Emily Ratajkowski  – M Le magazine du Monde November 2021 Cover

M Le magazine du Monde November 2021 Cover
Source: lemonde.fr
Published: November 2021

All people in this magazine cover:

Oliver Hadlee Pearch – Photographer Jean-Baptiste Talbourdet-Napoleone – Creative Director Charlotte Collet – Fashion Editor/Stylist Kiyoko Odo – Hair Stylist Lauren Parsons – Makeup Artist Helena Balladino – Casting Director Piergiorgio Del Moro – Casting Director Cam Tran – Manicurist Emily Ratajkowski – Model

Willfredo Gerardo | Resort 2022 | Full Show

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George Georgia – Linked/Dirty Waves/Persisting

Melissa Odabash | Spring Summer 2022 | Full Show

Melissa Odabash | Spring Summer 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Gran Canaria Swim Week by Moda Cálida) #Melissaodabash #SS22

Troy Matthews – Neighbourhood/Could Be Dreaming

Elite ignora crise, gasta mais no país e turbina o mercado de luxo

Enquanto economia patina, vendas de grifes de roupas, móveis e joias crescem dois dígitos
Eduardo Graça

Shopping Cidade Jardim: mercado de luxo continua com vendas em alta Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

SÃO PAULO — Crise? Que crise? Enquanto a economia nacional patina, o mercado de luxo brasileiro foi o que menos sofreu na pandemia, na comparação com outros países, impulsionado por uma elite que não parou de gastar mesmo longe das lojas físicas. Impedidos de viajar para o exterior por conta das medidas sanitárias e do atraso da vacinação contra a Covid-19, os mais ricos consumiram alto em seu próprio quintal

O resultado, que dados iniciais mostram ser ainda melhor este ano com a reabertura dos centros comerciais, motivou a Associação Brasileira das Empresas de Luxo (Abrael) a lançar, na segunda quinzena de novembro, a campanha Compre no Brasil, voltada para o setor.

— Durante um ano e meio não se pôde gastar com avião, hotel, gastronomia, eventos culturais. Esse dinheiro represado pelos mais ricos foi para o consumo virtual nas grifes, a hotelaria boutique local, que vive seu melhor momento em duas décadas, os carros top e o mercado imobiliário de luxo, em franca expansão.  — diz Carlos Ferreirinha, presidente da MCF consultoria e um dos principais especialistas do setor no país.

Ele diz que os próximos meses serão a prova dos nove para mostrar se, de fato, esse consumidor seguirá comprando mais no país do que lá fora, com a reabertura dos países para o turismo.

Menos fornecedores

Os números são positivos nos mais diversos bulevares do luxo brasileiro. A operação brasileira da Hermès prevê crescimento de quase 50% este ano em relação ao ano passado no país. A Cartier, com investimento pesado no e-commerce e a novidade da pronta entrega em até quatro horas em São Paulo, quase quintuplicou suas vendas em 2020 em relação a 2019 e prevê crescimento de dois dígitos em 2021.

E no escritório de arquitetura de decoração de luxo de Sig Bergamin, em São Paulo. Com crescimento de 40% este ano, ele já contratou funcionários.

— Se sofro hoje é por ansiedade. Há mais casas de luxo, mas os fornecedores,especialmente os de fora, diminuíram, os estoques acabaram. E as pessoas buscam o exclusivo e para ontem, pois a noção de tempo, com a pandemia, mudou muito. O luxo ficou mais local e prático: nada de sofá de seda ou veludo, mas de couro, inclusive os coloridos. Vacas, aqui, afinal, não faltam — diz Bergamin.

Câmbio não é problema

A Euromonitor Internacional mostra que, em 2020, o Brasil teve um recuo menor que o do restante do planeta no setor de luxo. E estima que o país deve acompanhar o crescimento do mercado mundial no pós-pandemia, com ganhos de 34% até 2025.

O gerente de pesquisa da consultoria, Guilherme Machado, pondera que as projeções devem até melhorar. Dados mais recentes indicam que a indústria de luxo no Brasil “deu uma megaguinada a partir do segundo semestre do ano passado”, que será capturada na atualização anual consolidada dos dados na segunda quinzena de novembro.

