CINEMA I Estreias: Venom – Tempo de Carnificina, O Homem que Vendeu Sua Pele, A Princesa da Yakuza, DAU. Natasha, O Direito de Viver, O Fio Invisível

‘Venom’, filme russo recheado de sexo e longa que concorreu ao Oscar estreiam nos cinemas

Venom – Tempo de Carnificina

Uma semana após o lançamento do novo longa da franquia “007”, o universo dosblockbusters volta aos cinemas —desta vez com supervilões e anti-heróis, como é o caso de “Venom – Tempo de Carnificina”, que estreia nesta quinta, dia 7. O antagonista do Homem-Aranha recebeu sua primeira história independente nas telonas em 2018 e volta enfrentando outro clássico inimigo do herói, mas o Aranha não pinta por aqui.

O personagem enfrenta o Carnificina no longa assinado por Andy Serkis —célebre por suas atuações corporais como o Gollum de “Senhor dos Anéis” e que retorna à direção após “Mogli: Entre Dois Mundos”, de 2018. Com boa estreia internacional, o título superou “Viúva Negra” com uma melhor abertura nos cinemas desde o início da pandemia.

Além de “Venom”, a semana oferece poucas estreias nos cinemas da cidade. Destaque para “O Homem que Vendeu Sua Pele”, que conta com produtores de vários países e que representou a Tunísia na corrida pelo Oscar de melhor filme internacional.

A trama ambiciona discutir arte e suas implicações políticas e parece um cruzamento de “Na Colônia Penal”, de Franz Kafka, e “The Square – A Arte da Discórdia”. Afinal, um rapaz vende as suas costas para um grande artista fazer uma tatuagem e acaba se tornando uma obra de arte. Por mais absurdo que pareça, o longa teve inspiração na vida real.

Também estreia “A Princesa da Yakuza”, produção hollywoodiana de ação baseada no na HQ “Samurai Shirô”, de Danilo Beyruth —e dirigida pelo também brasileiro Vicente Amorim. “DAU. Natasha” é outro que chega, enfim, aos cinemas da cidade após chocar o público no Festival de Berlim do ano passado.

Caso vá ao cinema, é importante seguir as orientações relacionadas à prevenção contra o coronavírus. Respeite o distanciamento nas poltronas, sempre que possível higienize as mãos e não tire a máscara do rosto.


Venom – Tempo de Carnificina
Na sequência da história de 2018, o jornalista Eddie Brock tenta viver em harmonia na forma de Venom —isso porque o personagem é uma espécie de gosma preta extraterrestre que se hospeda em Brock como um parasita. O filme já estreou nos Estados Unidos, agradou aos fãs e conquistou o topo do ranking de bilheteria.
EUA, 2021. Direção: Andy Serkis. Com: Tom Hardy, Woody Harrelson e Amber Sienna. 14 anos


O Homem que Vendeu Sua Pele
Em busca da mulher amada, que vive na Bélgica, um jovem sírio aceita vender suas costas para um badalado artista, que usa a pele como um painel para uma tatuagem-arte. Com isso, o rapaz cede sua liberdade e ganha um status de mercadoria, com um passaporte que facilita sua circulação pelo mundo. O longa representou a Tunísia na disputa pelo Oscar de melhor filme internacional.
Tunísia/França/Bélgica, 2020. Direção: Kaouther Ben Hania. Com: Yahya Mahayni, Monica Bellucci e Dea Liane. 14 anos


A Princesa da Yakuza
Esse longa baseado na HQ “Samurai Shirô”, de Danilo Beyruth, acompanha uma menina japonesa que é enviada para o Brasil para preservar um clã da máfia que estava em guerra. Vinte anos depois, já em São Paulo, ela descobre seu passado —e agora deve sobreviver lutando contra os inimigos de seus antepassados.
Brasil, 2021. Direção: Vicente Amorim. Com: Tsuyoshi Ihara, Jonathan Rhys Meyers, Kenny Leu. 16 anos


O Direito de Viver
caso Roe contra Wade é narrado neste filme, que recupera a trajetória de como a Suprema Corte dos Estados Unidos reconheceu, em 1973, o direito ao aborto ou à interrupção voluntária da gravidez. Nela, uma moça pobre é usada por ativistas como vítima do sistema.
EUA, 2021. Direção: Cathy Allyn e Nick Loeb. Com: Jon Voight, Nick Loeb, Stacey Dash. 14 anos


DAU. Natasha
O longa, que concorreu ao Urso de Ouro no Festival de Berlim em 2020, causou polêmica ao filmar um experimento radical em que atores viveram em um estúdio na Ucrânia que recriava a União Soviética em 1952, sob o regime stalinista, enquanto eram submetidos às filmagens. As cenas de sexo e de violência não são encenadas.
Alemanha/Ucrânia/Reino Unido/Rússia, 2020. Direção: Ilya Khrzhanovsky e Jekaterina Oertel. Com: Natalia Berezhnaya, Oleg Garkusha, Olga Shkabarnya. 18 anos


O Fio Invisível
livro “Distância de Resgate”, de Samanta Schweblin, é a base da história que acompanha uma mulher tentando recuperar suas memórias a partir de um encontro com um jovem que não é o seu filho. O filme tem direção da premiada Claudia Llosa, célebre por “A Teta Assustada”, de 2009.
Chile/Espanha/Estados Unidos, 2021. Direção: Claudia Llosa. Com: María Valverde, Dolores Fonzi, Germán Palacios. 14 anos. Nos cinemas e na Netflix

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