Olivia von Halle The Depths of Desire Collection Campaign By: Joyce Ng

Olivia von Halle The Depths of Desire Collection Campaign By: Joyce Ng
Source: us.oliviavonhalle.com
Published: November 2021

In this picture: Daseul Kim
Credits for this picture: Joyce Ng (Photographer), Danielle Emerson (Fashion Editor/Stylist), Shiori Takahashi (Hair Stylist), Ana Takahashi (Makeup Artist)

All people in this campaign:

Joyce Ng – PhotographerDanielle Emerson – Fashion Editor/StylistShiori Takahashi – Hair StylistAna Takahashi – Makeup ArtistDaseul Kim – Model

In this picture: Daseul Kim
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Nubank vive ressaca e perde US$ 13,4 bilhões em 1 semana após forte estreia na Bolsa

Nesta segunda-feira, 20, os preços da ação da fintech fecharam, pela primeira vez, abaixo do valor da oferta inicial de ações, feita no último dia 9
Matheus Piovesana, O Estado de S.Paulo

No centro da imagem: Edward Wible, David Vélez e Cristina Junqueira, os fundadores do Nubank. Desde o pico no dia 10, ação do banco caiu 25%. Foto: Brendan McDermid/Reuters – 9/10/2021

No dia 9 de dezembro, o Nubank estreou nas Bolsas de Nova York e de São Paulo com festa, expectativa e 15% de alta. Seis dias depois, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) anunciou ter pressionado mais o freio das compras de ativos financeiros, uma das chaves de seu amplo programa de estímulos monetários, e sinalizou que elevará os juros da economia americana três vezes no ano que vem. Esses dois fatores produziram uma ressaca que levou a ação da fintech a fechar pela primeira vez, nesta segunda-feira, 20, abaixo do preço de sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Desde o pico, no último dia 10, a ação do Nubank caiu 25%. Com essa retração, o banco mais valioso da América Latina perdeu US$ 13,4 bilhões (ou R$ 70 bilhões) em valor de mercado em poucos dias. Por trás da queda está a percepção de redução da liquidez dos mercados internacionais, ao mesmo tempo em que analistas iniciam a cobertura do neobanco indicando cautela.

Rodrigo Crespi, analista da Guide, lembra que a indicação de vários BCs, não só o americano, de que aumentarão as taxas de juros tende a penalizar empresas de tecnologia. “Com todos os maiores mercados anunciando medidas contracionistas do ponto de vista monetário, para uma empresa de grande crescimento fica alto o custo de captação.”

O humor dos investidores globais já reflete essa expectativa. A retirada de estímulos pelo BC dos EUA, acompanhada de altas nos juros, tende a enxugar a liquidez dos mercados de capitais, o que prejudica empresas com alto crescimento, como o Nubank.

Esse tipo de companhia precisa de capital novo com frequência, porque, em geral, opera no vermelho, ou seja, não gera todo o caixa de que precisa para crescer. O Nubank, no consolidado, ainda dá prejuízo, em uma escolha que privilegia o crescimento, de acordo com seus fundadores.

O disputado IPO do Nubank explica em parte a alta que o papel teve em seus primeiros dias. Em momentos como esse, a ação tende a ser disputada, nos primeiros pregões, por investidores que ficaram de fora do livro da oferta. “Considerando que foi um IPO que fez bastante barulho, era esperado, muitas pessoas que não conseguiram fazer reserva acabaram entrando logo após a estreia”, diz Crespi.

Cautela

Em paralelo, assim como os demais bancos, o Nubank também pode desacelerar junto com a economia brasileira. Os analistas Eduardo Rosman, Ricardo Buchpiguel e Thiago Paura, do BTG Pactual, iniciaram a cobertura do papel na semana passada com recomendação neutra e uma mensagem de cautela, citando, justamente, o que 2022 pode reservar para o setor financeiro,  Nubank incluído.

“O Nu ainda se parece muito mais com um banco do que com uma empresa de software. E bancos têm necessidades de capital e custos com inadimplência conforme crescem”, escreveram os profissionais. “Tememos, de todo modo, que a combinação de seu valuation extremamente alto e um timing ruim torne a ação uma aposta muito arriscada.”

