Army of Thieves, derivado de Army of the Dead, ganha novo pôster

Produção inspirada no universo criado por Zack Snyder chega à plataforma em 29 de outubro
EDUARDO PEREIRA

We all know what season it is – it’s time for some killer heist-action content. ARMY OF THIEVES is on Netflix October 29.

Exército de Ladrões: Invasão da Europa (no título original, Army of Thieves), o spin-off de Army of the Dead na Netflix, teve um novo pôster oficial divulgado pela gigante do streaming.

Confira a sinopse do spin-off: “Nesta história que antecede Army of the Dead, de Zack Snyder, Dieter é um caixa de banco de uma cidade pequena que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando uma mulher misteriosa o recruta para se juntar aos criminosos mais procurados do mundo e roubar uma série de cofres superprotegidos na Europa.”

Desta vez, Snyder fica só na produção e no roteiro. Dirigido e estrelado por Matthias Schweighöfer, o longa ainda conta com Nathalie Emmanuel (Game of Thrones) no elenco.

A produção chega ao catálogo da plataforma em 29 de outubro.

Isabel Marant Spring-Summer 2022 Show

As the sun sets over the beach, a dazzling sky is printed on denim like an image on a film strip.

Here colour, joy and sensuality prevail. Inspired by the sporty vibe and the futuristic spirit of Hans Feurer’s photos, reminiscent of the 90’s, the collection plays with the codes of sexy femininity and athletic apparel.

Beachwear and ready-to-wear intertwine and merge throughout the show. The girls, hoisted onto high-heeled clogs, seem to have come out of the water to get straight back into town. Bikinis and bras serve as a support for the looks.

Technical fabrics and sportswear-inspired iridescent fabrics change color under the intensity of the lighting. Parachute-shaped garments bounce to the rhythm of the steps. Spanning Japanese references and the 80’s early history of graffiti, prints are scrambling. Jeans are adorned with metallic embroideries. The attitude of the Isabel Marant girls, their energy, nonchalance and optimism are contagious.

This Spring-Summer 2022 collection is set to music by Italian artist Gabber Eleganza, who has been working alongside Isabel for the past three seasons. Enjoy what you do!

#IsabelMarantSS22​ #IsabelMarant​

À medida que o sol se põe na praia, um céu deslumbrante é impresso no jeans como uma imagem em uma tira de filme.

Aqui prevalecem a cor, a alegria e a sensualidade. Inspirada na vibração esportiva e no espírito futurista das fotos de Hans Feurer, que lembram os anos 90, a coleção brinca com os códigos da feminilidade sexy e roupas esportivas.

Moda praia e pronto-a-vestir se entrelaçam e se fundem ao longo do desfile. As meninas, içadas em tamancos de salto alto, parecem ter saído da água para voltar direto para a cidade. Biquínis e sutiãs servem de suporte para os looks.

Tecidos técnicos e tecidos iridescentes inspirados em roupas esportivas mudam de cor sob a intensidade da iluminação. As roupas em forma de paraquedas balançam no ritmo dos passos. Abrangendo referências japonesas e o início da história do graffiti nos anos 80, as gravuras estão se misturando. Os jeans são adornados com bordados metálicos. A atitude das meninas Isabel Marant, sua energia, indiferença e otimismo são contagiantes.

Esta coleção primavera-verão 2022 é musicada pelo artista italiano Gabber Eleganza, que trabalha ao lado de Isabel há três temporadas. Aproveite o que você faz!

Respeite as pessoas que te entretém: Consumir arte asiática não absolve racismo

Popularização de Round 6, k-pop e outros artigos da cultura pop asiática trazem à tona discursos inaceitáveis
CAIO COLETTI

Cena de Round 6, da Netflix (Reprodução)

Jogue as palavras chave certas na barra de pesquisa do Twitter, e você vai achar uma sequência aparentemente inesgotável de pessoas fazendo a mesma piada, com mínimas variações: elas assistiram a Round 6, a série coreana que não sai do topo da lista de mais vistas da Netflix desde o último dia 17 de setembro, e até curtiram a trama, mas chegaram no final sem conseguir identificar quem era quem entre os personagens – afinal, “esse povo”, “esses chineses”, “esses japoneses” (repetindo: a série é coreana) são “todos iguais”.

