The Enchanted Forest – Harper’s Bazaar UK December 2021 – Lena Hardt By Agata Pospieszynska

The Enchanted Forest   —   Harper’s Bazaar UK December 2021   —   www.harpersbazaar.co.uk

Photography: Agata Pospieszynska Model: Lena Hardt Styling: Charlie Harrington Hair: Declan Sheils Make-Up: Natsumi Narita Set Design: Gillian O’Brien

SMILE: Lena Hardt in Harper's Bazaar UK December 2021 by Agata Pospieszynska
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Expoente da joalheria internacional, Ana Khouri homenageia seu Brasil natal ao priorizar materiais nacionais

Radicada em Nova York, ela recentemente passou uma temporada no País, fato que inspirou as novas criações
VÍVIAN SOTOCÓRNO

A joalheira Ana Khouri (Foto: Bob Wolfenson)

Várias peças que vemos na joalheria “comercial” de hoje tem influência de Ana Khouri. A brasileira fez escola com suas criações que envolvem e abraçam o corpo, caso das ear pieces utilizadas em diversos pontos das orelhas, e é hoje um dos mais importantes nomes do cenário contemporâneo mundial. Radicada em Nova York há quase uma década, com a pandemia Ana acabou passando seis meses no Brasil no ano passado (divididos entre duas temporadas) se dedicando ao Projeto Ovo (@projetoovo), iniciativa fundada por ela que já arrecadou R$ 3,5 milhões para mais de 80 ONGs brasileiras de diferentes setores por meio da venda de roupas e acessórios second hand doados por fashionistas e marcas. E foi esse momento de reencontro e proximidade com seu próprio País que inspirou suas novas criações, a serem lançadas este mês. “Senti vontade de trazer um pouco mais das minhas raízes para o meu trabalho por meio do senso material”, conta Khouri, que fez de pedras e matérias-primas nacionais – como cristal de rocha, citrino, quartzo, jarina e jacarandá – o ponto de partida para desenvolver tais joias.

Madeira nobre que é a cara dos grandes nomes do mobiliário nacional dos anos 50 e 60, o jacarandá foi esculpido e transformado em braceletes, anéis e colares. “Tenho essa relação próxima com os móveis brasileiros, dos quais sempre gostei e colecionei. No meu showroom em Nova York, por exemplo, tenho peças de Jorge Zalszupin, Lina Bo Bardi, tem tudo a ver com meu universo”, conta ela, que mergulhou na própria coleção e extraiu de baús antigos o jacarandá utilizado nas joias. Já a jarina, semente conhecida como o “marfim vegetal da Amazônia”, comumente usada em biojoias e peças de artesanato, foi esculpida em enormes gotas para protagonizar dois colares one-of-a-kind, um com base de ouro amarelo (na foto à dir.) e o outro cravejado de brilhantes, este já vendido assim que ficou pronto, antes mesmo de ser apresentado. “Ainda não tinha visto alguém trazer a jarina para a alta-joalheria e gosto dessa reflexão de como não fazer mais do mesmo. O que dita a beleza de um material não é o seu custo, e sim a maneira como é trabalhado.”

Colar de cristal de rocha e citrino esculpidos, ouro e diamante vivid yellow de 20,65 quilates (Foto: Divulgação)
Colar de cristal de rocha e citrino esculpidos, ouro e diamante vivid yellow de 20,65 quilates (Foto: Divulgação)

Tal linha de pensamento (de como lançar um novo olhar a algo que sob outros aspectos pode ser considerado rotineiro) também conduziu o uso de pedras como cristal de rocha, quartzo e citrino. Essas, sim, muito utilizadas na joalheria, ganharam roupagem completamente inédita ao serem tratadas como pequenas esculturas, complexamente executadas. Enormes placas de citrino e cristal de rocha formando um dégradé, por exemplo, são as estrelas do colar que carrega um impressionante diamante central vivid yellow de 20,65 quilates na casa de milhões de dólares, peça usada pela tenista Maria Sharapova no Baile do Met deste ano. Também presente na cerimônia, Ana vestiu mais de dez mulheres para a noite, incluindo a ginasta Nia Dennis e as modelos Paloma Elsesser e Anok Yai, cujo colar de correntes de brilhantes e duas turmalinas paraíbas também faz parte da nova série. Uma das pioneiras por aqui em utilizar apenas pedras extraídas de maneira ética e responsável e ouro certificado, Khouri apostou ainda pela primeira vez em minaudières, esculpidas em quartzo rosa, cristal de rocha ou jacarandá, com fechos de ouro e diamantes.

