Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado é cancelada pelo Prime Video

Série teve só uma temporada produzida pela plataforma de streaming
EDUARDO PEREIRA

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado

Depois de só uma temporada, a adaptação televisiva da franquia Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado foi cancelada pelo Amazon Prime Video. Segundo o Deadline, a modernização do livreo de 1973 escrito por Lois Duncan e adaptado às telonas em 1997 não consegiu convencer crítica e público ao ponto de garantir uma renovação.

Ainda segundo o Deadline, a adaptação de Eu Sei o Que Vocês Fizeram… fazia parte de um plano do serviço de streaming para aumentar a oferta de produções direcionadas a jovens adultos. Apesar do fracasso com o seriado de terror, essa intenção permanece ativa por meio de produções como The Wilds, renovada para segunda temporada, a animação Fairfax e a vindoura The Summer I Turned Pretty, indpirada no livro da escritora Jenny Han (de Para Todos os Garotos que Amei, sucesso na Netflix).

Assim como o filme original de Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, a série mostrava um grupo de amigos que tem a vida virada de cabeça para baixo após matar uma pessoa em um acidente de carro na noite de sua formatura. Um ano depois, eles se reúnem por acaso na cidadezinha onde a tragédia aconteceu e se veem perseguidos por um assassino brutal.

O elenco principal incluía Bill Heck (Locke & Key), Brianne Tju (Pânico: A Série de TV), Ezekiel GoodmanAshley Moore (Popstar: Sem Parar, Sem Limites) e Sebastian Amoruso. A showrunner era Sara Goodman (Preacher), e um dos produtores era James Wan (Invocação do Mal).

A produção chegou em 15 de outubro de 2021 ao catálogo do Amazon Prime Video.

Daniela Rettore for Marie Claire Hong Kong with Maria Rosa and Nora Danielsson

Photographer: Daniela Rettore. Fashion Stylist: Benedetta Ceppi. Hair Stylist: Stefano Rolandi. Makeup Artist: Chiara Cima. Retouch: Katya Kachanouskaya. Models: Maria Rosa and Nora Danielsson.

LE STREET STYLE #3: Que portent les Parisiens en janvier ? Avec Héloïse Salessy | Vogue France

Vous avez toujours rêvé de figurer sur Vogue.fr ? C’est désormais possible ! Comment ? Grâce à la nouvelle série “Street Style”, dans laquelle des personnalités du monde de la mode analysent et décryptent les meilleurs looks aperçus dans les rues de Paris. Une tribune inédite qui vous est dédiée, pour tout révéler de votre outfit du moment et prouver votre crédibilité mode. S’approprier un power suit, calquer une silhouette retro, bien choisir ses accessoires ou s’essayer à la seconde main et l’upcycling en optant pour des marques en vogue à l’instar de Rusmin et Antic & Tonic… Dans ce troisième épisode, Héloïse Salessy, Fashion Editor de Vogue France, passe à la loupe vos tenues les plus pointues et votre sens du style.

Você sempre sonhou em estar na Vogue.fr? Agora é possível! Como? ”Ou“ O quê? Graças à nova série “Street Style”, em que personalidades do mundo da moda analisam e decifram os melhores looks vistos nas ruas de Paris. Um fórum exclusivo e dedicado a você, para revelar tudo sobre o seu traje atual e provar sua credibilidade na moda. Escolha um power suit, modele uma silhueta retrô, escolha seus acessórios ou experimente a mão em segunda mão e faça upcycling, optando por marcas da moda como Rusmin e Antic & Tonic… Neste terceiro episódio, Héloïse Salessy, editora de moda da Vogue França, leva um observe mais de perto seus trajes mais modernos e seu senso de estilo.

Réalisateur : Idriss Tidjani @yagooz
Chef Opérateur : Albert Oziouls Toulouse @albertozioulstoulouse
1er AC : Lucas Brincin
Ingénieurs son : Vicenzo de Marinis, Jerremy Barrault et Hubert Rey Grange.
Direction Créative : Carole Ferrandez
Production : @rumeurparis @flaviacardosolefebvre
Production : Margaux Latour @margauxlatour, Jennifer Soulhac @jen.slc, Gregoire Lacombe @gregoire_lacombe_ad et Maruane Szilagyi @mauraneszilagyi.
Post production : Lola Gonnet-Prince @lol.a.prince @toysfilms
Montage : Adrian Platon @adrian_platon
Etalonnage : Guillaume Schmitter @guillaume_schmitter
Mixage : Manuel Lormel @manuel_lormel
Générique: Maxime Ernult @maxime_ernult
Développement vidéo Vogue France : Mathias Holst, Louise des Ligneris
Head of Editorial Content : Eugénie Trochu

IKKI CASTING @ikki_casting

1er – Safya @blackmaroccan
3ème – Selfina @selfina_33
4ème – Yvi Duval @yviduval
5ème – Yousra Youssoufa @yousnao
6ème – Juliette Pelletier @juliettejsmpelletier et Samy Cheurfa @samyestrevenu

0:00 : Intro

0:19 : Look #1

1:08 : Look #2

2:16 : Look #3

3:02 : Look #4

3:47 : Look #5

4:50 : Look #6

6:22 : Outro

Tori Spelling, de ‘Barrados no Baile’, revela que a família inteira tem Covid

“Me sinto inútil como mãe”, diz atriz, que tem cinco filhos, em post no Instagram nesta sexta-feira (7)

Tori Spelling e os cinco filhos (Foto: Reprodução Instagram)

Tori Spelling, sempre lembrada como a Donna da série Barrados no Baile, contou em um post no Instagram nesta sexta-feira (7) que ela e os cinco filhos estão com Covid-19. Em um longo texto, a atriz de 48 anos afirmou que foi a última da família a sentir os sintomas, que variam entre cada um e que se sente tão mal que não consegue ajudar as crianças.

“Nada é pior do que querer cuidar de seus pequeninos, mas se sentir tão doente que mal consegue se virar sozinho. Eu me sinto inútil como mãe”, desabafou ela, que tem Liam, de 14 anos;  Stella, de 13; Hattie, de 10; Finn, de 9; e Beau McDermott, de 4;  com Dean McDermott, de quem ela estaria se separando – Tori não deixou claro se ele também tem o coronavírus.

O texto de Tori pode ser lido na íntegra abaixo.

“Eu compartilho muito nas redes sociais, mas isso é uma coisa que eu não queria compartilhar… Mas, a essa altura, as pessoas estão ficando frustradas por não receberem respostas pessoais e comerciais minhas e se perguntando por que estou desaparecida, então finalmente decidi compartilhar.

Nossa família inteira tem COVID. Sim, todos os membros pegaram. Todos nós temos vários graus de sintomas. Eu fui a última a ser sintomática. Todos nós estávamos rezando para que fosse apenas um forte resfriado de inverno. Mas não foi. Nada é pior do que querer cuidar de seus pequeninos, mas se sentir tão doente que mal consegue se virar sozinha. Eu me sinto inútil como mãei. Devastada. A mãe deve cuidar de seus filhos quando estão doentes. É assim que funciona.

Mas, todos nós estamos passando por isso juntos. Eu sei que não estamos sozinhos. Muitos estão passando por isso também. Eles passaram por isso. E vão passar por isso. Obrigado à minha amiga Chrissy @goodcarmacree que imediatamente deixou  um pacote de vitaminas na nossa porta quando soube. Muito grata à você! E, se eu não estiver respondendo, por favor entenda. Me dê um tempo. Estamos bem no meio disso. Para referência: esta postagem demorou 45 minutos para começar e parar para escrever.  # covidsucks.”