Na verdade, é mais provável que você nem precise fazer uma pesquisa para topar com esse tipo de discurso. Nas últimas duas semanas, ele deve ter aparecido sem avisar na sua timeline – e, se não foi essa piada ubíqua sobre a fisionomia dos atores de Round 6, talvez tenha sido outra, aquela que reclama que os nomes dos personagens, tipicamente compostos e separados por hífens (como é comum na Coreia), têm “todos a mesma sonoridade”. O subtexto é o mesmo: é impossível diferenciar um asiático do outro.

A essa altura do campeonato, chega a ser repetitivo explicar por que essas ideias são racistas e xenofóbicas, preconceitos que se misturam de maneira quase indissociável quando o assunto é cultura asiática e sua recepção aqui no Ocidente, mas parece que a repetição é necessária. Ter consciência desse racismo e dessa xenofobia como fatos, da forma como eles funcionam, é possível e necessário também (ou principalmente) para pessoas brancas – e é assim que eu, uma pessoa branca, tentarei explicá-los aqui.

OS PINGOS NOS I’S

Essas ideias são, antes de qualquer coisa, racistas porque aglutinam indivíduos com histórias, ideias, virtudes e defeitos distintos em uma declaração categórica de que são “todos iguais” – mesmo que você esteja falando só da aparência. Nós, como humanos, entendemos a nossa aparência como significadora, expressão social, de quem somos.

Para muito além dos efeitos imediatos (relevantes) que esse discurso pode ter na autoestima de pessoas de ascendência asiática, especialmente quando ele é amplificado por ser sobre a série de TV mais popular do momento, a perpetuação dessas ideias tem efeito devastador em uma dimensão histórica, reiterando que somente o branco é reconhecível, individual, único, e portanto valioso.

Por outro lado, essas ideias são xenofóbicas porque, por exemplo, não fazem distinção entre nacionalidades diferentes dentro da Ásia. A Coreia do Sul, o Japão e a China, para citar os três maiores exportadores de cultura pop para o Ocidente (embora arte tailandesa, filipina e taiwanesa também tenham seu espaço), têm histórias gigantescamente contrastantes, que influenciam de maneira decisiva os artefatos culturais que produzem e que chegam por aqui.

CONTEXTO É TUDO

Alice in Borderland, outro sucesso da Netflix, é (esse sim!) um dorama (Reprodução)

Daí a importância de detalhes como a distinção entre dorama e k-drama, por exemplo. O primeiro termo, usado por alguns como guarda-chuva para todas as produções de TV asiáticas, na verdade se aplica somente a séries feitas no Japão. O segundo, por vezes encurtado simplesmente para drama, é o apropriado para produções sul-coreanas, como Round 6.

Pode parecer uma diferenciação trivial, mas entender o contexto da cultura pop que consumimos está longe disso. De fato, é o que fazemos o tempo todo com a cultura pop dos EUA e de outros países culturalmente hegemônicos (leia-se: ocidentais) – ou você vai me dizer que sabia a diferença entre conceitos como reboot e revival antes de sua série favorita ser ressuscitada para uma das duas coisas? Nosso léxico cultural está cheio de termos popularizados por Hollywood, de thriller a western, então por que não aprender a diferença entre dorama e drama também?

Uma das funções mais importantes do entretenimento em nossas vidas é justamente enriquecer nosso conhecimento sobre culturas e perspectivas diferentes, aumentar o nosso vocabulário cultural. É por isso que o crítico Roger Ebert dizia que o cinema era uma “máquina de empatia”, definição aplicável a qualquer outra arte – e negar empatia a uns enquanto concedemos a outros é talvez a definição mais pura de preconceito.

