Jordan Rakei makes a soulful track from scratch | Beat from Scratch

Neo soul producer Jordan Rakei makes a soulful track from scratch in Logic Pro from his synth-heavy London studio. Layering drum samples, keys and vocals, Jordan shows us how he makes his music from an empty session to a full arrangement.

Our new series Beat from Scratch is a unique insight into an artist’s creative process in the studio. Starting from a blank session, each artist builds a track from scratch in their own style, exploring everything from drum and synth programming to mixing, arrangement and more.

O produtor do Neo soul Jordan Rakei faz uma faixa comovente do zero no Logic Pro de seu estúdio londrino repleto de sintetizadores. Sobrepondo amostras de bateria, tons e vocais, Jordan nos mostra como ele faz sua música de uma sessão vazia a um arranjo completo.

Nossa nova série Beat from Scratch é uma visão única do processo criativo de um artista no estúdio. Começando com uma sessão em branco, cada artista constrói uma faixa do zero em seu próprio estilo, explorando tudo, desde a programação de bateria e sintetizador até mixagem, arranjo e muito mais.

The Making of Dior’s Tribute Dress in Honor of Alber Elbaz

Maria Grazia Chiuri and Dior’s petites mains share memories of the late Alber Elbaz in this video documenting the making of the dress designed by our Creative Director for the tribute show held on October 5th in his honor. Entitled ‘Love Brings Love’ the special event, which closed Paris Fashion Week, presented the new collection of Elbaz’s label, AZ Factory, alongside looks by over 40 designers, celebrating the legacy of a man who never stopped reinventing fashion in the name of love and joy. © Melinda Triana and AZ Factory

Maria Grazia Chiuri e as petites mains de Dior compartilham memórias do falecido Alber Elbaz neste vídeo que documenta a confecção do vestido desenhado por nosso Diretor de Criação para o show de homenagem realizado em 5 de outubro em sua homenagem. Intitulado ‘Love Brings Love’ o evento especial, que encerrou a Paris Fashion Week, apresentou a nova coleção da marca Elbaz, AZ Factory, ao lado de looks de mais de 40 designers, celebrando o legado de um homem que nunca parou de reinventar a moda em nome do amor e aproveite.
© Melinda Triana e AZ Factory

Anna Wintour, Margaret Qualley, and Sofia Coppola on the Future of Chanel | Vogue

Anna Wintour and Hamish Bowles are joined by Sofia Coppola, Margaret Qualley, Inez Van Lamsweerde, and Vinoodh Matadin in this episode of Good Morning Vogue to discuss all things Chanel, from house-codes and the iconic brands’ transformative impact on the fashion world in the 1920’s, to the legendary Karl Lagerfeld era and the new regime of Virginie Viard.

Featuring: Anna Wintour, Virginie Viard, Hamish Bowles, Inez & Vinoodh, Sofia Coppola
Director: Nikki Petersen
Producer: Amanda Messenger
Associate Producer: Kevin Mohun
Director of Photography: Etienne Baussan
B Camera Operator: Franck Onouviet
Sound Mixer: David Amsalem Albertini
Associate Producer: Kevin Mohun
Production Assistant: Zakariya Boujana
Edited by: Henry Busby, Ann Lupo
Associate Director, Post Production: Nicole Berg
Assistant Editor: Andy Morell, Billy Ward
Sound Mixer: Bobb Barito
VP, Digital Video Programming & Development: Robert Semmer
Creative Editorial Director: Mark Guiducci
Post Production Supervisor: Marco Glinbizzi
Line Producer: Jessica Shier
Production Manager: Edith Pauccar
Special Thanks: Chanel, The Ritz Paris, La Reserve Paris

Anna Wintour e Hamish Bowles se juntam a Sofia Coppola, Margaret Qualley, Inez Van Lamsweerde e Vinoodh Matadin neste episódio da Good Morning Vogue para discutir todas as coisas sobre Chanel, desde códigos domésticos até o impacto transformador das marcas icônicas no mundo da moda em década de 1920, com a lendária era de Karl Lagerfeld e o novo regime de Virginie Viard.

