Kaia Gerber – Elle U.S. December 2021/January 2022 Covers

Elle U.S. December 2021/January 2022 Covers
Source: elle.com
Published: December 2021

In this picture: Kaia Gerber
Credits for this picture: Nathaniel Goldberg (Photographer), Nina Garcia (Editor), Alex White (Fashion Editor/Stylist), Orlando Pita (Hair Stylist), Francelle Daly (Makeup Artist), Tatyana Molot (Manicurist)

All people in this work:

Nathaniel Goldberg – Photographer Nina Garcia – Editor Alex White – Fashion Editor/Stylist Orlando Pita – Hair Stylist Francelle Daly – Makeup Artist Tatyana Molot – Manicurist Kaia Gerber – Model

In this picture: Kaia Gerber
Credits for this picture: Nathaniel Goldberg (Photographer), Nina Garcia (Editor), Alex White (Fashion Editor/Stylist), Orlando Pita (Hair Stylist), Francelle Daly (Makeup Artist), Tatyana Molot (Manicurist)

NEVER TOO SMALL – 29m2/318sqf – Boho Japanese Micro London Apartment

Located in a 19th Century Victorian building in the tree-lined cosmopolitan area of Belsize park in North London, Shoji Apartment brings it’s boho japanese brief to life with a simple structure, clean lines and flexible design. Central to the design concept is the cocoon-like sleeping pod. Enclosed in a series of lightweight translucent polycarbonate screens influenced by Japanese shoji screens, which define space but also can be opened and moved flexibly.. At night with the lights on and screens closed, the pod’s design creates a warm, cozy glow. The remainder of the apartment feels surprisingly spacious, with a full size kitchen and dining space, whilst the living room is purposely void of any fixed furniture, to allow flexibility.. The use of two key materials through-out the space, birch plywood and clay works plaster, unify the space and have a natural patina that brings a warmth to the home.

Localizado em um edifício vitoriano do século 19 na área cosmopolita arborizada do parque Belsize, no norte de Londres, o Shoji Apartment traz sua cueca boho japonesa à vida com uma estrutura simples, linhas limpas e design flexível. Central para o conceito de design é a cápsula de dormir semelhante a um casulo. Envolvido em uma série de telas leves de policarbonato translúcido influenciadas pelas telas japonesas shoji, que definem o espaço, mas também podem ser abertas e movidas com flexibilidade. À noite, com as luzes acesas e as telas fechadas, o design do casulo cria um brilho aconchegante e aconchegante. O restante do apartamento parece surpreendentemente espaçoso, com uma cozinha completa e área de jantar, enquanto a sala de estar é propositalmente vazia de qualquer mobília fixa, para permitir flexibilidade. O uso de dois materiais principais em todo o espaço, contraplacado de bétula e a argila trabalha o gesso, unifica o espaço e possui uma pátina natural que traz um aconchego ao lar.

Music: Found by Kevin Graham

Produced by New Mac Video Agency
Creator: Colin Chee
Director: Nam Tran
Cinematographer: Oliver Wilson
Producer: Lindsay Barnard
Editor: Jessica Ruasol

KUMANN YOO HYE JIN | Seoul Fashion Week Spring Summer 2022

KUMANN YOO HYE JIN | Seoul Fashion Week Spring Summer 2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – SFW/Seoul Fashion Week) #KUMANNYOOHYEJIN #SFW #SS22

Black Friday 2021: vale a pena comprar o Kindle, da Amazon?

E-reader continua sendo o principal líder do mercado e, em 2021, ganhou atualização na categoria Paperwhite

O Kindle, da Amazon, é o principal e-reader do mundo

Kindle, da Amazon, é um dos aparelhos mais bem-sucedidos do mercado de tecnologia: lançado em 2007, o leitor digital nunca foi superado por nenhum concorrente (Kobo, Lev e, de certa forma, o iPad e outros tablets) e permanece como o principal líder do mercado. Assim, na Black Friday 2021, ele deve receber a atenção de consumidores. 

A Amazon vende o e-reader em três modelos, basicamente: o clássico (com tela menor e sem tecnologia de ponta), o novo Paperwhite (intermediário recém-atualizado pela empresa) e o Oasis (versão topo de linha, com tela maior e de melhor qualidade). A diferença entre eles está no tamanho e resolução da tela, que varia conforme o modelo — a bateria, em todos, dura semanas.

Os preços saem por R$ 319, R$ 649 e R$ 1,3 mil, respectivamente. Como já é comum na Black Friday, a varejista americana coloca descontos agressivos nos modelos do Kindle, principalmente os mais baratos.