A partir do alto, bracelete de jacarandá e ouro; minaudière de quartzo rosa, ouro e diamantes; e colar de jarina, ouro e diamantes.  (Foto: Divulgação)
A partir do alto, bracelete de jacarandá e ouro; minaudière de quartzo rosa, ouro e diamantes; e colar de jarina, ouro e diamantes. (Foto: Divulgação)

Escultora por formação, Ana escolheu a joalheria como plataforma para seu trabalho. Atualmente, tem concentrado mais energia na linha de alta-joalheria, que está à venda em seu showroom nova-iorquino com hora marcada e em exposições na casa de vendas privadas e leilões Sotheby’s. A primeira delas aconteceu em junho na unidade de East Hampton, onde as joias de Ana estiveram expostas ao lado de dois outros artistas minimalistas, o pintor Donald Judd e o multimídia Dan Flavin, ambos americanos. Já em sua joalheria “regular”, cada peça é produzida em séries limitadas a no máximo seis ou dez unidades. Além do showroom de Ana e dos eventos pontuais que ela organiza no Brasil, o fine jewelry (que já esteve disponível nas principais multimarcas e e-commerces do mundo, como o Net-A-Porter e o Moda Operandi) pode ser encontrado apenas nas três lojas da The Row (Nova York, Los Angeles e Londres). A Ana Khouri é a única marca de joalheria contemporânea a compor o mix das irmãs Olsen. “Em 2019, tomamos a decisão de focar em um único parceiro comercial, já que as edições são cada vez menores. Não costumo dividir minhas criações por coleções e nem repetir peças esgotadas.”

Club Kids – Elle UK December 2021 – Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo By Meinke Klein 

SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein

Club Kids   —   Elle UK December 2021   —   www.elleuk.com

Photography: Meinke Klein Model: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo Hair: Ryo Narushima Make-Up: Pamela Cochrane  Styling: Aurelia Donaldson

SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein
SMILE: Mopesola, Kaigin Yong, Olamide Ogundele, Gabriella Michelazzo in Elle UK December 2021 by Meinke Klein

Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard – Vogue UK December 2021 By Angelo Pennetta

The Jean Genes   —   Vogue UK December 2021   —   www.vogue.co.uk

Photography: Angelo Pennetta Model Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard Styling: Julia Sarr-Jamois Hair: Cyndia Harvey Make-Up: Petros Petrohilos Manicure: Laura Grieco

SMILE: Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard in Vogue UK December 2021 by Angelo Pennetta
SMILE: Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard in Vogue UK December 2021 by Angelo Pennetta
SMILE: Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard in Vogue UK December 2021 by Angelo Pennetta
SMILE: Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard in Vogue UK December 2021 by Angelo Pennetta
SMILE: Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard in Vogue UK December 2021 by Angelo Pennetta
SMILE: Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard in Vogue UK December 2021 by Angelo Pennetta
SMILE: Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard in Vogue UK December 2021 by Angelo Pennetta
SMILE: Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard in Vogue UK December 2021 by Angelo Pennetta
SMILE: Vittoria Ceretti, Fran Summers, Mika Schneider, Mona Tougaard in Vogue UK December 2021 by Angelo Pennetta

Hugh Jackman comemora dose de reforço de vacina contra Covid-19

Fãs brincaram com bíceps musculoso do ator: “como a agulha não quebrou?”

Hugh Jackman (Foto: Instagram/Reprodução)

Hugh Jackman inspirou muitas pessoas a procurarem a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 ao publicar uma foto no Instagram. Durante o domingo (05.12), o ator, que ficou  famoso ao interpretar o personagem Wolverine na franquia X-Men. tomou o imunizante e comentou: “reforçado.”

Além de receber muitos elogios pela postura, já que o avanço da imunização populacional diminui as chances de novas variantes do vírus, internautas brincaram com o braço musculosíssimo do galã. “Como a agulha não quebrou.”

Dolores Cortes | Spring Summer 2021 | Full Show

Dolores Cortes | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Gran Canaria Swim Week by Moda Cálida)

Martin Felix Kaczmarski – Sunset Wave/Sunrise Wave
Abraham Benjamin Stewart – Diabla

Movimento anticoach nas redes faz alerta sobre positividade tóxica no trabalho

Conselhos desmotivacionais geram identificação em profissionais em nome da saúde mental, contra ‘oba-oba’ do sucesso e da felicidade 100% do tempo
Jayanne Rodrigues, Estadão

Luiza Voll
Luiza Voll, sócia da plataforma de conteúdo e mídia Contente, que lançou uma reflexão no Instagram sobre o “conto da história única”. Foto: OLIVIA RIOS

Os brasileiros alcançaram a maior taxa de ansiedade e depressão entre os 11 países analisados na pesquisa “Mental Health among Adults during the covid-19 Pandemic Lockdown”, divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Algumas frases se encaixam com esse sofrimento coletivo: “Trabalhe enquanto eles dormem”, “Para vencer na vida, basta querer”. 

