Rainbow – Mike Anthony photographed by Jordi Corominas

Mike Anthony photographed by Jordi Corominas and styled by Joel Escalonilla, in exclusive for Fucking Young! Online.

Microsoft passa de novo a Apple como empresa mais valiosa do mundo

A Microsoft ultrapassa a Apple como empresa mais valiosa dos EUA, após o melhor mês das ações desde 2015

Ontem, após a divulgação dos resultados do seu quarto trimestre fiscal, a $AAPL caiu nas negociações after hours da NASDAQ e teve o seu valor de mercado reduzido. Quem se beneficiou com isso foi a Microsoft, que ultrapassou novamente a Apple e se tornou a empresa de capital aberto mais valiosa do mundo.

A reação desanimadora do mercado pode ser explicada tanto pela crise de chips quanto pelos problemas enfrentados na sua cadeia de produção. Afinal, segundo o próprio CEO1 Tim Cook, somente esses fatores custaram cerca de US$6 bilhões.

Outro fator que pode ter contribuído para a queda foi a decisão da empresa de não divulgar previsões para o seu próximo trimestre fiscal — o mais importante para empresa, já que engloba o lançamento de novos iPhones, iPads e Macs e as compras de final de ano —, mas isso é algo que ela (não) tem feito desde o início da pandemia.

Ainda assim, a Maçã revelou crescimentos em todas as suas áreas em relação ao mesmo período no ano passado. Apesar de os resultados de ontem não serem nem de longe ruins, eles assustaram investidores, já que, hoje, a $AAPL fechou o dia em queda de 1,82%, cotada a US$149,80.

A Microsoft, por focar muito mais em serviços de nuvem e software, não tem sentido tanto os impactos das cadeias de produção e esse pode ser um dos motivos que explicam o seu forte crescimento nos últimos meses. A $MSFT teve um dia bem positivo hoje, com alta de 2,24% — agora cotada a US$331,62.

Essa dança das cadeiras entre as duas empresas já vem ocorrendo há um tempo. Fato é que, com o fechamento desta semana, a Microsoft está agora com um valor de mercado de US$2,49 trilhões, enquanto a Apple vale US$2,476 trilhões. [MacMagazine]

Healthtech Memed, de prescrição digital, levanta R$ 100 milhões

Com os novos recursos, o plano é investir nas áreas de produto e tecnologia, incluindo o lançamento de um sistema voltado ao paciente
Por Giovanna Wolf – O Estado de S. Paulo

Joel Rennó Júnior, presidente executivo da Memed
Joel Rennó Júnior, presidente executivo da Memed

A startup paulistana Memed, que atua com prescrição médica digital, anuncia nesta sexta-feira, 29, que recebeu um cheque de R$ 100 milhões. É o mais novo aporte entre as chamadas “healthtechs”, que receberam US$ 260,7 milhões de investimentos no País neste ano, segundo dados da empresa de inovação Distrito. 

O cheque chega após uma mudança na Memed: em junho, a gestora DNA Capital assumiu o controle da startup ao montar um fundo de R$ 300 milhões para comprar a participação de todos os acionistas anteriores da empresa – os fundadores da Memed (Ricardo Moraes, Rafael Moraes, René Moraes e Marcel Ribeiro) deixaram da startup e Joel Rennó Júnior assumiu como presidente executivo. 

Nesta nova rodada, além da DNA Capital, chegaram como novos investidores a Temasek, empresa global de investimentos sediada em Singapura, e a Fit Participações. 

Fundada em 2012, a plataforma da Memed permite que médicos façam prescrições digitais acessando uma base de dados com 60 mil medicamentos e exames. Segundo a empresa, o serviço atende cerca de 250 instituições de saúde no Brasil e é usado por 150 mil médicos. 

Com os novos recursos, o plano é investir nas áreas de produto e tecnologia. “Queremos otimizar o software voltando para o médico e lançar um sistema voltado para o paciente, para oferecer uma jornada completa a quem recebe uma receita médica da Memed, até a compra dos medicamentos no varejo farmacêutico e agendamentos de exames em qualquer laboratório”, afirma Rennó Júnior. 

A startup vem crescendo em ritmo acelerado: no último ano, a Memed gerou um volume total de 28 milhões de prescrições médicas digitais. O quadro de funcionários da empresa quadruplicou desde o começo de 2021, chegando a 150 pessoas. 

Vogue Polska November 2021 Covers

Vogue Polska November 2021 Covers
Source:  vogue.pl
Published: November 2021

In this picture: Florence HutchingsLily NovaNgozi AneneSienna KingWang Han
Credits for this picture: Erdem (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Teiji Utsumi (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist), Megan McCluskie (Casting Director), Paul Drozdowski (Retoucher)

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Erdem – Photographer Ib Kamara – Fashion Editor/Stylist Teiji Utsumi – Hair Stylist Thom Walker – Makeup Artist Megan McCluskie – Casting Director Paul Drozdowski – Retoucher Florence Hutchings – Model Lily Nova – Model Ngozi Anene – Mode lSienna King – Model Wang Han – Model

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Erdem

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In this picture: Florence HutchingsLily NovaNgozi AneneSienna KingWang Han
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Arcane: personagens são destaque em novo pôster de animação da Netflix

Animação estreia em 6 de novembro na Netflix.
FLÁVIO PINTO

Tá chegando a hora de ir pra Piltover. Arcane estreia dia 6 de novembro.

Arcane, série de animação da Netflix ambientada no universo do jogo League of Legends, teve um novo pôster divulgado hoje. A novidade foi revelada pelo Twitter oficial da plataforma. 

A trama da série se passa na região utópica de Piltover, que esconde em seu subsolo o oprimido povo de Zaun. Os protagonistas serão dois campeões da Liga, inicialmente unidos na busca por um poder que pode acabar destruindo ambos.

Entre os astros escalados para a produção estão Hailee Steinfeld (Gavião Arqueiro), Ella Purnell (Army of the Dead), Katie Leung (Harry Potter), Harry Lloyd (Game of Thrones), Kevin Alejandro (Arrow) e J.B. Blanc (Better Call Saul).

Arcane estreia em 6 de novembro na Netflix. 

3ª fase do Open Banking : novas soluções em pagamento exigem mais atenção quanta à segurança digital dos consumidores

Patricia Peck, PhD. Sócia-fundadora do Peck Advogados e Conselheira Titular do Conselho Nacional de Proteção de Dados (CNPD)

O avanço do open banking no Brasil acontece em plena crise de segurança digital, com aumento maciço de ataques de sequestro de dados e vazamentos, e em meio ao desafio das instituições de completarem as implementações necessárias para ficarem em conformidade com a legislação de proteção de dados, tudo isso em meio à crise e à pandemia.

A terceira fase do open banking consiste no início das transações por Pix com a entrada gradual dos demais arranjos de pagamento (como TED e transferências entre contas da mesma instituição, boletos e débito em conta). Nesta fase, inicia-se, portanto, a possibilidade de compartilhamento dos serviços de iniciação de transações de pagamento e de encaminhamento de proposta de operação de crédito.

Com esta nova frente, expande-se, inclusive, a possibilidade de compras em e-commerce – setor que apresentou crescimento em meio à pandemia da COVID-19 e que continuará crescendo no Brasil mesmo após a crise sanitária. É ofertada ao cliente a possibilidade de realização de pagamento via Pix no ambiente do próprio estabelecimento, sem a necessidade, por exemplo, de transpor o código QR Code gerado pelo estabelecimento para o aplicativo do banco e, assim, finalizar a transação.

Isso porque, com a ampliação do Open Banking, há o incentivo à promoção e ao surgimento de novas soluções para pagamentos e operações de crédito, de forma que o acesso a serviços financeiros ocorra de forma mais fácil e por meio de canais mais convenientes para o cliente. Assim, o cliente poderá autorizar uma instituição a iniciar pagamento em seu nome e um correspondente bancário a enviar proposta de crédito para o banco de preferência. Espera-se, com isso, que o próprio varejista, ao ofertar um produto, consiga autorizar e iniciar o pagamento, de maneira semelhante às funcionalidades oferecidas pelo WhatsApp Pay, produto vinculado ao Facebook Pagamentos do Brasil, cuja autorização para operar enquanto instituição de pagamento na modalidade iniciador de transações de pagamento foi concedida pelo Banco Central do Brasil em março de 2021.

O objetivo deste mecanismo é melhorar ainda mais a experiência do usuário, considerando que poupará diversos procedimentos que devem ser repetidos pelos consumidores quando adquirem produtos de diferentes lugares. Ademais, para a economia, certamente os negócios ficarão mais competitivos, já que dentro da própria plataforma do e-commerce o cliente poderá realizar o Pix sem necessidade de acessar o aplicativo do seu banco.

Contudo, toda essa integração promove um desafio ainda maior no âmbito da segurança da informação e da proteção de dados pessoais, vez que não só os ambientes das instituições financeiras devem estar integrados via API, dentro do sistema do Open Banking, como também os ambientes de novos iniciadores de pagamento, a exemplo de plataformas de e-commerce. É essencial, portanto, cuidado redobrado com a adoção de medidas técnicas e operacionais aptas a garantir a segurança, de modo a mitigar riscos de incidentes e fraudes.

Exatamente em virtude da necessidade de integração e de adoção de medidas operacionais mais robustas, a terceira fase do Open Banking, que estava prevista para início no dia 30 de setembro de 2021, foi adiada para hoje, dia 29 de outubro de 2021, conforme informado pelo Banco Central. O pedido de nova data foi solicitado pelos próprios bancos e fintechs, que ainda necessitavam de tempo para adequações em seus sistemas. Com isso, o cronograma de implementação do Open Banking sofre alterações, sendo adiado para 15 de dezembro de 2021 o início da fase quatro, com a troca de informações entre as instituições sobre os demais produtos financeiros, como câmbio, investimentos, previdência e seguros.

Quanto ao consumidor que irá utilizar os serviços fornecidos pelo Open Banking, fica o alerta sobre os cuidados que ele pode tomar quando da utilização das ferramentas de pagamento em ambientes online, principalmente quanto a verificação que deverá estar de fato, em ambiente seguro e oficial da loja vinculada ao produto que pretende adquirir, analisando a presença do cadeado de segurança (ao lado do navegador), bem como assegurar que possui senhas fortes de acesso a ambientes de loja – este último, podendo ser incentivado pelo próprio varejista, ao exigir requisitos mínimos de segurança para a criação das senhas pelos seus consumidores. A checagem do QR Code também deve ocorrer, pois há incidência de fraudes que fazem o pagamento ir para uma outra conta que não é a da loja. Lembrando que sempre na época de promoções como da Black Friday os golpes tendem a aumentar e a atenção deve ser redobrada.

Por fim, salienta-se que todas as operações envolvendo utilização do Open Banking, não só da terceira fase como das que já foram ultrapassadas e das que virão, necessitam que consentimento prévio e específico do cliente. O tratamento de dados pessoais deve cumprir também com todos os princípios e regras previstas pela Lei 13.709/2018 (LGPD), em especial relacionados a transparência, legitimidade, minimização e segurança Além disso, cumprir com o atendimento dos direitos dos titulares sendo fundamental ter o canal de atendimento com nomeação do encarregado de dados (DPO).

*Patricia Peck, PhD. Sócia-fundadora do Peck Advogados e Conselheira Titular do Conselho Nacional de Proteção de Dados (CNPD), Milena Shoji e Vivianne Prota advogadas especialistas em Direito Digital e Proteção de Dados do Peck Advogado.

Betty Faria: ‘Vivenciei todo tipo de assédio que uma pessoa bonita e gostosa pode passar’

Homenageada com mostra de filmes no CCBB, atriz fala sobre situação do cinema nacional no governo Bolsonaro, assédio e 80 anos: ‘Continuo sendo uma adolescente de Copacabana’

Betty Faria Foto: Vinícius Mochizuki

Até segunda, acontece a mostra “Betty Faria — 80 anos”, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), do Rio. Vinte e cinco longas foram reunidos para homenagear a atriz carioca que completou, em maio, oito décadas de vida bem vivida e é uma das mais emblemáticas do cinema brasileiro.  “Meu ego e minha vaidade estão aduladíssimos”, conta Betty, emoldurada pelo cabelo farto e prateado, em uma entrevista feita por chamada de vídeo. Porém, em paralelo às palavras de contentamento, ela ressalta a indignação que sente diante do tratamento que o governo Bolsonaro tem dado à sétima arte. “Nosso cinema está empacado, nossos técnicos maravilhosos, desempregados”, lamenta. “É importante esclarecer que toda obra de audiovisual paga uma porcentagem a um órgão governamental. São milhões destinados à realização de filmes brasileiros. Porém, esse dinheiro foi sequestrado. A mamata é de quem está pegando o nosso dinheiro.”

O Brasil que se revelou nos últimos dois anos despertou diversos questionamentos na atriz, mas não abalou o espírito livre e a personalidade destemida da menina nascida e criada em Copacabana que ingressou no carreira artística como bailarina. “Certa vez ouvi de um namorado: ‘É foda porque você é uma adolescente com experiência’”.

A seguir os melhores momentos da conversa em que Betty também fala sobre assédio, drogas e maturidade.

O GLOBO: Quais filmes da mostra você poderia destacar?

Ontem, assisti ao longa “Bens confiscados”. Fiquei muito emocionada por ter sido dirigido pelo Carlão (Carlos Reichenbach), que morreu jovem. Tenho muito carinho por er coproduzido com a Sara Silveira. Do “Bye, bye Brasil”, eu me lembro da repercussão, das amizades que foram feitas, da minha gratidão por Cacá Diegues e da saudade que sinto do (José) Wilker. Mas todos são meus filhos.

Você tem sido atacada nas redes sociais por defender o cinema nacional. Como reage?

Tem fãs que dizem para eu deixar para lá. Mas se “deixo para lá”, o monstro cresce. Respondo, publico e bloqueio. Não sou de partido algum. Sou uma pessoa humanista, pela vida e pela paz. É uma sacanagem deste governo colocar o povo contra nós, artistas.

Dá para fazer um paralelo com a ditadura militar?

Naquela época, não tinha internet nem o público contra os artistas. Ao contrário, prestavam atenção no que falávamos. Sempre fui muito prestigiada. Agora, por qualquer opinião que dê contra os ideais vigentes, sou agredida. Fui chamada de “comunista” até por colegas de profissão, pessoas com as quais, se amanhã for chamada para trabalhar, vou pensar.

O que acha do caminho tomado por Regina Duarte?

Um pena. Uma pessoa que teve uma carreira tão bonita… É uma lástima. Nunca mais nos falamos. Ela mora em São Paulo, tem outras crenças… Vou falar o quê?

É adepta de procedimentos estéticos?

Tive um episódio terrível ao completar 60 anos. Meu contrato na TV não tinha sido renovado e achei que estava acabada. Fui a uma dermatologista que infiltrou metacril no meu rosto para tirar as rugas. Fiquei anos embolotada. Foi tão violento que desenvolvi uma doença autoimune que ninguém descobria o que era. Os médicos, então, passaram a me dar cortisona. Mas rezo tanto e os deuses dão tanto beijo na minha bunda que a cortisona dissolveu as bolotas do rosto. O veneno foi transformado em remédio. 

Como você se preparou para a passagem do tempo?

Trabalhei a minha cabeça com psicanálise e aceitando a idade. Ao mesmo tempo, não acredito. Oitenta anos tem um som estranho, parece que não vi o tempo passar. Trabalhei tanto, vivi tanta coisa. Agora vou ter de ficar velha, é isso? Tive um namorado que quando brigava comigo dizia: “É foda porque você é uma adolescente com experiência”. Nunca mais me esqueci dessa frase.

Está namorando?

Não falo sobre isso, aprendi a blindar a minha intimidade. Mas continuo sendo uma adolescente deCopacabana, berço do rock-and-roll no Brasil.

Segue fazendo psicanálise?

Dei alta para o meu analista. Tem uma frase que está na moda que adoro: “É o que tem para hoje”. O que sou hoje é o que tem. Está bom assim. Agradeço a todos que tiveram paciência comigo, mas não vou mexer mais não.