Apresentando: Anna Wintour, Virginie Viard, Hamish Bowles, Inez & Vinoodh, Sofia Coppola
Diretor: Nikki Petersen
Produtor: Amanda Messenger
Produtor Associado: Kevin Mohun
Diretor de fotografia: Etienne Baussan
Operador de câmera B: Franck Onouviet
Mixer de som: David Amsalem Albertini
Produtor Associado: Kevin Mohun
Assistente de produção: Zakariya Boujana
Editado por: Henry Busby, Ann Lupo
Diretor Associado, Pós-produção: Nicole Berg
Editor Assistente: Andy Morell, Billy Ward
Mixer de som: Bobb Barito
VP, Programação e desenvolvimento de vídeo digital: Robert Semmer
Diretor Editorial Criativo: Mark Guiducci
Supervisor de pós-produção: Marco Glinbizzi
Produtora de linha: Jessica Shier
Gerente de Produção: Edith Pauccar
Agradecimentos especiais: Chanel, The Ritz Paris, La Reserve Paris

Francis Kurkdjian assume a direção criativa da perfumaria da Dior

O perfumista sucede François Demachy, que trabalhou na maison por 15 anos

Francis Kurkdjian assume como Diretor de Criação de Perfumes da Dior (Foto: Divulgação)

Nesta sexta-feira (08), a Dior anunciou Francis Kurkdjian como o seu novo Diretor Criativo de Perfumaria. Responsável pela Maison Francis Kurkdjian, o perfumista assume o lugar do icônico François Demachy, que trabalhou na maison por 15 anos e deixa um legado histórico na marca, como a criação da fragrância Sauvage Eau de Toilette, o perfume masculino mais vendido no mundo, e a reinterpretação de clássicos, como J’Adore Eau de Toilette e Miss Dior.

Francis começou a sua carreira no universo da perfumaria em 1995, aos 25 anos, após criar o blockbuster Le Mâle para Jean Paul Gaultier. Desde então, o profissiona lconcebeu fórmulas para marcas como Giorgio Armani, Narciso Rodriguez e Lancôme antes de fundar sua marca própria em 2009. A etiqueta do perfumista foi comprada pelo grupo LVMH em 2017, o mesmo do qual a Dior também faz parte.

Essa não é a primeira vez que o perfumista trabalhará na maison. No passado, ele colaborou com a grife na criação de algumas fragrâncias, como a Eau Noire, em 2004. Francis assumirá o novo cargo no dia 18 de outubro e será responsável por toda a produção de perfumaria da Dior, além de continuar à frente da direção criativa da sua marca.

François Demachy, que ocupava o posto principal da perfumaria da grife até então, se aposenta com o reconhecimento de ser um dos perfumistas mais talentosos do mundo, além de ter sido o primeiro a trabalhar internamente na grife de Christian Dior.

NEW StudioLogic Numa X Piano GT – A New Digital Piano Experience!

The NEW StudioLogic Numa X Piano GT is a brand new digital piano experience! The Numa X’s Sound Generation architecture is based on Sampling, Wave Shaping and real Physical Modelling, to recreate a true-to-life piano sound & feel.

O NOVO StudioLogic Numa X Piano GT é uma nova experiência de piano digital! A arquitetura de geração de som do Numa X é baseada em amostragem, modelagem de onda e modelagem física real, para recriar um som e sensação realistas de piano.

Zimmermann | Spring Summer 2022 | Full Show

Zimmermann | Spring Summer 2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – New York Fashion Week)

China: fornecedoras da Apple lutam para driblar crise de energia

As preocupações hoje estão ainda maiores, dada a incerteza sobre até quando a constante falta de energia perdurará

A incerteza sobre o fornecimento de energia na China está fazendo com que os fabricantes de tecnologia revisem seus planos de diversificação da produção. (Foto de origem da Reuters)

Segundo novas informações do Nikkei Asia, as fornecedoras da Apple na China estão tendo muitas dificuldades para manter o ritmo da produção em massa em decorrência da crise energética que assola o país, a pior da história.

Uma fonte falou ao site que as suspensões no fornecimento de energia começaram em junho passado, mas de forma esporádica. Foi apenas em meados de setembro que elas começaram a ser mais frequentes, e agora eles são avisados semanalmente em quais dias da semana seguinte o serviço será interrompido.