Esses dispositivos têm como principal vantagem substituir os livros físicos, que podem ser pesados e, na maior parte dos casos, mais caros. A capacidade de armazenamento do Kindle parte de 8 GB no modelo básico e vai até 32 GB nos mais parrudos — isso significa centenas de livros salvos em um único aparelho, que pesa entre 170 gramas e 188 gramas. É algo mais prático em viagens, por exemplo.

Ao contrário das concorrentes, a Amazon oferece uma imensa plataforma de livros digitais (os e-books) para compras praticamente instantâneas — é possível adquirir o produto e, em menos de um minuto, já tê-lo baixado no aparelho, pronto para a leitura.

Mas nem tudo é perfeito: justamente para incentivar compras no próprio site da gigante do varejo, a companhia criou um formato exclusivo (o AZW), que protege a obra de violações nos direitos autorais e de reproduções em outros dispositivos e aplicativos.

O aparelho suporta também formatos tradicionais do mercado literário, como Mobi, Docx, ePub e PDF — mas precisam ser convertidos antes de enviados ao Kindle e a experiência de leitura não costuma ser a mesma do formato nativo do sistema.

Apesar disso, a Amazon fornece um aplicativo Kindle gratuito para ser lido em outros dispositivos, como tablets, smartphones e PCs, com compatibilidade com a nuvem do e-reader e sincronização automática de toda a sua biblioteca.

Mas saiba: um leitor digital não é um livro físico, que possui o famoso cheiro do papel, textura ao toque da pele, diagramações tão bonitas quanto a obra em si e, principalmente, uma experiência de leitura que tem sido aperfeiçoada por séculos. Ganha na praticidade e perde na experiência.  

Meninas realizam o dobro de trabalhos domésticos em relação aos meninos, diz pesquisa da Plan International Brasil

POR BRUNA RIBEIRO

De acordo com a pesquisa Por Ser Menina no Brasil, realizada pela Plan International Brasil, as meninas ainda realizam o dobro de trabalhos domésticos em relação aos meninos (67,2% das meninas contra 31,9% dos meninos).

Para a organização, os números validam a tese de que as meninas são precocemente responsabilizadas pelo cuidado com o lar e com as pessoas. Assim, elas têm menos tempo para os estudos, lazer e atividades de desenvolvimento para a vida. A carga de trabalho doméstico piorou durante a pandemia: 54,6% das meninas disseram que as tarefas aumentaram.

Ainda segundo o estudo, é dentro de casa também que as meninas mais sofrem com a violência física (30,7%), violência sexual (24,7%) e violência psicológica (29,5%). Quase todas as participantes da pesquisa (94,2%) já presenciaram ao menos uma situação de violência com elas ou pessoas próximas.

“A maior parte das meninas busca a rede familiar para pedir ajuda (28,4%). Mas um dado preocupante é de que 25,9% das meninas não procuraram ajuda. Elas relatam que os pais e adultos responsáveis não acreditaram nelas, o que levou ao não encaminhamento dos casos”, informa a Plan International Brasil.

A pesquisa aponta que a escola também é vista como um local de violência. É onde as meninas mais sofrem assédio (32,4%) e violência de gênero (25,4%). É o segundo local com maior violência sexual (24%). Já a rua é um ambiente hostil: 57% das meninas sentem medo de andar na rua e 23,4% se sentem humilhadas.

O documento Por Ser Menina no Brasil ouviu 2.589 participantes de dez cidades nas cinco regiões do país para entender como as meninas vivem, o que esperam para o futuro, como se sentem como meninas, as diferenças entre gêneros e seus impactos. Confira mais dados levantados sobre diversos temas:

  1. 85,7% das participantes gostam de ser meninas.
  2. 69,4% delas revelaram sentirem seus direitos desrespeitados por serem meninas/mulheres.
  3. As meninas que já são mães representam 3,2% das participantes da pesquisa. Entre elas, 74,1% são negras.
  4. Embora 92,4% das meninas tenham respondido que têm conhecimento sobre prevenção sexual, apenas 44,1% já passaram por uma consulta ginecológica.
  5. Sobretudo por causa da pandemia, elas relataram uma piora significativa na saúde mental (76,6%).
  6. Já em relação à orientação sexual, 62,6% das meninas se identificaram como heterossexuais, seguido de 23,6% bissexuais, 4,7% pansexuais, 2,9% lésbicas, 1,6% assexuais e 4,6% outras.
  7. Estudar é a segunda principal atividade realizada por elas (a primeira é navegar na internet), mas apenas a quinta na escala de prioridade dos meninos. Em geral, as meninas estão dentro da idade esperada para os ciclos escolares.
  8. Quase uma a cada cinco meninas (18,2%) precisou interromper os estudos.
  9. Amazonas é o estado onde houve maior percentual de exclusão escolar (32,8%), divergindo da tendência dos demais estados e das médias nacional (7,6%) e regional (Norte com 9,2%).
  10. Navegar na internet é a atividade que elas realizam com mais frequência e 83,4% aumentaram o tempo conectadas durante a pandemia.
  11. Quase uma a cada cinco meninas (18,6%) trabalha.

