BMUET(TE) | Seoul Fashion Week Spring Summer 2022

BMUET(TE) | Seoul Fashion Week Spring Summer 2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – SFW/Seoul Fashion Week) #BMUETTE #SFW #SS22

Halle Berry Breaks Down 12 Looks From 1986 to Now | Life in Looks | Vogue

Oscar-winning actor Halle Berry gets emotional and opens up in her Vogue Life In Looks. Halle talks about the origin of her famous hairstyle, and how she still to this day loves her iconic Catwoman outfit.

A atriz ganhadora do Oscar Halle Berry se emociona e estréia em seu Vogue Life In Looks. Halle fala sobre a origem de seu famoso penteado e como ela ainda hoje ama sua roupa icônica de Mulher-Gato.

Director: Rom Bokobza
Director of Photograph: Rachel Batashvili
Editor: Katie Wolford
Supervising Producer: Jordin Rocchi
Manager, Creative Development, Vogue: Alexandra Gurvitch
Director, Creative Development, Vogue: Anna Page Nadin
1st AC: Paola Esquivel-Oliveros
Gaffer: Jeremy Harris
Audio: Gabe Quiroga
Set Designer: Montana Pugh
Set Designer Assistant: Hudson Bohr
Associate Producer: Qieara Lesesne
Filmed on Location: The Whitby
Global Entertainment Director, Vogue: Sergio Kletnoy
Senior Talent Manager: Meredith Judkins
Production Manager: Edith Pauccar
Production Coordinator: Kit Fogarty
Post Production Supervisor: Marco Glinbizzi
Senior Director, Production Management: Jessica Schier
VP, Digital Video Programming and Development,Vogue (English Language: Joe Pickard
Senior Director, Digital Video: Tara Homeri
Director of Content, Vogue: Rahel Gebreyes

00:00 – Intro

00:16 – Miss World (1986)

00:46 – LAX (1994)

01:28 – Pediatric AIDS Event (1994)

02:12 – B.A.P.S (1997)

03:03 – Introducing Dorothy Dandridge (1999)

04:13 – MTV Movie Awards (2000)

04:52 – Golden Globes (2002)

05:26 – Die Another Day (2002)

06:18 – Academy Awards (2002)

08:08 – Vogue Cover (2002)

08:59 – Catwoman (2004)

10:24 – Academy Awards (2021)

gaze de lin | Seoul Fashion Week Spring Summer 2022

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Sophia Roetz – Numero November 2021 By Dominique Issermann

Spleen   —   Numero November 2021   —   www.numero.com

Photography: Dominique Issermann Model: Sophia Roetz Styling: Rebecca Bleynie Hair: Ed Moelands Make-Up: Lloyd Simmonds

Sophia Roetz in Numero November 2021 by Dominique Issermann
Sophia Roetz in Numero November 2021 by Dominique Issermann
Sophia Roetz in Numero November 2021 by Dominique Issermann
Sophia Roetz in Numero November 2021 by Dominique Issermann
Sophia Roetz in Numero November 2021 by Dominique Issermann
Sophia Roetz in Numero November 2021 by Dominique Issermann
Sophia Roetz in Numero November 2021 by Dominique Issermann
Sophia Roetz in Numero November 2021 by Dominique Issermann

Simona Marziali MRZ | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Simona Marziali MRZ | Fall Winter 2020/2021 by Simona Marziali | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week)

Gareth Johnson – One Shot To Shine
George Georgia – Dirty Waves/Persisting

Após batalha para conseguir engravidar, Jessie J revela ter sofrido aborto e faz relato: ‘sentimento solitário’

Nas redes sociais, cantora falou sobre a experiência de ser mãe, e disse que não vai cancelar show marcado para esta noite

Cantora Jessie J no palco do Rock in Rio 2019. Foto: Brenno Carvalho / Brenno Carvalho

RIO – A cantora britânica Jessie J publicou em seu Instagram, na tarde desta quarta-feira, uma foto segurando um teste de gravidez positivo, junto a uma frase de Seda Noir: “às vezes, amor não é suficiente para fazer dar certo, e está tudo bem. Não significa que você falhou”. Na legenda, ela contou que realizou o sonho de conseguir engravidar, mas que sofreu um aborto nesta terça-feira.

Rapidamente, o nome da cantora se tornou um dos assuntos mais comentados no Twitter. “Na manhã de ontem, eu estava rindo com uma amiga dizendo ‘sério, como eu faço meu show em Los Angeles amanhã à noite sem conseguir contar para o público que estou grávida’. Já durante a tarde, eu estava com medo de pensar em passar pelo show sem perder o controle… depois de fazer meu terceiro ultrassom e ser informada de que não havia mais batimento cardíacos”, dizia a legenda da publicação.