ORIENTALISMO

O BTS, maior grupo pop (k ou não) do planeta (Reprodução)

A reprodução desse preconceito, no caso da cultura pop asiática, vem da raiz do orientalismo, termo que define a concepção das culturas do Oriente através de uma perspectiva que não as centraliza, ao invés disso tentando entendê-las a partir dos nossos pontos de referência, que são estereótipos construídos em bases racistas de séculos (ou décadas, ou anos) atrás. É como se essas culturas existissem somente a partir de nossas lentes, quando na verdade a sua chegada por aqui é apenas consequência da globalização, e elas são produzidas dentro da lógica, do contexto, de seus próprios países.

Era por isso, por essa herança do orientalismo, que muita gente dispensava toda a produção televisiva asiática (dramas e doramas em igual proporção) como “novelinhas bobas” ou de dramaturgia inferior; é por isso que muita gente ainda entende o k-pop não como a indústria de produção musical absurdamente diversa e rica que é, mas como uma linha de produção de “besteiras adolescentes” – avaliação por si só míope do pouco de k-pop que chega ao mainstream ocidental.

Round 6, como algumas obras antes dela, conseguiu furar essa bolha – mas a sua ascensão para o topo do discurso cultural ocidental também fez com que muitas ideias inaceitáveis, que sempre estiveram borbulhando perto da superfície, viessem inteiramente à tona. Muita gente sem dúvida vai se abrir para a excelência da cultura pop asiática por causa desse k-drama específico, mas vale lembrar que consumir os produtos de uma cultura não absolve ninguém da responsabilidade de respeitá-la.

Royal Gilbert for FASHION Magazine with Rebecca Ferguson

Publication: FASHION Magazine. Photographer: Royal Gilbert. Creative direction: George Antonopoulos. Fashion Stylist: Ashley Galang. Hair Stylist: Jesse Ervin. Makeup Artist: Jodi Urichuk. Model: Rebecca Ferguson.

The Gucci 100 Campaign: Celebrating the House’s Centennial

The Gucci 100 Campaign: Celebrating the House’s Centennial
Source: gucci.com
Published: October 2021

In this picture: Africa MinaClaire DelozierDede MansroDon NahumuremyElisa BragaEmily KastenGrace EpoloHanaka HoriIbrahima DiawIbrahima NdiayeIva VarvarchukJ MoonKevin DemajLamich KiraboLamine LoLeon BeckLi ShiruiMavi SioliPanni EberhardtPleun KeijsersSolha ParkTamsir ThiamVanderson Almeida
Credits for this picture: Alessandro Michele (Designer), Joshua Woods (Director), Christopher Simmonds (Art Director), Jonathan Kaye (Fashion Editor/Stylist), Paul Hanlon (Hair Stylist), Diane Kendal (Makeup Artist), Max Bellhouse (Set Designer), Eric Christison (Choreographer), Sylvie Vacca (Manicurist)

All people in this campaign:

Alessandro Michele – Designer Joshua Woods – Photographer Joshua Woods – Director Christopher Simmonds – Art Director Jonathan Kaye – Fashion Editor/Stylist Paul Hanlon – Hair Stylist Diane Kendal – Makeup Artist Max Bellhouse – Set Designer Eric Christison – Choreographer Sylvie Vacca – Manicurist Africa Mina – Model Cheikh Niang – Model Claire Delozier – Model Dede Mansro – Model Don Nahumuremy – Model Elisa Braga – Model Emily Kasten – Model Grace Epolo – Model Hanaka Hori – Model Ibrahima Diaw – Model Ibrahima Ndiaye – Model Iva Varvarchuk – Model J Moon – Model Kevin Demaj – Model Lamich Kirabo – Model Lamine Lo – Model Leon Beck – Model Li Shirui – Model Mavi Sioli – Model Panni Eberhardt – Model Pleun Keijsers – Model Solha Park – Model Tamsir Thiam – Model Tsukasa Kakiudo – Model Vanderson Almeida – Model