Elas surgiram como antídotos oferecidos por alguns coaches, mas hoje ganharam outra face. Tornaram-se memes, ou melhor, frases desmotivacionais. Mas, afinal, acolher o fracasso é saudável? O caminho é o meio termo, “nem positividade tóxica nem negatividade tóxica”. “A gente precisa se encontrar no que for mais próximo da nossa realidade”, afirma Paula Dione, psiquiatra da Holiste Psiquiatria. 

Para o filósofo sul-coreano Byung-Chul Han, que estuda a sociedade do cansaço e da performance, o sistema econômico mundial cria a ilusão de que precisamos abrir mão de algo para viver o sucesso ou ter o emprego dos sonhos. Essa cortina de fumaça tem um preço alto e, na maioria das vezes, quem paga é a nossa saúde mental.

Em linhas gerais, a positividade tóxica rompe forçadamente as emoções negativas. “Aí vem o questionamento dessa exigência de um funcionamento positivo o tempo inteiro. Porque a vida é feita de altos e baixos”, revela Paula Dione. Ela também esclarece que compreender as instabilidades como aprendizado é o pulo do gato. Pois o problema acontece quando abraçamos ideias ilusórias e nos frustramos com a expectativa projetada. 

No ambiente de trabalho, Dione aconselha: “A ideia é não ficar acomodado nem sofrendo se exigindo demais. Precisamos encontrar o nosso ponto de equilíbrio”. Mas o excesso de positividade e desempenho foi algo particularmente acentuado durante a pandemia. Memes que viralizaram nas redes sociais revelavam: “Eu por mim não trabalhava nem enquanto eles trabalham, quem dirá enquanto eles dormem”.

A psiquiatra explica que as frases desmotivacionais são um convite para refletir sobre o impacto de discursos vazios no cotidiano. Os memes podem ser ilustrados por aquele chefe que cobra produtividade, independentemente do contexto. Mas se esse comportamento afeta os funcionários, por que ainda existe?

Coach e o autoconhecimento

“Muitos que se dizem profissionais de coaching. Às vezes, por desinformação acham que estão prontos para lidar com a natureza humana, e isso não é verdade”, avalia a diretora de marketing da Associação Brasileira dos Profissionais de Coaching, Magnolia Abramo. Ela resume os serviços oferecidos pela categoria em duas palavras: autoconhecimento e planejamento estratégico.

Abramo defende que os especialistas acompanhados pela associação utilizam a psicologia positiva, que se baseia em um processo de inteligência emocional. “No ambiente corporativo, vamos tratar de unir a equipe. A gente vai trabalhar com a psicologia positiva: ‘Olha só, a gente unido é mais forte’. Não é um oba-oba.”

Mila Costa, de 34 anos, resgatou vivências da própria realidade para produzir cenas satíricas de trabalho e problemas da vida adulta. Um dos reels (veja abaixo) compartilhados no Instagram da produtora de conteúdo simula os presentes inusitados de funcionários em uma comemoração ficcional. De forma humorada e com sotaque cearense, ela dispara: “Parabéns pelos seus 10 anos de empresa! Grafite (lapiseira) é para quando você achar que acabou todas as forças, você trabalhar mais e lembrar que sempre tem carga pra botar”.

Falar de uma forma satírica sobre a romantização do excesso de trabalho não significa estimular o pessimismo e a negatividade, defende Mila. Para ela, descartar o radicalismo é um começo para manter o equilíbrio quando o assunto é vida real. “Tem aquela pessoa que diz: ‘vai dar tudo certo’. Depende, pode não dar.”

Mila Costa
Mila Costa, de 34 anos, resgatou vivências da própria realidade para produzir cenas satíricas de trabalho e problemas da vida adulta. Foto: Amanda Marx

Outra integrante desse movimento “desmotivacional” é Luiza Voll, sócia da plataforma de conteúdo e mídia Contente, que lançou uma reflexão no Instagram sobre o “conto da história única”. No desabafo, ela menciona o perigo de confiar em narrativas únicas ensaiadas por coaches: conquistas acompanhadas de fórmulas ou receitas, sem levar em consideração a desigualdade social e a realidade de cada pessoa.

Os efeitos colaterais, mesmo que não sejam perceptíveis de forma imediata, afetam a autoestima a longo prazo. Isso porque, como escreveu Voll no post, “nos culpamos, nos sentimos inferiores e podemos até achar que tem algo errado com a nossa vida”. 

