Yisoo Kim for ELLE Arabia with Alice Cote

Photographer: Yisoo Kim. Creative Direction: Nixon Marquez. Fashion Stylist: Frank Pena. Hair & Makeup: Gael Sastre. Set Stylist: Frank Pena & Nixon Marquez. Model: Alice Cote.

Laura Jackson Walks Us Through Her London Home | My Style My Space | ELLE UK

Presenter Laura Jackson gives us a guided tour round her East London home and shows us some of her favourite second-hand finds.

A apresentadora Laura Jackson nos oferece um tour guiado por sua casa em East London e nos mostra alguns de seus achados favoritos de segunda mão.

Bruno Mars & Anderson .Paak as Silk Sonic – Fly As Me (LIVE BET Soul Train Awards 2021)

Bruno Mars, Anderson .Paak, Silk Sonic – Fly As Me – Live from the BET Soul Train Awards 2021

Lindsay Lohan surpreende fãs ao anunciar noivado com figurão do mercado financeiro

Atriz vai se casar com Bader Shammas, executivo de banco de investimento
MONET-NET

A atriz Lindsay Lohan com seu noivo Bader Shammas (Foto: Instagram)

A atriz Lindsay Lohan, 35 anos, surpreendeu seus fãs ao revelar no Instagram o seu noivado com Bader Shammas, figurão do mercado financeiro e executivo do banco Credit Suisse, com quem a estrela estava namorando há mais de dois anos.

“Meu amor. Minha vida. Minha família. Meu futuro”, escreveu Lohan na legenda da postagem, que traz quatro fotos do casal e mostra o grande anel de noivado recebido pela atriz.

A publicação recebeu mais de 109 mil curtidas em menos de duas horas e foi comentada por uma série de celebridades. “O melhor casal”, destacou a socialite Courtney Semel, ex-namorada de Lohan. “Fiquei pensando quando todo mundo ficaria sabendo da novidade. Estou tão feliz por vocês”, escreveu a estrela de TV Juliet Angus. “Meus melhores amigos”, pontuou Dakota Lohan, irmã de Lindsay.

O relacionamento entre a atriz e Bader foi revelado pelo jornal The Sun no começo do ano, quando eles já estavam juntos há dois anos. “Ele é um cara legítimo. Não é um ator, não está na indústria do entretenimento, ele cuida de um fundo para pessoas ricas no banco Credit Suisse”, revelou uma fonte à publicação.

Virgil Abloh (1980-2021)

Virgil Abloh 

Virgil Abloh, designer, empresário e DJ que é o diretor artístico da coleção masculina da Louis Vuitton desde março de 2018, morreu aos 41 anos em 28 de novembro.

Por mais de dois anos, Virgil lutou contra uma forma rara e agressiva de câncer – o angiossarcoma cardíaco, e optou por enfrentar a batalha em particular desde seu diagnóstico em 2019.

Este é um dia triste e uma verdadeira perda não só para a moda, mas também para a arte, a música e uma geração que ele inspirou. Descanse em paz.

The CHANEL Cruise 2021/22 Collection, Embodied by Penélope Cruz — CHANEL

Embodying CHANEL’s deep connection to the world of cinema and its great actresses, Penélope Cruz has a close relationship with the House. A CHANEL ambassador since 2018, she has worn the House’s creations to many movie premieres, film festivals and CHANEL shows.

In the past months, the House has followed Penélope Cruz wearing the Cruise 2021/22 collection around the world, from the Venice Film Festival, where she was awarded the prestigious Volpi Cup for Best Actress, to Madrid, New York and finally Dubai, both during a fashion shoot in the desert and at the CHANEL show presented on November 2nd at Dubai Creek Harbour.

Incorporando a profunda conexão de CHANEL com o mundo do cinema e suas grandes atrizes, Penélope Cruz tem uma relação estreita com a Casa. Embaixadora do CHANEL desde 2018, ela usou as criações da House em muitas estreias de filmes, festivais de cinema e shows do CHANEL.

Nos últimos meses, a Casa acompanhou Penélope Cruz com a coleção Cruise 2021/22 ao redor do mundo, desde o Festival de Cinema de Veneza, onde foi premiada com a prestigiosa Copa Volpi de Melhor Atriz, até Madrid, Nova York e finalmente Dubai, ambos durante uma sessão de fotos de moda no deserto e no desfile CHANEL apresentado no dia 2 de novembro no Dubai Creek Harbour.