Credits for this picture: Alessandro Michele (Designer), Joshua Woods (Photographer), Joshua Woods (Director), Christopher Simmonds (Art Director), Jonathan Kaye (Fashion Editor/Stylist), Paul Hanlon (Hair Stylist), Diane Kendal (Makeup Artist), Max Bellhouse (Set Designer), Eric Christison (Choreographer), Sylvie Vacca (Manicurist)
Credits for this picture: Alessandro Michele (Designer), Joshua Woods (Photographer), Joshua Woods (Director), Christopher Simmonds (Art Director), Jonathan Kaye (Fashion Editor/Stylist), Paul Hanlon (Hair Stylist), Diane Kendal (Makeup Artist), Max Bellhouse (Set Designer), Eric Christison (Choreographer), Sylvie Vacca (Manicurist)
Credits for this picture: Alessandro Michele (Designer), Joshua Woods (Photographer), Joshua Woods (Director), Christopher Simmonds (Art Director), Jonathan Kaye (Fashion Editor/Stylist), Paul Hanlon (Hair Stylist), Diane Kendal (Makeup Artist), Max Bellhouse (Set Designer), Eric Christison (Choreographer), Sylvie Vacca (Manicurist)

Liga da Justiça Sem Limites, Cry Macho e mais: o que chega na HBO Max em outubro

Plataforma anunciou os lançamentos do mês
PEDRO HENRIQUE RIBEIRO

DC/ Divulgação

A HBO Max divulgou nesta sexta-feira (1) os principais filmes, séries e animações que chegam à plataforma em outubro de 2021. Entre os destaques está o aguardado clássico Liga da Justiça Sem Limites e os filmes Cry Macho: O Caminha da Redenção e Maligno.

O serviço reúne conteúdo das emissoras HBOTNTTBSTurner Classic Movies (TCM) e CW, dos canais de animação Cartoon NetworkRooster TeethAdult Swim Crunchyroll, e também todo o line-up da Warner Bros., incluindo New LineLooney TunesCNN DC.

Confira a baixo os lançamentos por categoria:

Filmes

  • Cry Macho – O Caminho da Redenção
  • Maligno
  • Poderoso Chefão (trilogia)
  • Sin City
  • O Homem da U.N.C.L.E
  • Isabelle
  • Into The Dark
  • Família Addams (coleção completa)
  • Jogos Mortais (coleção completa)
  • Filmes de terror não listados

Séries (novas temporadas)

  • Sucession – 3ª temporada
  • Insecure – 5ª temporada
  • Batwoman – 3ª temporada
  • Curb Your Enthusiasm – 11ª temporada
  • Love Life – 2ª temporada
  • Selena + Chief – 3ª temporada

Séries

  • 2 Broke Girls
  • Assassino Sem passado
  • Black Sails
  • Todo Mundo Odeia o Chris
  • The Honourable Woman
  • The New Adventures of Old Christine
  • Young Sheldon
  • Justiça Jovem
  • As Novas Aventuras da Mulher-Maravilha
  • Mulher-Maravilha 

Animações

  • Aquaman: King of Atlantis
  • Batman: O Longo Dia das Bruxas (parte 1)
  • Mulher Maravilha: Linhagem de Sangue
  • Liga da Justiça Sem Limites
  • Hora da Aventura: Terras Distantes 4
  • Lanterna Verde: A Série Animada
  • Over The Garden Wall
  • The Venture Bros.
  • As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy

Sophia Nubes | Spring Summer 2022 | Full Show

Sophia Nubes | Spring Summer 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week) #Sophianubes #MFW #SS22

Um olhar por dentro do novo escritório da ShopB em Curitiba, Brasil

A varejista de jogos ShopB recentemente contratou a firma de arquitetura e design de interiores Solo Arquitetos para projetar seu novo escritório em

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Workstations

“Todo empresário sonha com o crescimento da sua empresa e geralmente esse crescimento é acompanhado por uma série de mudanças na empresa. Novas necessidades, novas pessoas, novas estruturas organizacionais e, acima de tudo, o alcance da maturidade dos valores e personalidade da marca.

Mudar para uma nova sede nesta fase torna-se uma grande oportunidade de materializar a nova fase do negócio por meio da arquitetura. A ShopB, uma loja virtual de jogos fundada em 2009, entrou em contato conosco exatamente naquele momento.

