Michael Altman for Vogue Hong Kong with Fala Chen

Set Designer Michael Altman for the November Cover story with Marvel star Fala Chen. Photographer, Walter Chin – Fashion Director, Sean K – Stylist, Jolene Lin – Hair Stylist, Yoichi Tomizawa – Makeup Artist, Seong Hee Park – Nail Artist, Kiyo Okada – Production, Lee Kyung Kim. 

Sophie Charlotte sobre ‘Passaporte para Liberdade’: “Precisei inventar uma coragem dentro de mim”

Atriz, que nasceu e viveu na Alemanha até os 8 anos, fala sobre desafios de trabalho e reconexão com seu país de origem
BEATRIZ BOURROUL (@BIABOURROUL)

Sophie Charlotte sobre papel de Aracy de Carvalho: Não existem acasos e o destino tem sido muito generoso comigo (Foto: Reprodução/Instagram)

Sophie Charlotte, 32 anos de idade, ficou dedicada ao trabalho em Passaporte para Liberdade durante os últimos três anos e não esconde a satisfação em ver a minissérie na TV Globo. A atriz, que bateu na porta do diretor Jayme Monjardim para se candidatar à personagem, afirma ter ficado fascinada com a história de Aracy de Carvalho – brasileira que foi morar na Alemanha em 1935 e se arriscou para salvar muitas pessoas durante a Segunda Guerra Mundial.

“Viver a Aracy me despertou para a importância de ter coragem na vida, de agir pelo coração, sem temer, sem deixar o medo tomar conta. Essa minissérie é um convite à ação”, conta ela, que gravou toda a trama em inglês. “Por mais que eu já falasse a língua, é diferente ter que atuar nela. A forma de memorizar o texto era outra.”

Para o trabalho, Sophie voltou sozinha para Hamburgo, cidade alemã onde nasceu e viveu até os 8 anos de idade. “Tenho uma ligação muito profunda com a cidade de Hamburgo. O alemão é minha língua materna. Foi onde nasci e vivi até os 8 anos. Já a Aracy nasceu no Brasil e foi morar em Hamburgo. A mãe dela era alemã, assim como a minha mãe é alemã. Esse encontro cultural do Brasil com a Alemanha faz parte da minha vida.”

Quem: Você contou que teve ‘cara de pau’ e batalhou pelo personagem da Aracy de Carvalho em Passaporte para Liberdade. Quais as realizações que este trabalho te proporcionou?
Sophie Charlotte: 
Foi arrebatador descobrir uma história de uma mulher dessa magnitude e dessa importância. Descobri, meio que por acaso, em um almoço no Projac que essa história dela se tornaria uma série. Fui correndo bater na porta da sala do Jayme [Monjardim, diretor]. Muitos acasos me levaram para essa história. Aprendi muito, de um jeito imensurável, com a Aracy. Meu coração acelera ao ver os capítulos. Não foi nem um, nem dois anos envolvida com essa personagem. Foram três anos intensamente envolvida na preparação para viver a Aracy.

Aracy de Carvalho é o papel de Sophie Charlotte em Passaporte para Liberdade (Foto: Divugação/TV Globo)
Aracy de Carvalho é o papel de Sophie Charlotte em Passaporte para Liberdade (Foto: Divugação/TV Globo)

Em tanto tempo dedicada a uma personagem, o que pode detalhar dessa preparação?
Quando fui bater na porta do Jayme, a série seria em português. No meio do processo, definiu-se que seria feita em língua inglesa par possibilitar a parceria da TV Globo com a Sony. Demos um passo além para que a série seja distribuída para diferentes países. Atuar em outra língua é uma aventura imensa. Durante todo o tempo deste processo, acabei ganhando o domínio em uma outra língua. Já falava inglês, mas uma coisa é falar e outra coisa é atuar em uma língua que não é a do seu dia a dia. Tive ajuda de duas grandes preparadoras. O Jayme deu conta de um set imenso e com mil variantes, afinal nosso elenco é múltiplo e diverso, conta com pessoas de diferentes partes do mundo.

