netflix

Minissérie ou filme para TV

O Gambito da Rainha

O Gambito da Rainha foi escolhida como melhor minissérie e melhor direção com Scott Frank.

Onde assistir: Netflix

Mare of Easttown

Mare of Easttown levou os prêmios de melhor atriz para Kate Winslet, melhor atriz coadjuvante para Julianne Nicholson e melhor ator coadjuvante para Evan Peters em minissérie ou filme para TV.

Onde assistir: HBO Max

Halston

Halston ficou com melhor ator em minissérie ou filme para TV com Ewan McGregor.

Onde assistir: Netflix

I May Destroy You

I May Destroy You​ emplacou o melhor roteiro para Michaela Coel.

Onde assistir: HBO Max

 

‘Dedico essa história a sobreviventes de abuso sexual’, diz Michaela Coel no Emmy 2021

Britânica que estrela ‘I may destroy you’ venceu a categoria de melhor roteiro de minissérie

Michaela Coel Foto: Getty Images

A britânica Michaela Coel, que criou e protagonizou a minissérie “I may destroy you“, da HBO, dedicou o Emmy 2021 de melhor roteiro de minissérie a sobreviventes de abuso sexual. A obra é uma produção de 2020 que discute consentimento sexual na contemporaneidade a partir de um abuso sofrido por Arabella, a personagem de Michaela. A história é baseada na experiência da própria atriz, criadora da série.

“Escreva a história que te assusta, que te faz se sentir inseguro, que não é confortável. Eu te desafio. Em um mundo que nos seduz a navegar pela vida de outras pessoas para nos ajudar a determinar melhor como nos sentimos sobre nós mesmos e, por sua vez, sentir a necessidade de estarmos constantemente visíveis – pois a visibilidade hoje em dia parece de alguma forma equivaler ao sucesso -não tenha medo de desaparecer dela, de nós, por um tempo e ver o que vem para você no silêncio”, disse ela. “Dedico essa história a sobreviventes de abuso sexual”.

No Bafta, em junho, ela dedicou o prêmio de melhor atriz de TV à coordenadora de intimidade Ita O’Brien. Desde as denúncias de assédio que explodiram com o movimento #MeToo, a presença desse tipo de profissional tem sido constante em filmagens de cenas de nudez e sexo. A função deles é zelar pelo bem-estar dos atores e evitar constrangimentos e abusos.

“Quero dedicar este prêmio a coordenadora de intimidade Ita O’Brien. Obrigado por sua existência na nossa indústria, por tornar o espaço seguro físico, emocional e profissionalmente para que a gente faça um trabalho sobre exploração, perda de respeito e abuso de poder sem ser explorada e abusada no processo”, disse Michaela. “Eu sei como é filmar sem um coordenador de intimidade – a bagunça e a vergonha para a equipe e devastação interna para a atriz. A sua direção foi essencial para a minha série, e acredito que seja essencial para toda produtora que queira trabalhar com temas de consentimento”.

Emmy prometeu diversidade, mas esforço não passou de marketing

Atores e atrizes não brancos eram 41% dos indicados e não receberam nenhuma estatueta
Luciana Coelho

Olivia Colman com seu Emmy de melhor atriz em série de drama por ‘The crown’ Foto: PETER NICHOLLS / REUTERS

Ensejada nas indicações e reprisada durante a cerimônia, a prometida mudança no Emmy para contemplar gente e histórias mais diversas não se traduziu em prêmios. Como havia muito não ocorria, a totalidade dos 12 atores e atrizes premiados na noite de domingo (19) é branca.

Em que pesem suas qualidades, as ganhadoras dos três prêmios principais —“Ted Lasso” (comédia), “The Crown” (drama) e “O Gambito da Rainha” (minissérie)— são tão brancas como as produções de 1950.

O resultado fica mais bizarro quando levado em conta que 41% dos 73 indicados nas categorias de atuação eram pessoas não brancas —negras, asiáticas, latinas, indígenas—, reflexo preciso da população americana, na qual 60% se identificam como brancos sem origem latina ou hispânica, segundo o censo dos Estados Unidos.

Papelão, pois a busca por diversidade na TV foi o mote da cerimônia toda. O mestre de cerimônias, Cedric the Entertainer, era negro, assim como vários dos apresentadores e a grande homenageada da noite, a atriz e coreógrafa negra Debbie Allen, que inspirou um longo discurso sobre diversidade do presidente da Academia de Artes e Ciências Televisivas, que entrega o prêmio.

Atores e atrizes de origem asiática e indígena também anunciaram vencedores. Várias das produções indicadas, de programas de esquetes de humor a minisséries como “Lovecraft Country”, têm protagonistas negros ou o racismo como temática.

Duas produções indicadas, “Hamilton” e “Bridgerton,” devem parte de seu sucesso à provocação de escalar atores negros para papéis tradicionalmente entregues a brancos.

E o discurso mais forte da noite veio de uma mulher negra, Michaela Coel, laureada como melhor roteirista de minissérie por sua arrebatadora “I May Destroy You” (“Em um mundo que nos incita à necessidade de visibilidade constante, pois a visibilidade, hoje, parece corresponder a sucesso, não tenham medo de desaparecer um pouco. E ver o que surge do seu silêncio”).

Ainda assim, Coel não foi contemplada como atriz —perdeu para Kate Winslet, também fenomenal em “Mare of Easttown”— ou diretora, nem sua minissérie foi considerada a melhor.

Poderia ter perdido para a mesma “Mare”, ou a aterrorizante “The Underground Railroad”, de Barry Jenkins, um dos cineastas mais relevantes em exercício. Até a espertíssima “WandaVision” tinha chance. Mas perdeu para o “Gambito da Rainha”, um drama bem-feitinho porém a anos-luz de qualquer uma de suas concorrentes.

É óbvio que não há, nem deve haver cotas raciais em prêmios. É assustador, contudo, que, mesmo com tantos indicados não brancos, nenhum deles tenha posto as mãos na estatueta. Trata-se, no mínimo, de um descompasso com o espírito do tempo.

A mudança expressa nas indicações e na escolha dos apresentadores, afinal, apenas responde ao que tem ocorrido com as próprias produções, que, graças ao multiculturalismo almejado pelas plataformas de streaming, multiplicaram os tipos de corpos e vozes em cena.

Sem depender de patrocinadores, apenas dos espectadores, é cada vez mais natural que as produções abandonem “modelos ideais” do passado para se conectarem com uma plateia cada vez mais diversa.

Com as estatuetas pulverizadas na noite de domingo, algumas decisões questionáveis e uma leva de escolhas óbvias, entretanto, o prêmio mais importante da televisão americana deixou no ar se a intenção de permitir que mais gente seja ouvida é para valer ou é só uma versão de verniz marqueteiro em tempos em que se dizer socialmente e ambientalmente responsável pode ser lucrativo em qualquer indústria, das megacorporações ao centro de Hollywood.​