O novo escritório seria instalado numa nova sala comercial com cerca de 150m2, num edifício extremamente agradável, com três fachadas envidraçadas que inundam a sala de luz natural e proporcionam uma excelente ventilação cruzada. Portanto, o projeto posiciona as áreas de trabalho no perímetro da sala e concentra as áreas de circulação e apoio no centro – naturalmente posicionadas em torno do núcleo do banheiro existente.

O destaque do projeto são definitivamente os painéis de aço inoxidável que envolvem o núcleo do banheiro. Este material não só realça o clima industrial desejado pelos clientes, mas também cria alguns reflexos interessantes quando você se desloca pelo espaço.

Ao todo, são 20 postos de trabalho fixos, além de uma mesa amorfa que serve tanto de suporte para funcionários remotos que ocasionalmente passam alguns dias na Sede, quanto para dinâmicas especiais das equipes internas da empresa.

Além disso, o escritório também oferece uma sala de reuniões para seis pessoas – que também hospeda as competições Mario Kart da equipe – duas salas de chamada e a sala do diretor já equipada para gravação de vídeos / podcasts. ”

  • Location: Curitiba, Brazil
  • Date completed: 2021
  • Size: 1,614 square feet
  • Design: Solo Arquitetos
  • Photos: Eduardo Macarios
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Lounge
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Open-plan workspace
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Open-plan workspace
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Kitchen / Corridor
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Workstations
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Meeting space
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Meeting space / Phone booths
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Phone booths
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Private office

Rick Owens faz um retorno triunfante a Paris para o SS22

O príncipe sombrio da moda mostrou um lado mais suave em seu desfile enevoado no Palais de Tokyo.
Por Mahoro Seward

courtesy OWENSCORP

Depois de quatro shows no Venetian Lido, ontem viu Rick Owens retornar ao pátio do Palais de Tokyo, a casa do estilista na Paris Fashion Week. Em vez do tom de celebração que você esperaria, no entanto, o príncipe sombrio da moda falou de seus pensamentos conflitantes sobre seu efetivo retorno ao lar, contemplando se deveria “ser sobre humildade e uma lição aprendida?” – escreveu ele na carta que emite com cada coleção – “ou carpe diem?”

Medindo pelos shows de ontem, que viram a icônica localização ao lado do Sena banhada por plumas de espesso nevoeiro branco de onde emergiram as modelos – a primeira sendo ninguém menos que Michele Lamy – e duas figuras encapuzadas espalhando folhas secas de jasmim sobre os espectadores abaixo , parece que ele errou do lado deste último. Apesar de toda a teatralidade, no entanto, esta também foi uma coleção que exibiu uma abordagem mais suave e sensual da beleza do que vimos do designer em algum tempo.

rick owens ss22 paris fashion week

As silhuetas resistentes e de ombros rígidos das últimas temporadas voltaram, e o calçado de destaque da coleção era essencialmente um riff semelhante a uma armadura, na altura da coxa, em uma sandália gladiador. No entanto, essa resistência foi rapidamente contrabalançada pelo glamour vintage dos vestidos de coluna de musseline transparente que flutuavam com a brisa como a névoa circundante e bombardeiros de seda com acolchoamento de ombro tingido em gradiente com dobras no estilo Madame Grès na frente. Não é um termo frequentemente associado a Rick Owens, mas havia um verdadeiro sentido de romance aqui – do fluxo líquido de uma cauda de chiffon à paleta terrosa e quente de ocres, tons escuros e rosas floridas.

Claro, equilibrar esse sentido era algo instintivamente associado a Rick Owens: sexo. Dado que esta é uma temporada que provou ser totalmente obcecada por sexo, Rick sempre seria alguém a olhar para as silhuetas minúsculas e taciturnas pelas quais ele é conhecido muito bem. Fiel à forma, para cada cortina desmaiada, faixa de cashmere ou sopro de organdi, havia um macacão jeans sem mangas minúsculo com um recorte de esterno aberto, um pedaço de andaime de couro corporal ou uma malha de aranha que revelava mais do que escondia . Tudo feito para uma das coleções mais diversas de Rick nos últimos tempos, repleta de roupas prontas para um tapete vermelho, uma rave ou simplesmente para passar a noite em casa.

rick owens ss22 paris fashion week
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All images courtesy OWENSCORP