Credits:
“A Descent” by Malcolm Pardon
Courtesy of DeadActive AB

Bilheteria EUA: Encanto, Ghostbusters: Mais Além, Casa Gucci, Eternos, Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City

Encanto lidera bilheteria americana em seu primeiro final de semana

Encanto

A animação Encanto, da Disney, liderou a bilheteria americana durante o seu final de semana de estreia. Entre os dias 26 e 28 de novembro, o filme arrecadou US$ 27 milhões.

Em segundo lugar, Ghostbusters: Mais Além não ficou muito atrás e fez US$ 24,5 milhões em sua segunda semana. No final de semana anterior, o filme ficou em primeiro.

Estrelado por Lady Gaga e Adam DriverCasa Gucci ficou em terceiro lugar. Esse foi o primeiro final de semana do filme em cartaz nos Estados Unidos. A arrecadação do longa foi de US$ 14 milhões.

Eternos, da Marvel, se mantém bem colocado no ranking e fechou o final de semana em quarto lugar. Dessa vez, o filme arrecadou US$ 7,9 milhões — quarta semana — e acumula mais de US$ 346 milhões em bilheteria mundial.

Fechando o top 5, Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City fez US$ 5, 2 milhões no seu final de semana de estreia. 

Vale lembrar que este foi o final de semana de Ação de Graças, um importante feriado americano.

Por que moderninhos pagam fortunas em jeans pesados como lona de caminhão

Calças feitas só com algodão, sem elastano, motivam competições pelos desbotados mais incríveis
João Perassolo

Cós de calça jeans azul bem escura
Calça ‘selvedge’ da marca brasileira Krieger – Divulgação

SÃO PAULO – Por que alguém pagaria mais de R$ 1.000 para vestir uma calça jeans quase tão pesada como uma lona de caminhão e que restringe os movimentos nas primeiras semanas de uso? Na contramão do conforto e da maleabilidade proporcionados pelos modelos skinny, vendidos por preços módicos nas redes de fast fashion, uma tendência que se estabeleceu na última década em confecções fora do Brasil vem agora ganhando adeptos por aqui —o resgate do denim em seu estado bruto, ou seja, de peças feitas 100% em algodão.

Para a turma dos “denim heads”, ou fanáticos por denim, como são conhecidos, usar elastano na manufatura destas calças é um crime inafiançável. São também delitos lavagens e rasgos artificiais feitos na fábrica, que dêem à calça nova uma aparência de já ter sido usada.

As marcas de uso desses jeans, em geral vendidos na cor azul tradicional, com corte reto ou levemente ajustado nas pernas, devem ser conquistadas arduamente, dia após dia, período no qual a calça perde sua rigidez, ganha conforto e se molda ao corpo.

O objetivo é criar desbotados únicos, produtos do uso constante que refletem os hábitos de quem veste a calça. Por exemplo, pais que rastejam no tapete brincando com seus filhos pequenos verão os joelhos perderem índigo primeiro, e quem carrega o celular no bolso terá uma marca quadrada esmaecida nesta região.

Para obter desbotados dignos de Instagram, há uma regra de ouro —só lavar a peça pela primeira vez depois de no mínimo seis meses de uso diário, mas quanto mais tempo antes de ir para a água, melhor.

A clássica Levi’s 501 é o modelo mais conhecido e mais acessível de calça jeans bruta, mas não a que mais bem representa o espírito dessa comunidade que faz competições mundiais para ver quem obtém os desbotados mais incríveis.

A sueca Nudie é bastante popular entre os adeptos, com calças de algodão orgânico vendidas a partir de R$ 1.165 na Denim City, em São Paulo. Os conhecedores, contudo, sonham mesmo em ter um jeans tecido em alguma microconfecção de Okayama.

A fita azul com a costura vermelha é característica dos modelos 'selvedge', a exemplo deste modelo da Krieger
A fita azul com a costura vermelha é característica dos modelos ‘selvedge’, a exemplo deste modelo da Krieger Helge Tscharn/Divulgação

Os teares desta província ao sul do Japão, alguns dos quais estão em atividade há décadas, abastecem sites e lojas especializados com peças que chegam a 550 euros, cerca de R$ 3.400. O jeans nipônico difere um tanto do habitual, pois muitas calças têm textura rugosa, como as da Oni, e outras têm gramatura alta, ou seja, são bastante rígidas, como as da Iron Heart, ou “coração de ferro”. Como o tecido é pesado, esses pares são afeitos a climas amenos, sofridos de vestir no calor tropical.