Mercado de luxo continua com vendas em alta e atrai brasileiros que não podem viajar Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo
Mercado de luxo continua com vendas em alta e atrai brasileiros que não podem viajar Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

E a sondagem “Atividade do luxo no Brasil”, finalizada em setembro pela Abrael, já aponta um expectativa de crescimento médio de 51,74% em 2021 em relação ao ano passado.

O câmbio, diz a diretora-geral da Hermès no Brasil, Chiara Mariottini, é outro incentivo para o cliente seguir comprando no país. Se o real desvalorizado torna os importados mais caros, eliminar o custo em dólar ou euro da viagem para fora é um bom negócio.

— Vendemos a distância, para todo o Brasil, mas de forma personalizada. Tanto que, com a reabertura, mesmo quem prefere seguir comprando de casa quis vir às lojas conhecer os vendedores que os acompanharam durante a pandemia. Investimos na fidelidade e deu certo— conta.

Thiago Alonso, CEO da JHSF, do complexo Cidade Jardim, em São Paulo, referência no mercado de luxo, aponta outras razões para o fôlego do setor no país, além da proximidade dos vendedores com os clientes, que se mostrou fundamental na pandemia: a decisão das principais marcas internacionais de convergir os preços praticados lá fora, a ruptura do sistema de financiamento global e a possibilidade de se parcelar as compras.

O cliente de luxo foi mimado pelas principais marcas, com envio de coleções inteiras e produtos exclusivos por WhatsApp, mensagens de solidariedade nos momentos em que as famílias sofriam perdas com a pandemia e passeios exclusivos em vídeo por shoppings ainda desertos.

— Parcerias de fato se estreitaram, e se diluiu a sensação de que a experiência de comprar no exterior é diferente e com muito mais ofertas — diz Alonso.

Ricos se rendem aos produtos de luxo usados como alternativa a dificuldade de viajar na pandemia. Na foto, Carol Kalache, dona de brechó Foto: Leo Martins / Agência O Globo
Ricos se rendem aos produtos de luxo usados como alternativa a dificuldade de viajar na pandemia. Na foto, Carol Kalache, dona de brechó Foto: Leo Martins / Agência O Globo

Valor simbólico

A empresária Carol Kalache, especializada em peças de luxo usadas, viu seu brechó virtual dobrar as vendas durante a pandemia. Os objetos de desejo mais disputados, conta, foram bolsas, especialmente as Louis Vuitton Neverfull (R$ 3,5 mil) e Speedy (R$ 3 mil); a Birkin, da Hermès (R$ 35 mil), as Gucci Soho (R$ 3 mil) e Interlocking (R$ 3 mil) e a Chanel clássica (R$ 20 mil).

— Já são 257 mulheres nos grupos virtuais, divididos por categorias de luxo. Teve um momento em que pensei: mas por que tanta gente comprando bolsa pra andar do quarto pra sala? As pessoas estavam ansiosas, não sabiam o que fazer, e meu segmento no universo do luxo ganhou dinheiro na pandemia — diz Kalache, que espera apenas o movimento nas ruas melhorar para levar seu negócio virtual para uma loja em Ipanema, no Rio

Ela descreve o novo empreendimento:

 — Ela já está montada. Aposto que as pessoas seguirão comprando mais no Brasil e que o mercado de luxo de segunda mão também se beneficiará do aumento do consumo local. O câmbio está caro, e o que você reservava para compras agora ficará muito nas experiências de vida que a própria viagem, tão adiada, proporcionará.

Sair às compras neste momento, mesmo no conforto de casa, aponta o antropólogo Michel Alcoforado, fundador da Consumoteca, transcende a lógica e faz sentido, mais que nunca, por sua faceta simbólica.

É natural, argumenta, que os mais ricos, em uma sociedade marcadamente desigual, comprem ainda mais, pois o luxo também serve para “construir muros, cultivar diferenças e demarcar fronteiras”:

— Os mais ricos encheram seus closets de roupas mesmo não tendo onde usar. Este investimento não foi pragmático, mas simbólico. O mesmo ocorre, de certa forma, com o mercado aquecido de arte no país. Compra-se também para atestar que não se empobreceu. A mulher de um empresário que adquiriu um Damien Hirst me disse com todas as letras: não somos exatamente fãs dele, mas, quando vierem aqui, farão as contas: se gastaram isso tudo num Hirst, imagina quanto dinheiro têm?