Os cinco filhos de Tori Spelling (Foto: Reprodução Instagram)
Os cinco filhos de Tori Spelling (Foto: Reprodução Instagram)
Tori Spelling com uma das filhas (Foto: Reprodução Instagram)
Tori Spelling com uma das filhas (Foto: Reprodução Instagram)
O post de Tori Spelling (Foto: Reprodução Instagram)
O post de Tori Spelling (Foto: Reprodução Instagram)

Lily Cole On Eco-Activism | The Extra Mile With Edward Enninful | British Vogue & BMW

When Lily Cole, former British Vogue cover star turned eco-activist and author, first started researching the climate crisis in her teens almost 20 years ago, she was “baffled that it wasn’t a big conversation.” Now, the world is finally catching up. Why? “Because it’s real,” she tells British Vogue Editor in Chief Edward Enninful in the latest video in The Extra Mile series in partnership with BMW. “Because we’re waking up.” In 2019, Cole published her book ‘Who Cares Wins’, a handbook of sorts for how to help halt the continued destruction of the planet. What are the personal changes she has made? “I’m predominantly vegan, I have an electric car, I’ve reduced my travel massively and I offset when I do,” she says. “I’ve tried to change my attitude to stuff. I really love having less. There is, she says, reason to be optimistic. “We have the power to choose something better. And what inspires me is that most people care.”

Quando Lily Cole, ex-estrela da capa da Vogue britânica que se tornou ecoativista e autora, começou a pesquisar a crise climática na adolescência há quase 20 anos, ela ficou “perplexa por não ter sido uma grande conversa”. Agora, o mundo finalmente está se recuperando. Por quê? “Porque é real”, disse ela ao editor-chefe da Vogue britânica, Edward Enninful, no último vídeo da série The Extra Mile em parceria com a BMW. “Porque estamos acordando.” Em 2019, Cole publicou seu livro ‘Who Cares Wins’, uma espécie de manual sobre como ajudar a deter a destruição contínua do planeta. Quais são as mudanças pessoais que ela fez? “Sou predominantemente vegana, tenho um carro elétrico, reduzi muito minhas viagens e compenso isso”, diz ela. “Eu tentei mudar minha atitude em relação às coisas. Eu realmente amo ter menos. Há, diz ela, motivos para ser otimista. “Temos o poder de escolher algo melhor. E o que me inspira é que a maioria das pessoas se preocupa. ”

Sidney Poitier, primeiro negro a ganhar Oscar de melhor ator, morre aos 94 anos

Ele ganhou a estatueta por ‘Uma voz nas sombras’, em 1964; notícia foi confirmada por Ministro nas Relações Exteriores das Bahamas, país de origem do ator
Independent e New York Times

Sidney Poitier, em 2013 Foto: Gus Ruelas / REUTERS

Morreu nesta sexta-feira, aos 94 anos, o ator Sidney Poitier. O astro era conhecido por filmes como “Adivinhe quem vem para o jantar” (1967), “No Calor da Noite” (1967), “Ao mestre, com carinho” (1967) e “Uma voz nas sombras” (1963). Este último lhe rendeu o Oscar de melhor ator em 1964 e fez dele o primeiro negro a ganhar o prêmio. Isso só se repetiu 38 anos depois, com Denzel Washignton levando a estatueta por “Dia de treinamento”. Coincidentemente, foi na mesma cerimônia em que Poitier recebeu o Oscar pelo conjunto da obra.

A notícia da morte foi anunciada por Fred Mitchell, ministro das Relações Exteriores das Bahamas, país de origem de Poitier. A causa da morte não foi revelada. Sidney tinha dupla cidadania, já que nasceu inesperadamente em Miami durante uma visita dos pais aos Estados Unidos. Ele cresceu nas Bahamas, mas mudou-se para a América aos 15 anos.

