Letitia Wright mantém posição antivacina no set de Pantera Negra

Estúdio deve exigir comprovante de vacinação
PEDRO HENRIQUE RIBEIRO

Letitia Wright By Ekua King

A atriz Letitia Wright apresenta uma postura antivacina no set de filmagens da sequência de Pantera Negra. Na produção, de acordo com o The Hollywood Reporter, a atriz tem mantido seu posicionamento já demonstrado anteriormente nas redes. 

No final do ano passado, a atriz compartilhou um vídeo em seu Twitter com questionamentos sobre a eficácia das vacinas contra a Covid-19. Wright foi duramente criticada pelos seguidores e respondeu que não era “contra as vacinas”, mas que era importante “fazer perguntas”.

Esse posicionamento antivacina nos estúdios da Disney pode estar com os dias contados. Segundo a publicação, o estúdio vai implantar um sistema de isolamento em todas as suas novas produções já neste mês, e isso exigirá que os profissionais apresentem uma prova visível de vacinação. Quem comprovar que recebeu o imunizante, receberá uma pulseira.

Recentemente, o ator Sean Penn exigiu que todos os integrantes do elenco e da equipe de sua série Gaslit estivessem vacinados contra a covid-19 para retornar às filmagens. Em meados do ano, a Netflix também disse que exigiria vacinação de seus atores e equipes de produção nos EUA. 

Segundo a OMS, antes de serem aprovadas tanto pelo orgão quanto por agências reguladoras de cada país, as vacinas de COVID-19 passam por testes clínicos rigorosos para comprovar padrões altos de segurança e qualidade.

Fotos de bastidores de Pantera Negra 2 mostraram Wright e Danai Gurira reprisando seus papéis de Shuri e Okoye. As fotos foram tiradas poucos dias antes de um acidente durante as gravações que fez Wright ser hospitalizada com ferimentos leves.

Sem Chadwick Boseman, que faleceu em agosto de 2020, a sequência para um dos maiores sucessos do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) contará com os retornos de Angela BassettLupita Nyong’oWinston Duke e Martin Freeman.

As filmagens foram iniciadas em junho, em Atlanta (EUA), segundo o produtor Kevin Feige. A estreia de Black Panther: Wakanda Forever está marcada para 8 de julho de 2022.

How Top Model Ruby Aldridge Gets Runway Ready | Diary of a Model | Vogue

Catwalk veteran Ruby Aldridge takes Vogue behind the scenes of the latest Rodarte show and even shares her tips and tricks for a killer walk.

A veterana da passarela Ruby Aldridge leva a Vogue aos bastidores do último show da Rodarte e até compartilha suas dicas e truques para uma caminhada matadora.

Director: Talia Collis
DP: Rachel Batashvili
Audio: Ana Fernández
Editor: William Gallegos
Color: Keyhan Bayegan
Supervising Producer: Jordin Rocchi
Production Assistant: Carlo Betia
Production Manager: Emily Yates
Additional Editor: Phil Ceconi
Post-Production Manager: Marco Glinbizzi
VP, Digital Video Programming and Development: Robert Semmer
Director of Content: Tara Homeri
Senior Director, Talent Casting: Helena Suric

De volta aos anos 1990… Supermodelos arrasam e dominam temporada internacional

Naomi Campbell, Kate Moss e Carla Bruni estão na lista

Não, não estamos de volta aos anos 1990, mas as supermodelos da década roubaram a cena na temporada de verão 2022 internacional. Naomi Campbell, de 51 anos, foi vista na Balmain (foto), Versace e Lanvin Foto: Dominique Charriau / WireImage
Naomi na passarela da Versace + Fendi Foto: Daniele Venturelli / Daniele Venturelli / Getty Image
Naomi para a Versace Foto: Jacopo Raule / Getty Images
Naomi para a Lanvin Foto: Thierry Chesnot / Getty Images
Aos 47 anos, Kate Moss roubou a cena no desfile da coleção Versace + Fendi Foto: Daniele Venturelli / Daniele Venturelli / Getty Image
Amber Valletta, de 47 anos, foi destaque na Balenciaga Foto: Peter White / Getty Images
Aos 53 anos, Carla Bruni brilhou na Balmain Foto: Peter White / Getty Images
Com seus longos cabelos brancos, Kristen McMenamy, de 56 anos, foi sensação no desfile Versace + Fendi Foto: Daniele Venturelli / Daniele Venturelli / Getty Image
Aos 42 anos, Karen Elson esteve na homenagem que grandes estilistas fizeram para Alber Elbaz, vítima da Covid-19 Foto: Peter White / Getty Images
Karen Elson para a Balmain Foto: Peter White / Getty Images

