Luis Carvalho | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

Luis Carvalho | Fall Winter 2021/2022 | Phygital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Moda Lisboa/Lisboa Fashion Week) #Luiscarvalho #Modalisboa #FW21

Juicy Couture Viva La Juicy Neon Eau de Parfum

Juicy Couture Viva La Juicy Neon Eau de Parfum
Source: juicycouture.com
Published: October 2021

All people in this campaign:

Charlotte Wales – Photographer Clare Byrne – Fashion Editor/Stylist Lucas Wilson – Hair Stylist Jen Myles – Makeup Artist Anita Bitton – Casting Director Jena Goldsack – Model

Prada Linea Rossa FW21 Campaign

The red line of Prada Linea Rossa can be traced to its origins in 1997: born from action, crafted by the lived experience of athletes. Its iconographic power is immediate – an ability to be universally understood both as a brand signifier and a metaphorical symbol. At once, the red line has become the most direct brandmark and the most meaningful gesture.

The Fall/Winter 2021 Prada Linea Rossa campaign brings to life the inherent call to action the red line implies. It is an invitation to cross the line and go beyond. Captured by Hugo Comte, the Beyond the Line campaign stars are drawn from the universes of sport and dance – basketball, ballet, skate and parkour – from the four corners of the globe. These talents represent a lineage of achievement, their movements blurring the line between art and athletics in dynamic action around the graphic Linea Rossa.

A linha vermelha da Prada Linea Rossa remonta às suas origens em 1997: nasceu da ação, trabalhada pela experiência vivida de atletas. Seu poder iconográfico é imediato – uma capacidade de ser universalmente compreendido tanto como um significante de marca quanto como um símbolo metafórico. Ao mesmo tempo, a linha vermelha se tornou a marca mais direta e o gesto mais significativo.

A campanha outono / inverno 2021 Prada Linea Rossa traz à vida a chamada para a ação inerente que a linha vermelha implica. É um convite para cruzar a linha e ir além. Capturadas por Hugo Comte, as estrelas da campanha Beyond the Line vêm dos universos do esporte e da dança – basquete, balé, skate e parkour – dos quatro cantos do globo. Esses talentos representam uma linhagem de conquistas, seus movimentos borrando a linha entre arte e atletismo em ação dinâmica em torno do gráfico Linea Rossa.

Uma olhada no escritório de arquitetura Damen Farber em Minneapolis, Minnesota

A empresa de arquitetura Damen Farber contratou recentemente a empresa de arquitetura e design de interiores Studio BV  para projetar seu novo escritório em Minneapolis, Minnesota.

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Reception

“O conceito para o novo escritório de Damon Farber é sobre materiais naturais e conexões. Esta ideia surge do trabalho que realizam, ligando as pessoas à natureza e estabelecendo relações fortes entre os espaços interiores e exteriores. Isso fica claro em seu novo espaço de escritório com a conexão do deck ao café e áreas de trabalho. O conceito de conexões é claro quando você entra no espaço. O visitante vê a obra em andamento e a rica paleta de materiais que compõem os paisagismo. O espaço de crítica e a sala de trabalho aberta convidam equipes e visitantes a se tornarem parte do processo de design. Criar uma textura visual rica e acolhedora quando você chegar estará a biblioteca e o display embutido na parede.

Essa parede contém materiais importantes e um monitor para mostrar o trabalho que a equipe está criando. Esta área de salão torna-se a ponte entre os espaços de reunião fechados e as áreas de trabalho e colaboração abertas. O ambiente de trabalho é flexível e transparente e coloca as equipes e o trabalho em primeiro lugar, com vários locais para se conectar e desenhar. O espaço do café se torna um ponto focal com ótimas comodidades e uma conexão com o deck da cobertura. Este recurso de deck será o coração do escritório, apoiando o trabalho e a diversão para a equipe Damon Farber e seus clientes. ”

  • Location: Minneapolis, Minnesota
  • Date completed: May 2021
  • Size: 6,000 square feet
  • Design: Studio BV
  • Photos: Corey Gaffer
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Reception
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Breakout space
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Breakout space
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Breakout space
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Collaborative space
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Kitchen
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Kitchen
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Outdoor terrace
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Meeting room

‘Quero mostrar que dá para seguir adiante’, diz diretora Joana Jabace sobre transformar em filme o estupro que sofreu

Livro baseado em relatos de Joana Jabace será adaptado para o cinema; ela também fala sobre ‘Diário de um confinado’ ‘Segunda chamada’ e casamento com Bruno Mazzeo: ‘Nossa relação se fortaleceu na pandemia’

Joana Jabace Foto: Jorge Bispo
Joana Jabace Foto: Jorge Bispo

No dia desta entrevista, feita por videochamada, a diretora de TV Joana Jabace estava em clima de festa: havia acabado de receber a notícia de que a série “Diário de um confinado”, concebida nos primeiros meses da pandemia por ela e o marido, o ator e roteirista Bruno Mazzeo, tinha sido indicada ao Emmy. “Foi uma surpresa total. Fizemos de forma muito artesanal, gravamos dentro da nossa casa”, lembra.

Joana tem 40 anos, é carioca da Zona Sul e mãe dos gêmeos Francisco e José, de 4, do casamento com Bruno. Formada em Jornalismo pela PUC-Rio, iniciou a carreira trabalhando em documentários até ingressar, em 2003, na TV Globo. “Mandei meu currículo e fui selecionada depois de passar por diversas etapas”, conta. Com o tempo, tornou-se assistente de Amora Mautner em novelas como “Paraíso tropical” e “Avenida Brasil”. Hoje, além de “Diário de um confinado”, também é diretora artística da série “Segunda chamada”, cuja segunda temporada estreou em setembro no Globoplay. “É o meu primeiro projeto solo na Globo, tem uma importância gigante na minha vida e na carreira.”

Sua fala doce caminha em paralelo com o rigor que demonstra pelo ofício. “Ao lado da maternidade, é a minha maior força”, analisa. E com ela vai elaborar o maior trauma de sua vida, transformando em filme o livro “Vista Chinesa”, assinado pela amiga Tatiana Salem Levy. O romance foi baseado no estupro que Joana sofreu, numa tarde de 2014, ao correr no trajeto que liga o Horto à Vista Chinesa. No final do Muro do Alívio (que tem esse nome por ser quando a estrada deixa de ser tão íngreme), um homem a abordou com uma arma, ameaçando matá-la, levou-a para o interior da floresta, onde Joana foi vítima de violência sexual. “Será mais um movimento de libertação. É uma mensagem que mando para mim mesma de que a vida vence”, diz, sobre o filme. A seguir, os melhores trechos da conversa.

Joana Jabace Foto: Jorge Bispo
Joana Jabace Foto: Jorge Bispo

Por que decidiu levar o livro “Vista Chinesa”, sobre o estupro que você sofreu, para as telas?

O mesmo sentimento que fez com que eu incluísse o meu nome no final do livro. Quando o trauma é só um fantasma solitário, ele tem um determinado tamanho. Ao transformar esse fantasma em algo concreto, essa atitude, de alguma maneira, traz força. Sofri esse trauma e vou transformá-lo em arte. Por mais difícil que seja, estou vencendo, é uma pulsão de vida. Vivo despedaçada, mas vivo. Essa é também uma história de violência ancestral contra a mulher. Enquanto a gente não falar sobre esse assunto, ele continuará subterrâneo. Quando o livro foi publicado, muita gente veio falar que eu tinha sido muito corajosa. Depois, fiquei pensando o motivo do “corajosa”. Se tivesse relatado um assalto à mão armada ninguém falaria assim. Sou corajosa por falar que fui estuprada?

No livro, a personagem Júlia faz tudo para sobreviver. Mudou a sua relação com a morte?

Logo que aconteceu, achei que pudesse esquecer. Sempre fui forte, nunca quis me vitimizar. Entendi, aos poucos, que não conseguiria esquecer. E essa foi a minha maior dor. Perceber que esse fato, o estupro, faria com que eu nunca mais fosse a mesma. Mudou tudo, tanto em relação à vida como em relação à morte. Hoje me sinto uma corredora no fim da maratona que, mesmo vomitando, chega ao final. Às vezes, estou dilacerada por dentro, mas vou assim mesmo. A arte, o livro, e, agora, o filme, me ajudam a romper esse tabu, e isso me dá força. É uma questão de sororidade. Recebi inúmeras mensagens de mulheres que passaram pelo mesmo. Quero mostrar que dá para seguir adiante.

Como você imagina que vai ser dirigir sua própria história?

Dirigir o filme será mais um movimento de libertação nesse sentido. Vou pegar a minha maior força, o trabalho, e colocá-la ao lado do meu maior trauma. Quero fazer um filme que tenha a ver com isso, que transmita a mensagem de que a vida vence. Não sou a Joana de antes, mas estou aqui.

Qual é a sensação de ver “Diário de um confinado”, um projeto tão pessoal, chegar ao Emmy?

Tem um gosto muito especial essa indicação. Foi um projeto feito por apenas três pessoas (Joana, Bruno e o diretor de fotografia Glauco Firpo), com um exército virtual por trás. É prova de que a arte se reinventa o tempo todo, mesmo durante pandemias e guerras. Sou workaholic, movida a trabalho. Quando estourou a pandemia, as gravações de “Segunda chamada” foram suspensas. Foi tudo muito doido no início. Ficava pensando como ia sobreviver sem sair de casa e realizar meu ofício. Lembro-me do dia em que falei para o Bruno, de maneira totalmente despretensiosa: “A gente poderia fazer um projeto no clima ‘cilada do confinamento’”. Ele topou. Escrevemos juntos e nunca tivemos uma aprovação tão rápida.

Como foi trabalhar com o Bruno?

Trabalhar com o Bruno foi maravilhoso.  Por ele escrever e ser o protagonista, tem muita consciência do texto. Aprendi muito sobre comédia. A experiência específica de trabalhar e morar junto e, além disso, o set ser a nossa casa, evidentemente não foi fácil. Em alguns dias, eu queria matá-lo e, provavelmente,  ele a mim. Porém, ficamos fortalecidos com a pandemia. Estamos juntos há dez anos, casados há cinco, e convivíamos pouco, sempre trabalhamos muito. Foi bom conviver. Como marido e mulher, tivemos tempo para afinar muita coisa que estava embaixo do tapete. No início da quarentena, até pensei  em termos mais um filho. Ele falou: “Jojô, você está louca!”. Agora, a vontade dá e passa.

E o processo das gravações entre família?

Olhando para trás, não sei como conseguimos. Os gêmeos completaram 3 anos no dia em que começamos a filmar. Em duas temporadas (são três no total), não contamos com a ajuda de ninguém. No final, eles já falavam: “Atenção, silêncio, gravando”. Ficavam sentadinhos no sofá, vendo TV no mudo, enquanto fazíamos as cenas.

Qual é a importância de se falar sobre educação, tema de “Segunda chamada”?

Quando fui convidada, fiquei muito comovida com os assuntos envolvidos: educação pública no Brasil de hoje, o ofício do professor, tão desvalorizado, a relação entre professores e alunos jovens e adultos que voltam para a escola. Ao mergulhar neste universo, me dei conta de que a melhor abordagem seria a mais realista possível numa série de ficção. A escolha do elenco me orgulha pelo fato de a gente ter conseguido fazer uma escalação plural, com atores e sotaques diferentes. O nosso governo perdeu os parâmetros, e a educação tem muito a ver com isso. Quanto mais se trabalha na base de fake news, mais desvalorizada é a educação. O (ódio) pelo Paulo Freire entra nesse bolo.

Como é educar dois meninos hoje?

Eu penso muito sobre que homens estou formando. Acredito que vale mais o exemplo do que o discurso. Converso sobre esse assunto com o Bruno, sobre o jeito que a gente divide as coisas em casa e como apresentamos a divisão de tarefas para os dois. Não adianta eu demostrar uma postura feminista diante de meninos de 4 anos e ter uma sobrecarga mental e de responsabilidade doméstica maior do que a do pai. As crianças percebem tudo. Equipararmos essa dinâmica é melhor do que qualquer explicação. Vou dar um exemplo: a madrinha do José é casada com uma menina e a madrinha do Francisco, também. Meus filhos nunca terão esse tipo de preconceito (homofobia), eles veem todos os dias duas mulheres se beijando.

O que mudou no ambiente do audiovisual da época em que você começou, nos anos 2000, para 2021?

A narrativa feminina evoluiu. Os códigos de até onde se pode ir e quando a linha é cruzada também mudaram. Quando comecei, um diretor me pediu para não ir trabalhar com uma blusa que deixava meu umbigo de fora. Falou que ninguém da equipe me respeitaria daquela maneira e que eu deveria usar roupas mais masculinas. Por um tempo, me fantasiei para ir ao Projac, era quase um passaporte de sobrevivência. Hoje, é uma nova gramática do ponto de vista de gênero. A mulher pode ser bonita, potente, forte e talentosa.

‘Turma da Mônica – Lições’ divulga trailer oficial

Cebolinha tentará mais um plano infalível para resgatar união da turma

Cartaz oficial de ‘Turma da Mônica – Lições’ – Serendipity Inc./Divulgação

Na véspera do Dia das Crianças, a Paris Filmes divulga o trailer oficial do filme “Turma da Mônica – Lições”, marcado para chegar aos cinemas no dia 30 de dezembro de 2021.

Dirigido por Daniel Rezende (“Turma da Mônica – Laços”, “Bingo, o Rei das Manhãs”, “Ninguém Tá Olhando”), o live-action abordará o crescimento da turma do Bairro do Limoeiro enfrentando a passagem da infância para a pré-adolescência e a mudança de escola das personagens.

Uma das lições apresentadas pelo filme é que fazer novos amigos pode ser difícil, mas dividir os momentos com eles faz tudo valer a pena.

No trailer, Mônica (Giulia Benite), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira) se esquecem de fazer o dever de casa e fogem da escola. Os pais de Mônica decidem mudá-la de colégio.

Porém, mesmo fazendo novos amigos, a turminha sente saudade da união que sempre tiveram. Dessa forma, Cebolinha resolve bolar um plano infalível com Magali e Cascão para trazer Mônica de volta mesmo que para isso precise recuperar o coelhinho Sansão para a amiga.

Recentemente, uma nova personagem foi apresentada para os fãs da turminha do Bairro do Limoeiro. Na sequência do filme, Mônica conhece Marina (Laís Villela), sua primeira amiga na nova escola.

A personagem já existia nos quadrinhos e agora no filme será uma menina “bondosa, confiante e inteligente” e “admirada por seu caráter solidário e seu talento com desenho e pintura”.

A sequência vai contar com participações especiais de Malu Mader e Isabelle Drummond. O primeiro filme live-action dos personagens de Mauricio de Sousa levou mais de 2 milhões de espectadores aos cinemas.

A adaptação é uma produção da Biônica Filmes em coprodução com Mauricio de Sousa Produções, Paris Entretenimento, Paramount Pictures e Globo Filmes.

Round 6: atores Jung Ho-yeon e Wi Ha-joon deixam recado para fãs em vídeo

Jung Ho-yeon e Wi Ha-joon agradecem pelo apoio e memes
FLÁVIO PINTO

Reprodução/Netflix

Netflix divulgou um vídeo especial com atores do elenco de Round 6, Jung Ho-yeon, que interpreta Sae-byeok, e Wi Ha-joon, que vive o policial Joon-ho, dando um recado especial aos fãs. Confira:

Com legendas em português, a dupla agradece pelo apoio do público — e pelos memes gerados. 

Em Round 6, centenas de cidadãos com problemas financeiros são escolhidos para participar de um doentio jogo de sobrevivência onde competem por um prêmio em dinheiro. A criação de Dong-hyuk Hwang conta com Jung-jae Lee e Lee Beyung-hyun no elenco, entre outros, e está disponível na Netflix.

Paul McCartney: ‘John Lennon foi responsável pelo fim dos Beatles’

O músico, tido como o responsável pela separação dos Beatles, falou à BBC em entrevista ainda inédita
Danika Kirka, AP

Os Beatles, em imagem de 29 de junho de 1966: Paul McCartney, John Lennon, Ringo Starr e George Harrison, em Tóquio Foto: Jiji Press/ AFP

Paul McCartney revisitou o rompimento dos Beatles, contestando categoricamente a sugestão de que ele teria sido o responsável pelo fim da banda.

Em depoimento ao episódio This Cultural Life, da BBC Radio 4, que vai ao ar no dia 23 de outubro, Paul McCartney disse que foi John Lennon que queria separar o grupo.

“Eu não instiguei a separação”, disse McCartney. “Foi o nosso Johnny.”

Os fãs da banda têm debatido por muito tempo quem foi o responsável pelo rompimento dos Beatles, e muitos culparam McCartney. Mas ele disse que o desejo de John Lennon de “se libertar” foi a principal causa por trás do rompimento.

A confusão sobre a separação aumentou porque seu empresário pediu aos membros da banda que ficassem quietos até que ele concluísse uma série de negócios, disse McCartney.

A entrevista se antecipa ao documentário de seis horas de Peter JacksonThe Beatles: Get Back, com lançamento previsto para novembro na Disney +, certamente revisitará a separação da lendária banda. Os comentários de McCartney foram relatados pela primeira vez pelo The Observer.

Quando questionado pelo entrevistador John Wilson sobre a decisão de seguir sozinho, Paul McCartney respondeu: “Pare bem aí. Não fui eu quem instigou a separação. Oh não, não, não. John entrou em uma sala um dia e disse: ‘Estou saindo dos Beatles’. Isso está levando à separação ou não? ”

McCartney se mostrou triste a respeito da separação, dizendo que o grupo ainda estava “fazendo coisas muito boas”.

“Aquilo era a minha banda, o meu trabalho, a minha vida. Então, eu queria que continuasse”, McCartney disse.

Eternos são destaque em pôsteres individuais

A estreia de filme está marcada para 5 de novembro de 2021, no Brasil.
FLÁVIO PINTO

Marvel Studios divulgou hoje (11) pôsteres individuais de Eternos, novo filme da sigla. Veja abaixo os 10 cartazes oficiais: 

Criados em 1976, os Eternos são uma raça de super-humanos criados pelos alienígenas Celestiais durante sua visita à Terra. Porém, ao mesmo tempo que conceberam este grupo, os experimentos genéticos dos Celestiais originaram também os Deviantes, uma espécie de face corrompida das suas primeiras criações.

O elenco do filme conta ainda com Angelina JolieKit HarringtonRichard Madden e Brian Tyree Henry. A estreia de Eternos está marcada para 5 de novembro de 2021, no Brasil.