O ‘timing’ descrito pelo BTG é de uma piora nas condições econômicas brasileiras. “Dada a deterioração do cenário macro do Brasil, ser prudente em 2022 pode ser a estratégia certa. Mas uma avaliação de mercado alta aceita a necessidade de prudência em relação ao crescimento no próximo ano?”, afirmaram os analistas.

O BTG afirmou, em seu relatório, que o Nubank tem amplo potencial de ser lucrativo. Embora o tíquete médio das transações de seus clientes seja baixo, o custo de aquisição também é, graças à força da marca que faz com que boa parte do crescimento se dê no bom e velho boca a boca.

Entretanto, segundo o banco, para justificar a avaliação do mercado, a fintech teria de entregar em 2026 um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) de 30%, e lucro de US$ 2,1 bilhões, acima do que os grandes bancos brasileiros, mais rentáveis que a média internacional, entregaram nos últimos trimestres.

As ações de empresas brasileiras diretamente listadas em Nova York, no geral, caminham para fechar o ano no vermelho. Os papéis da Stone, por exemplo, caem quase 82% até esta segunda, diante tanto do cenário macro menos otimista para o Brasil quanto dos problemas que a empresa teve em seu produto de crédito. Os papéis da XP caem quase 28%, e os da PagSeguro, 57%.

Zendaya está de volta em novo trailer da 2ª temporada de Euphoria

Estreia do novo ano acontece em 9 de janeiro
JULIA SABBAGA

A segunda temporada de Euphoria teve o seu novo trailer revelado pela HBO Max, mostrando retorno de Zendaya como Rue Bennett. Confira acima.

Apesar da demora para o lançamento do 2.º ano, a série teve dois episódios especiais neste intervalo, focados em Rue (Zendaya) e Jules (Hunter Schafer).

A estreia dos novos episódios acontece a partir de 9 de janeiro na HBO e na HBO Max.

Les Benjamins Drop Limited Edition Tracksuits Collection

Para comemorar a inauguração de sua nova Dubai Store, Les Benjamins revelou uma coleção de cápsulas de moletons de edição limitada.

Os agasalhos de Dubai vêm em 10 cores: “angel falls, whisper pink, stone blue, river blue, castanha torrada, capuchinha, tremoço, yellow pear, drimaren e jarro”.

A coleção está disponível a partir de 16 de dezembro na Les Benjamins Dubai Store e online.

Credits:
Photography and creative direction: @spacemanone @studiogoka
⁠Stylist & Producer: ⁠@babylon.doll ⁠
Photo assistant: ⁠@rmzgrmz
⁠Models: ⁠@khayalofficiall_⁠ @sachikosawah⁠ @linasabrry⁠ @abdudesires⁠ ⁠@feezy_boyboy

Eiko Ai | Spring Summer 2022 | Digital

Eiko Ai | Spring Summer 2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – 080 Barcelona) #Eikoai #SS22

Apple poderá lançar monitor mais barato e iPad de 15″, diz Gurman

Em seu boletim informativo “Power On” mais recente, o jornalista Mark Gurman (da Bloomberg) afirmou “acreditar fortemente” que a Apple está trabalhando em um novo “monitor externo mais barato para Macs”.

Nesse sentido, Gurman afirma que um monitor de custo mais baixo seria “um sucesso de vendas para aqueles que desejam adicionar uma tela maior ao seu novo MacBook Pro sem gastar o equivalente a um carro de luxo no Pro Display XDR“.

Uma versão mais em conta do monitor da Apple seria possível uma vez que (provavelmente) o custo de produção do Pro Display XDR tenha caído desde seu lançamento. Além disso, com “alguns ajustes e uma pequena queda no brilho”, Gurman avalia que a Apple poderia oferecer um monitor de qualidade semelhante e ligeiramente menor por cerca da metade do preço da versão atualmente disponível.