Há algumas semanas, como noticiamos, as empresas parceiras da Maçã já haviam alertado que os cortes de energia poderiam ameaçar a cadeia de abastecimento global e o cronograma da empresa, mas as preocupações hoje estão ainda maiores, dada a incerteza sobre até quando a constante falta de energia perdurará.

Em razão disso, há uma crescente pressão para que a Apple e outras empresas, como AmazonTesla e Toyota, acelerem a diversificação de suas linhas de produção fora da China — algo que não se dará da noite para o dia. De acordo com o Nikkei, essa pressão está se agravando por não haver um padrão claro sobre quem receberá energia e quem não receberá de uma semana para outra.

Ouvimos dizer que a situação poderá durar até o final deste ano ou até mais. Esse inconveniente pode ser gradualmente insuportável. Agora estamos reabrindo novamente nossas avaliações de fábricas no exterior, talvez no Vietnã, em Batam (na Indonésia) ou na Tailândia.

Em julho passado, Bloomberg noticiou que, em comparação aos iPhones 12, a Apple previa uma demanda 20% maior pelos iPhones 13. Por isso, antecipadamente solicitou um aumento na produção inicial dos novos modelos para 90 milhões de unidades até o fim deste ano.

Tudo isso não poderia vir em tempo pior, dado que a Maçã acabou de lançar novos produtos, requerendo que suas linhas de produção funcionem da maneira mais eficiente possível. No mais, o que antes era uma dúvida, agora virou uma certeza: uma hora ou outra, a crise energética na China afetará a Apple. Resta-nos esperar para ver como ela lidará com isso. [MacMagazine]

VIA IMORE

‘Riverdale’: Sexta temporada terá a participação da bruxinha Sabrina Spellman; assista ao teaser

Kiernan Shipka dará vida à personagem após cancelamento de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’

Kiernan Shipka retorna no papel de Sabrina Spellman, no drama adolescente ‘Riverdale’ Foto: Reprodução / Warner Bros.

Warner Bros. alegrou os fãs da Bruxinha Sabrina Spellman, nesta quinta-feira, 7, com a divulgação de um crossover especial na 6ª temporada de Riverdale.

A atriz Kiernan Shipka participará da série adolescente no papel da protagonista de O Mundo Sombrio de Sabrina, da Netflix.

“Parece que alguém está fazendo a viagem de Greendale a Riverdale”, revelou o perfil oficial da Warner no Twitter. Shipka também também divulgou a publicação em seu Instagram.

O showrunner Roberto Aguirre-Sacasa já havia declarado que traria um crossover com Riverdale para a quinta temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina, antes do cancelamento da série. 

“Temos falado sobre a visita de Sabrina a Riverdale desde a primeira temporada, então é emocionante que isso finalmente esteja acontecendo, como parte de nosso evento especial”, afirmou Aguirre-Sacasa.

“Também é perfeito que ela apareça para ajudar Cheryl Blossom durante sua hora de maior necessidade. Todos no set perderam a cabeça – acho que os fãs também. É muito divertido e especial”, acrescentou.

Sabrina Spellman irá aparecer no quarto episódio da nova temporada, intitulado The Witching Hour(s). Nele, Cheryl Blossom (Madelaine Petsch) estará performando um perigoso feitiço, que significa vida ou morte para um membro misterioso de sua família. 

The CW divulgou um teaser da 6° temporada de Riverdale, que estreia no canal em 16 de novembro. O “evento especial” que Aguirre-Sacasa cita será um arco com 5 episódios, que terá a presença de Sabrina Spellman.

Desfiles pós-Covid em Paris trazem de volta sexo e frivolidades

Moda retorna aos excessos e à ostentação nas apresentações presenciais, mas menos pompa ainda é de bom tom
Erika Palomino

Desfile da coleção primavera/verão da marca Loewe em 1º de outubro, em Paris 

Na chuvosa noite de terça-feira, nesta semana em Paris, a primeira temporada de desfiles presenciais depois do advento do novo coronavírus se encaminhava para o final, quando uma ativista adentra a passarela da Louis Vuitton mostrando uma faixa em que se lia, em inglês “consumo em excesso = extinção”.