Qual é sua relação com as drogas hoje? fuma um baseado, toma uma tacinha de vinho?

Bebo uma tacinha de vinho, mas não posso brincar com os meus pulmões. Não é uma coisa moralista. Em 2019, tive pneumonia dupla. Então, virei uma florzinha.

Como enxerga as bandeiras levantadas pelo feminismo, como a luta contra o assédio?

Respeito todas as bandeiras, mas tem de tomar cuidado. Não existe só mulher boazinha. A frase “Mexeu com uma mexeu, com todas” é perigosa. O José Mayer, por exemplo, um ótimo colega. Trabalhei muito com ele. Tinha aquele jeito da geração dele, mas nunca me desrespeitou. De repente, acontece aquela situação (em 2017, a figurinista Susllem Tonani acusou o ator de assédio sexual). 

Sofreu situações de assédio?

Não gosto de dizer que “sofri”. Vivenciei todo tipo de assédio que uma pessoa bonita e gostosa pode passar.

Por que a sua foto dando selinho na Leila Diniz nos anos 1970 causa tanto alvoroço até hoje?

Aquilo foi uma provocação contra a caretice. Não tinha nenhuma sapatona ali. Leila era hétero, eu sou hétero. Não sei o motivo de causar tanto frisson num mundo como o de hoje, com tantas identidades de gênero. Não entendo. Fico pedindo para alguém me explicar.

Em 2013, você recebeu críticas por usar biquíni na praia devido à idade. O que isso diz sobre a nossa sociedade?

É toda uma cultura machista, contra a mulher, uma coisa atrasada. Não tenho usado biquíni porque não estou me achando bonita, engordei na pandemia. Não é por causa dos outros. Mas, volta e meia, encontro umas coroas de biquíni que falam: “Olha aqui Betty Faria, estou na praia assim graças a você”. Então, valeu toda aquela polêmica.

Betty Faria Foto: Vinicius Mochizuki
Betty Faria Foto: Vinicius Mochizuki
Betty Faria como 'Tieta' (1989) Foto: Arquivo
Betty Faria como ‘Tieta’ (1989) Foto: Arquivo
Betty Faria Foto: Arquivo
Betty Faria Foto: Arquivo
Betty Faria no filme 'Bye, Bye Brasil' (1980) Foto: Arquivo
Betty Faria no filme ‘Bye, Bye Brasil’ (1980) Foto: Arquivo
Betty Faria e Lima Duarte na primeira versão de "Roque Santeiro" (1975) Foto: Divulgação / Arquivo
Betty Faria e Lima Duarte na primeira versão de “Roque Santeiro” (1975) Foto: Divulgação / Arquivo
Betty Faria como 'Tieta' (1989) Foto: Arquivo
Betty Faria como ‘Tieta’ (1989) Foto: Arquivo
Betty Faria como 'Tieta' (1989) Foto: Arquivo
Betty Faria como ‘Tieta’ (1989) Foto: Arquivo
Betty Faria Foto: Cristina Granato / Arquivo
Betty Faria Foto: Cristina Granato / Arquivo
Betty Faria e Matheus Rocha em cena da novela 'A Indomada' (1997) Foto: Arquivo
Betty Faria e Matheus Rocha em cena da novela ‘A Indomada’ (1997) Foto: Arquivo
Eusébio ( Marco Nanini ), Cornélia ( Betty Faria ) e Rock ( Caio Castro ) em 'A Dona do Pedaço' (2019) Foto: Estevam Avellar / Arquivo
Eusébio ( Marco Nanini ), Cornélia ( Betty Faria ) e Rock ( Caio Castro ) em ‘A Dona do Pedaço’ (2019) Foto: Estevam Avellar / Arquivo

Apple pode entregar coroa da empresa mais valiosa do mundo à Microsoft

Fabricante do iPhone decepcionou no resultado fiscal, enquanto rival mantém trajetória de alta
Por Agências – Reuters

Apple decepcionou investidores, enquanto Microsoft está em alta 

A Apple pode perder sua coroa de empresa de capital aberto mais valiosa do mundo para a Microsoft se as suas ações continuarem caindo nesta sexta-feira, 29.