Há ainda um outro fator. Os jeans de Okayama, devido ao método mais lento de confecção, apresentam uma faixa vertical do lado de dentro, elemento visual que dá um charme extra quando a barra da calça é dobrada e que serve como código de pertencimento a um clubinho. A faixa na cor azul índigo, com as margens costuradas em linha vermelha, rosa ou amarela identifica os jeans do tipo “selvedge”, uma corruptela de “self edge”, ou borda própria.

Aqui no Brasil, marcas jovens como Dreher 1989, do Rio Grande do Sul, e Krieger, de Santa Catarina, estão há pouco costurando calças jeans “selvedge” bem leves, pensadas para serem usadas no calor de mais de 30 graus, em tecido 100% algodão, produzido por teares da década de 1910 instalados no interior de Minas Gerais.

As máquinas foram recentemente restauradas e estão sob responsabilidade da Fertex, a única fornecedora deste tipo de jeans no país. Os valores são mais acessíveis —o modelo da Dreher custa R$ 578 e o da Krieger, R$ 590.

Tanto fora do Brasil quanto aqui, o universo do denim bruto tem um ar de exclusividade, tipo o mundo do café de microlote e do vinho com denominação de origem, além de muito marketing envolvido, pois seu amigo não vai saber que sua calça foi tecida numa cidadezinha do Japão com algodão do Zimbábue, como as peças da Momotaro, se você não puxar o assunto. É uma calça jeans, afinal, independente da contação de história.

Por outro lado, os jeans “selvedge” costumam ter tanto esmero na produção, muitas vezes semi-artesanal e em quantidades limitadas, que detalhes como a costura nos bolsos traseiros, a textura do tecido ou a faixa à mostra na barra dobrada deixam visíveis as características que os tornam objetos de desejo. E ninguém mais terá um desbotado como o seu.

Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma

O casal de proprietários respeitou a arquitetura original da casa, mas investiu em uma repaginação total dos interiores adicionando móveis contemporâneos e muitas texturas
FOTOS WING HO/CANARY GREY/DIVULGAÇÃO

Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)

Em um subúrbio de Mineápolis, capital de Minnesota (estado do meio-oeste americano, próximo a fronteira com o Canadá), um casal à espera de um bebê encantou-se com esta construção de madeira, datada do ano de 1925. Fascinados com a possibilidade de morar em uma casa assim com jardim amplo em um bairro familiar, os dois decidiram fechar negócio.

Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)
Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)
Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)

Mas, ainda que o antigo proprietário tenha atualizado a casa no início dos anos 2000, era necessário adequar os ambientes para acomodar bem a nova família. Foi quando a designer de interiores Victoria Sass, do escritório Prospect Refuge Studio, entrou em cena com o objetivo de repaginar toda a propriedade, dando a ela um estilo mais contemporâneo e ligeiramente inspirado no hygge (afinal, Victoria morou um tempo em Copenhagen e entende bem da influência escandinava). 

Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)
Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)
Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)

Com 278 m², o imóvel é dividido em quatro níveis. O subsolo é um porão que abriga sala de jogos, lavanderia e um banheiro. No nível da rua, está a área social da residência, com sala de estarjantarcozinha e uma copa – esta última fica em um espaço envidraçado com vista para o jardim. Em seguida, uma escada dá acesso ao segundo andar, que concentra o quarto do casal, o quarto de bebê e uma suíte de hóspedes. No topo, fica um sótão (típico das construções norte-americanas), decorado com uma escrivaninha, estante de livros e um espaço para meditação.

Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)
Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)
Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)
Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)
Nos EUA, casa dos anos 1920 ganha décor aconchegante após reforma (Foto: Wing Ho/Canary Grey/Divulgação)

“Para compor estes ambientes bem aconchegantes, optamos por uma paleta de cores claras, salpicada por tons da natureza, como marrom e verde escuro. Também investimos em materiais e texturas naturais como a madeira, a lã, o couro, o algodão e o linho”, explica Victoria. A designer também destaca que o projeto foi criado para durar décadas e acompanhar a família em diferentes momentos da vida. “A casa é um verdadeiro refúgio do mundo e a proprietária comenta que o décor difunde a calma, gosto dessa ideia”, confessa.