As especulações de Gurman vêm logo após surgirem rumores de que a LG está trabalhando em um trio de monitores — os quais teriam 24″, 27″ e 32″, sendo que os dois últimos contariam com telas Mini-LED compatíveis com a tecnologia ProMotion (taxa de atualização variável de até 120Hz).

iPad de 15 polegadas

Ainda de acordo com Gurman, a Apple estaria desenvolvendo um iPad de 15″ voltado para o controle de dispositivos residenciais inteligentes (como o Echo Show 15, da Amazon), o qual também rodaria aplicativos para Macs.

Além disso, o chassi desse modelo seria mais espesso para comportar um novo sistema de som (mais potente) e a Apple realocaria a câmera para a borda mais comprida, já que o dispositivo seria usado mais na horizontal — o qual também teria suporte para montagem na parede.

Ainda segundo ele, a Apple teria imediatamente uma vantagem sobre a Amazon graças à App Store, sem contar que tal dispositivo poderia funcionar como um substituto a outros iPads e Macs.

Gurman ressalta, contudo, que tal iPad seria caro e que a Apple teria ainda muito a trabalhar para equiparar a Siri às assistentes de outros serviços, como a Alexa e o Google Assistente — incluindo a opção para acessar serviços de terceiros. [MacMagazine]

Volta de ‘Sex and the city’ é pura decepção

PATRÍCIA KOGUT

Atrizes gravam ‘Sex and the city’ (Foto: Reprodução)

O lançamento de “And just like that” na HBO Max faz duvidar de que valha a pena ressuscitar programas de tanto sucesso como “Sex and the city”. A série original foi ao ar entre 1998 e 2004. O enredo acompanhava quatro amigas, Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Samantha Jones (Kim Cattrall), Charlotte York (Kristin Davis) e Miranda Hobbes (Cynthia Nixon). Solteiras, elas namoravam muito e trocavam confidências de forma irrestrita. Falavam de sexo com uma liberdade àquela altura ainda pouco vista na televisão. A produção marcou e deixou um legado na teledramaturgia. Sua linguagem e os temas que retratou balizaram inúmeras atrações que vieram depois.

Havia um rompimento de padrões na forma de contar as histórias. A abordagem tão livre da intimidade feminina trazia uma verdade que conquistou o público. As quatro circulavam pelos lugares charmosos de Nova York com um figurino de primeira, principalmente Carrie, dona de uma coleção de sapatos. A moda era um tema central, quase um personagem. A cidade, também. A série tinha um arco dramático maior e situações que se esgotavam mais rapidamente. As amigas viraram emblemas de uma época.

Entre a história original e a de hoje, fizeram três filmes de qualidade duvidosa. Nenhum deles alcançou o êxito obtido pela televisão. Mas nada arranhou a força da boa lembrança que a série tinha deixado.

Agora, esse símbolo da memória afetiva pura no palito está sucateado. Vinte anos se passaram num instante, como indica o título. Porém, em “And just like that”, não houve amadurecimento. As amigas chegaram aos 50 com voz de púberes e fazendo biquinho de adolescentes. Ao que indicam os dois primeiros episódios, elas perderam o bonde do charme, da iconoclastia e do frescor narrativo. Aquelas mulheres que viviam à frente de seu tempo agora parecem adultas que não cresceram totalmente.

As personagens já não são as mesmas, natural. Os temas também mudaram. Só que nada disso acontece de forma orgânica. É simplista e preguiçosa, por exemplo, a forma como a série tenta responder às acusações de ter um elenco não inclusivo. A solução é esquemática: cada uma tem uma amiga de alguma minoria, pronto.

Miranda, antes uma mulher decidida, inteligente e articulada, perdeu o traquejo. Depois de anos como advogada numa empresa, ela volta a estudar. Mas exagera nos figurinos. Vai à primeira aula vestida para o baile e erra tudo o que diz à professora. Não parece Miranda, e sim uma daquelas donas de casa que decidem enfrentar o mercado depois de um longo hiato profissional. Uma figura que, convenhamos, foi mais comum nos anos 1970/1980. Não em 2021.