O texto continua dizendo que ela não pretende cancelar seus shows, nem mesmo que está marcado para hoje à noite, em Los Angeles, nos Estados Unidos. “Esta manhã. Eu sinto que não tenho controle de minhas emoções. Posso me arrepender de postar isso. Eu não posso. Na verdade eu não sei. O que eu sei é que quero cantar esta noite. Não porque estou evitando a dor ou o processo, mas porque sei que cantar esta noite vai me ajudar”. Para ela, cantar “preenche a alma de terapia de amor próprio “.

A cantora, que já tinha sido declarada como infértil pelos médicos, revelou que decidiu ter um filho sozinha. “É tudo que eu sempre quis e a vida é curta. Ficar grávida foi um milagre em si e uma experiência que nunca esquecerei e sei que terei novamente”, disse, esperançosa. Jessie estava tentando engravidar há seis anos. Em 2019, ela contou em entrevista que mudou a dieta e o estilo de vida para conseguir realizar o sonho de ser mãe.

Para ela, a decisão de falar sobre o que aconteceu foi tomada para ser honesta e não esconder seus sentimentos do público durante o show de hoje. “Eu quero ser o mais eu mesmo possível neste momento. Não apenas para o público, mas para mim e meu bebezinho que fez o melhor. Eu me conheço, e sei que falaria sobre isso no palco porque sou assim. Então, em vez de um discurso emocional choroso tentando explicar minha energia. Isso parece mais seguro”.

Ela finalizou o texto se solidarizando pelas mulheres que perderam seus filhos e dizendo que vai ficar bem. “Sinto-me conectada a vocês que conheço e àquelas que não conheço. É a sensação mais solitária do mundo. Então, vejo vocês hoje à noite em LA. Posso contar menos piadas, mas meu coração estará no ambiente”, concluiu.

“Saving Simon”: Apple divulga tradicional comercial de Natal filmado com o iPhone 13 Pro

A Apple divulgou hoje a mais nova produção dos seu tradicionais comerciais de Natal, contando com uma dose considerável de sentimentalismo (como sempre).

Intitulado “Saving Simon” (“Salvando Simon”), o comercial conta a história de Olive, uma garotinha que, apegada a um boneco de neve que fez durante o Natal, faz de tudo para conservá-lo até as festas do próximo ano, evitando que ele derreta.

Ao contrário do que se viu nos últimos anos, o novo vídeo não dá destaque a nenhum produto da empresa em específico, embora deixe claro que tenha sido gravado inteiramente com um iPhone 13 Pro. Assim sendo, o foco da produção ficou centrado na construção da mensagem que o comercial busca passar, dedicado “para aqueles que esperamos o ano todo para ficarmos juntos”.

Dirigido pela dupla cineastas pai e filho nomeados para o Oscar, Jason e Ivan Reitman, o vídeo tem apenas três minutos de duração e conta com a música “You And I”, de Valerie June, como trilha sonora.

A Apple também publicou o making of do comercial, o qual você pode conferir abaixo:

It’s A Trip – Vogue UK December 2021 By Rafael Pavarotti

It’s A Trip   —   Vogue UK December 2021   —   www.vogue.co.uk

Photography: Rafael Pavarotti Model: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi Hair: Cyndia Harvey Make-Up: Chiao Li Hsu Manicure: Sylvie Macmillan Set Design: Ibby Njoya Styling: Kate Phelan

SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti
SMILE: Jan Baiboon, Jundan Chen, Xue Huizi, Seohyun Kim, Hyunser Park, Yoonmi Sun, Amane Taniguchi in Vogue UK December 2021 by Rafael Pavarotti

‘The Beatles: Get back’: Paul McCartney mandão? Yoko Ono vilã? Série de Peter Jackson desmistifica gravação de ‘Let it be’

‘Não há vilões, nem mocinhos no filme. É apenas uma história humana’, garante diretor que se debruçou sobre 57 horas de imagens digitalizadas e mais de 90 horas de áudio
Luccas Oliveira

Pôster do documentário 'The Beatles: Get back' Foto: Reprodução
Pôster do documentário ‘The Beatles: Get back’ Foto: Reprodução

O sonho do diretor Peter Jackson, vencedor de três Oscars por seu trabalho na grandiosa trilogia “O Senhor dos Anéis”, era o mesmo de praticamente qualquer beatlemaníaco: poder entrar numa máquina do tempo e viajar diretamente para a Inglaterra no fim da década de 1960, mais precisamente para um estúdio ou sala de ensaio onde Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr estivessem trabalhando.