Você nasceu na Alemanha. Ainda que as gravações não tenham sido lá, teve um resgate com suas origens?
Sim, tenho uma ligação muito profunda com a cidade de Hamburgo. O alemão é minha língua materna. Foi onde nasci e vivi até os 8 anos. Já a Aracy nasceu no Brasil e foi morar em Hamburgo. A mãe dela era alemã, assim como a minha mãe é alemã. Esse encontro cultural do Brasil com a Alemanha faz parte da minha vida. Eu me sinto muito privilegiada de ter a oportunidade e por ter convivido com a Aracy – pelos menos estudos – por três anos. Mergulhei no material fornecido pelo Jayme e a produção. Era muito rico, uma pesquisa imensa. Li a biografia dela, Justa entre as nações, vi o doc do Caco Ciocler [Esse viver ninguém me tira, de 2014]. Procurei absorver tudo o que havia disponível e também me render à ficção que Mario Teixeira propôs para dar conta de outros assuntos. Antes de entrarmos no processo de preparação, voltei a Hamburgo e passei 10 dias lá. Foi a primeira vez que fui sozinha paa a cidade e fiz uma pesquisa profunda nos museus, fiz caminhadas… A paisagem, o clima e a comida já me faziam ter uma relação muito profunda. Gravamos a série em inglês, mas nos bastidores eu só falava em alemão com o Peter [Ketnath] e o Stephen [Weinert] e isso me provocou uma reconexão com as minhas raízes, com a minha cidade. Hamburgo é uma cidade linda, portuária e muito importante.

Rodrigo Lombardi e Sophie Charlotte interpretam João Guimarães Rosa e Aracy de Carvalho em Passaporte para Liberdade (Foto: Jayme Monjardim/TV Globo)
Rodrigo Lombardi e Sophie Charlotte interpretam João Guimarães Rosa e Aracy de Carvalho em Passaporte para Liberdade (Foto: Jayme Monjardim/TV Globo)

Passaporte para Liberdade foi seu primeiro trabalho com o Rodrigo Lombardi. Como eram os bastidores?
É tão bom e tão fácil trabalhar com o Rodrigo. Ele é um gaiato, o tempo todo damos risada. Antes de conhecê-lo, não esperava que ele fosse assim, foi muito prazeroso conhecê-lo. Retratamos uma história de amor que acontece no meio da Segunda Guerra Mundial, uma mulher que sai do Brasil para recomeçar sua vida na Alemanha. O amor se impõe em qualquer tempo. O amor é o respiro e o contrapeso do terror. A gente conversou muito sobre a importância de retratar o amor. Mesmo em tempos tenebrosos, as pessoas precisam viver e creio que isso ajude a intensificar as relações. A parceria com o Rodrigo foi das melhores. Sou muito grata pelo cara que ele é. É um grande parceiro de cena.

Qual foi o principal aprendizado que a personagem te trouxe?
Ela passa por cima do medo para ajudar o outro. Para mim, isso é um questionamento marcante: quanto você se arriscaria para ajudar o outro? Essa mistura de biografia e ficção me ajudou muito. Foi um grande aprendizado porque tínhamos em mãos um desafio duro e complexo nas mãos. Lembro de olhar para o Jayme no último dia e falar: “A gente chegou até aqui”. Tivemos uma travessia gigantesca para conseguir entregar essa minissérie ao público. Aracy é uma dessas mulheres capazes de transformar com ações, mas que nem pedem para ser reverenciadas depois.

Sophie Charlotte afirma que Passaporte para Liberdade trouxe novos desafios para sua carreira (Foto: Reprodução/Instagram)
Sophie Charlotte afirma que Passaporte para Liberdade trouxe novos desafios para sua carreira (Foto: Reprodução/Instagram)

Como mulher, considera Aracy inspiradora?
Ela se sustentava como mulher, como ser humano, como uma pessoa ativa, pronta para tomar decisões fortes e capazes de transformar a vida das pessoas. Tudo isso foi muito especial. É muito marcante encontrar uma história como essa. Foi o máximo realizar esse trabalho, deu uma sensação de ciclo, de que nada é por acaso. Essa série poderia ter acontecido quando eu era criança ou daqui a 20 anos, mas aconteceu agora. Tenho uma faixa etária condizente ao papel. O Jayme me dirigiu em meu primeiro trabalho, a novela Páginas da Vida [Globo, 2006]. Após esse hiato longo, tivemos a chance de trabalhar novamente com essa minissérie maravilhosa, um projeto único. Não existem acasos e o destino tem sido muito generoso comigo. Viver a Aracy me despertou para a importância de ter coragem na vida, coragem de agir pelo coração, sem temer, sem deixar o medo tomar conta. Essa minissérie é um convite à ação.

