Bilheteria EUA: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, Sing 2, Matrix Resurrections, King’s Man: A Origem, American Underdog

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa domina bilheteria americana pelo segundo final de semana

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa arrecadou US$ 81 milhões de dólares neste fim de semana nas bilheterias americanas e ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão mundialmente. O filme foi o primeiro a atingir esses números desde o início da pandemia.

O longa dominou as bilheterias dos EUA pela segunda semana e fez mais de três vezes a bilheteria do segundo lugar, Sing 2, que arrecadou US$ 23,7 milhões em seu primeiro final de semana.

Em terceiro lugar ficou a estreia de Matrix Resurrections. O quarto filme da franquia das irmãs Wachowski arrecadou apenas US$ 12 milhões entre sexta-feira (24) e hoje (26). Vale lembrar que nos EUA os filmes da Warner são lançados no HBO Max junto da estreia nos cinemas, o que pode diminuir a bilheteria.

Em quarto lugar, o também estreante King’s Man: A Origem teve US$ 6,3 milhões na bilheteria dos Estados Unidos no mesmo período. Fechando em quinto American Underdog com US$ 6.2

Adut Akech – Vogue Australia January 2022 Cover

Vogue Australia January 2022 Cover
Source: vogue.com.au
Published: January 2022

All people in this magazine cover:

Charles Dennington – Photographer Mark Vassallo – Fashion Editor/Stylist Sophie Roberts – Hair Stylist Victoria Baron – Makeup Artist Rikki Keene – Casting Director Adut Akech – Model

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa bate US$ 1 bilhão em bilheteria mundial

Filme é a maior bilheteria na era da pandemia
PEDRO HENRIQUE RIBEIRO

O filme Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa ultrapassou US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. Esse é o primeiro longa a atingir a marca desde o início da pandemia. A informação é do Deadline.

Com a arrecadação dos dias 24 e 25 de dezembro o longa fez cerca de US$ 1,05 bilhão e se tornou o novo bilionário da Marvel e Sony. Além disso, é o segundo bilhão mais rápido do MCU (e da história), empatando com Vingadores: Guerra Infinita — Ultimato é o primeiro da lista.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa conta com o retorno de vários antigos astros da franquia: de Jamie Foxx, de O Espetacular Homem-Aranha 2, novamente no papel do vilão Electro; a Alfred Molina, de Homem-Aranha 2, como o Doutor Octopus.

O que é a ‘amplificação algorítmica’, que está na mira do governo dos EUA?

Projetos de lei tentam responsabilizar gigantes da tecnologia por comportamento de algoritmos em publicações nas redes sociais
Por David McCabe – The New York Times

A Meta (grupo que controla o Facebook, Instagram e WhatsApp), comandada por Mark Zuckerberg, é uma das empresas de tecnologia que podem ser reguladas pelo governo dos Estados Unidos

Os políticos passaram anos investigando como o discurso de ódio, a desinformação e o bullying nas redes sociais podem levar a danos no mudo real. Cada vez mais, eles chamam a atenção para os algoritmos por trás de sites como Facebook e Twitter, para o software que decide qual conteúdo os usuários verão e para quando isso acontecerá.

Alguns congressistas americanos, tanto democratas como republicanos, argumentam que, quando os sites de redes sociais impulsionam o desempenho de conteúdos de ódio ou violentos, tornam-se cúmplices. E eles propuseram projetos de lei para remover as proteções legais das empresas que permitem a elas evitar ações judiciais contra a maior parte do conteúdo postado por seus usuários, nos casos em que a plataforma ampliou o alcance de uma postagem prejudicial.

O Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Estados Unidos discutiu várias das propostas em uma audiência em 1.º de dezembro, quando contou com o depoimento de Frances Haugen, a ex-funcionária do Facebook que recentemente divulgou uma coleção de documentos internos reveladores da empresa.

Remover a proteção legal, conhecida como Seção 230, significaria uma mudança radical para a Internet, porque a lei há muito possibilita o grande volume de sites de redes sociais. Frances disse que apoia a alteração da Seção 230, que faz parte da Lei de Decência nas Comunicações, para que ela não inclua mais certas decisões tomadas por algoritmos em plataformas de tecnologia.

Mas o que exatamente conta como uma amplificação algorítmica? E qual é a definição precisa de prejudicial? As propostas oferecem respostas bem diferentes a essas perguntas importantes. E como elas forem respondidas pode determinar se os tribunais consideram os projetos de lei constitucionais.

Aqui está como os projetos de lei abordam essas questões controversas:

O que é amplificação algorítmica?

