Luis Onofre | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

Luis Onofre | Fall Winter 2021/2022 | Phygital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Portugal Fashion) #Portugalfashion

Keren Or Tayar – Ever Learn

Zendaya – InStyle U.S. November 2021 Covers

InStyle U.S. November 2021 Covers
Source: instyle.com
Published: November 2021

All people in this magazine cover:

AB & DM – Photographer Law Roach – Fashion Editor/Stylist Kim Kimble – Hair Stylist Raoul Alejandre – Makeup Artist Chaun Legend – Manicurist Zendaya – Actor

Victoria Beckham está trazendo de volta o look color blocking

Victoria Beckham saiu às ruas em Nova York com um visual bastante colorido e combinou tons intensos de amarelo, vermelho e verde.
POR CHRISTIAN ALLAIRE

Victoria Beckham é vista nas ruas do Upper East Side em 12 de outubro de 2021 na cidade de Nova York.(Photo by James Devaney/GC Images) (Foto: GC Images)

Prepare-se, Victoria Beckham está pronta para trazer de volta o look color blocking.

A estilista e ex-Spice Girl saiu às ruas em Nova York — ela participou do programa “Good Morning America” — com um visual bastante colorido e combinou tons intensos de amarelo, vermelho e verde.

Caso você tenha esquecido, o color block (cores em bloco em tradução livre) ganhou destaque no início de 2010, quando etiquetas como Raf Simons, Prada e Gucci começaram a apresentar looks de passarela que mesclavam tons de amarelo e roxo. A própria Victoria experimentou a tendência nas coleções de outono e primavera de 2012 de sua marca – embora em tons mais suaves.PUBLICIDADE

Usar peças de cores intensas e contrastantes em uma roupa foi uma moda que brilhou forte, mas rápido. O look saiu de cena após algumas temporadas, mas está voltando lentamente, como visto nas apresentações de Louis Vuitton, Valentino e Bottega nesta temporada – e Beckham parece ser a favor do movimento.

Para sua própria visão da tendência, Beckham usou um top vermelho com calças amarelas, ambas de sua própria marca. Ela então finalizou o conjunto com uma bolsa Bottega Veneta verde, no modelo Cassete (R$ 19 mil).

O trio de cores primárias e secundárias fez com que ela parecesse ter saído de 2011, embora as proporções elegantes da roupa ajudassem a modernizá-la.

Nos cliques é possível ver que Victoria levou o verde para sua maquiagem e os olhos ganharam um esfumado com uma sombra em tom de verde.

NEW YORK, NEW YORK - OCTOBER 12: Victoria Beckham is seen in Manhattan on October 12, 2021 in New York City. (Photo by Robert Kamau/GC Images) (Foto: GC Images)
Victoria Beckham é vista nas ruas do Upper East Side em 12 de outubro de 2021 na cidade de Nova York (Photo by Robert Kamau/GC Images) (Foto: GC Images)
NEW YORK, NY - OCTOBER 12:  Victoria Beckham is seen on the set of (Good Morning America)on October 12, 2021 in New York City.  (Photo by Raymond Hall/GC Images) (Foto: GC Images)
Victoria Beckham no set de (Good Morning America) em 12 de outubro de 2021 na cidade de Nova York. (Photo by Raymond Hall/GC Images) (Foto: GC Images)

Bem-humorada, a mãe de quatro filhos brincou com a semelhança de sua roupa com Ronald McDonald, um personagem fictício vestido de palhaço, um dos símbolos da área de fast-foods McDonald’s.

“Roubou meu look”, escreveu ela na legenda da montagem abaixo.

Victoria Beckham (Foto: Getty Images)
Victoria Beckham (Foto: Getty Images)

Você está pronto para o retorno desta tendência?  