Consegue eleger o maior desafio deste trabalho?
Atuar em inglês foi um desafio que se apresentou no set. Por mais que eu já falasse a língua, é diferente ter que atuar nela. A forma de memorizar o texto era diferente. Era quase como um daqueles livros de colorir em que você tem que estar atento aos detalhes. Tive que criar novas pontes para a memória e isso foi enriquecedor ao trabalho. Além disso, gravamos no verão de Buenos Aires e nossos figurinos tinham três – às vezes, até quatro – camadas de vestidos e mais um sobretudo, luvas… Sei que estou prolixa. É porque amo falar deste trabalho. Foi totalmente diferente e muito forte. Tinha muita responsabilidade. Acho que nunca senti tanta resposabilidade. Eu me considero muito sortuda, privilegiada e abençoada. Quero apenas aproveitar cada oportunidade e seguir meu coração e ter coragem. Para viver a Aracy, precisei inventar uma coragem dentro de mim. Tenho uma imensa gratidão a todos os setores. Busquei contribuir ao máximo.

Sophie Charlotte e Rodrigo Lombardi interpretam Aracy de Carvalho e João Guimarães Rosa em Passaporte para Liberdade (Foto: Camilla Maia/TV Globo)
Sophie Charlotte e Rodrigo Lombardi interpretam Aracy de Carvalho e João Guimarães Rosa em Passaporte para Liberdade (Foto: Camilla Maia/TV Globo)

Após vazamentos, Facebook quis dividir legisladores para escapar de regulamentação

Estratégia da empresa tentou contrapor alas políticas e desviar foco dos estudos revelados nos Facebook Papers

Mark Zuckerberg tentou desviar a atenção de lesgiladores em relação ao escrutínio no Congresso contra o Facebook 

A estratégia do Facebookapós o vazamento de documentos sigilosos da empresa, a partir de setembro deste ano, nunca foi pedir desculpas e, sim, reforçar a marca da empresa como um elo entre pessoas pelas redes sociais. O objetivo de promover união, porém, não se estendeu para o âmbito político dos EUA. Segundo uma reportagem do jornal Wall Street Journal, a empresa de Mark Zuckerberg tentou “turvar a água” na relação entre Democratas Republicanos

Diante de discussões que visam, ao mesmo tempo, regulamentar as redes sociais e mexer em uma lei que protege as Big Techs — a Seção 230 —, o Facebook viu membros do partido Democrata e do partido Republicano se unirem no Congresso em vários subcomitês. Entre as discussões, a principal pauta foi o tratamento da empresa a usuários adolescentes, que rendeu depoimentos de Frances Haugen, responsável pelo vazamento de pesquisas da empresa, Antigone Davis, diretora global de segurança do Facebook e Adam Mosseri, presidente do Instagram, nos últimos meses. 

O movimento, nada interessante para a empresa, não passou despercebido — mesmo antes dos Facebook Papers, o Congresso americano já buscava uma maneira de colocar as grandes empresas de tecnologia na “régua”. Quando documentos sigilosos do Facebook vieram à tona pelas mãos de Frances, a companhia rapidamente sugeriu para a ala republicana que a engenheira estava a serviço de interesses do partido Democrata. Depois, lobistas da empresa em Washington sopraram para os democratas que seus opositores estavam se aproveitando da situação para seus próprios interesses. 

“O maior medo deles são os conservadores e liberais se unindo para quebrar sua chamada família de aplicativos, e isso pode muito bem acontecer em breve”, disse David Bozell, presidente da ForAmerica, um grupo conservador que cria conteúdo político nas redes sociais, de acordo com o Wall Street Journal. “Não é todo dia que [republicano] Mike Lee, [democrata] Amy Klobuchar e [republicano] Ken Buck se reúnem e dividem o pão nessas coisas”.

Todo o discurso do Facebook foi acompanhado de uma postura de não se desculpar, em nenhum momento, pelas informações obtidas nos estudos internos.  “Quando nosso trabalho está sendo descaracterizado, não vamos nos desculpar”, disse o porta-voz do Facebook Andy Stone. “Vamos nos defender,” disse. 

Em relação à adolescentes, a empresa afirma nos documentos que uma em cada três meninas que se sentem mal consigo mesmas ficam ainda pior ao acessar o Instagram. Em depoimento ao Congresso, Mosseri disse que “não importa a idade, é importante que seja fácil achar novos amigos”, sobre a forma que o Instagram funciona com adolescentes. Achados políticos, como a priorização de publicações com tendência de ódio, também foram encontradas.

Mesmo com os ‘esforços’, o Facebook vai continuar na mira do Congresso americano, seja por parte dos Democratas ou dos Republicanos, por conta dos milhares de documentos que foram disponibilizados por Frances nos últimos meses. “Os documentos falam por si mesmos”, disse o senador Mike Lee, de Utah, o principal republicano no subcomitê antitruste do Senado e membro do subcomitê de proteção ao consumidor.

Harry Potter | Elenco comenta volta ao estúdio em trailer de especial de reunião

Primeiro filme da franquia completou 20 anos em 2021

De Volta a Hogwarts, especial de 20 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal, ganhou um novo trailer que adiantou o reencontro dos principais atores da franquia. Além de Daniel RadcliffeEmma Watson e Rupert Grint, a prévia traz também Tom FeltonGary OldmanMatthew LewisEvanna LynchHelena Bonham CarterRobbie Coltrane e mais comentando o sentimento de retornar ao set da franquia – veja acima.

Como já é de se esperar, o especial repassará os bastidores dos filmes do bruxinho, incluindo como o elenco principal, na época formado majoritariamente por adolescentes, lidou com a fama repentina. Em determinado momento do evento, conforme adiantado pela People, Watson lembra de ter se assustado com o tamanho alcançado pela franquia e definiu o período que considerou deixar o papel de Hermione como um “ponto de virada”. “O negócio da fama me atingiu pesado”, admite a atriz em determinado momento.

Grint também chegou a ter sentimentos semelhantes e afirmou que pensou várias vezes em como sua vida seria se ele se demitisse. “Acho que passamos [por esse momento de reflexão] no nosso ritmo. Estávamos muito envolvidos naquela época. Não passou pelas nossas cabeças que todos sentíamos a mesma coisa”.

A produção celebrará os 20 anos de lançamento de A Pedra Filosofal, primeiro longa da franquia. O especial da HBO Max ainda contará com a participação do cineasta Chris Columbus e de outros membros do elenco de todos os oito filmes de Harry Potter.

Harry Potter 20 anos: De Volta a Hogwarts estreará na HBO Max no Dia de Ano Novo, 1º de janeiro de 2022.

Os sete livros da franquia Harry Potter foram adaptados para oito filmes pela Warner Bros. entre 2001 e 2011. A autora da obra agora trabalha agora na franquia derivada Animais Fantásticos, que já teve dois filmes lançados e tem outros três em desenvolvimento.

O terceiro longa será situado no Rio de Janeiro na década de 1930.

Anastasia Fursova for ELLE Ukraine with Sabina Lobova

Photographer: Anastasia Fursova. Fashion Stylist: Regina Poleichuk. Hair Stylist: Natasha Eremina. Makeup Artist: Angelica Baklag. Stylist Assistant: Ekaterina Stetsenko. Model: Sabina Lobova.

Maison & Objet é adiada por aumento de casos de Covid-19 na Europa

Feira de móveis, design e estilo de vida em Paris foi remanejada de janeiro para março
FOTO DIVULGAÇÃO/MAISON DADA

Evento tradicional em Paris foi remanejado devido aos casos de Covid-19 (Foto: Divulgação)

Maison & Objet, importante feira de móveis, design e estilo de vida marcada para janeiro em Paris, foi adiada por conta do aumento de casos de Covid-19 na Europa. A primeira edição de 2022 foi remanejada para 24 a 28 de março.

“A maioria dos países enfrenta uma nova onda de Covid-19, reforçada pela rápida expansão da variante Omicron. Além disso, vários países estão atualmente tomando medidas restritivas em relação a viagens internacionais –  que vão atrasar ou desencorajar alguns visitantes de confirmar sua presença na Maison & Object”, diz o comunicado enviado pela organização da feira à imprensa.

mesa preciosa a maison object 2017 revela que o momento é do tableware (Foto: cortesia MinSeung Ki e GalleryHuue)
Alguns dos objetos que costumam ser exibidos na feira (Foto: cortesia MinSeung Ki e GalleryHuue)

A Maison & Objet In The City, organizada paralelamente à feira com um panorama dos showrooms parisienses, também foi remanejada para 23 a 28 de março de 2022. O endereço continuará o mesmo: as instalações do Paris-Nord Villepinte. Os ingressos comprados para janeiro continuarão válidos para a entrada em março.

A Maison&Objet tem duas edições anuais, costumeiramente em janeiro e setembro. A mais recente, realizada durante a Paris Fashion Week, reuniu cerca de 1.500 marcas, divididas em seis áreas de exposição: Smart Gifts, dedicada aos presentes; Cook and Share, reservada aos artigos de cozinha; Signature, para mobiliário e design; Fragrances, para perfumes domésticos e pessoais; Kids & Family, dedicada ao mobiliário para os pequenos; e Fashion Accessoiries, para acessórios de moda.

No início do mês, os organizadores da IMM Cologne, tradicional feira internacional de móveis na Alemanha, também cancelaram o evento, marcado para janeiro de 2022, pelo segundo ano consecutivo, pelo mesmo motivo: o aumento de casos de Covid-19 em toda a Europa. A nova data é janeiro de 2023.

Selma Hadziosmanovic – PalaceScope December 2021 Cover

PalaceScope December 2021 Cover
Source: palacescope.com
Published: December 2021

All people in this magazine cover:

Luc Braquet – Photographer Anne Delalandre – Art Director Coline Peyrot – Fashion Editor/Stylist Simon Chossier – Hair Stylist Philippe Ovak – Manicurist Selma Hadziosmanovic – Model

Lya Luft, escritora de Perdas & Ganhos e As Parceiras, morre aos 83 anos

Patrona da Feira do Livro de Porto Alegre, ela morreu em casa, segundo a família
EDUARDO PEREIRA

Morreu, aos 83 anos de idade, a escritora sul-rio-grandense Lya Luft. A informação foi confirmada pela filha dela, Suzana Luft, à RBS TV, filiada da Rede Globo.

Segundo Suzana, Lya lutava há 7 meses contra um melanoma, tipo mais grave de câncer de pele, descoberto já com metástase. Por conta da doença, a escritora ficou internada, mas pediu para ir para casa antes do Natal. Ainda de acordo com a filha, a escritora morreu enquanto dormia, na residência da família.

Em nota, a Academia Riograndense de Letras se manifestou a morte de Lya: “Comunico falecimento da Lya Luft, nossa escritora do ano, nesta madrugada. Nossa homenagem chegou em tempo e trouxe alegria aos seus últimos dias”, afirmou o presidente da entidade, Rafael Bán Jacobsen.

Lya era filha de imigrantes alemães, desenvolvendo o hábito da leitura desde a infância até se tornar uma das mais renomadas escritoras e tradutoras brasileiras. Mestre em Linguística e Literatura Brasileira, foi professora universitária e colunista de diferentes veículos de inorensa. Era também patrona da Feira do Livro de Porto Alegre.

Entre seus maiores sucessos publicados estão os livros O Quarto FechadoPerdas & GanhosPensar é Transgredir e As Parceiras. Sua última publicação foi As Coisas Humanas, de 2020.

Pacificador ganha clipe que apresenta a equipe de apoio do anti-herói

Prévia também oferece uma melhor compreensão da missão do personagem na série
EDUARDO PEREIRA

Pacificador, o derivado de O Esquadrão Suicida focado no personagem de John Cena, desenvolvido por James Gunn para a HBO Max, ganhou um novo clipe. Na prévia, somos apresentados com maiores detalhes à equipe de apoio do anti-herói, consistente de Clemson Murn (Chukwudi Iwuji), Emilia Harcourt (Jennifer Holland), John Economos (Steve Agee), e a nova recruta, Leota Adebayo (Danielle Brooks).

O vídeo promocional também oferece uma melhor compreensão da missão a ser enfrentada pelo personagem-título na missão, bem como o contexto no qual ele é recrutado para ela. Confira o clipe acima. A série também ganhou sua primeira imagem oficial do personagem Mestre Judoca (ou Judomaster, no original), vivido por Nhut Le. Ela chegou via Instagram do próprio Gunn, e pode ser vista abaixo.

Pacificador conta com James Gunn no roteiro de todos os episódios. Ele também dirige alguns capítulos, ao lado de nomes como Jody HillBrad Anderson e Rosemary Rodriguez.

O elenco inclui, além do protagonista Cena, nomes como Freddie Stroma (Jogos Vorazes) e Robert Patrick (O Exterminador do Futuro 2).

Peacemaker estreia em 13 de janeiro de 2022 na HBO Max.