#LVSS22 Show Day with Cynthia Erivo | LOUIS VUITTON

Follow Cynthia Erivo as she gets ready for the Spring-Summer 2022 Women’s Fashion Show, her first live Louis Vuitton show. The British actress shares her thoughts on Nicolas Ghesquière and the magic of his creations. The Grammy, Emmy, and Tony Award-winning actress, singer, and producer has taken the world by storm since she burst onto West End and Broadway stages in The Color Purple.

Siga Cynthia Erivo enquanto ela se prepara para o desfile de moda feminina primavera-verão 2022, seu primeiro desfile ao vivo da Louis Vuitton. A atriz britânica compartilha seus pensamentos sobre Nicolas Ghesquière e a magia de suas criações.
A atriz, cantora e produtora ganhadora de Grammy, Emmy e Tony Award tem tomado o mundo de assalto desde que ela estourou nos palcos do West End e da Broadway em The Color Purple.

JULYCOLUMN | Seoul Fashion Week Spring Summer 2022

JULYCOLUMN | Seoul Fashion Week Spring Summer 2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – SFW/Seoul Fashion Week) #JULYCOLUMN #SFW #SS22

Amer Mohamad for Harper’s Bazaar Serbia with Ludmila Vasilyeva

Photographer: Amer Mohamad. Fashion Stylist: Anastasia Arabchikova. Hair Stylist: Anya Tokareva. Makeup Artist: Zimin Anton. Model: Ludmila Vasilyeva.

A guerra cultural incendeia as escolas americanas

Ameaças de morte, insultos e assédio são algumas das reações de pais irritados com os conselhos escolares devido aos cuidados sanitários com a Covid-19 ou pelos novos enfoques de igualdade racial no ensino
Antonia Laborde, do El País

Pais furiosos e membros da comunidade após uma reunião do conselho escolar do condado de Loudoun ter sido interrompida porque a multidão se recusou a ficar em silêncio, em Ashburn, Virgínia Foto: Evelyn Hockstein / Reuters

WASHINGTON — A guerra cultural de hoje nos EUA tem uma nova frente: os conselhos das escolas públicas. São reuniões em que moradores dos bairros onde ficam as escolas discutem assuntos como salários de professores ou serviços de limpeza. Há um ano, em diferentes cantos do país, tornaram-se palco de protestos, por vezes violentos, liderados por pais que são contra o que chamam de “agenda política tóxica” que inclui o uso obrigatório de máscaras nas salas de aula, as novas abordagens sobre igualdade racial no ensino ou políticas de integração de pessoas trans.

Vários membros de conselhos escolares têm recebido nos últimos meses ameaças de morte, estupros, insultos e perseguições dentro e fora das sessões dos conselhos que, desde outubro, são monitoradas por agentes de segurança por ordem do Departamento de Justiça. Os integrantes do conselho se dividem em grupos opostos, e é comum ver metade usando máscara e a outra não, para deixar claro a qual deles pertence. O nível de politização do debate é tal que grupos conservadores e progressistas têm desembolsado grandes somas de dinheiro em disputas para garantir que sua posição seja o mais representativa possível nos conselhos.

Nesse cenário inusitado, vários políticos de direita se apropriaram da mensagem dos “direitos dos pais” para obter ganhos eleitorais. Há algumas semanas, o republicano Glenn Youngkin venceu a eleição para governador da Virgínia, acenando contra a “doutrinação esquerdista” em sala de aula. Os republicanos descobriram uma fenda que atravessa todo o mapa nacional para ganhar o voto de pais indignados nas eleições legislativas de novembro de 2022, quando os conservadores tentarão retomar o controle da Câmara dos Deputados e do Senado.

No dia em que o engenheiro e professor universitário Sami al-Abdrabbuh foi reeleito membro do conselho escolar de Corvallis, no Oregon, em maio, um indivíduo avisou à vizinhança que iria assassiná-lo. Nesse mesmo dia, um cartaz de campanha do candidato, perfurado por vários projéteis, apareceu em um campo de tiro.

— Isso me perturbou — disse al-Abdrabbuh.

Com medo, o professor foi à polícia e mudou sua rotina em casa. Depois de contar sua história para o New York Times, explicando o quanto gostava de fazer parte da comunidade escolar, mas não queria “morrer por isso”, o bullying aumentou e ele decidiu instalar câmeras de segurança fora de sua casa. Há pais que também afirmam ter recebido ameaças de morte, embora sejam um grupo minoritário nesse cenário complexo.

Al-Abdrabbuh explica que “o que está acontecendo” é “muito estranho” para ele, porque normalmente “as pessoas que discordam expõem isso civilizadamente”. No entanto, “o que está acontecendo” já está cozinhando há algum tempo.

