ELA Apresenta: Uma conversa sobre moda circular, o novo normal

Marina Caruso e Bel Braga trocam ideias sobre a importância de produtos ‘second hand’ no talk ‘O que é meu, é seu’

Marina Caruso, da ELA, e Bel Braga, da BoBags Closet Foto: Divulgação

A CEO da BoBags Closet, Bel Braga, e a editora-chefe da Revista ELA, Marina Caruso, participaram do talk “O que é meu, é seu”, na tarde de ontem. A conversa aconteceu na inauguração da pop up store da plataforma de moda circular, que abriu seu primeiro ponto fixo, após 12 anos de atuação no universo digital. O espaço de 550 metros quadrados, na esquina das ruas Garcia D’Ávila e Visconde de Pirajá, em Ipanema, propõe uma experiência completa com peças second hand: compra, venda e aluguel. A loja funcionará no local, que já sediou uma flagship da Nike, por três meses. “Vamos testar o universo físico e aproveitar para fazer um trabalho educacional, explicar ao público que é possível acessar a moda de forma diferente”, diz Bel.

Entre as marcas presentes no acervo estão as hypadas Jacquemus e Ganni, além de tradicionais, como Chanel, Louis Vuitton, Gucci e Balmain. Na conversa com Marina, a empreendedora falou sobre as mudanças no hábito de consumo, que alguns chamam de terceira revolução industrial. “É assustador saber que 70% das pessoas compram um vestido para usar uma única vez. Isso não faz mais sentido para as novas gerações. Para elas, liberdade já é trocar e poder compartilhar. É mais ou menos o que sempre fizemos entre amigas, mas numa maior escala”, pondera Bel.

A questão do aluguel de peças foi um dos temas que chamou mais a atenção do público presente no talk, uma vez que qualquer pessoa pode botar para alugar uma peça de roupa ou bolsa de grife que está parada no armário – desde que em boas condições, claro. Todas as peças são higienizadas e bem-cuidadas pela rede de artesãos da BoBags. “Tenho clientes que já ganharam até R$ 250 mil alugando bolsas. O rendimento é de 2,5% a 4% ao mês. Se tivessem simplesmente vendido as bolsas, ganhariam em torno de R$ 100 mil”, compara Bel, que atualmente trabalha com 3 mil pessoas cadastradas na plataforma. “É um negócio para trabalhar a educação financeira da mulher”. 

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