Jason Wu | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Jason Wu | Fall Winter 2020/2021 by Jason Wu | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – New York Fashion Week)

Damien Fry for Fashionography x KENZO with Aya Jones

Photographer: Damien Fry. Fashion Stylist: Elise Sandvik at See Management. Hair Stylist: Clara Leonard. Makeup Artist: Ingmakeup. Model: Aya Jones at The Lions.

Ao som de Adele, campanha de Natal da Amazon mostra que nem todos estão preparados para “voltar ao normal”

Trilha sonora traz Adele com o single ainda inédito, “Hold On”
Soraia Alves

Embora a Black Friday nem tenha passado, a Amazon já lançou sua campanha global de Natal. O anúncio de 60 segundos foca em como nem todas as pessoas estão preparadas para retomar as atividades cotidianas com normalidade, após o longo período de pandemia que afetou todos os nossos hábitos. Neste contexto, a empresa ressalta que fazer uma gentileza a alguém pode transformar a vida das pessoas.

O filme mostra uma jovem retornando a uma rotina um tanto normal após dois anos de pandemia. Porém, muitos momentos acabam sendo interrompidos pela ansiedade gerada pela própria retomada das atividades. Por meio de interações casuais, uma vizinha percebe a angústia da jovem, e através de um pequeno gesto acaba gerando uma conexão afetuosa.

De acordo com Ed Smith, gerente geral de marketing integrado da Amazon na UE, neste ano as coisas ainda não estão completamente normais, mas será possível se conectar um pouco mais com as pessoas: “Os últimos 18 meses foram desafiadores para as pessoas em todo o mundo, incluindo muitos jovens adultos. Nosso tempo juntos não pode ser dado como certo. Portanto, este ano, embora o mundo não volte totalmente ao normal, as oportunidades de gentileza e conexão assumirão uma importância recém-descoberta.”

O anúncio foi criado pela Lucky Generals, dirigido por Trey Edward Schults e produzido por Jacob Swan Hyam através da Academy Films. A trilha sonora traz Adele com o single, ainda inédito, “Hold On”.

Star Wars: Rogue Squadron | Filme de Patty Jenkins tem produção adiada

Pré-produção não poderá começar em 2022 por conflitos na agenda da diretora
CAIO COLETTI

A cineasta Patty Jenkins

Star Wars: Rogue Squadron vai demorar um pouco mais para entrar em produção. O longa, que será dirigido por Patty Jenkins (Mulher-Maravilha) foi retirado da agenda oficial de filmagens da Disney, devido a conflitos de agenda da cineasta.

Segundo o THR, a ideia de Jenkins e do estúdio era começar a pré-produção do projeto em 2022, a fim de cumprir a data de estreia definida pela Disney, em 23 de dezembro de 2023. Com o adiamento indefinido, é possível que esta estreia também seja alterada.

O envolvimento de Jenkins com Star Wars: Rogue Squadron foi revelado no Dia dos Investidores da Disney, evento transmitido em dezembro de 2020. A cineasta será a primeira mulher a dirigir um filme de Star Wars.

Star Wars: Rogue Squadron terá roteiro assinado por Matthew Robinson (O Primeiro Mentiroso), e será também o primeiro longa-metragem da franquia desde A Ascensão Skywalker (2019).

Eternos faz R$ 20 milhões em primeira semana no Brasil e desbanca Venom 2

Em sua primeira semana no Brasil, Eternos desbancou Venom: Tempo de Carnificina, que dominou as bilheterias nacionais durante quatro semanas. O filme que apresentou os heróis mais antigos da terra arrecadou R$ 19.96 milhões entre quinta-feira (4) e domingo (7).

Com lançamento cancelando em alguns países por incluir um casal gay na trama, o longa dirigido por Chloe Zhao já fez mais de US$ 160 milhões em bilheteria mundial.

Em segundo lugar, Venom arrecadou R$ 1,9 milhão, menos de 10% da bilheteria de Eternos. Em terceiro, a animação A Família Addams 2: Pé na Estrada seguiu fazendo sucesso entre o público infantil e arrecadou R$ 1,6 milhão.PUBLICIDADE

No top 4 da bilheteria nacional, o filme Marighella, protagonizado por Seu Jorge e dirigido por Wagner Moura, fez R$ 1,4 milhões na semana.

Já Dunaa maior estreia da Warner Bros. na pandemia, arrecadou R$ 1,16 milhões na semana e fechou o top 5 da bilheteria brasileira da semana.

