Highlights from the 2021/22 Métiers d’art Show — CHANEL Shows

Ambassadors and friends of the House Vanessa Paradis, Ibeyi, Lucy Boynton, Pharrell Williams, Sofia Coppola and Anamaria Vartolomei share their impressions after the CHANEL 2021/22 Métiers d’art show at 𝘭𝘦19M, the new Parisian building dedicated to the Fashion Métiers d’art.

Embaixadores e amigos da Casa Vanessa Paradis, Ibeyi, Lucy Boynton, Pharrell Williams, Sofia Coppola e Anamaria Vartolomei compartilham suas impressões após o desfile CHANEL 2021/22 Métiers d’art no 𝘭𝘦19M, o novo edifício parisiense dedicado ao Fashion Métiers d ‘ arte.

Julio Sancho for ELLE Arabia with Nelly Gutierrez

Photographer: Julio Sancho. Fashion Stylist: Lara Bosch. Hair & Makeup: Sandra makeup. Stylist Assistant: Irene Caro. Model: Nelly Gutierrez at View management.

Estudante Ana Gabryele Moreira da USP é primeira brasileira preta premiada com bolsa de agência nuclear internacional

Ana Gabryele Moreira, natural de Salvador (BA), é mestranda na capital paulista e terá incentivo após analisar a participação das mulheres na área nuclear do IPEN. Ela recebeu o Prêmio Marie Curie da Agência Internacional de Energia Atômica.
Por Arthur Stabile, g1 SP — São Paulo

Ana Gabryele Moreira, de 29 anos, estudante do mestrado de tecnologia nuclear na USP e recebeu prêmio de agência nuclear para estudar no exterior — Foto: Cassimano

Estudante de física médica na Universidade de São Paulo (USP), Ana Gabryele Moreira, de 29 anos, seguirá o mestrado fora do país em 2022. Isso porque ela se tornou a primeira mulher preta brasileira a receber o Prêmio Marie Curie da Agência Internacional de Energia Atômica (de sigla IAEA, em inglês), ligada à Organização das Nações Unidas (ONU).

Nascida no bairro de Cajazeiras, área periférica da capital baiana Salvador, a jovem contou com uma série de mulheres a incentivando em sua trajetória escolar. Ela levou o prêmio justamente através de uma análise sobre a participação delas na área nuclear.

Com a conquista do prêmio, a jovem preta terá uma bolsa de 10 mil a 40 mil euros para estudar no exterior a partir do ano que vem. Ainda não está definido o local, podendo ser a sede da Agência, que fica em Viena, na Áustria.

Em 2020, a IAEA iniciou um trabalho para incentivar mulheres a ingressarem no mundo da energia nuclear. Como explica Gabryele, contemplada nesta segunda edição do prêmio, a área é praticamente toda dominada por homens brancos.

“Desenvolvi uma pesquisa junto ao instituto e a WiN Brasil para entender o perfil sociocultural dessas mulheres. Foi perguntado cor, naturalidade, se são orientadas por homens ou mulheres, áreas que mais atuam, mulheres que são referências no instituto pra elas, se tem cargo de chefia”, conta, sobre a pesquisa “Estudo do perfil sociocultural de mulheres que atuam em um instituto nuclear brasileiro”, feito por ela, Priscila Rodrigues, Karoline Suzart e Nelida Mastro.

Resultados da pesquisa

Ana Gabryele traçou o perfil sociocultural dessas mulheres. Nos resultados, com base em respostas voluntárias, as raras mulheres que ocupam espaços são divididas em 84% brancas e apenas 10% pretas. “Não há nenhuma indígena e há poucas mulheres ocupando cargos de chefia”, completa.

O estudo da física nuclear contempla, além do estudo na área nuclear em reatores e usinas, a produção de medicamentos para tratamento de câncer, utilizados hoje pelo SUS. São calibrados equipamentos utilizados na radiologia, detectores de radiação e é feito o planejamento e cálculo de doses corretas para tratamentos de câncer, como em Física Médica, por exemplo.