Esse traço também tem relação com o conceito de fábula pessoal, uma característica da adolescência que é levada para a fase adulta. Basicamente, faz acreditar que ninguém enfrenta o drama que estamos encarando. “Então, quando a gente vê outras pessoas e outros movimentos encabeçando esse tipo de conversa, a gente respira e fala: ‘Não, não sou só eu, né?’”

A necessidade de identificação foi repercutida na pandemia, principalmente pela nova noção de tempo, diz ela. “A gente viu uma completa falta de contorno, do início do trabalho, da hora do almoço, de um momento de descanso, das relações. E isso aos poucos nos adoece.” É nesse momento que os memes surgem para quebrar o gelo e gerar uma provocação de que nada é definitivo.

Boas práticas para fomentar o bem-estar

Pensando em blindar ideias sedutoras e abraçar o real, a Contente lançou um guia de boas práticas para fomentar o bem-estar e lidar com as expectativas no ambiente de trabalho. Veja algumas dicas:

  1. Produtividade: Aposte em rotinas de trabalho que mesclem e considerem o seu ritmo, as atividades extraprofissionais (casa, filhos, estudo) e, sobretudo, o seu tempo de descanso
  2. Técnica pomodoro: liste de forma realista as suas tarefas diárias e tente realizá-las em blocos de 25 minutos de trabalho com 5 minutos de descanso para cada bloco finalizado. Ao fim de três ciclos, faça uma pausa maior de 15 minutos
  3. Autocobrança: esse pode ser um fator crucial na sua relação com o trabalho remoto ou híbrido. Lembre-se: nós ainda estamos em um momento atípico e sob condições difíceis de trabalho

Como Un Pez En La Agua | Spring Summer 2021 | Full Show

Como Un Pez En La Agua | Spring Summer 2021 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Gran Canaria Swim Week by Moda Cálida)

Jeff Dale – I Needed You
Noemia Alves – Ocean Darling/What You Gonna Do

Em Campos do Jordão, casa está em profunda conexão com a natureza

O projeto do arquiteto Roberto de Pace, com uma linguagem bastante contemporânea, combina concreto, madeira natural e pedra para criar ambientes em harmonia com a paisagem invernal da região
FOTOS JOÃO PAULO OLIVEIRA

jp-image.com (Foto: João Paulo Oliveira)

A família proprietária deste terreno de 1000 m² em Campos do Jordão, em São Paulo, já conhecia bem a cidade quando imaginou construir neste condomínio fechado. Eles costumavam passar temporada em um apartamento no centro, mas decidiram estar mais próximos à natureza e encomendaram o projeto de uma casa de campo ao arquiteto Roberto de Pace.

jp-image.com (Foto: João Paulo Oliveira)
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Como o lote ficava em uma espécie de vale, rodeado por araucárias e próximo a um pequeno lago, o arquiteto desenvolveu um projeto de 585 m² com uma linguagem bastante contemporânea (e um leve apelo brutalista), marcado pelas linhas retas e por amplos painéis de vidro. Para driblar o declive natural, o arquiteto elevou a construção transformando os ambientes internos em verdadeiros mirantes.

jp-image.com (Foto: João Paulo Oliveira)
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jp-image.com (Foto: João Paulo Oliveira)
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No térreo, concentra-se toda a área social: cozinhasala de jantarsala de estar com lareira e amplos terraços com charmosos espelhos d’água. Enquanto no pavimento superior, encontram-se quatro suítes amplas, duas delas destinadas aos moradores e as outras duas aos hóspedes.

jp-image.com (Foto: João Paulo Oliveira)

“Os principais materiais deste projeto são o concreto aparente texturizado, a madeira e o bambu natural dos revestimentos, da Neobambu, e a pedra-ferro. São elementos que trazem sensação de aconchego e, ao combiná-los com as esquadrias de alumínio preto, bem minimalistas, e com o vidro, conseguimos praticamente eliminar a barreira visual entre o interior e o exterior”, comenta o arquiteto.

jp-image.com (Foto: João Paulo Oliveira)
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No décor, o mobiliário segue o mesmo conceito da arquitetura apostando em peças com desenhos contemporâneos, linhas retas e tecidos naturais. Com caráter minimalista, a ambientação chama a atenção para alguns objetos de arte, que fazem parte da coleção dos moradores.

jp-image.com (Foto: João Paulo Oliveira)

De acordo com o arquiteto, o que marca o projeto é o jogo entre aspectos opostos. “A rusticidade e a quase brutalidade das formas retas da arquitetura revelam ângulos e espaços diversos que são ora pesados, ora leves e flutuantes. O que é constante é a beleza”, resume.