NEW YORK, NEW YORK - OCTOBER 12: Victoria Beckham is seen in Manhattan on October 12, 2021 in New York City. (Photo by Robert Kamau/GC Images) (Foto: GC Images)
Victoria Beckham (Photo by Robert Kamau/GC Images) (Foto: GC Images)

Interdee | Spring Summer 2022 | Full Show

Interdee | Spring Summer 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week) #Interdee #PFW #SS22

‘Lavoura Arcaica’ completa 20 anos com debate

Petra Belas Artes exibe o filme e promove bate-papo com o diretor Luiz Fernando Carvalho nesta quinta; interessados poderão retirar os ingressos a partir das 18h, às 19h, será o início da sessão e, às 22h, o debate
Luiz Carlos Merten – Estadão

Livro de estreia de Raduan Nassar, ‘Lavoura Arcaica’, de 1975 e uma das grandes obras da literatura brasileira, virou filme nas mãos do diretor Luiz Fernando Carvalho em 2001. É a história de André e de sua família, de rupturas e amores – os esperados e os proibidos Foto: VideoFilmes

Depois de criar fama como um dos mais exigentes diretores da TV brasileira, Luiz Fernando Carvalho tornou-se, talvez, o mais bissexto dos grandes autores de cinema nacionais. Houve o precedente de Mário Peixoto, que, após o clássico Limite, nunca mais conseguiu concretizar seus projetos. Com Carvalho, a situação é outra. Lavoura Arcaica está completando 20 anos. Há muito tempo ele trabalha num novo filme adaptado de Clarice Lispector. Antes da pandemia, chegou a declarar ao Estadão que estava na fase final da montagem de A Paixão Segundo G.H. “Minha vontade é começar tudo de novo.” Carvalho não é só o que se chama de perfeccionista numa mídia que, via de regra, exige ritmos industriais – isso vale para TV e cinema. É atraído por processos de criação. 

No caso de sua adaptação do livro de Raduan Nassar, isolou-se numa fazenda de Minas com seu elenco durante quatro meses, não apenas para fazer leituras do texto e depois filmar, mas também para que atores e atrizes se impregnassem dos personagens, vivenciando suas atividades cotidianas. Antes disso, Carvalho viajou ao Líbano com Nassar, em busca das origens mediterrâneas do livro. Esse material virou tema de um documentário exibido pela GNT ainda nos anos 1990, Que Teus Olhos Sejam Atendidos. Sua decisão mais radical – como Nelson Pereira dos Santos, que decupou Vidas Secas a partir do próprio livro de Graciliano Ramos, sua Bíblia durante a filmagem, Carvalho abriu mão do roteiro e filmou diretamente da fonte, apoiado nas improvisações do elenco sobre o romance. 

Tudo isso faz parte da mitologia erigida em torno de Lavoura Arcaica, e o filme integra a lista dos 100 maiores do cinema brasileiro, na seleção da Abracine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Na noite desta quinta, 14, espectadores privilegiados – no limite da sala, e de acordo com os protocolos de segurança contra a covid 19 – poderão não apenas rever o filme numa cópia de cinema, estalando de nova, mas também participar do debate de Carvalho com o jornalista do EstadãoLuiz Carlos Merten. É mais uma parceria do jornal com o Petra Belas Artes, a segunda no pós-pandemia, depois do encontro para debater O Homem Que Vendeu Sua Pele, na semana passada. 

Os interessados poderão retirar os ingressos a partir das 18h. Às 19h, será o início da sessão e, às 22h, o debate. Baterão de novo na tela as imagens do retorno de André, o filho pródigo. Localizado pelo irmão mais velho, ele conta, sem ordem cronológica, como e por que abandonou a vida familiar na fazenda, dilacerado pelo afeto incestuoso pela irmã e dividido entre o carinho da mãe e o autoritarismo do pai punitivo. A volta é marcada por uma festa que não resolve conflito nenhum, e pelo contrário acirra as oposições. Por esse motivo, o filme já chegou a ser definido como uma versão invertida da parábola bíblica. 

Na época, Selton Mello era o mais requisitado dos atores brasileiros, tendo dado um rosto a muitos filmes da fase chamada de Retomada, após a quebra da produção no governo de Fernando Collor de Mello. Selton faz André, o narrador, mas a voz é a do diretor. Do excepcional elenco participam Raul Cortez, Juliana Carneiro da CunhaLeonardo MedeirosCaio Blat e Simone Spoladore, que faz a irmã. Ana não tem diálogos no filme, mas Simone passou pela mesma intensa preparação do restante do elenco. Sua cena de dança é das maiores da história do cinema brasileiro. 

Carvalho gosta de dizer que o livro possui muitas camadas. “Na época, não conseguia me dar conta dessa riqueza toda, que está lá. Com o tempo, creio que a metáfora política cresceu e nos permite entender o Brasil de hoje, acossado pela morte. André tem fome, não só de comida, como tem muita gente nesse País imenso. Sua fome é por cultura, por vacina e democracia.” Para o público que for nesta quinta ao Petra Belas Artes, vale lembrar que Lavoura Arcaica é contemporâneo de outros dois filmes brasileiros muito importantes – Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanzky, e Abril Despedaçado, de Walter Salles, esses dois interpretados por Rodrigo Santoro e todos produzidos no biênio 2000/2001.  

São outras duas sagas familiares em que os protagonistas são vítimas do autoritarismo paterno e da tradição. Neto, do Bicho, é colocado no sistema manicomial pelo próprio pai, só por causa de um baseado. Conhece o inferno. O filme é uma adaptação do romance autobiográfico de Austregésilo Carrano, Canto dos Malditos. Tonho, de Abril, é forçado a se transformar num vingador, na sucessão de assassinatos relatados pelo albanês Ismail Kadaré em seu romance, transposto para o Nordeste. Lavoura é emblemático desse momento excepcional do cinema brasileiro.

CINEMA I Estreias: Halloween Kills: O Terror Continua, Amarração do Amor, O Último Duelo, Seus Olhos Dizem, Sob as Escadas de Paris, Uma Janela para o Mar

Dois grandes lançamentos que tiveram suas estreias fora de competição no Festival de Cinema de Veneza deste ano chegam nesta quinta (14) aos cinemas de São Paulo.

Jamie Lee Curtis, Andi Matichak – Halloween Kills: O Terror Continua”.

Um deles é o blockbuster “Halloween Kills: O Terror Continua”. A nova produção da célebre franquia de terror que apresentou Jamie Lee Curtis a Hollywood mantém a atriz nos holofotes, agora dirigida por David Gordon Green.

A continuação dá sequência ao filme de 2018 —um sucesso de bilheteria. Em Veneza, além do lançamento do longa, Curtis recebeu um Leão de Ouro honorário pela carreira.

Outro longa que debutou no Lido e que agora chega a São Paulo é “O Último Duelo”, a nova empreitada do diretor Ridley Scott. A obra apresenta uma trama que se passa na França do século 14, mas que se alinha com o movimento MeToo pela liberdade feminina.

O elenco traz grandes nomes como Matt Damon, Adam Driver, Ben Affleck e Jodie Comer para encenar, em diferentes ângulos, a história de uma acusação de estupro que deve ser resolvida em um combate fatal entre dois cavaleiros de origens diferentes.

As demais novidades da semana incluem a comédia “Amarração do Amor” —sobre uma judia e um umbandista que tentam conciliar sua origens na cerimônia de casamento—, “Fátima – A História de um Milagre” —a respeito do famoso milagre do Sol, no Portugal do começo do século 20—, além dos melodramas “Seus Olhos Dizem”, com um hit do grupo sul-coreano BTS na trilha sonora, e o “Sob as Escadas de Paris”, que toca na questão da imigração na Europa.

“Uma Janela para o Mar”, no qual Emma Suárez interpreta uma mulher que viaja para a Grécia para se reencontrar, e “Taís e Taiane”, um road movie brasileiro sobre duas jovens de origens distintas, fecham o rol de estreias.

Se decidir ir para o cinema, é fundamental seguir as orientações de prevenção contra o coronavírus. Respeite o distanciamento nas poltronas, sempre que possível higienize as mãos, uma uma máscara adequada e não tire o equipamento do rosto durante a exibição.


Amarração do Amor
O aspecto religioso de um casamento entre dois jovens é disputado pelas posições radicalmente opostas das duas famílias. Enquanto Bebel —Samya Pascotto— vem de uma tradicional família judaica, Lucas —Bruno Suzano— é umbandista e recebe um último pedido do avô: que a união seja celebrada no terreiro tradicional.
Brasil, 2021. Direção: Caroline Fioratti. Com: Cacau Protásio, Samya Pascotto e Bruno Suzano. 12 anos


Fátima – A História de um Milagre
Os três pequenos pastores que afirmaram ter visto Nossa Senhora em uma aldeia perto de Fátima, em Portugal, são os protagonistas dessa produção americana que reconta a história daquele que ficou conhecido como o milagre do Sol.
EUA, 2021. Direção: Marco Pontecorvo. Com: Joaquim de Almeida, Goran Visnjic e Stephanie Gil. 12 anos


Halloween Kills: O Terror Continua
Depois de uma retomada bem-sucedida em 2018 que ignorou as sequências desastrosas da franquia de terror, o diretor David Gordon Green inaugura uma nova saga para a série em que o imbatível maníaco Michael Myers retorna para fazer mais vítimas. O filme, que teve sua estreia na 78ª edição do Festival de Veneza, tem Jamie Lee Curtis, que estrelou o longa de 1978, além de retomar alguns personagens da série.
EUA/Reino Unido, 2021. Direção: David Gordon Green. Com: Jamie Lee Curtis, Judy Greer e Andi Matichak. 16 anos


O Último Duelo
Sintonizado com o MeToo, o novo longa dirigido por Ridley Scott vem em defesa da liberdade feminina ao mostrar a história de uma acusação de estupro na França do século 14. Vista de múltiplos ângulos, a narrativa alterna entre os personagens de Adam Driver, Matt Damon e Jodie Comer. O roteiro é assinado por Damon, Ben Affleck e Nicole Holofcener.
EUA, 2021. Direção: Ridley Scott. Com: Jodie Comer, Matt Damon e Ben Affleck. 16 anos


Seus Olhos Dizem
Neste melodrama japonês embalado por um hit do conjunto de k-pop BTS, um lutador e ex-presidiário que tenta retomar uma vida digna se apaixona por uma moça cega e descobre que o passado de ambos tem uma trágica conexão.
Japão, 2021. Direção: Takahiro Miki. Com: Yuriko Yoshitaka, Ryusei Yokohama e Kyosuke Yabe. 16 anos


Sob as Escadas de Paris
Em Paris, uma mulher em situação de rua se depara com um menino negro abandonado. Ele não fala francês, mas está em busca de sua mãe. A andarilha, interpretada por Catherine Frot, redescobre sua própria sensibilidade ao partir em busca da família do pequeno.
França, 2021. Direção: Claus Drexel. Com: Baptiste Amann, Jean-Henri Compère e Catherine Frot. 12 anos


Taís e Taiane
Nesse road movie nacional, uma jovem decide sair pelo mundo e encontra um ambiente machista e hostil. No percurso, ela se une a outra mulher, que ganha a vida como prostituta. As duas confrontam, então, as diferenças nessa viagem em busca de seus destinos.
Brasil, 2021. Direção: Augusto Sevá. Com: Gabriella Vergani, Yasmim Santos e Jairo Mattos. 16 anos


Uma Janela para o Mar
Nesse filme exibido no Festival de San Sebastián e protagonizado por Emma Suárez, uma mulher de 55 anos viaja à Grécia contra a indicação de seu filho e de seu médico, mas retoma o contato com os prazeres da vida e encontra um novo amor.
Espanha/Grécia, 2019. Direção: Miguel Ángel Jiménez. Com: Akilas Karazisis, Kostas Petrou e Emma Suárez. 14 anos

Declaração antivazamento de Cook teria violado lei dos EUA

O decreto anti-vazamento do CEO da Apple infringiu a lei, diz ex-funcionária Ashley Gjøvik

Como muitos devem ter acompanhado, a Apple suspendeu e depois demitiu a engenheira Ashley Gjøvik (então gerente sênior de engenharia) após ela vir a público expor os problemas envolvendo abusos no trabalho que ela não só presenciava, mas também enfrentava.

Após expressar sua indignação com o desfecho da situação, Gjøvik agora está processando a companhia não pelo fato envolvendo ela em si, mas sim por uma declaração do CEO Tim Cook sobre o vazamento de informações da Apple — na qual ele afirmou que “pessoas que vazam informações confidenciais não pertencem a este lugar”.

Segundo a engenheira, a declaração de Cook teria violado a Lei Nacional de Relações Trabalhistas (National Labor Relations Act), a qual protege o direito dos trabalhadores dos Estados Unidos de se comunicarem uns com os outros e se engajar em ações coletivas sobre questões do local de trabalho.

A alegação de Gjøvik também cita que “várias regras descritas no manual do funcionário da Apple violam as leis trabalhistas dos EUA”. As diretrizes listadas na reclamação impedem os funcionários da Apple de falar com repórteres, revelar a compensação de colegas de trabalho e usar linguagem “vulgar” nas redes sociais.

Essa parece ser uma das mudanças mais fundamentais que precisam acontecer para permitir a organização do local de trabalho e dos funcionários na Apple. Se as pessoas estão com medo de não poderem falar umas com as outras sobre as condições de trabalho ou falar com um advogado trabalhista sobre as condições de trabalho, um sindicato não poderia nem começar a se organizar.

A Apple ainda não comentou as alegações.

VIA BLOOMBERG

The Beatles: Get Back | Official Trailer | Disney+

The official trailer for #TheBeatlesGetBack is here! The Disney+ original docuseries, directed by
Peter Jackson, will be arriving on Disney+ just in time for the Thanksgiving holiday. Made
entirely from never-before-seen, restored footage, it provides the most intimate and honest
glimpse into the creative process and relationship between John, Paul, George, and Ringo ever
filmed. Be sure to check them both out, and don’t forget to watch “The Beatles: Get Back” when
it rolls out over three days, November 25, 26, and 27, 2021, exclusively on Disney+.

Directed by three-time Oscar®-winning filmmaker Peter Jackson (“The Lord of the Rings” trilogy,
“They Shall Not Grow Old”), “The Beatles: Get Back” takes audiences back in time to the band’s
January 1969 recording sessions, which became a pivotal moment in music history. The
docuseries showcases The Beatles’ creative process as they attempt to write 14 new songs in
preparation for their first live concert in over two years. Faced with a nearly impossible deadline,
the strong bonds of friendship shared by John Lennon, Paul McCartney, George Harrison, and
Ringo Starr are put to the test. The docuseries is compiled from nearly 60 hours of unseen
footage shot over 21 days, directed by Michael Lindsay-Hogg in 1969, and from more than 150
hours of unheard audio, most of which has been locked in a vault for over half a century.
Jackson is the only person in 50 years to have been given access to this Beatles treasure trove,
all of which has now been brilliantly restored. What emerges is an unbelievably intimate portrait
of The Beatles, showing how, with their backs against the wall, they could still rely on their
friendship, good humor, and creative genius. While plans derail and relationships are put to the
test, some of the world’s most iconic songs are composed and performed. The docuseries
features – for the first time in its entirety – The Beatles’ last live performance as a group, the
unforgettable rooftop concert on London’s Savile Row, as well as other songs and classic
compositions featured on the band’s final two albums, Abbey Road and Let It Be.

An exciting new collaboration between The Beatles and Jackson presented by The Walt Disney
Studios in association with Apple Corps Ltd. and WingNut Films Productions Ltd., “The Beatles:
Get Back” is directed by Peter Jackson, produced by Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono
Lennon, Olivia Harrison, Peter Jackson, Clare Olssen (“They Shall Not Grow Old”) and
Jonathan Clyde (“Eight Days a Week”), with Apple Corps’ Jeff Jones (“Eight Days a Week”) and
Ken Kamins (“The Hobbit” trilogy) serving as executive producers. Jabez Olssen (“Rogue One:
A Star Wars Story”) serves as the film’s editor, the music supervisor is Giles Martin
(“Rocketman”), Michael Hedges (“The Adventures of Tintin”) and Brent Burge (“The Hobbit”
trilogy) serve as the series re-recording mixers, and the music is mixed by Giles Martin and Sam
Okell (“Yesterday”).

O trailer oficial de #TheBeatlesGetBack está aqui! The Disney + docuseries original, dirigido por
Peter Jackson chegará na Disney + bem a tempo para o feriado de Ação de Graças. Feito
inteiramente de filmagens restauradas nunca antes vistas, fornece o mais íntimo e honesto
vislumbre o processo criativo e a relação entre John, Paul, George e Ringo sempre
filmado. Não deixe de conferir os dois e não se esqueça de assistir “The Beatles: Get Back” quando
ele será lançado em três dias, 25, 26 e 27 de novembro de 2021, exclusivamente no Disney +.

Dirigido pelo cineasta três vezes vencedor do Oscar®, Peter Jackson (trilogia “O Senhor dos Anéis”,
“They Shall Not Grow Old”), “The Beatles: Get Back” leva o público de volta no tempo para a banda
Sessões de gravação de janeiro de 1969, que se tornaram um momento crucial na história da música. o
docuseries mostra o processo criativo dos Beatles enquanto eles tentam escrever 14 novas canções em
preparação para seu primeiro show ao vivo em mais de dois anos. Diante de um prazo quase impossível,
os fortes laços de amizade compartilhados por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e
Ringo Starr é posto à prova. A docuseries é compilada a partir de quase 60 horas de inéditas
imagens filmadas durante 21 dias, dirigidas por Michael Lindsay-Hogg em 1969, e de mais de 150
horas de áudio nunca ouvido, a maioria trancada em um cofre por mais de meio século.
Jackson é a única pessoa em 50 anos a ter acesso a este tesouro dos Beatles,
tudo isso agora foi restaurado de forma brilhante. O que surge é um retrato incrivelmente íntimo
dos Beatles, mostrando como, com as costas contra a parede, eles ainda podiam contar com seus
amizade, bom humor e gênio criativo. Enquanto os planos descarrilam e os relacionamentos são colocados no
teste, algumas das canções mais icônicas do mundo são compostas e executadas. A docuseries
apresenta – pela primeira vez na íntegra – a última apresentação ao vivo dos Beatles como um grupo, o
show inesquecível na cobertura em Savile Row de Londres, bem como outras canções e clássicos
composições apresentadas nos dois álbuns finais da banda, Abbey Road e Let It Be.

Uma empolgante nova colaboração entre os Beatles e Jackson apresentada por The Walt Disney
Studios em associação com a Apple Corps Ltd. e WingNut Films Productions Ltd., “The Beatles:
Get Back ӎ dirigido por Peter Jackson, produzido por Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono
Lennon, Olivia Harrison, Peter Jackson, Clare Olssen (“Eles não envelhecerão”) e
Jonathan Clyde (“Oito dias por semana”), com Jeff Jones da Apple Corps (“Oito dias por semana”) e
Ken Kamins (trilogia “O Hobbit”) atuando como produtores executivos. Jabez Olssen (“Rogue One:
A Star Wars Story ”) é o editor do filme, o supervisor musical é Giles Martin
(“Homem-Foguete”), Michael Hedges (“As Aventuras de Tintin”) e Brent Burge (“O Hobbit”
trilogia) servem como mixers de regravação da série, e a música é mixada por Giles Martin e Sam
Okell (“Ontem”).

Do Brás aos Jardins: a rotina de perrengues, looks e assédios das influenciadoras de moda autônomas

Por trás do glamour das redes sociais, modelos independentes fazem sozinhas o trabalho de uma agência inteira em um mercado popular que só cresce
João Ker, O Estado de S.Paulo

A modelo Natalia Fernanda, durante uma sessão de fotos no bairro Anália Franco
A modelo Natalia Fernanda, durante uma sessão de fotos no bairro Anália Franco, sendo fotografada pela fotógrafa Mafe Gutierrez  Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Às 7h da manhã, Natalia Fernanda acorda em sua casa em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, e começa a se maquiar. Em seguida, é hora de a jovem de 27 anos juntar malas de roupas, barraca dobrável, mochilas com acessórios e cruzar São Paulo até o Jardim Anália Franco, na zona leste, onde vai passar as quatro horas seguintes fotografando cerca de 30 looks nas calçadas do bairro nobre. Ela, assim como centenas de outras meninas que são influenciadoras de moda para marcas do Brás, encara uma rotina de perrengues que incluem a própria produção, assédio nas ruas e condições precárias de trabalho… dificuldades que se escondem por trás do glamour nas redes sociais.

“Sempre trabalhei sozinha. Dificilmente tem modelo no Brás com agência, a maioria das meninas é independente mesmo. Tento cronometrar minha semana, mas sempre muda de cabeça pra baixo porque as coleções têm um giro muito rápido”, conta Nati, nome artístico que exibe em seu perfil no Instagram, onde contabiliza mais de 147 mil seguidores. 

Faz três anos que a modelo começou a trabalhar com marcas do Brás, um dos maiores e principais pólos têxteis do País e da América Latina. Dos mil cartões que imprimiu quando decidiu ingressar na carreira, distribuiu mais de 500, indo de loja em loja, oferecendo diretamente o serviço para até cem lojistas por dia, todos organizados em uma planilha que ela montou. Logo, Nati começou a ser chamada para fazer o “presencial”, quando as meninas passam até sete horas “em cima do salto”, exibindo os looks ao longo do dia no próprio estabelecimento. 

“Quando comecei, não sabia de nada, não tinha uma visão”, conta Nati. Hoje, são os lojistas que a procuram, alguns clientes fiéis que a acompanham desde o início, entre marcas de beachwear, sportswear e festas. Hoje, ela cobra por hora o que recebia em um dia de “presencial”. 