Oscar de La Renta | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Oscar de La Renta | Fall Winter 2020/2021 by Laura Kim and Fernando Garcia | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – New York Fashion Week)

Lady Gaga On The Meat Dress and 19 Other Iconic Looks | Life In Looks | British Vogue

“I was in the egg for three days,” says Lady Gaga, as she recounts her Life in Looks for British Vogue. She’s talking, of course, about the unforgettable Hussein Chalayan “vessel” she arrived at the 2011 Grammys in, held aloft on a litter by six Latex-clad male attendants (the fetishistic fabric required to make their outfits was sourced from a bus company at the last minute, she reveals). That’s just one of many insights contained in the video that accompanies the House of Gucci star’s December 2021 cover – Gaga also explains that the Schiaparelli look she wore to sing at President Joe Biden’s inauguration was bulletproof. Watch the video in full for more revelations from Lady Gaga’s unique fashion journey.

“Eu estive no ovo por três dias”, diz Lady Gaga, enquanto ela relata sua Vida em Looks para a Vogue britânica. Ela está falando, é claro, sobre o inesquecível “navio” Hussein Chalayan em que ela chegou no Grammy de 2011, sustentado em uma maca por seis atendentes do sexo masculino vestidos de látex (o tecido fetichista necessário para fazer suas roupas foi obtido de uma empresa de ônibus em no último minuto, ela revela). Esse é apenas um dos muitos insights contidos no vídeo que acompanha a capa da estrela de House of Gucci em dezembro de 2021 – Gaga também explica que o visual Schiaparelli que ela usou para cantar na posse do presidente Joe Biden era à prova de balas. Assista ao vídeo completo para mais revelações da jornada da moda única de Lady Gaga.

CREDITS

Featuring
Lady Gaga

Director
Max Bartick

Director of Photography
Dan Dealy

Stylist
Dena Giannini

Vogue’s Director of Programming & Development
Minnie J Carver

Vogue’s Senior Production Manager
Cara Harding

Production Company
Pink Production

Executive Producer
Carolina Takagi

Casting
Jill Demling


Set Designer
Peter Gueracague

Hairstylist
Frederic Aspiras

Make-Up Artist
Sarah Tanno

Manicurist
Miho Okawara

Tailor
Yoyo Dozier

Archive Advisors
Ben Evans
Myles Bevan


Camera Operator
Derek Milton

1st Assistant Camera
Tre’len Johnston

Gaffer / Grip
Michael Williamson

DIT
Bryan Wilcox

Sound Recordist
Ryan Ray

Covid Compliance Officer
Maddie Mason

Production Coordinator
Jenn Stamm

Production Assistants
Luke Mason

Styling Assistants
Ashley Weiler-Sandoval
Holly Chapman
Niki Friedman


Editor
Filippo Mira

Edit Assistant & Post-Production Coordinator
Jessica Vincent

Colourist
Myles Bevan

Sound Mixer
Sean Dodd

Composer
Pour Le Sport

Graphic Designers
Eilidh Williamson
Phil Jackson

With thanks to
Alexandra Dawson
Alexandre Vauthier
Bulgari
Cartier
Frank Apollonio
Fred Leighton
Getty
Honor Hellon Productions
Interscope
Nick Knight
Park MGM Las Vegas
Shutterstock
Stefan Beckman
On The Mark Media
Extreme Lighting
Special Purpose Lighting

Netflix Games deverá disponibilizar jogos pela App Store

Em julho passado, a Netflix anunciou que expandiria seus serviços para o mundo dos jogos mobile, algo que só veio se materializar na semana passada, com o lançamento da Netflix Games.

Netflix Games

Até o momento, o serviço está disponível somente para dispositivos Android; no entanto, enquanto a Netflix diz que está trabalhando em uma versão para iOS, o colunista da BloombergMark Gurman, afirmou que as políticas da App Store impedirão a Netflix de disponibilizar jogos por meio da sua plataforma.

Como já se sabe, a Apple impede que aplicativos de terceiros funcionem como distribuidores de jogos — o que, inclusive, já foi motivo de briga entre a Maçã e outras empresas. Nesses casos, os serviços de jogos podem contornar isso oferecendo seus títulos por meio de um web app — como feito pelo Facebookpela Microsoft e pelo Google, por exemplo.

De acordo com o boletim informativo mais recente de Gurman, a Netflix seguirá outro caminho e disponibilizará seus jogos pela App Store. Isso significa que os títulos da empresa não poderão ser baixados a partir do aplicativo da Netflix em si — mas poderão ser abertos somente por ele. O serviço atualmente funciona dessa maneira no Android, ou seja, os jogos aparecem em uma aba dedicada no aplicativo Netflix, mas são baixados individualmente pelo Google Play.