A manifestação veio assinada pelo grupo Extinction Rebellion, que na internet se define como um movimento internacional descentralizado que usa a ação direta não violenta para pressionar os governos a responder de forma justa à emergência climática e ecológica. Retirada da sala de desfiles, seguiu o baile. Literalmente, uma vez que o estilista da Vuitton, o francês Nicolas Ghesquière, batizou sua coleção “Baile do Tempo”, misturando cinco séculos num mesmo lookinho de luxo, bem a seu estilo.

Em muito, a ação lembrava quando ativistas invadiam bravamente as temporadas de Paris nos anos 1990 jogando tinta em editoras que vestiam casacos de pele, ou se infiltrando aos berros entre uma modelo e outra na passarela, para tédio absoluto dos habitantes das primeiras filas.

Levou de lá até o mês passado, quando um dos mais importantes e influentes conglomerados de moda do mundo, o grupo Kering, dono de Balenciaga, Bottega Veneta, Saint Laurent e Alexander McQueen, anunciou a decisão de suspender (pro-gres-si-va-men-te) o uso de peles de animais em todas as suas marcas.

Em peles animais leiamos raposas, coelhos, chinchilas, não couro de vacas e outros bichos, de cobras, lagartos e jacarés (que alimentam sobretudo a valiosa indústria de calçados e bolsas). Por aí já dá para avaliar a velocidade das reais transformações na moda, ironicamente uma indústria construída sobre a ideia do novo e da mudança.A pressão e a problematização em tudo, sabidamente, agora vêm da internet, de jovens que se preocupam com a procedência do que consomem. Não são exatamente essas pessoas o público-alvo dessas marcas, mas sem dúvida elas sabem barulhar.

Durante os dois últimos 18 meses, quando ficaram fechadas as portas das salas de desfiles e das lojas físicas, entraram de voadora na pauta global assuntos como o racismo e a emergência climática, bem como questões de gênero. Temas que já poderiam estar mais adiantados na moda, não é?

Esta, por sua vez, bem poderia estar associada a um pensamento mais progressista. Quem trabalha com isso ou perto disso, entretanto, sabe que a moda é careta, que custa promover mudanças com receio da reação de quem a consome, com receio de não agradar, ou pior, a não vender. E que a justificativa do “comercial” abranda o risco, as coragens, as dissidências e dissonâncias. A moda vai em comportamento de rebanho, manada.É um sistema que pode ser hipócrita, por vezes tóxico e até preconceituoso, quando deveria ser, apenas, o contrário disso tudo. O que mudou foi porque não havia mais jeito de não mudar, enorme a pressão das redes e o temor dos cancelamentos.

Muita atenção se concentra em torno desta temporada de desfiles internacionais IRL, pós-pandemia (ou quase). Apesar de parabólica de zeitgeists, a moda sempre esteve longe de refletir a realidade. E o que se viu durante esse mês foi a volta da frivolidade e das fashion victims exibindo seus privilégios, sua diversão e seus drinques. Vimos também a nostalgia dos anos 1990, quando a moda era divertida, segundo o bordão.

A Chanel chegou a remontar o formato de desfile no Carrousel do Louvre, com as modelos dando pivôs marotos e os fotógrafos pululando nas laterais da passarela. Teve a volta das supermodels (menos de Linda Evangelista, outro dos assuntos recentes). Teve Anna Wintour fazendo sua cara de poucas amigas para garantir que, ufa, as coisas voltaram mesmo ao normal. Ou quase. Seu séquito diminuiu (não o poder).

Qualquer futurólogo de boteco conseguiria prever o retorno dos excessos e das superproduções montadas para sinalizar que as “gryphes” estão on (Givenchy, Balmain, Saint Laurent); do surrealismo (na linda Loewe, de Jonathan Anderson); e também a volta do sexo. Conforme diz a máxima, “sex sells”, assim mesmo, em inglês.

Teve a volta do preto (ou o preto é o novo preto, para citar outra máxima de época), pelas mãos de mestres como Yohji Yamamoto, Rick Owens e Demna Gvasalia, na Balenciaga, que fez de sua passarela um “red carpet” (ou vice-versa) enquanto celebrou a moda como merchandising na ativação com os Simpsons. A emoção ficou no desfile-tributo à pessoa mais fofa da moda, o estilista Alber Elbaz, que morreu de Covid. Ironia triste.