O pagamento das modelos é feito com base em cada look que entregam. Para cada dia de externa, elas fotografam de 10 a 50 combinações de roupa. Menos que isso, dizem, não vale a pena o esforço. O preço da foto pode variar de R$ 30 a R$ 90, apesar de a média estar mais entre R$ 50 e R$ 70 para a maioria das meninas. 

O valor exato do trabalho é determinado pelo que elas “agregam” às imagens. Aí, entram fatores como a locação escolhida para o ensaio, a qualidade do equipamento do fotógrafo, número de seguidores das modelos e até os acessórios que acompanham as roupas – as influenciadoras “maiores”, por exemplo, mesclam as peças com cintos, bolsas,sapatos e óculos de maisons internacionais, como Prada, Gucci e Yves Saint Laurent.

Trabalho autônomo e autoestima

A grande maioria das influenciadoras de moda que trabalham com marcas do Brás precisam desempenhar mil e uma funções, quase como uma agência de uma pessoa só. São elas que buscam os fotógrafos, cuidam do próprio agenciamento, assessoria, relação com as marcas, cuidam do controle financeiro, da edição das imagens, do cabelo, da maquiagem e da produção dos looks. Ah, e são elas que decidem quais acessórios vão entrar na foto e passam as roupas que vão vestir para que a peça não apareça amarrotada.

Modelo Natalia Fernanda
A modelo Natalia Fernanda passa horas fotografando looks nas calçadas de bairros nobres Foto: Tiao Queiroz/Estadão

“Sempre quis fazer esse trabalho, mas não sabia o caminho. Coloquei meu material em agências, mandei fotos pras lojas, mas não sabia como esse mundo gira. Aí, uma amiga que trabalha com isso me deu o ‘caminho das pedras’”, conta Meire Vasconcellos. Aos 37 anos, a assistente social encara o trabalho de modelo plus size no Brás como um complemento da renda ao qual se dedica dois dias por semana desde novembro de 2020.  

Além do dinheiro, Meire explica que outro atrativo do trabalho é o impacto em sua autoestima. “Foi muito difícil me aceitar como gordinha, porque sempre quis ser magra. Comecei a tomar remédio para emagrecer aos 18 anos, já fiz dieta do chá e fiquei 20 dias sem comer sólido”, lembra. “Poder trabalhar, me ver bonita e mostrar que também posso me vestir bem, da forma como estou, agrega ao meu amor próprio.”

Ao contrário do que acontece nas maiores e principais grifes e passarelas de moda mainstream do Brasil e do mundo, o plus size é um nicho que cresce e avança a passos largos entre as marcas do Brás. Meire estima que pelo menos umas 4 mil lojas já se dediquem ao público e garante que só não faz mais fotos por falta de tempo. “Se eu trabalhasse só com isso, teria bastante campo.”

Conhecer o caminho das pedras

A demanda e oferta de modelos para marcas do Brás é tão grande que às vezes fica difícil conseguir um fotógrafo disponível para as “externas”. As meninas que se dedicam exclusivamente à função, costumam dividir os mesmos profissionais e vão juntas para as mesmas locações em calçadas, fachadas, estabelecimentos e shoppings de bairros nobres da capital paulista, principalmente nos Jardins, onde montam barracas improvisadas para se trocarem. Enquanto uma muda o look, a outra faz as fotos.

“A gente contrata o fotógrafo vendo o trabalho com outras meninas”, explica Meire. “São eles, fotógrafos, que sugerem os locais da rua, onde não tem confusão nem dá rolo. A gente vai na onda deles.” 

Modelo e influencers Natalia Fernanda
No Brás, o pagamento é feito por cada look que clicam e o dinheiro vem diretamente das modelos, não das marcas Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Um deles é Alexandre Danjó, que está desde o ano passado trabalhando nesse meio e entrou no mercado incentivado pela cunhada, que também é modelo do Brás e passou a ter dificuldade para achar profissionais disponíveis que pudessem acompanhá-la. Aos 44 anos, ele investiu: fez curso de fotografia, comprou equipamento e hoje conta que já trabalhou com mais de 30 meninas e faz até três sessões por semana, com duas ou três meninas por vez. A prioridade, agora, é sua mulher, que também acabou se tornando modelo plus size.

Na indústria tradicional da moda, os fotógrafos costumam receber o cachê por campanha ou diária, a depender do tamanho da grife e do profissional. Já no universo do Brás, o pagamento também é feito por cada look que clicam e o dinheiro vem diretamente das modelos, não das marcas. Danjó, que também tem um trabalho “oficial” na maioria dos dias, conta que consegue tirar até R$ 5 mil por mês com o bico.  

Outro diferencial é que, ao contrário das grifes grandes que também estão no Brás, a rotina das influenciadoras e dos fotógrafos que trabalham com marcas populares é totalmente imprevisível, graças ao grande fluxo de novas coleções que chegam às vezes duas ou três vezes por semana. Até no caso dos profissionais mais tradicionais que trabalham com agências e fazem sessões oficiais de catálogo em estúdio, o volume costuma ser de 18 campanhas por ano. 

“A campanha de Natal, por exemplo, já está clicada desde o mês passado. A do Dia das Crianças, fizemos em junho”, conta Mario Lopes, fotógrafo que trabalha com marcas maiores do Brás há três anos. Nesses casos, a equipe inteira conta com pelo menos 15 pessoas e pode chegar a 45, entre stylists, maquiadores, produtores, diretor criativo, assistentes de foto, vídeo e modelos.

“Como não tenho estúdio próprio, faço todas as fotos como externas. Inclusive, as lojas [populares] do Brás gostam desse tipo de foto e pedem que seja assim”, explica Danjó. A preferência por clicar essas imagens em bairros nobres como Jardins e Jardim Europa é por eles serem “mais elitizados” e, logo, com um “aspecto mais bonito”. 

Assédio acontece com frequência

Mesmo sabendo quais são os locais mais tranquilos para fotografar as externas, ocupar as calçadas da elite paulistana com barracas, araras, espelho e modelos é algo nem sempre bem-vindo pelos moradores e comerciantes. “Já fomos expulsos de algumas ruas, já jogaram água na gente, chamaram a polícia… Sem falar no pessoal que sai xingando, do nada”, conta Danjó. 

“Normalmente, dependendo da situação, a gente acaba até saindo para evitar problema, porque atrapalha e as modelos ficam desestabilizadas”, explica. “As pessoas às vezes não gostam das barraquinhas na calçada. Eu tento orientar as meninas que, se a pessoa chegar com educação, aí a gente tem que acatar e respeitar.”

Modelo Natalia Fernanda
Ocupar as calçadas da elite paulistana com barracas, araras, espelho e modelos é algo nem sempre bem-vindo pelos moradores e comerciantes Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Outro fator que costuma “desorientar” as modelos é o assédio que, mesmo nos bairros nobres, elas sofrem ao posar na rua. Na sessão externa que a reportagem acompanhou com Nati, a maioria dos motoristas que passavam por ela diminuíram a velocidade e fizeram sinais enquanto a modelo posava na fachada de um bistrô. As cantadas e as importunações seguiram no dia seguinte, quando ela foi devolver os looks no Brás.

Para Nati, esse nem é o pior dos problemas. “O pior perrengue? Pra mim, é segurar o xixi. Às vezes passo o dia todo sem fazer, mas prefiro esperar, porque fazer na rua não dá.” Mas tem gente que faz? “Já ouvi boatos que sim”, ri

Sobre os assédios, entretanto, ela conta que já aprendeu a lidar, mesmo que não devesse. “Isso acontece direto, tanto dos carros como de motoqueiros passando, pessoas a pé. Muitas vezes mexem, gritam e querem chamar atenção. Quando faltam muito com respeito, falam e vão embora, mas eu finjo que não ouvi porque não dá pra absorver tudo”, conta Nati. Hoje, a fotógrafa com quem ela mais trabalha é a própria namorada, a colombiana Mafê Gutierrez, de 21 anos. 

“Respeito muito ela, então preciso protegê-la e cuidar dela como mulher, mas como fotógrafa também. Não sou uma pessoa de procurar briga, então muitas vezes fico calado. Mas peço ‘por favor, respeita’. É o que merecemos, todos”, reclama Mafê. Nati conta que já orientou a namorada a não absorver os assédios: “Falei pra ela não se preocupar porque é normal, infelizmente. Se você for brigar com todo mundo, vai sair daqui sem voz.”