Sucesso de ‘Round 6’ mostra a força da cultura sul-coreana, que tem no Brasil um de seus principais mercados

Pesquisa feita pela Fundação Coreana para Intercâmbio Cultural Internacional mostrou que o Brasil foi o terceiro local onde a audiência de dramas coreanos mais cresceu entre setembro e novembro de 2020
Mariana Teixeira

Elenco da série ‘Round 6’, da Netflix Foto: Divulgação

É um fenômeno que não para de crescer, reverberando nos quatro cantos do mundo. A chamada Hallyu, como é conhecida a onda cultural sul-coreana, que engloba não apenas a música, mas o cinema, a televisão, a moda, a produção de videogames e a gastronomia, vem ampliando seus domínios. Agora, ganhou um reforço e tanto com “Round 6”, lançada em 17 de setembro e que logo conquistou o posto de série da Netflix mais vista no mundo. Chamada em inglês de “Squid game”, é a produção mais popular em mais de 80 países, jogando novos holofotes sobre a produção cultural da Coreia do Sul.

K-Drama: Conheça outros sucessos da Coreia do Seul disponíveis no Brasil

Segundo o Kofice (Korean Foundation for International Cultural Exchange, ou Fundação Coreana para Intercâmbio Cultural Internacional), a exportação de bens culturais cresceu 22,4% em 2019, batendo a casa de US$ 12,3 bilhões, num momento fértil pré-pandemia. Puxando a fila, naquele ano, estavam os games, o maior produto de exportação criativa do país, seguido pelo K-pop (em outras palavras, a música, que tem no Brasil um legião incalculável de jovens fãs).

No audiovisual, o chamado K-drama cresce a passos largos. No ano passado, por causa da pandemia, foram feitas cerca de cem dramas, divididos entre as emissoras de TV aberta do país e canais fechados. Cerca de 30 foram produzidos para plataformas on-line. Fora do ano atípico, o número total sobe, em média, para 150 K-dramas, calcula Daniela Mazur, doutoranda e pesquisadora do laboratório MidiÁsia, da UFF.

— É um consumo em cadeia. Existe um relacionamento muito íntimo dentro da indústria midiática coreana — ela explica. — Por exemplo, ídolos do K-pop se tornam atores nessas produções e aí uma coisa leva a outra. Você conhece um outro ator, se interessa, e quando se dá conta está dentro daquele universo.

Se antes os ídolos da área musical já eram trending topics do Twitter diariamente no Brasil, hoje os rostos de atores também são cada vez mais familiares ao público nacional.

Em “Round 6”, quase todo o elenco já era estelar na Coreia. Park Hae-soo, que interpreta Cho Sang-Woo, o operador do mercado financeiro, tem sido cada vez mais prestigiado na última década e está escalado para a versão sul-coreana de “Casa de papel”. Lee Jung-jae, que vive Seong Gi-hun, não ganhou o papel principal à toa. É muito reconhecido no país desde a década de 1990, com uma ampla carreira no cinema, em séries e programas de variedades. Só a modelo Jung Ho Yeon, a jogadora norte-coreana Kang Sae-byeok, era estreante e viu sua popularidade digital explodir depois da série. Antes, tinha cerca de 400 mil seguidores no Instagram. Agora, mais de 14 milhões, sendo a atriz coreana mais seguida da rede.

E os dramas coreanos só tendem a se espalhar mais.

— A Netflix chegou à Coreia do Sul em 2016. O Disney+ chegou agora e começou a produzir conteúdo. A HBO Max também. Então, temos cada vez mais agentes em jogo — diz Daniela, salientando que o serviço de streaming mais antigo prometeu, em 2021, investir US$ 500 milhões na produção local.

Formato tipo exportação
Consumir conteúdo nacional (e não só de ficção, como também realities shows, documentários etc) foi virando um hábito da população coreana desde o fim dos anos 1990, quando o país instalou um sistema de cotas na TV e no cinema (hoje está em torno de 80% na TV aberta e 50% na fechada). Segundo especialistas, isso foi essencial não somente para fortalecer o mercado consumidor interno (hoje, o coreano é o povo que mais consome cinema do próprio país, segundo o IHS Markit, cerca de 4,37 filmes per capita, enquanto o americano é 3,51), como também o externo.