Segundo Gurman, embora a solução funcione, não é uma abordagem que colocará a Netflix Games “na melhor posição para ter sucesso”. O serviço da Netflix não é atualmente baseado em nuvem no Android ou no iOS, mas isso deverá mudar no Android — já no iOS, isso dependerá de uma (improvável) mudança nas regras da ‌App Store‌. [MacMagazine]

Designer da Sauer Stephanie Wenk dá sequência ao legado da joalheria da família, que completa oito décadas

Designer da Sauer se consolida como uma das mentes mais criativas do segmento
Gilberto Júnior

Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini

Stephanie Wenk tinha entre 11 e 12 anos quando ouviu, pela primeira vez, a história de Jules Sauer. Nascido em 1921, na região da Alsácia, na França, o filho de judeus vivia na Bélgica quando precisou escapar da perseguição nazista, aos 18 anos. Pedalou mais de 1.500 quilômetros até chegar à Espanha, onde foi detido, sem documentos. Conseguiu se livrar das autoridades e deu continuidade à saga, parando em Portugal. De lá, embarcou para o Brasil. Inicialmente, foi morar em Minas Gerais, onde começou a lecionar francês. Em seguida, por indicação do irmão de um aluno, conseguiu um trabalho no ramo das pedras preciosas. Em 1941, enfim, fundou em Belo Horizonte a Lapidação Amsterdam Limitada (a capital holandesa entrou na roda por ser uma referência no segmento), o embrião da joalheria Amsterdam Sauer — hoje, apenas Sauer.

Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini
Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini

“Como era de se esperar, fiquei muito consternada quando ouvi essa história pela primeira vez. Mas logo senti uma grande admiração por ele, por tudo o que construiu, por toda a resiliência. Sua força interna encontrou na natureza um campo infinito de criação e emoção”, ressalta Stephanie, a escolhida para manter vivo o legado de Jules, morto em 2017, aos 95 anos. Desde que passou a colaborar com a joalheria, a diretora criativa vem promovendo pequenas revoluções na tradicional empresa, que este mês completa oito décadas de trajetória. A data inspirou a coleção 80 Anos, que será apresentada na próxima quinta-feira, dia 11, na galeria Nara Roesler, em São Paulo. São releituras de vários clássicos, com foco em gemas brasileiras, em uma linha de seis joias. “Além dos ensinamentos técnicos, Jules me fez enxergar não só a beleza das pedras preciosas, mas também o lado emocional que cada uma das muitas variedades carrega. Não existem duas totalmente iguais. As pedras têm histórias, e ele me ensinou a interpretá-las”, diz Stephanie.

Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini
Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini

Autora do livro “O marketing e a arte do luxo na era da experiência — e inspirações para outros segmentos”, publicação de 2019, Rosana de Moraes afirma que a grife é um marco no instável mercado brasileiro. “Jules Sauer foi o responsável por consolidar no país a alta joalheria, aquela que cria peças únicas, fora de série. É muito bom vê-la chegar a oito décadas de vida traduzindo essa excelência numa linguagem tão contemporânea. Não há luxo sem inovação”, afirma a escritora.

Essa inovação iniciou-se nos idos de 2013, quando Stephanie voltou de uma temporada em Nova York, onde trabalhou para a marca de sapatos Schutz. “O Instagram começava a bombar e passei a dar, informalmente, uma espécie de consultoria no conteúdo. Fui me envolvendo na criação e pedi para ajudar na campanha. Deu certo, mas não era nada validado pelo conselho da empresa”, lembra ela.

As coisas ficaram realmente sérias no ano seguinte, quando a designer assinou uma linha com a mezzo brasileira mezzo italiana Bianca Brandolini d’Adda, filha da condessa Georgina Brandolini d’Adda. “Tinha passado alguns dias do verão europeu viajando com ela, trocamos muitas figurinhas sobre joias. Pouco tempo depois, Bianca estava no Rio. Fomos à praia e tive a ideia de fazer algo com ela para a Sauer, pois compartilhávamos o mesmo senso estético. O trabalho foi um grande sucesso. No showroom que armamos em Paris, o estilista Valentino Garavani foi o último a ir embora.” A temática das peças girava em torno do fundo do oceano, com opalas do Piauí lapidadas em formas de conchas e outras figuras desse universo, como peixes, caranguejos e estrelas-do-mar. Com os números dessa coleção em mãos, a família Sauer se reuniu e chamou Stephanie para uma conversa. “Eles me fizeram uma proposta para trabalhar full time na empresa. Aceitei. Para mim, era um desafio enorme.”

Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini
Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini

Apesar de não carregar o sobrenome que batiza a grife, a designer cresceu entre os descendentes do fundador. Filho de Jules, Daniel Sauer, que num passado recente foi presidente da grife e atualmente faz parte do conselho, é padrasto de Stephanie. “Quando fui contratada, o Daniel ainda estava presente no dia a dia. Ele é formado em Geologia e Gemologia, e entende muito de pedras e construção de uma joia. Aprendi tanto com ele. Pedia dicas, mas não as seguia toda vez. Sempre ponderava, e tirava lições.”