Problemas na cadeia de fornecimento global prejudicaram as vendas da Apple durante o quarto trimestre fiscal, com o resultado do período frustrando expectativas de Wall Street. O presidente-executivo da companhia, Tim Cook, disse que o impacto será ainda pior no trimestre atual.

“Em comparação com os pares FAANG (Facebook, Amazon, Apple, Netflix e Google) menos focados em hardware, a Apple também está muito mais exposta a interrupções na cadeia de suprimentos”, disse Sophie Lund-Yates, analista de ações da Hargreaves Lansdown.

As ações da empresa recuavam 3,5%, para US$ 147,30 no pré-mercado, o que implica um valor de mercado da Apple de US$ 2,417 trilhões se as perdas se mantiverem no pregão regular. As ações da Microsoft subiam 0,7%, para US$ 324,60, equivalente a um valor de mercado de US$ 2,437 trilhões.

A Apple, que recomprou US$ 421,7 bilhões em ações ao longo dos anos, anunciou um programa de recompra de US$ 90 bilhões em abril. Como resultado, o estoque de papéis em circulação da empresa continua diminuindo, encerrando seu quarto trimestre fiscal com 16,4 bilhões de ações.

As ações da Microsoft subiram mais de 45% este ano, com a demanda por seus serviços baseados em nuvem impulsionando as vendas. As ações da Apple subiram 15% até agora este ano.

O valor do mercado de ações da Apple ultrapassou o da Microsoft em 2010, quando o iPhone a tornou a principal empresa de tecnologia de consumo do mundo. As empresas se revezaram como os negócios mais valiosos de Wall Street nos últimos anos, com a Apple detendo o título desde meados de 2020.

Analistas dizem que a Apple administrou bem a questão da cadeia de suprimentos, mas com o CEO alertando sobre mais pressão, a porta está aberta para um golpe em seu desempenho com o início da temporada de festas.

Em contraste, a Microsoft estimou na terça-feira, 26, um final forte para o ano graças ao seu crescente negócio na nuvem, mas alertou que os problemas da cadeia de suprimentos continuarão afetando unidades importantes, como as que produzem seus laptops Surface e consoles de jogos Xbox.

Mark Zuckerberg do Facebook acaba de arruinar uma das maiores abreviações de investimento de todos os tempos

Brian Sozzi·Anchor, Editor-at-Large

O FAANG como um investimento acabou de funcionar incrivelmente bem na cultura popular de investimento e financeiramente falando.

Facebook. Apple. Amazon. Netflix. Google. Cinco gigantes da Big Tech conhecidos nos círculos de investimentos simplesmente como FAANG há anos.

Isso foi até Mark Zuckerberg canalizar sua meta interna na quinta-feira.

A sigla de investimento FAANG foi criada em 2013 por Jim Cramer, o fundador do TheStreet (divulgação completa, meu ex-chefe que também criou o termo “Cloud Kings”). Era cativante como o inferno e verdadeiro para as empresas que representava.

Pense em uma presa em um cão raivoso e não é diferente de todos os cinco gigantes da tecnologia destruindo a garganta de empresas inferiores em todo o espectro. E por causa dessa ferocidade que leva a lucros surpreendentes quase todos os trimestres (exceto na Amazon na noite de quinta-feira), a presa também reflete a natureza agressiva dos preços das ações de todas as cinco feras da tecnologia.

O índice NYSE FANG – que acompanha principalmente o desempenho dessas empresas – apresentou um retorno de 455% em libras esterlinas nos últimos cinco anos. Facebook – o primeiro nome na sigla de investimento – ganhou 163% em cinco anos.

Coletivamente, as cinco ações da FAANG valorizaram em média 322% nos últimos cinco anos.

Coisas impressionantes.

Mas agora toda a diversão de investir aqui é feita por causa de Zuck.

Em 1º de dezembro, o Facebook mudará oficialmente seu nome para Metaverso. Novo símbolo: MVRS.

Portanto, prepare-se para inaugurar a era de MAANG. Esperamos que seja tão fecundo quanto o falecido FAANG.