E isso se reflete mundo afora, como é o caso do Brasil. Uma pesquisa do Ministério da Cultura, Esportes e Turismo, realizada em 18 países pela Fundação Coreana para Intercâmbio Cultural Internacional entre setembro e novembro de 2020, mostrou o Brasil como o terceiro local onde mais cresceu a audiência pelos dramas coreanos, em comparação com o período anterior à pandemia. Em primeiro lugar ficou a Malásia e, em segundo, a Tailândia. Depois do Brasil, vêm os Emirados Árabes Unidos e Taiwan. Para a pesquisadora de cultura pop asiática e plataformas digitais Yara Chimite, o interesse do público brasileiro pelo K-drama pode passar por uma familiaridade com relação aos temas abordados nas produções.

— Temáticas voltadas para a corrupção, por exemplo, que são bastante recorrentes em K-dramas, são coisas com as quais os brasileiros conseguem se identificar — analisa ela. — Além disso, o formato, mais curto do que um seriado tradicional, é um grande atrativo, já que permite terminar uma e enveredar por outra história em pouquíssimo tempo.

Streamings especializados
A pesquisadora Daniela Mazur explica que, dentro da lógica da Coreia do Sul, normalmente os episódios têm duração entre uma hora e uma hora e 20 minutos cada e, na maioria das vezes, a série é pensada para uma temporada só, com 16 a 20 capítulos.

A jornalista e podcaster do “Resenha falada” Ana Luiza Vasconcelos é uma das que entraram na onda sul-coreana recentemente. Ela começou a assistir aos K-dramas e a escutar K-pop durante a pandemia e admite que, inicialmente, tinha um pouco de preconceito:

— Minha vida parou totalmente e resolvi dar uma chance. Assistir a essas histórias foi umas das coisas que me consolaram e confortaram durante esse período. Meus novos ídolos são coreanos, nunca pensei que fosse falar isso — diverte-se.

No Brasil, existem ao menos três plataformas que disponibilizam K-dramas: Viki, Kocowa e Netflix (confira sugestões ao lado). Nas duas primeiras, o serviço é especificamente voltado para produções do leste asiático. Entre dramas, shows de variedades e filmes, é possível passear por gêneros e países diferentes dentro das plataformas.

A Netflix, que começou com cinco títulos coreanos na plataforma entre 2015 e 2016, hoje conta com mais de 100. Para a pesquisadora Yara Chimite, o serviço facilita o acesso do brasileiro aos K-dramas, pois já vem com legendas ou dublados, e as pessoas podem acabar assistindo acidentalmente e gostando. Ela destaca, no entanto, as possíveis adequações das produções ao gosto ocidental.

— Os K-dramas são um dos maiores produtos da Hallyu e, como tal, são representantes da imagem do país para o exterior. Sendo assim, o grupo de produções disponíveis na Netflix ou em outros serviços corresponde apenas a uma fração e acaba por moldar a a imagem que as pessoas têm da Coreia do Sul. Nesse sentido, importa para a indústria coreana que o controle sobre o que é produzido e distribuído seja do país, e não de plataformas estrangeiras.

Liso Khoza photographed and styled by Piotr Włochyń – Fucking Young! Online

Liso Khoza photographed and styled by Piotr Włochyń, in exclusive for Fucking Young! Online.

Kylie Minogue and Years & Years – A Second to Midnight (Official Video)

Kylie Minogue and Years & Years – A Second to Midnight (Official Video)

Daniel Craig – Hollywood Walk of Fame Ceremony – Live Stream

The beloved James Bond actor, Daniel Craig, is honored with a star on the world famous Hollywood Walk of Fame

O amado ator de James Bond, Daniel Craig, é homenageado com uma estrela na mundialmente famosa Calçada da Fama de Hollywood

Schiaparelli | Spring Summer 2022 | Digital

Maison Schiaparelli | Spring Summer 2022 by Daniel Roseberry | Digital Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week) #Schiaparelli #PFW #SS22

Arca anuncia novo álbum ‘Born Yesterday’ com Sia

by Ivica Mamedy

Após sua produção para artistas da lista A como Frank Ocean, Kanye West e Björk, o músico venezuelano Arca acaba de anunciar seu quinto álbum “KICK ii”. O álbum será lançado em 3 de dezembro, pela XL Recordings, e é o segundo de uma série de quatro partes. Devido a este anúncio, a Arca também revelou a capa do álbum de Frederik Heyman e um novo vídeo para a faixa “Born Yesterday” com Sia. Anteriormente, Arca fez uma aparição em “Dawn of Chromatica” de Lady Gaga remixando “Rain on me” com Ariana Grande.

Assista ao vídeo abaixo: