Nori for Harper’s Bazaar Mexico

Nail Artist Nori for Haper’s Bazaar Mexico beauty editorial ‘Party Mood’ with Aube Jolicoeur. Creative Direction and Photographer, Enrique Vega – Hair Stylist, Ro Morgan – Makeup Artist Raul Otero – Casting Director, Rodrick Hawthorn.

Elizabeth Holmes, fundadora da Theranos, é considerada culpada por fraude nos EUA

Elizabeth Holmes, centro, entrando no tribunal em San Jose, Califórnia, na segunda-feira. Credit…Jim Wilson/The New York Times

SAN JOSÉ (EUA) | AFP – A fundadora da empresa americana de biotecnologia Theranos, Elizabeth Holmes, foi considerada culpada por fraude nesta segunda-feira (3) em um tribunal da Califórnia, em um caso que pôs em xeque a cultura empresarial do Vale do Silício.

O júri concluiu que Holmes foi culpada de enganar investidores para que colocassem dinheiro em sua startup, com sede nessa região da Califórnia, que prometia revolucionar os exames de sangue com ferramentas mais rápidas e baratas do que as utilizadas por laboratórios tradicionais.

Os jurados, porém, inocentaram a executiva de outros crimes e não conseguiram chegar a um acordo sobre várias das onze acusações que ela enfrentava.

A fundadora da Theranos, Elizabeth Holmes, chegando em julgamento por fraude em San Jose, Califórnia, nos Estados Unidos – Brittany Hosea-Small – 3.jan.2022/Reuters

Holmes, de 37 anos, pode ser sentenciada a anos de prisão, em um caso que estabelece uma linha entre a inovação tecnológica e a desonestidade criminosa.

A ex-promessa do Vale do Silício fundou a Theranos aos 19 anos. Ela garantia que a empresa revolucionaria a indústria de testes diagnósticos com máquinas que poderiam entregar resultados rápidos com apenas algumas gotas de sangue, um projeto que atraiu grandes investidores e a tornou uma bilionária aos 30 anos.

A mulher chegou a ser considerada a próxima personalidade do mundo da tecnologia, mas seu império ruiu depois que o jornal Wall Street Journal publicou que suas máquinas de diagnóstico não funcionavam como prometido.

O júri completou sete dias de deliberações nesta segunda-feira.

Janet Jumbo | V WINTER 2021

Photographer: Melanie Ramon Stylist: Gro Curtis

David Bowie tem todo o seu catálogo musical vendido por R$ 1,4 bilhão a empresa

Direitos das músicas do artista em seis décadas de carreira agora pertencem à Warner Chappell

O terno mais icônico de sua carreira, usado no videoclipe de Life on Mars, ganhou diversas releituras, de Marc Jacobs a Racil. (Foto: Getty Images)

AFP – Os direitos de todas as obras musicais de David Bowie foram vendidos para a Warner Chappell Music, informou a própria empresa nesta segunda-feira, em meio a uma onda de vendas lucrativas de catálogos de estrelas do rock.

A Warner Chappell não divulgou os termos financeiros do acordo, mas a publicação especializada Variety, dos Estados Unidos, assegura que o negócio ultrapassou US$ 250 milhões, ou mais de R$ 1,4 bilhão.

São direitos sobre centenas de canções que abrangem a carreira de seis décadas de Bowie, incluindo “Space Oddity”, “Changes”, “Life on Mars?” e “Heroes”, que “mudaram a trajetória da música moderna para sempre”, conforme disse Guy Moot, diretor da empresa em um comunicado.

“Estamos imensamente orgulhosos de termos sido escolhidos como guardiões da herança de David Bowie, um catálogo com o que há de mais revolucionário, influente e duradouro na história da música“, enfatizou.

O anúncio foi feito poucos dias antes do 75º aniversário de David Bowie, em 8 de janeiro, e quase seis anos após sua morte, em 10 de janeiro de 2016, após ter que lidar com um câncer.

A venda ocorre em meio a uma onda de negócios semelhantes de estrelas do rock. Em dezembro, Bruce Springsteen anunciou a venda de seu catálogo de músicas para a Sony por cerca de US$ 500 milhões, ou R$ 2,8 bilhões, e, em outubro, Tina Turner, de 81 anos, vendeu seus direitos musicais para o grupo alemão BMG.

No ano passado, Bob Dylan, de 80 anos, vendeu seu catálogo para a Universal Music por cerca de US$ 300 milhões, ou R$ 1,5 bilhão. Já Stevie Nicks, do Fleetwood Mac, fez o mesmo com a maior parte do catálogo da banda dela. Outros que venderam os direitos de suas composições foram Paul Simon, Neil Young e Shakira.

Space Force | 2ª temporada ganha pôster e data de estreia

Novos episódios chegam em fevereiro
NICO GARÓFALO

Not even gravity can keep them down. Space Force returns on February 18.

Space Force, comédia da Netflix estrelada por Steve Carell, já tem data para retornar à plataforma. Um novo cartaz revelado nesta segunda-feira (3) confirmou que a segunda temporada chegará em 18 de fevereiro,

Space Force é uma criação da equipe por trás de The Office e satiriza o investimento do presidente americano Donald Trump para criar uma unidade do exército dos Estados Unidos focada na defesa espacial. Protagonizada por Steve Carell, a série ainda conta com Lisa KudrowJohn MalkovichBen SchwartzDiana Silvers Tawny Newsome no elenco. Carell produz a comédia ao lado de Greg Daniels.

A primeira temporada já está disponível na Netflix.

Y2K: 9 ideias de looks para aderir ao retorno das tendências dos anos 2000

Da calça cintura baixa ao top de malha metálica: veja aqui como usar de forma cool itens que estão de volta à moda

Rafaela Oliveira usa jaqueta e calça, ambas Isabel Marant, top (R$ 222) Paeteh e calcinha (R$ 120) Wearju. Boina (R$ 80) Minha Avó Tinha (Foto: Ivan Erick)

Cintura baixa, top de malha metálica, gargantilha, boné de aba reta, calça cargo… Não faltaram ícones dos anos 2000 resgatados nas passarelas desta temporada – ainda que os ultrapassados padrões de beleza da época (como a magreza e a barriga chapada) não deixam saudades. Para não parecer saída de um videoclipe de uma princesa do pop, a dica é misturar os itens caricatos com peças de caráter esportivo. Aqui, inspire-se em 9 sugestões de look. 

Vivica usa vestido (R$ 480) Wearju e parka (R$ 2.998) Bo.Bô. Botas (R$ 980) Fernando Pires, boné (R$ 120) Seven Brand x Von Dutch, colares Hector Albertazzi e Dolce & Gabbana, pulseiras Hermès, Hector Albertazzi e Marisa Clermann e anéis Marisa Clermann (Foto: Ivan Erick)
Vivica usa vestido (R$ 480) Wearju e parka (R$ 2.998) Bo.Bô. Botas (R$ 980) Fernando Pires, boné (R$ 120) Seven Brand x Von Dutch, colares Hector Albertazzi e Dolce & Gabbana, pulseiras Hermès, Hector Albertazzi e Marisa Clermann e anéis Marisa Clermann (Foto: Ivan Erick)
Corset (R$ 2.300) Madame Sher e cinto (R$ 5.999) Dior no Trash Chic. (Foto: Ivan Erick)
Corset (R$ 2.300) Madame Sher e cinto Dior no Trash Chic. (Foto: Ivan Erick)
Marcella Anacleto usa top (R$ 110) Wearju e saia (R$ 7.200) Dolce & Gabbana. Brincos (R$ 229) Eduardo Caires, colar (R$ 7.100) Dolce & Gabbana, pulseiras Hector Albertazzi e anéis Marisa Clermann (Foto: Ivan Erick)
Marcella Anacleto usa top (R$ 110) Wearju e saia Dolce & Gabbana. Brincos (R$ 229) Eduardo Caires, colar Dolce & Gabbana, pulseiras Hector Albertazzi e anéis Marisa Clermann (Foto: Ivan Erick)
Blazer (R$ 17 mil), top (R$ 2.700), saia e colar (R$ 7.100), tudo Dolce & Gabbana.  (Foto: Ivan Erick)
Blazer, top, saia e colar, tudo Dolce & Gabbana. (Foto: Ivan Erick)
Casaco, moletom (R$ 10.800), calça (R$ 13.600) e botas (R$ 7.700 ), tudo Louis Vuitton. (Foto: Ivan Erick)
Casaco, moletom, calça e botas, tudo Louis Vuitton. (Foto: Ivan Erick)
Jaqueta (R$ 650) e shorts (R$ 330), ambos Levi’ s, e top (R$ 95) Wearju. Boina (R$ 80) Minha Avó Tinha, gargantilha (R$ 500) Lita Raies, pulseiras Hector Albertazzi e anéis Marisa Clermann. (Foto: Ivan Erick)
Jaqueta (R$ 650) e shorts (R$ 330), ambos Levi’s, e top (R$ 95) Wearju. Boina (R$ 80) Minha Avó Tinha, gargantilha (R$ 500) Lita Raies, pulseiras Hector Albertazzi e anéis Marisa Clermann. (Foto: Ivan Erick)
Suéter (R$ 3.600) Trousseau e saia (R$ 480) Wearju. Botas Dolce & Gabbana, colares Dolce & Gabbana e Hector Albertazzi, pulseiras Hector Albertazzi e Marisa Clermann e anéis Marisa Clermann. (Foto: Ivan Erick)
Suéter Trousseau e saia (R$ 480) Wearju. Botas Dolce & Gabbana, colares Dolce & Gabbana e Hector Albertazzi, pulseiras Hector Albertazzi e Marisa Clermann e anéis Marisa Clermann. (Foto: Ivan Erick)
Vestido (R$ 15.995) e colar (R$ 7.100), ambos Dolce & Gabbana. Óculos (R$ 98) Paeteh, gargantilha (R$ 500) Lita Raies, pulseira Hector Albertazzi e anéis Marisa Clermann (Foto: Ivan Erick)
Vestido e colar, ambos Dolce & Gabbana. Óculos (R$ 98) Paeteh, gargantilha (R$ 500) Lita Raies, pulseira Hector Albertazzi e anéis Marisa Clermann (Foto: Ivan Erick)

Styling: SamTavares
Beleza: Gui Casagrande com produtos Chanel Beauty
Nail stylist: Stephanie Mauricio para Flossy Mob
Set design: Jean Labanca
Produção de moda: Anne Carvalho
Assistente de beleza: Yanke
Assistentes de foto: Sidnei Brito e Joe Santos
Assistentes de set design: Rafael Labanca e Warley Dias
Tratamento de imagem: Philipe Mortosa
Agradecimentos: Estúdio Thinkers

Apple atinge marca histórica de US$ 3 trilhões de avaliação de mercado

Dona do iPhone anima investidores com possibilidade de lançamento de um novo produto em 2022: um óculos de realidade virtual e aumentada
Por Giovanna Wolf e Guilherme Guerra – O Estado de S. Paulo

Apple foi a primeira empresa a atingir avliação de mercado de US$ 1 trilhão, em 2019, e US$ 2 trilhões, em 2020, feito seguido por outras companhias de tecnologia

Com recorde já na primeira semana de 2022, a Apple tornou-se nesta segunda, 3, a primeira empresa de capital aberto a atingir a marca dos US$ 3 trilhões em avaliação de mercado, valor que mantém a dona do iPhone como a companhia mais valiosa do mundo. Anteriormente, a firma já havia quebrado o recorde do US$ 1 trilhão, em agosto de 2018, e dos US$ 2 trilhões, em agosto de 2020.

Marca aconteceu por volta das 15h50, quando o valor da ação atingiu o valor de US$ 182,86 – na sequência, o valor recuou. 

A marca é histórica e mostra o tamanho da empresa no últimos anos. A título de comparação, o valor é mais de 4,5 vezes maior do que toda a capitalização das companhias brasileiras listadas na B3, de US$ 685 bilhões em novembro de 2021. Ou, ainda, o total equivale a 3 mil startups “unicórnios”, marco do ecossistema de inovação para pinçar as pequenas empresas de tecnologia que atingem valor de mercado de US$ 1 bilhão.

Em um cenário hipotético, se a Apple fosse um país e essa avaliação de mercado fosse o seu Produto Interno Bruto (PIB), a “nação iPhone” seria a quinta maior potência do mundo em 2020, atrás apenas dos Estados Unidos (US$ 20,9 trilhões), China (US$ 14,7 trilhões), Japão (US$ 4,9 trilhões) e Alemanha (US$ 3,8 trilhões) – o Brasil ficaria na 13.ª posição, com US$ 1,4 trilhão, segundo o Banco Mundial.

Para Dan Ives, analista da consultoria americana Wedbush, a marca prova o bom desempenho da empresa em divisões diferentes. “O elemento fundamental para a avaliação da Apple continua sendo o negócio de serviços, que acreditamos valer US$ 1,5 trilhão, juntamente com o ecossistema de hardware, que está em seu ciclo de produto mais forte em mais de uma década, com o impulso do iPhone 13”, afirmou Ives, em nota para investidores no final de 2021.

O motivo para toda essa fartura é o mercado chinês, que nos últimos anos se tornou o segundo mais importante para a Apple: “Estimamos que, somente na China, existam 15 milhões de atualizações para o iPhone 13 no trimestre de dezembro, já que essa é uma região que continua a ser uma grande força para a Apple”, escreveu Ives.

Os resultados acontecem apesar da escassez de chips, que permanece como um problema para a Apple, diz o analista, acrescentando que a persistência da falta de componentes para smartphones pode afetar o desempenho da companhia no início deste ano. 

A empresa enfrenta problemas para entregar novos modelos de iPhone a consumidores desde a época de festas de fim de ano, uma das datas mais importantes no calendário da empresa — a Wedbush espera, porém, que 40 milhões de smartphones sejam entregues neste período.

Expectativa com novo produto

O alvoroço dos investidores também se explica pela euforia com a possibilidade de lançamento de um novo produto a ser lançado pela Apple em 2022: um óculos de realidades virtual e aumentada, colocando a empresa no ramo do metaverso, o que pode ampliar ainda mais a receita advinda de novos aplicativos nesse novo mercado.

De acordo com rumores de analistas com conhecimento da produção dos óculos, o produto trará duas telas de alta resolução acopladas à cabeça do usuário, similar ao Oculus Quest, do Facebook. O equipamento da Apple terá um processador mais potente que o chip M1, atualmente visto na linha de computadores da empresa, e até 15 módulos ópticos de câmeras para interagir com o “mundo real” — o iPhone, em comparação, possui três. Pessoas familiarizadas com o assunto afirmam que o dispositivo pode sair por até US$ 3 mil.

Para William Castro, estrategista-chefe da corretora Avenue, a entrada no metaverso pode colocar a Apple como o principal nome no segmento, algo impulsionado pelo histórico de “sucessos” da empresa, que entrou em telefonia móvel com o iPhone e vestíveis com o Apple Watch, por exemplo, segmentos onde é referência: “A Apple não tem nenhum grande fracasso”, diz. “Existe um espaço muito grande de crescimento e cria uma linha de receita nada desprezível. É um mundo de oportunidades.”

Tecnologia em alta

Na visão de Fernando Meirelles, professor da FGV, mais empresas de tecnologia devem ter em breve o mesmo gostinho de títulos trilionários. “A não ser que tenhamos algum fenômeno imprevisível, outras companhias baterão novas marcas na casa do trilhão em um futuro próximo. O consumo de tecnologia do mundo, das pessoas e empresas, não parará de crescer nesta década”, afirma. 

Quem pode ser a próxima é a Microsoft, que está com avaliação de US$ 2,494 trilhões atualmente após entrar para o “clube da Apple” neste ano. As gigantes Alphabet (dona do Google), Amazon e Meta (do Facebook) estão avaliadas em US$ 1,931 trilhão, US$ 1,723 trilhão e US$ 942 bilhões, respectivamente.

“A alta nas ações das empresas segue a lucratividade dessas companhias”, explica Castro, da Avenue. Ele acrescenta que, com a digitalização vista desde a pandemia, as “Big Techs” (grupo das gigantes de tecnologia) notam o aumento no faturamento anual devido ao uso intensivo de seus produtos e serviços, o que engorda o caixa disponível para investir em pesquisa e criar novos negócios — o que anima os investidores e levanta a avaliação de mercado. 

Porém, para Eduardo Pellanda, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), a expectativa positiva, sozinha, não sustentará o crescimento da Apple no longo prazo. “O último grande lançamento da empresa foi o Apple Watch. A Apple precisa de um novo produto para os investidores acreditarem no ritmo de crescimento. Será crucial a companhia entregar os óculos de realidade virtual e aumentada”, diz. 

Nubank: bancos globais iniciam cobertura e apontam upside de até 70%

Morgan Stanley, Goldman Sachs e UBS iniciaram a cobertura dos papéis do banco digital com recomendação de compra
BEATRIZ QUESADA

Estátua da “Menina sem medo” (Fearless Girl, em inglês), que representa a diversidade no mercado, em frente à Bolsa de Nova York no dia da estreia das ações do Nubank | Foto: Nubank/Divulgação

As ações do banco digital brasileiro Nubank, listadas na Bolsa de Nova York sob o código NU, saltam cerca de 6% por volta das 14h desta segunda-feira, dia 3 de janeiro, no primeiro pregão do ano, depois que grandes bancos internacionais começaram a cobertura e divulgaram as primeiras análises de perspectivas para o papel – todas positivas. Os BDRs da fintech negociados no Brasil (NUBR33) também operam em alta, subindo em torno de 6%.

A perspectiva mais otimista é a do banco americano Morgan Stanley, que projeta as ações sendo negociadas a 16 dólares. O preço representa um potencial de valorização (upside) de 70% em comparação ao valor de fechamento do último pregão de 2021, de 9,38 dólares na sexta-feira, dia 31. O preço de estreia no IPO foi de 9,00 dólares.

Em relatório, o banco admite que o valuation da empresa é alto, o que deixa as ações do Nubank negociando com um prêmio se comparadas a outros pares da América Latina. Ainda assim, os analistas defendem que o valor de mercado da empresa opera quase que em linha com outras fintechs globais.

A expectativa é que o Nubank deve atingir o break even – ou seja, que deixe de ter prejuízo – ainda neste ano, tornando-se um dos bancos mais lucrativos da América Latina até 2026. “O crescimento da fintech deve ultrapassar em muito os pares globais. Defendemos, portanto, uma avaliação premium”, escrevem analistas liderados por Jorge Kuri.

A projeção positiva é compartilhada pelo Goldman Sachs, que vê o Nubank bem posicionado para penetrar no sistema bancário “altamente lucrativo” da América Latina, destacando-se como a maior plataforma de banco digital fora da Ásia, com 48 milhões de clientes. O preço-alvo do Goldman para as ações é de 15 dólares, um upside de quase 60%.

“À medida que a empresa aumenta sua carteira de empréstimos em produtos de alto retorno, como cartões de crédito e empréstimos pessoais, ela se posiciona para aumentar a lucratividade de forma significativa a partir de 2023 e prevemos que atinja um ROE [retorno sobre o patrimônio] de 39% até 2025”, escrevem os analistas sob liderança de Michael Ng.

Já o banco suíço UBS, em parceria com o BB, projeta os papéis do Nubank a 12 dólares – um upside de 33% em relação ao fechamento do último pregão. A recomendação é de compra, mas o banco ressalta que existem riscos tanto de execução do plano de expansão quanto no campo regulatório.

“O Nubank não possui licença bancária no Brasil e o Banco Central deve se tornar mais rígido em termos de requisitos de capital para grandes fintechs. Como a empresa não é licenciada como um banco, a densidade de ativos ponderados pelo risco (RWA) é muito menor do que a dos outros participantes. Acreditamos que os reguladores irão se mover para fechar essa diferença ao longo do tempo”, diz o relatório.

Os analistas, no entanto, reforçam a recomendação de compra para os papéis. Na visão do UBS, a combinação entre um maior crescimento na base de clientes e a expansão da chamada ARPAC (receita média mensal por cliente ativo) justifica o preço das ações. 

“Reconhecemos que há uma longa estrada à frente antes que o banco se torne lucrativo. No entanto, vemos sua grande base de clientes, core banking proprietário e cultura orientada para o cliente como vantagens competitivas no setor bancário latino-americano”, dizem os analistas.

Novo controle remoto da Samsung recarrega bateria com ondas do Wi-Fi

A primeira versão do aparelho já se valia da energia solar para funcionar. Com a atualização, a recarga também acontecerá via ondas de rádio

O Eco Remote, da Samsung (Foto/Reprodução)

Assim como outras empresas de tecnologia, a coreana Samsung embarcou na missão de diminuir a pegada de carbono de seus produtos e o impacto negativo que a fabricação de eletrônicos causam ao meio ambiente. Neste sentido, uma das investidas da companhia é diminuir o uso de baterias em controles remotos.

Para dar cabo a meta, a empresa anunciou no domingo, 2, uma nova versão do controle para TVs chamado Eco Remote, que agora é capaz de utilizar ondas de rádio, como o sinal do Wi-Fi, para recarregar a bateria.

O recurso, na verdade, é só mais uma forma de levar carga ao dispositivo. No ano passado, uma outra versão já se valia da energia solar para funcionar. Além de ter uma porta USB para este fim. “Isso ajudará a evitar o desperdício de 99 milhões de pilhas AAA projetadas ao longo de sete anos”, anunciaram na época.

O controle também mantém um design similar aos controles já usados pela Samsung e utiliza materiais recicláveis no corpo. Aos interessados, o controle poderá ser encontrado nas lojas ainda no primeiro semestre do ano nas TVs das linhas The Frame, Serif e Sero, em cores preto e branco.