— Eu ficaria quieto num canto, só um dia, apenas observando — garante o neozelandês Jackson, de 60 anos, em coletiva de imprensa para divulgar “The Beatles: Get back”, uma igualmente grandiosa (e de exuberância técnica) série documental sobre o grupo em três episódios, que estreiam quinta-feira, sexta e sábado no streaming Disney+.

Não que a trajetória meteórica e explosiva do Fab Four não tenha sido exaustivamente documentada em filmes: espécie de primeira (e mais influente) boyband da história da música, os Beatles eram filmados por todos os cantos. Filmes como “Os reis do iê-iê-iê” (1964), “Help!” (1965) e “Submarino amarelo” (1968), porém, eram extensamente editados, usados para fins promocionais. O que Peter Jackson queria — e quase todos nós, praticamente — era saber como foi, à vera, vícios e virtudes, tapas e beijos, para além de mitos e fofocas, e, assim, desconstruir alguns deles.

A sorte é que estamos falando de um dos maiores diretores de cinema vivos, que conheceu o fã Paul McCartney na première de “O Senhor dos Anéis: As duas torres” em 2002 e conquistou não só a benção de McCartney e Ringo Starr, mas também das viúvas de Lennon e Harrison (Yoko Ono e Olivia Harrison). E, a partir disso, mergulhou na máquina do tempo possível para então contar da melhor maneira aos espectadores o que viu. Para isso, convenceu a Disney, com um empurrãozinho dos adiamentos causados pela pandemia, a transformar um longa-metragem de cerca de duas horas num documentário mais de três vezes maior.

Show surpresa sobre o telhado da Apple, no centro de Londres, realizado em 30 de janeiro de 1969 Foto: Divulgação / .
Show surpresa sobre o telhado da Apple, no centro de Londres, realizado em 30 de janeiro de 1969 Foto: Divulgação / .
A apresentação entrou para a história como o 'Show no telhado da Apple' Foto: AKG Images / Álbum
A apresentação entrou para a história como o ‘Show no telhado da Apple’ Foto: AKG Images / Álbum
Ringo Starr, Paul Mc Cartney, George Harrison e John Lennon (sentado). Foto: Divulgação / .
Ringo Starr, Paul Mc Cartney, George Harrison e John Lennon (sentado). Foto: Divulgação / .

Sem restrições

O enredo geral de “Get back” já é conhecido, de alguma forma. O filme se passa em janeiro de 1969, quando os Beatles estavam num estúdio cinematográfico no oeste de Londres ensaiando canções para o álbum “Let it be”. A missão, basicamente, era compor e ensaiar 14 canções em duas semanas, e logo depois tocar este repertório ao vivo em algum local diferente. Todo o processo foi exaustivamente registrado à época pelo diretor Michael Lindsay-Hogg e editado em 80 minutos no documentário “Let it be”. O filme só foi estrear em maio de 1970, um mês depois de os Beatles se separarem. Desde então, “Let it be” — e aquele período como um todo, que culminou na histórica performance no terraço do prédio da Apple Corps — era entendido como um retrato melancólico, visualmente sombrio e cheio de ressentimentos que culminaram no fim lamentado até hoje.

— “Get back” não mostra a separação dos Beatles, mas um momento singular na história que você pode considerar o começo do fim — adianta Jackson. — Em “Let it be”, Paul e John influenciaram muito na edição de Lindsay-Hogg. Eu temia que fizessem o mesmo comigo, mas eu não recebi qualquer orientação deles [McCartney, Starr, Ono e Harrison são produtores do filme]. Por exemplo, em 1969 ele não pôde mostrar George deixando a banda e sumindo por alguns dias. Ele filmou aquilo e tem cenas de George anunciando que estava fora. Michael foi impedido. Nós, não. Não tivemos restrições.

Jackson e sua equipe se sentaram diante de 57 horas de imagens digitalizadas e mais de 90 horas de áudio gravados em 460 fitas — que chegaram a ser roubadas em 1970, mas recuperadas quase na totalidade pela Interpol desde a década de 1990. E o diretor organizou a história em ordem cronológica, mostrando trechos de cada um dos 22 dias de ensaios e gravações, além do concerto do terraço.