São funções, como conta a estudante preta, mais voltadas para a saúde. E é onde as mulheres aparecem mais. “Escolher áreas da biomédica sugere feminilização da ocupação. A profissionalização feminina, há séculos, estava relacionada a funções que mulheres desempenham tradicionalmente, atividades como cuidar, educar, servir, que eram entendidas como dom ou vocação”.

Apesar de estudar tecnologia nuclear, Ana também segue como estudante de física médica. Paralelamente, busca mostrar os trabalhos dessas mulheres, entre elas Linda Caldas, Constância Pagano, Mitiko Saiki, Denise Furgaro e Maria Elisa Rostelato. “São as mais citadas e reconhecidas entre as mulheres do instituto”, pontua.

“Teve o trabalho de um homem, aqui no Brasil, em que ele cita 16 homens na física nuclear, nenhuma mulher. E trazemos justamente essa crítica, que tem mulheres muito boas trabalhando na física nuclear do Brasil, reconhecidas internacionalmente, e mulheres não são citas”, exemplifica, ao citar o livro “O Programa Nuclear Brasileiro”, de Carlo Patti, analisado em uma dissertação de Camila Faiçal Cruz.

Trajetória até o estudo internacional

Desde a formação em escola que ficava próximo a uma unidade da Universidade Federal da Bahia, onde explicavam a importância do ensino superior, foram as mulheres responsáveis por instigar Ana Gabryele. Ela é a primeira pessoa da família a ingressar na universidade pública graças, como ela conta, ao sistema de cotas.

Filha de um trabalhador de transporte coletivo e uma dona de casa, ela tentou por cinco anos entrar na UFBA, até passar na Universidade Federal de Sergipe, depois de ter feito um curso tecnológico em radiologia. Ali, recebeu o conselho de ir para a física médica. Deu certo.

Ana Gabryele Moreira, em frente ao reator nuclear da USP — Foto: Cassimano
Ana Gabryele Moreira, em frente ao reator nuclear da USP — Foto: Cassimano

“A partir disso, durante toda a minha graduação, dependi de auxílio permanência e moradia estudantil, como o Reuni. Sem todos esses auxílios não seria possível para mim permanecer na universidade”, relembra. “Eu sou apenas uma dos milhares de jovens com origens e trajetórias semelhantes: periféricas e pretas, que precisam desta oportunidade e condições para poder sonhar com o que estou vivendo agora. Esses auxílios sofrem cortes orçamentários, devido a ações do governo federal no atual momento”, critica.

As professoras do ensino básico deram lugar às orientadoras Divanizia Nascimento, Ana Maia, Susana Lalic, Marcia Attie e Laélia Campos, do curso de Física Médica da Universidade Federal do Sergipe, onde Ana se formou. Elas incentivam as estudantes durante a graduação a conquistarem novas possibilidades no meio acadêmico. Foram elas as responsáveis por provocarem Ana a se mudar e estudar em São Paulo, no Instituto de Pesquisas Energéticas Nucleares (IPEN), dentro da USP – onde fica o primeiro reator nuclear do Brasil e onde algumas delas se formaram.

É nele que são produzidos 25 medicamentos diferentes para o tratamento de câncer, os chamados radiofármacos. Cerca de 85% destes medicamentos no país são feitas no instituto.

Reator nuclear da Universidade de São Paulo  — Foto: Divulgação
Reator nuclear da Universidade de São Paulo — Foto: Divulgação

O IPEN é vinculado à Comissão Nacional de Energia Nuclear, o CNEN, que fiscaliza e regulamenta o uso da energia nuclear em todo o país. Internacionalmente, o CNEN se reporta à Agência Internacional de Energia Atômica. Estava feito o elo para Ana Gabryele tentar – e conseguir – sua bolsa.

“A área nuclear é muito voltada para homens brancos e a agência está com projeto de equidade de gênero”, diz Ana. Para alterar a situação atual, surgiu o WiN (Mulheres na área nuclear, em tradução livre do inglês) – entre eles Win Brasil (Mulheres do Setor Nuclear Brasil), entidade presidida por Danila Dias.

“O propósito é fazer análise quantitativa, promover ações, eventos científicos, desmistificar e incentivar meninas e mulheres a entrarem na área, além de garantir que se tenha um espaço para elas se sentirem acolhidas”, afirma a estudante.

Camille Razat nous dévoile sa routine beauté typiquement française | Beauty Secrets | Vogue France

Le mythe autour de la parisienne et de la femme française de manière plus générale, est toujours bien présent… Il suffit de voir l’engouement autour de la série “Emily in Paris”, dont la saison 2 sera disponible sur Netflix le 22 décembre. Les questions fusent et les papiers sur ce sujet se multiplient ! Comment se maquiller comme une parisienne ? Quels sont les indispensables des pharmacies françaises ? Comment reproduire dans son look ce “je ne sais quoi” distinctif des femmes françaises ? Une chose est sûre : personne n’a vraiment la réponse ! Et pourtant… L’actrice française Camille Razat, récemment nommée ambassadrice L’Oréal Paris, en est l’incarnation parfaite. À tel point qu’elle joue même le rôle de “Camille” dans la série Emily in Paris, au côté de Lily Collins. Elle est spontanée, drôle, chaleureuse et très chic, dans la vie comme dans la série ! Bref, difficile de ne pas tomber sous son charme. En direct depuis la salle de bain de sa suite du Royal Monceau, Camille Razat détaille step-by-step toutes les étapes de sa routine beauté pour un look naturel “à la parisienne”. Au programme : les indispensables des pharmacies françaises, une gestuelle d’auto-massage bien calibrée et un travail du pigment tout en subtilité.

O mito em torno da parisiense e da francesa de uma forma mais geral, ainda está muito presente… Basta ver a mania em torno da série “Emily in Paris”, cuja 2ª temporada estará disponível no Netflix no dia 22 de dezembro. As perguntas estão surgindo e os trabalhos sobre o assunto estão se multiplicando! Como usar maquiagem como um parisiense? Quais são os fundamentos das farmácias francesas? Como reproduzir no seu look esse “je ne sais quoi” que é característico das francesas? Uma coisa é certa: ninguém realmente tem a resposta! E ainda … a atriz francesa Camille Razat, recentemente nomeada Embaixadora da L’Oréal Paris, é a personificação perfeita disso. Tanto é que ela ainda faz o papel de “Camille” na série Emily em Paris, ao lado de Lily Collins. Ela é espontânea, divertida, calorosa e muito chique, tanto na vida como na série! Em suma, é difícil não cair em seu feitiço. Ao vivo do banheiro de sua suíte no Royal Monceau, Camille Razat detalha passo a passo todas as etapas de sua rotina de beleza para um look “parisiense” natural. No programa: o essencial das farmácias francesas, um gesto de automassagem bem calibrado e um trabalho sutil de pigmentação.

Journaliste : Mélanie Defouilloy
Producteur : Mathias Holst
Montage : Laurene vanacker
Styliste: Jessica Falcao
Assistante styliste: Paola Carrillo
Mixage : Manuel Lormel
Étalonnage : Rafael Sultan
Head of Editorial Content : Eugénie Trochu

Pyjama – La Perla
Bracelet et bagues – Marc Deloche
Earcuffs – Repossi et April Please
Collier et bracelet maillons -David Yurman

Pinacoteca de São Paulo ganhará novo edifício e se tornará um dos maiores museus da América Latina

ArchDaily

Render do Projeto da Pinacoteca Contemporânea (Foto: Divulgação)

O Governo de São Paulo anunciou o início das obras da Pinacoteca Contemporânea, o novo prédio da Pinacoteca de São Paulo. Somado à Pinacoteca Luz – edifício que rendeu diversos prêmios a Paulo Mendes da Rocha – e a Pinacoteca Estação, o conjunto da Pinacoteca de São Paulo se tornará em área e capacidade de público, um dos maiores museus de arte da América Latina.

Segundo o Governo de São Paulo, a Pina Contemporânea terá duas galerias preparadas para exposições, com obras de diversos portes, e um centro para atividades socioeducativas. A Biblioteca da Pinacoteca de São Paulo e o Centro de Documentação do Museu, que hoje estão no prédio da Pinacoteca Estação, serão transferidos para duas amplas salas. O espaço também terá uma área de serviços, com restaurante, loja e espaços comuns para livre circulação do público. E o Jardim da Arte, que conecta o prédio da Luz com o novo edifício.