Os algoritmos estão por todos os lados. Basicamente, um algoritmo é um conjunto de instruções que dizem a um computador como fazer alguma coisa. Se uma plataforma pudesse ser processada todas as vezes em que um algoritmo fizesse algo em relação a uma postagem, produtos que os legisladores não estão tentando fiscalizar talvez fossem atingidos.

Algumas das leis propostas definem o comportamento que desejam regulamentar em termos gerais. Um projeto de lei apoiado pela senadora democrata por Minnesota, Amy Klobuchar, submeteria uma plataforma a ações judiciais se ela “impulsionasse” o alcance da desinformação sobre saúde pública.

O projeto de lei de Amy em relação à desinformação sobre saúde não faria nada contra as plataformas se o algoritmo delas promovesse conteúdo de forma “neutra”. Isso poderia significar, por exemplo, que uma plataforma que classifica o conteúdo postado em ordem cronológica não teria que se preocupar com a lei.

Outras legislações são mais específicas. Um projeto de lei da deputada democrata pela Califórnia, Anna Eshoo, e do deputado democrata por Nova Jersey, Tom Malinowski, define amplificação perigosa como fazer qualquer coisa para “classificar, organizar, impulsionar, recomendar, amplificar ou alterações semelhantes na entrega ou na exibição de informações”.

Outro projeto de lei redigido pelos democratas da Câmara especifica que as plataformas podem ser processadas apenas quando a amplificação em questão for influenciada pelos dados pessoais de um usuário.

“Essas plataformas não são espectadores passivos – elas estão conscientemente colocando os lucros acima das pessoas, e nosso país está pagando o preço”, disse o deputado Frank Pallone Jr., presidente do Comitê de Energia e Comércio dos EUA, em um comunicado ao anunciar a legislação.

O novo projeto de lei de Pallone inclui uma dispensa para qualquer empresa com no máximo 5 milhões de usuários mensais. Também exclui publicações que aparecem quando um usuário pesquisa algo, mesmo que um algoritmo os classifique, e a hospedagem na web e outras empresas que constituem o alicerce da Internet.

Qual conteúdo é prejudicial?

Os legisladores e outros profissionais chamam a atenção para uma grande variedade de conteúdos que consideram estar relacionados com danos no mundo real. Há teorias da conspiração, que poderiam levar alguns adeptos a se tornarem violentos. Publicações de grupos terroristas que poderiam incentivar agressões, como os parentes de um homem esfaqueado por um integrante do Hamas argumentaram ao processarem o Facebook. Outros formuladores de políticas expressaram preocupações em relação aos anúncios direcionados que levam à segregação habitacional.

A maioria dos projetos de lei atualmente em tramitação no Congresso combate tipos específicos de conteúdo. O projeto de lei de Amy foca na “desinformação sobre saúde”. Mas a proposta deixa nas mãos do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA determinar o que exatamente isso significa.

“A pandemia de covid-19 nos mostrou como a desinformação pode ser letal e é nossa responsabilidade tomar uma atitude”, disse Amy ao anunciar a proposta, que foi coescrita pelo senador democrata pelo Novo México, Ben Ray Luján.

A legislação proposta por Anna e Malinowski tem uma perspectiva diferente. Ela se aplica apenas à amplificação de postagens que violem três leis – duas que proíbem violações dos direitos civis e uma terceira que tem como consequência o terrorismo internacional.

O projeto de lei de Pallone é o mais recente do conjunto e tem como foco qualquer conteúdo que “contribua significativamente com danos físicos ou emocionais graves a qualquer pessoa”. Esse é um elevado requisito legal: sofrimentos emocionais devem ser acompanhados de sintomas físicos. Mas o projeto abrange, por exemplo, uma adolescente que ao ver postagens no Instagram que diminuam tanto sua autoestima a façam tentar machucar a si mesma.

Alguns republicanos manifestaram preocupações em relação à proposta ao argumentar que ela encorajaria as plataformas a remover o conteúdo que deveria ser mantido. A deputada Cathy McMorris Rodgers, de Washington, a principal republicana do comitê, disse que essa era uma “tentativa levemente velada de pressionar as empresas a censurarem mais a expressão [dos usuários]”.

O que pensam os juízes?

Os juízes têm sido céticos em relação à ideia de que as plataformas devem perder sua imunidade legal quando amplificam o alcance do conteúdo.

No caso envolvendo a agressão pela qual o Hamas assumiu a responsabilidade, a maioria dos juízes que ficou sabendo do caso concordou com o Facebook que seus algoritmos não poderiam resultar na perda da proteção legal pelo conteúdo criado por usuários.

Se o Congresso criar uma dispensa para a proteção legal – e ela resistir ao escrutínio legal -, os tribunais podem ter que seguir seu exemplo.

Mas, se os projetos se tornarem leis, provavelmente suscitarão dúvidas significativas quanto a se violam as proteções de liberdade de expressão da Primeira Emenda.

O Judiciário decidiu que o governo não pode beneficiar um indivíduo ou uma eventual empresa na restrição de expressão que seria protegida pela Constituição de outra forma.

“A questão é: o governo pode proibir diretamente a amplificação algorítmica?”, perguntou Jeff Kosseff, professor de direito cibernético da Academia Naval dos EUA. “Isso vai ser difícil, principalmente se você estiver tentando dizer que não se pode amplificar certos tipos de discurso.” / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Daniela Rettore for Harper’s Bazaar Arabia with Antonia El Ghali

Photographer: Daniela Rettore. Fashion Stylist: Benedetta Ceppi. Hair Stylist: Stefano Rolandi. Makeup Artist: Chiara Cima. Model: Antonia El Ghali at IMG.

Itália deve banir criação de animais para a venda de peles em território nacional

Uma comissão do Senado votou pelo fim deste tipo de empreendimento em todo o país, agora, falta a decisão final do Parlamento

Os casacos são da coleção da Carol Bassi, que desenvolve somente peles sintéticas (Foto: Nicole Fialdini)

A Itália deu o primeiro passo para proibir permanentemente a criação de animais para a venda de peles após o Senado aprovar uma emenda à lei orçamentária que prevê, entre outros temas, o fim deste tipo de empreendimento em território nacional.

Agora, cabe ao Parlamento tomar a decisão final, o que deve ocorrer nas próximas semanas. Caso se confirme, a Itália irá fechar pelo menos 10 fazendas de criação de visons já nos próximos seis meses, fazendo com o que o país se junte a nações como Áustria, Bélgica, Croácia, República Tcheca, Holanda e Noruega, que seguiram pelo mesmo caminho.

Algumas grifes italianas, no entanto, já haviam decidido pelo fim do uso de peles em suas coleções, como é o caso da Valentino, ArmaniGucci, Prada e Versace.

A organização pelos direitos dos animais Humane Society International/Europe (HSI/Europe) celebrou o avanço. “A HSI/Europe está imensamente orgulhosa de que a nossa estratégia de conversão de explorações de produção de peles tenha desempenhado um papel central no desmantelamento desta indústria cruel e perigosa no nosso país”, afirmou a diretora da entidade, Martina Pluda.

“Existem razões muito claras de ordem econômica, ambiental, de saúde pública e, claro, de bem-estar animal para encerrar e proibir as explorações de peles. A votação de hoje reconhece que permitir a criação em massa de animais selvagens para a moda frívola das peles representa um risco tanto para os animais como para as pessoas, que não pode ser justificado pelos benefícios econômicos limitados que proporciona a uma pequena minoria de pessoas envolvidas nesta indústria cruel”, finalizou.

G Saints | Resort 2022 | Full Show

G Saints | Resort 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Art Hearts Fashion Swim Week) #Miamiswim #ArtHeartsFashion

Andrea Rocha – Andale/Never Let Go

Microsoft, Lenovo e Intel cancelam participação presencial na CES 2022

Empresas alegam preocupação com a disseminação da variante ômicron, do novo coronavírus
Por Agências internacionais – Reuters

Consumer Electronic Show (CES) é a maior feira de tecnologia do mundo, planejada para ocorrer presencialmente em Las Vegas em janeiro de 2022

A Microsoft, a Lenovo e a Intel informaram que não irão participar da Consumer Electronics Show (CES) 2022, planejada para acontecer em Las Vegas (EUA) no início de janeiro. A participação remota, por meio de vídeos, ocorrerá, segundo comunicado enviado na sexta-feira, 24.

As companhias juntam-se a uma lista de empresas que optaram por não ter presença física na maior feira de tecnologia do mundo, preocupadas com a rápida disseminação da variante ômicron do novo coronavírus.

Na semana passada, a fabricante de automóveis General Motors, a Alphabet (controladora do Google e da empresa de tecnologia automotiva autônoma Waymo), a Meta, o Twitter, a Amazon e a operadora de telecomunicações AT&T cancelaram os planos de participação presencial, alegando preocupação com a disseminação da covid-19.

Funcionários da CES reafirmaram na quinta-feira passada que o evento ainda será realizado presencialmente, de 5 a 8 de janeiro, com “fortes medidas de segurança em vigor”, que incluem obrigatoriedade de vacinação completa, máscaras e disponibilidade de testagem para os participantes, ainda que não obrigatória para entrar no evento.

Empresas como Samsung, Sony, LG e Qualcomm estão entre as confirmadas para a CES 2022.