Entre as coleções mais icônicas criadas por Stephanie estão a Erótica, com anéis de pérolas em formato de seios e brincos de lápis-lázuli com desenho de silhuetas femininas, e a Abracadabra, com pingentes de caldeirão mágico e joias em formato de abóbora e carrossel. A pulseira de osso cravejada de pedras virou um hit, assim como as medalhas de signo. “A designer trouxe um frescor para a marca com seu humor sútil, delicado e delicioso”, elogia a editora de moda Lilian Pacce. Diretora da mostra Joia Brasil, Anna Clara Tenenbaum faz coro: “Stephanie conseguiu imprimir uma identidade moderna à grife. As coleções são primorosas, bem acabadas e com clima lúdico. Incrível como a etiqueta se reinventou e rejuvenesceu com o estilo cheio de personalidade da moça”.

Para Gabriel Sauer, diretor da joalheria e filho de Daniel, a diretora criativa conseguiu absorver o DNA da marca, sem deixar de imprimir sua personalidade irreverente. “Ela é uma pessoa muito atenta aos detalhes e empresta à grife sua paixão pelas artes. Tem plena liberdade para criar e ousar.”

Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini
Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini

Antes de conquistar essa total liberdade, Stephanie conta que cada joia tinha que ser vista e aprovada por muitas pessoas. “Eu sofria um pouco no processo. Eram vários homens e eu a única mulher, desenhando para mulheres. Aos poucos, fui ganhando confiança. Mas confesso que o conselho me ajuda e me puxa de volta para a terra quando estou indo longe demais. Ou se bate aquela insegurança. Dia desses, falei para o Gabriel: ‘Será que as consumidoras vão compreender isso? Ele virou-se e disse: ‘Então, a gente educa’. Esse é nosso espírito. Queremos fazer diferente, estar um passo à frente. Não somos conformistas.” Aí a fórmula para agradar clientes célebres, como a eterna modelo Jerry Hall e a cantora Miley Cyrus.

Stephanie e Gabriel fazem parte da terceira geração a comandar a empresa. Ou seja: a inovação vem, mas os valores continuam os mesmos — só atualizados. “Convivi bastante com Jules Sauer quando criança e sempre fui atraída pela figura excêntrica e fora da caixa que ele era e pelo que havia construído”, pontua. A designer ouviu inúmeras vezes a saga das esmeraldas, simbólica na trajetória da marca. “Jules ficou conhecido como o ‘caçador de pedras preciosas’. Era uma espécie de Indiana Jones de gemas brasileiras. Seus olheiros encontraram no Sul da Bahia uma espécie diferente de berilo. Ligaram para o chefe, que foi conferir in loco a novidade. Ao se deparar com os cristais brutos, imediatamente reconheceu: eram esmeraldas de uma tonalidade diferente. A descoberta mudou a história da gemologia no Brasil e no mundo. Jules foi homenageado e laureado por vários institutos e associações do ramo por sua contribuição.”

Fora da rotina da Sauer — hoje com sete lojas físicas, e-commerce, pontos de venda em Nova York, nos Hamptons, em Palm Beach e na loja virtual GOOP, da atriz Gwyneth Paltro —, Stephanie atualmente mora em São Paulo (as fotos foram feitas em sua casa) e gosta de cair na estrada para desbravar novos territórios. Diz que o marido, João Paulo Siqueira Lopes, que desenvolve projetos culturais, é o companheiro perfeito de aventura. “Gostamos muito de estar com os amigos. Tentamos nos cercar de pessoas de todas as idades e tribos. Sou muito falante, mas ultimamente ando escutando mais. Também não me levo muito a sério. Vivo fazendo piada de mim mesma e comentam por aí que tenho um bom senso de humor.”

Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini
Stephanie Wenk Foto: Cassia Tabatini

Mãe de Félix, de 3 anos, a designer, que costuma figurar nas listas das mais elegantes do Brasil e é amiga pessoal de estilistas como Cris Barros e Paula Raia, já teve mil e uma fases, do grunge à música eletrônica. “Aos 14, tingi meu cabelo de vermelho, raspei as sobrancelhas e coloquei um piercing no rosto. Ia para São Paulo e só me vestia com roupas da galeria Ouro Fino. Era nada ‘chique’, mas sempre tive a moda muito presente na minha vida como forma de me expressar”, diz a carioca, fã de Yves Saint Laurent, Phoebe Philo, Miuccia Prada, Helmut Newton e Diana Vreeland.

Para manter a cabeça sã, Stephanie, que trancou a faculdade de Psicologia na PUC-Rio para fazer roupa com a irmã, Alexia Wenk, anda praticando boxe e está pensando em voltar para as aulas de ioga. “E estou num detox de três meses do Instagram. Só vejo o da Sauer. Assim, me sinto mais presente nos momentos e com mais tempo para o que é importante. É impressionante as horas valiososas que perdemos nas redes sociais.” De preciosidade, Stephanie entende.