Para começar, a decisão de manter as escolas fechadas nas cidades governadas por democratas durante o outono de 2020, enquanto Trump pressionava para que as aulas presenciais voltassem, indignou muitos pais. No fim de 2020, os pais passaram a participar mais ativamente dos conselhos escolares para pedir explicações sobre as medidas sanitárias e ingressaram em grupos no Facebook onde compartilhavam suas frustrações. A pressão exercida por alguns nas reuniões foi frutífera, incentivando os pais a se envolverem mais, e as reuniões começaram a durar até uma ou duas da manhã.

Além disso, nos últimos anos, vários distritos, em sua maioria progressistas, aprovaram regulamentações para proteger os direitos dos alunos transgêneros e incluíram atividades para educar sobre “diversidade, igualdade e inclusão” em questões de raça e gênero. Algumas dessas iniciativas têm provocado a rejeição dos conservadores de cada localidade, que até agora não unificaram seus discursos. No entanto, no último ano foram criados 100 grupos em defesa do “direito dos pais”, onde partilham seus medos e revoltas. Eles passaram a rotular de “marxistas”, “pedófilos” e “traidores” os membros das diretorias que pensam de forma diferente, como pode ser visto nos vídeos que viralizaram nas redes.

A Action 1776 é uma dessas novas organizações. Seu objetivo é restabelecer a Comissão de 1776, criada durante o governo Donald Trump para promover uma “educação patriótica”. Joe Biden a desfez em seu primeiro dia na Casa Branca. A comissão foi uma resposta ao “Projeto 1619” do New York Times, uma análise histórica de como a escravidão moldou as instituições americanas em todas as áreas, concebida para marcar o 400º aniversário da chegada dos primeiros escravos africanos aos EUA.

— Não é correto dizer que os pais protestam contra o ensino dessas matérias. São contra a promoção desavergonhada de uma agenda ideológica radical que vai contra seus valores e os valores sobre os quais esta nação foi construída — afirmou Adam Waldeck, presidente da Action 1776. Para eles, o que desencadeou essa batalha foi que, durante a pandemia, os pais puderam ver em casa o que seus filhos estavam aprendendo e ficaram “horrorizados”.

Em distritos de estados conservadores como Texas, Kansas e Carolina do Sul, dezenas de biografias de personagens LGTBIQ foram temporariamente removidas dos programas escolares, assim como livros como “O conto da aia”, de Margaret Atwood, e “Olhos azuis”, da Prêmio Nobel de Literatura Toni Morrison.  

— Acho que deveríamos jogar esses livros no fogo — disseram dois membros de um conselho escolar de Spotsylvania, na Virgínia, sobre livros com “conteúdo sexual explícito”.

No outono passado, Scott Mineo, um analista de segurança branco de 49 anos, fundou o grupo Pais Contra a Teoria Crítica da Raça, que desafia a doutrina acadêmica de que a escravidão nos EUA são a origem do racismo sistêmico ainda presente na sociedade. Ela não é ensinada nas escolas, e sim nas universidades, mas os colégios de todo o país, especialmente desde o assassinato de George Floyd, em maio de 2020, embarcaram em iniciativas para promover a justiça racial, adotando medidas como contratação de pessoal etnicamente mais variado, capacitação de professores sobre os preconceitos raciais e a inclusão de livros de autores afro-americanos.

Assim como dezenas de milhares de seguidores desse tipo de grupos, Mineo acredita que as escolas públicas estejam ensinando aos filhos que “os brancos são implicitamente oblíquos e inerentemente racistas, e nem se dão conta disso”:

— Ninguém tem direito a nos meter esse lixo pela garganta e nos dizer que ou acreditamos nisso ou seremos cancelados. A discussão honesta sobre esse tema é bem-vinda, a aceitação à força, não — defende ele.

Al-Abdrabbuh diz compreender os pais raivosos porque os currículos de hoje são diferentes do que eram.

— Mas também entendo que têm que ser conscientes de que é inaceitável que a educação pública seja para a comunidade ou para a raça privilegiada, e não para todas as culturas.

O Departamento de Justiça qualificou em outubro os acontecimentos dos últimos meses como “um alarmante pico de assédio, intimidação e ameaças de violência” contra membros de conselhos escolares. O  secretário de Justiça dos EUA, Merrick B. Garland, ordenou ao FBI e a procuradores federais que trabalhem com os agentes da lei locais para monitorar as ameaças as pessoas que trabalham nos 14 mil distritos escolares públicos do país. A Associação Nacional de Conselhos Escolares chegou a comparar alguns dos incidentes com o terrorismo doméstico, ainda que tenha se retratado depois que sua mensagem desencadeou uma reação violenta em alguns de seus membros.