Render do Projeto da Pinacoteca Contemporânea (Foto: Divulgação)
Render do Projeto da Pinacoteca Contemporânea (Foto: Divulgação)

No projeto, estão mantidos os volumes arquitetônicos dos dois blocos de edifícios já existentes no terreno. Conectando esses dois blocos, haverá uma grande praça pública coberta, com 1.339,2 m2. Os antigos pavilhões serão restaurados e seus espaços internos reorganizados, de modo a adaptá-los para o novo uso. Um subsolo e um mezanino complementam a proposta. A intenção foi criar um ambiente com todos os requisitos fundamentais para um museu do século XXI, mas que também fosse amigável, inclusivo, acessível e integrado ao parque da Luz e ao edifício da Pinacoteca Luz. O projeto é assinado pelo escritório Arquitetos Associados – estúdio sediado em Belo Horizonte com ampla experiência em projeto de galerias, assinando diversos pavilhões em Inhotim, e também responsáveis pela curadoria do Pavilhão do Brasil na última Bienal de Arquitetura de Veneza: “Utopias da vida comum” -, com a colaboração de Silvo Oksman, do Metrópole Arquitetos.

Render do Projeto da Pinacoteca Contemporânea (Foto: Divulgação)
Render do Projeto da Pinacoteca Contemporânea (Foto: Divulgação)

O atual diretor-geral da instituição, Jochen Volz, afirmou que “com as novas galerias, o museu terá mais espaço e flexibilidade para expor as mais de 10 mil obras da sua coleção, inclusive aquelas de grande porte. Além de receber obras de artistas internacionais, reafirmando a missão da Pinacoteca de ser um museu de arte brasileira em diálogo com as culturas do mundo”.

 A previsão de inauguração é novembro de 2022.

Render do Projeto da Pinacoteca Contemporânea (Foto: Divulgação)

Para mais informações, consulte a matéria realizada pelo Portal do Governo de São Paulo.

Veja fotos de Raynara Negrine, a top de apenas 18 anos que é destaque nas passarelas internacionais

Recentemente, a modelo desfilou pela Chanel, em Paris

Raynara Negrine em desfile da Chanel em Paris Foto: Divulgação
Raynara Negrine em desfile da Chanel em Paris (Foto: JOY Management / Divulgação)
Raynara Negrine já fez 28 desfiles internacionais Foto: Reprodução/Instagram
Raynara Negrine brilha em ensaio fotográfico para a revista de moda W Magazine Foto: Karim Sadli / W Magazine
Raynara Negrine em ensaio fotográfico para a revista de moda W Magazine Foto: Karim Sadli / W Magazine
Raynara Negrine foi um dos destaques do desfile de alta-costura da Maison Chanel Foto: Thiago Teotonio
Raynara Negrine foi um dos destaques do desfile de alta-costura da Maison Chanel Foto: Divulgação

Spielberg lança atrizes latinas na nova versão de ‘Amor, Sublime Amor’

Original atraiu críticas por ter protagonista branca e a pele de Rita Moreno ter sido escurecida para dar vida a Anita; elenco de Spielberg foi considerado mais autêntico
Andrew Marszal, AFP

Amor, Sublime Amor
Cena do filme ‘Amor, Sublime Amor’ Foto: Niko Tavernise/20th Century Studios

Ser escolhida entre 30 mil candidatas pelo aclamado diretor Steven Spielberg é o sonho de qualquer atriz, mas para Rachel Zegler, ganhar um lugar no elenco da nova versão de Amor, Sublime Amor não foi um processo nada simples.

“Não parecia um conto de fadas. Na verdade, eu estava bastante estressada!”, conta Zegler, que protagoniza o remake do musical que estreia na sexta-feira, 10, nos Estados Unidos.

Para conseguir o papel, Zegler submeteu um vídeo quando tinha 16 anos no qual cantava I Feel Pretty, uma das canções mais famosas da produção. Ela então participou de oito ou nove audições ao longo de um ano.

“Saí de cada rodada pensando: se não for meu, mal posso esperar para ver este filme, e tive o dia de hoje, conheci essas pessoas legais, e talvez eles me considerem para outra coisa”, diz a atriz, agora com 20 anos, em entrevista à AFP.

“Eu me diverti muito e aí eu consegui a oportunidade de realmente fazer o filme”, acrescenta.

Devido à pandemia, o longa levou mais de dois anos para estrear após o término das filmagens. Nesse intervalo, Zegler ganhou o papel de Branca de Neve no recriação live action desse clássico da Disney.

Agora na tela grande e lançada ao estrelato com um papel que pode até colocá-la na competição pelo Oscar, Zegler diz que não tem certeza como se sente ao se tornar uma celebridade. “Ser conhecida é divertido, é legal”, comenta

Somos diferentes

A decisão de Spielberg de refazer o filme de 1961 atraiu críticas de muitos fãs que sentiram que não havia nada a melhorar.

Marcando um recorde para um musical, Amor, Sublime Amor venceu dez Oscars, incluindo Melhor Atriz Coadjuvante para a porto-riquenha Rita Moreno, a primeira mulher latina a ganhar a estatueta por sua atuação, que viria a se tornar uma das poucas artistas a também ganhar um Emmy, um Tony e um Grammy, grupo seleto chamado de EGOT.

As resenhas da nova versão foram entusiásticas, com especial destaque para Zegler e Ariana DeBose, que interpreta Anita, o papel que era de Moreno em 1961.

Diante das críticas que o original atraiu porque sua protagonista, María, foi interpretada por uma mulher branca (Natalie Wood), e porque a pele de Moreno foi escurecida para ela dar vida a Anita, o elenco de Spielberg foi considerado mais autêntico.

DeBose, que é afro-latina, diz que suas raízes a ajudaram a recriar a personagem de uma forma diferente da versão de Moreno, que, agora com 90 anos, também faz uma participação no filme.

“Não foi intimidador porque somos diferentes. Claro que ela é um ícone, ela é amada. Mas por eu ser afro-latina, somos mulheres diferentes com experiências diferentes, e minhas experiências informam essa personagem completamente”, explica DeBose.

“Caminho pelo mundo de uma maneira muito diferente. Então sinto que quando você sabe que tem algo a oferecer a um personagem, você se apega a isso e tira o foco da pressão do legado de outra pessoa”, acrescenta.

Zegler, que é de uma família colombiana, diz ainda: “Como latina, não poderia estar mais orgulhosa de fazer parte de um projeto que nos representa de forma tão bonita.”

Dita Eyewear 2022

Dita Eyewear 2022
Source: dita.com
Published: January 2022

All people in this campaign:

Paolo Zerbini – Photographer
Lana Jay Lackey – Fashion Editor/Stylist
Luigi Murenu – Hair Stylist
Wanessa Milhomem – Model

Kaia Gerber, filha de Cindy Crawford tira foto com mesmo suéter usado por mãe em capa de revista de 1994

“Meu bebê roubou meu look”, brincou a modelo

As modelos filha e mãe Kaia Gerber e Cindy Crawford usando o mesmo look em 2021 e 1994, respectivamente (Foto: Instagram)

A modelo Cindy Crawford, 55 anos, fez um post mostrando que sua filha, a também modelo Kaia Gerber, 20 anos, usou o mesmo suéter curto que ela vestiu para fotografar a capa da revista Elle em 1994.

“Meu bebê roubou meu look”, escreveu Cindy em postagem no Instagram que compara as imagens de Kaia vestindo a peça da Ralph Lauren que conta com uma bandeira norte-americana, além da capa da revista em questão.

A publicação recebeu mais de 189 mil curtidas. Nos comentários, diversos fãs falaram sobre as semelhanças entre mãe e filha. “A maçã não cai longe do pé”, escreveu uma seguidora. “Eu realmente achei que fosse você nas duas fotos por um segundo! Linda como mamãe”, pontuou outro.

A capa da revista ‘Elle’ em que Cindy aparece usando o suéter curto com estampa da bandeira norte-americana ficou marcada como uma das mais icônicas da carreira da modelo. A edição foi publicada em 1994, durante o auge de sua carreira e quatro anos antes dela se casar com Rande Gerber, pai de seus dois filhos: Kaia e Presley, 22 anos e também modelo.