Charlotte, a romântica, se casou e é uma mãe dedicada de duas meninas. Mas, francamente, também evoluiu mal. É só boba.

Carrie conserva o figurino de antes e o jeito charmoso, e tenta se adequar aos tempos. Em “And just like that”, pena, até isso se expressa de forma cosmética: ela agora faz um podcast — oh!, que moderna.

O público que vinha aguardando essa estreia com grande expectativa sabe que Kim Cattrall saiu por desentendimentos com Sarah Jessica. O roteiro resolveu bem a ausência, que é mencionada abertamente. Uma grande virada acontece no segundo episódio (e não vou detalhar aqui porque é um mega spoiler). Ela é trágica, mas, noves fora, serve a impulsionar a trama.

“Sex and the city” merecia muito mais.

Previsão: TikTok seria a 3ª maior rede social do mundo

Ficando atrás, é claro, apenas do Facebook e do Instagram

Uma nova estimativa indica que o TikTok se tornou a terceira maior rede social do mundo. A firma de análises Insider Intelligence prevê que o aplicativo alcançará 755 milhões de usuários ativos mensais em 2022 — muito por conta do seu crescimento de 59,8% em 2020 e de 40,8% em 2021. Pesquisas anteriores, contudo, indicam que o TikTok já havia atingido a marca de 1 bilhão de usuários mensais.

Vale notar que as análises da Insider Intelligence são um pouco diferentes do habitual. Em suas estimativas de número de usuários mensais, a firma contabiliza apenas usuários que fizeram login no app ao menos uma vez ao mês durante todos os meses do ano; ela ainda se dá ao trabalho (muito bem, obrigado) de tentar excluir contas fake.

As outras estimativas da firma indicam que, no ano que vem, o Facebook alcançará 2,1 bilhões de usuários mensais (ainda em 1º lugar como a rede social mais utilizada no mundo), seguido pelo Instagram, com 1,28 bilhãoSnapchat e Twitter vêm em seguida, com 464,9 milhões e 345,3 milhões de usuários mensais, respectivamente.

Redes sociais pesquisa

Que o TikTok anda em uma crescente absurda nós já sabíamos, principalmente em vista de outras pesquisas — as quais já indicaram, inclusive, que ele foi o app mais baixado do mundo em agosto deste ano. Além disso, a Insider Intelligence ainda espera que o TikTok tenha um crescimento de 15,1% em 2022, bem abaixo de anos anteriores, mas ainda assim, um crescimento considerável.

No mais, a pesquisa aponta que ainda há muito espaço para o TikTok crescer, visto que, segundo suas análises, em 2022, ao menos 3,57 bilhões de pessoas usarão um aplicativo de rede social ao menos uma vez por mês. [MacMagazine]

Chris Noth e o escândalo de assédio

 Chris Noth, o Mr. Big de “Sex and the city”

As acusações envolvendo Chris Noth, o Mr. Big de “Sex and the city”, fazem pensar. Na última semana, o ator foi apontado por duas mulheres diferentes — e que não se conhecem — como responsável por atos de assédio sexual. Ele se disse surpreso e negou tudo. Foi assunto do “The Hollywood reporter” que depois se generalizou por toda a imprensa. Não é a primeira vez que vemos isso acontecer nos anos mais recentes. O movimento #MeToo confirma isso.

Não entro aqui no mérito de quem está dizendo a verdade, mas nas consequências do escândalo para o ator e o programa. No mesmo dia em que isso ocorreu, Noth perdeu também pelo menos um contrato comercial. É que, em “And just like that”, seu personagem passa mal, sofre um infarto e tem um fim chocante. Acontece enquanto ele está em casa praticando spinning. Por causa dessa cena, o ator levou o posto de garoto-propaganda de uma empresa fabricante de equipamentos esportivos, a Peloton.

Parece uma grande ironia: primeiro, Noth faturou com a morte, porque estrelou uma cena trágica; e, depois, foi cortado da campanha publicitária justamente por razões morais.

O assunto não foi encerrado. E é melhor que não seja mesmo. Acusações assim devem ser investigadas. A conferir. [PATRÍCIA KOGUT]