Paul McCartney, George Harrison, Ringo Starr e John Lennon em cena de ‘The Beatles: Get back’ Foto: Linda McCartney / Divulgação

Tecnologia de ponta

De Wellington, Peter Jackson passou praticamente os últimos quatro anos mergulhado nesse material valioso. Nos últimos dois, por conta do coronavírus, se trancou com o montador Jabez Olssen numa suíte de edição (“estávamos trancados com os Beatles nos ajudando a superar a pandemia. Eles me fazem rir”), e trocou ideias com Michael Lindsay-Hogg. “Get back” utiliza as mesmas tecnologias de realce de filmagens de última geração que Jackson usou pela primeira vez no documentário “Eles não envelhecerão” (2018) — que traz imagens inéditas em alta definição da Primeira Guerra Mundial — e, posteriormente, na restauração da trilogia “O Senhor dos Anéis”.

O resultado surpreendeu os fãs e mobilizou as redes sociais desde o lançamento do primeiro trailer, há um mês: a qualidade de áudio e vídeo nos faz duvidar que aquilo foi filmado há mais de 50 anos, mas quem está na tela são os quatro Beatles numa fase em que conciliam maturação artística, após 11 álbuns lançados, e um relacionamento saturado de banda que viveu intensamente o estrelato, como nenhuma outra até então, por uma década.

— Não há vilões, nem mocinhos no filme. É apenas uma história humana — resumiu Jackson. — Por anos, eu vi entrevistas de Glyn Johns (produtor) e Michael, que estavam lá, dizendo não entender por que as pessoas tinham essa impressão negativa daquelas sessões. Eles lembravam de rir e gargalhar o dia todo. E eles estavam certos o tempo todo.

Paul mandão?

“Get back”, por exemplo, tenta equilibrar uma visão de que Paul McCartney era mandão demais. O filme, exemplifica Jackson, mostra um dia gelado no estúdio em que os quatro Beatles estão lá para ensaiar para o show que fariam 18 dias depois. Paul liderava a sessão porque queria que aquilo funcionasse, mais do que os outros três. Dá para sentir nas imagens que Paul se vê arrastando um trio lento atrás dele.

— Parte do problema de Paul é ele ser ambicioso demais. É uma espécie de maluco, realmente. Com aquela meta de gravação, eles criaram um problema para si, e é Paul quem está arcando com o peso disso. Mas ele não está sendo autoritário, está mais falando “pessoal, nós temos só mais oito dias para compor e fizemos apenas três músicas”. Incentivando. Ele é o mais responsável ali — diz o diretor.

A presença de Yoko

E tem a história da presença de Yoko Ono no estúdio. Ela, de fato, está o tempo todo ao lado de John Lennon, que por vezes se mostra disperso e petulante nas filmagens, isolado com a parceira. O músico estava usando heroína esporadicamente na época, e, excessivamente apaixonado, ficava na defensiva sobre a presença de Yoko. Ele chega a falar “eu sacrificaria todos vocês por ela”, para McCartney. Mas a artista plástica japonesa, por sua vez, aparece na dela, sem atrapalhar o processo produtivo — vale lembrar que, apesar dos percalços, o álbum “Let it be” ficaria pronto e, além de ter faixas históricas do rock como “Get back”, “Let it be” e “The long and winding road”, aquelas sessões ainda geraram o rascunho de faixas de “Abbey Road” (que foi gravado depois, mas lançado antes), como “Carry that weight”, “Octopus’s Garden” e “Something”.

Paul McCartney, Ringo Starr, George Harrison e John Lennon (com Yoko Ono ao lado) durante um dos ensaios em 1969 Foto: Divulgação/Apple Corps
Paul McCartney, Ringo Starr, George Harrison e John Lennon (com Yoko Ono ao lado) durante um dos ensaios em 1969 Foto: Divulgação/Apple Corps

— Quando você é famoso como os Beatles eram, tudo o que você faz vira um mito. Para uns, Yoko não estava lá, para outros estava separando a banda. A verdade tem muito mais nuances. Ela está lá porque eles estavam apaixonados, John saía para trabalhar e não queria ficar sem ela. Talvez os outros preferissem que ela não estivesse lá, mas eles amam John e aceitam. Mas o principal é saber que Yoko não interfere no que eles faziam, de jeito nenhum — reforça Jackson.

O grande mito que “Get back” quer desconstruir, porém, é mais direto que isso: entender que aquele período imersivo no estúdio pode ter sido conturbado, mas não “o prego final no caixão dos Beatles”. Que havia humor, dança, crianças, música e respeito.

“Foi um ótimo período”, diz McCartney num comunicado divulgado pela Disney. “Nós éramos uma banda muito boa, e ser documentado dessa forma é muito íntimo, e isso é o que há de bom nisso. Você tem as músicas, o show, as conversas, mas principalmente você está vendo e ouvindo esses caras de forma muito íntima”.