Um olhar sobre o novo escritório da Parimatch Tech em Kiev, Ucrânia

Provedor de soluções tecnológicas Parimatch Tech contratou o estúdio de design de interiores de arquitetura ZIKZAK para projetar seu novo escritório em Kiev, Ucrânia.

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Meeting room

“O espaço de coworking corporativo da Parimatch Tech desenvolvido pelo escritório de design ZIKZAK combina trabalho profundo, lounge, relaxamento e comida. 70% do escritório não tem divisórias. Não há lugares rigidamente atribuídos aos funcionários, há mesas bumerangues únicas, paredes deslizantes de salas de reuniões, uma cachoeira, cápsulas Skype, painéis multimídia.

Os princípios de bem-estar foram originalmente incorporados ao conceito do projeto. As instalações adaptam-se aos biorritmos e ao grau de insolação natural. Composições florísticas, barulho silencioso de água, painéis de absorção de som criam um ambiente antiestresse em que é aconchegante em casa.

Logística intuitiva, transformação instantânea de volume, ritmo diferente, mudança de clima, cor, som, meios-tons no estilo de um lobby VIP de um hotel de classe extra. Trabalhe à beira do relaxamento, numa envolvente atmosfera de conforto e bem-estar. Bem-estar corporativo.

Na zona profunda com maior absorção sonora, estão discutindo projetos no alto com um panorama da capital. A qualquer momento, você pode mudar para o formato lounge: folheie o tablet sob um abajur, jante com gosto na aconchegante cozinha, relaxe com uma xícara de café expresso em uma cadeira de vime no terraço panorâmico. A equipe também criou diferentes cenários de iluminação. Utilizamos a regulação de acordo com o protocolo dali nas zonas central e de trânsito, o que permitiu criar um ambiente de trabalho tranquilo e confortável. Eles usaram ativamente a luz decorativa na forma de iluminação de uma cachoeira, painéis, estantes, arandelas nas paredes, lâmpadas de assoalho. Todos esses detalhes apenas enfatizaram o conceito geral de coworking corporativo.

A mudança para o trabalho híbrido mudou a maneira como o funcionário interage com o empregador. Especialistas altamente qualificados combinam facilmente vários projetos, mudam cidades e continentes. O freelancer não é típico apenas de grandes empresas: os funcionários de todas as empresas já experimentaram a liberdade de escolha. A luta pelo melhor está apenas começando. Os vencedores são aqueles que oferecem sua fonte de renda, suas unidades de trabalho as condições mais confortáveis. Incluindo – o espaço no qual você pode trabalhar … enquanto joga. Comunique-se, tenha o prazer de uma visita ao escritório, uma sensação de bem-estar. A Parimatch Tech tem horários flexíveis, mas no novo espaço de coworking, os funcionários preferem o modo offline ”, diz ZIKZAK.

  • Location: Kyiv, Ukraine
  • Date completed: 2021
  • Size: 16,000 square feet
  • Design: 9 256
  • Photos: ZIKZAK
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Reception
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Open-plan workspace
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Breakout space
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Corridor
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Breakout space
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Corridor
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Terrace
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Breakout space
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Corridor
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Workstations
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Lounge
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Meeting room
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Corridor

Risque Dukes | Resort 2022 | Full Show

Risque Dukes | Resort 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Art Hearts Fashion Swim Week) #Miamiswim #ArtHeartsFashion

Anton Flanders – Blaze/Rides/Bow

Andrew Day for Modern Luxury with Pritika Swarup

Photographer: Andrew Day. Fashion Stylist: Mary Reienhr Gigler. Hair Stylist: Karla Serrano. Makeup Artist: Robert Reyes. Model: Pritika Swarup at IMG

Vogue Taiwan October 2021 cover

Vogue Taiwan October 2021 cover
Source: vogue.com.tw
Published: October 2021

All people in this magazine cover:

Cheng-Po Ou-Yang – Photographer
Joey Lin – Fashion Editor/Stylist
Wan Yu – Model

Tavi Gevinson – S Moda for El Pais October 2021 Cover

S Moda for El Pais October 2021 Cover
Source: smoda.elpais.com
Published: October 2021

All people in this magazine cover:

Michael Schwartz – Photographer Fabio Immediato – Fashion Editor/Stylist Blake Erik – Hair Stylist Misha Shahzada – Makeup Artist Mo Qin – Manicurist Tavi Gevinson – Actor