IMAGENS DE SIDNEY POITIER, PRIMEIRO NEGRO A CONQUISTAR OSCAR DE MELHOR ATOR NA HISTÓRIA DO CINEMA

O ator Sidney Poitier morreu, aos 94 anos. Astro de Hollywood era conhecido por filmes como "Adivinha quem vem para o jantar", "No Calor da Noite" e "Uma voz nas sombras" Foto: Divulgação
O ator Sidney Poitier morreu, aos 94 anos. Astro de Hollywood era conhecido por filmes como “Adivinha quem vem para o jantar”, “No Calor da Noite” e “Uma voz nas sombras” Foto: Divulgação
Sidney Poitier em cena do filme "Uma voz nas sombras", pelo qual foi premiado com Oscar de melhor ator, em 1964. Primeiro negro a ganhar o prêmio Foto: Divulgação
Sidney Poitier em cena do filme “Uma voz nas sombras”, pelo qual foi premiado com Oscar de melhor ator, em 1964. Primeiro negro a ganhar o prêmio Foto: Divulgação
Sidney Poitier contracena com Richard Gere no filme "O Chacal" (1997) Foto: Divulgação
Sidney Poitier contracena com Richard Gere no filme “O Chacal” (1997) Foto: Divulgação
Ator também é conhecido por seu trabalho em "Ao Mestre, com Carinho", de 1967, em que interpreta um professor Foto: Divulgação
Ator também é conhecido por seu trabalho em “Ao Mestre, com Carinho”, de 1967, em que interpreta um professor Foto: Divulgação
Poitier e Jack Wardenem cena do filme "Um homem tem três metros de altura", drama lançado em 1957 Foto: Arquivo / Agência O Globo
Poitier e Jack Wardenem cena do filme “Um homem tem três metros de altura”, drama lançado em 1957 Foto: Arquivo / Agência O Globo
Sidney Poitier ao lado de Nelson Mandela, em foto extraído do livro "Uma vida muito além das expectativas" Foto: Reprodução
Sidney Poitier ao lado de Nelson Mandela, em foto extraído do livro “Uma vida muito além das expectativas” Foto: Reprodução
O ator Sidney Poitier acena depois de receber um Oscar honorário durante o 74º Oscar, em março de 2002 Foto: Timothy A. Clary / Timothy A. Clary
O ator Sidney Poitier acena depois de receber um Oscar honorário durante o 74º Oscar, em março de 2002 Foto: Timothy A. Clary / Timothy A. Clary
Poitier acompanhado de Angelina Jolie sobe ao palco para apresentar o Oscar em 2014 Foto: Lucy Nicholson / REUTERS
Poitier acompanhado de Angelina Jolie sobe ao palco para apresentar o Oscar em 2014 Foto: Lucy Nicholson / REUTERS
Sidney Poitier chega à 86ª Cerimônia do Oscar, em 2014 Foto: Adrees Latif / REUTERS

Seu primeiro filme foi “No way out” em 1950, e o primeiro protagonista veio em 1955 em “Sementes da violência”. Em 1959, com “Acorrentados” (1958), recebeu sua primeira indicação ao Oscar de melhor ator. Foi o primeiro negro indicado na categoria.

Poitier chegou a receber duas indicações ao Emmy de melhor de telefilme na década de 1990: uma delas por interpretar Nelson Mandela, no filme para TV “Mandela and De Klerk” (1997).  Ao todo, ele recebeu 27 prêmios na carreira e mais de 40 indicações.

Direitos civis

Poitier ganhou destaque quando a luta pelos direitos civis estava começando a progredir nos Estados Unidos. Seus papéis tendiam a refletir os objetivos integracionistas e pacíficos do movimento.

“É uma escolha, uma escolha clara”, disse Poitier sobre seus papéis cinematográficos em uma entrevista de 1967. “Se a estrutura da sociedade fosse diferente, eu gritaria aos céus para bancar o vilão e lidar com diferentes imagens da vida do negro, com outras dimensões. Mas eu serei amaldiçoado se eu fizer isso nesta fase do jogo.”

Na época, Poitier era um dos atores mais bem pagos de Hollywood e um dos maiores geradores de bilheteria, classificado em quinto lugar entre os atores masculinos na pesquisa da revista Box Office com proprietários de teatros e críticos; ele estava atrás apenas de Richard Burton, Paul Newman, Lee Marvin e John Wayne. No entanto, a barreira racial não permitiria que Hollywood o colocasse como um ator romântico, apesar de sua boa aparência.

“Pensar no homem negro americano em circunstâncias sociossexuais românticas é difícil, você sabe”, disse ele a um entrevistador. “As razões são muitas, demais para detalhá-las.”

Ser ‘bonzinho’ era um avanço

Poitier frequentemente se encontrava interpretando personagens “bonzinhos” e limitadores que, no entanto, representavam um importante avanço em relação aos papíes degradantes oferecidos por Hollywood no passado. Em “No Way Out” (1950), ele interpretou um médico perseguido por um paciente racista, e em “Cry, the Beloved Country” (1952), baseado no romance de Alan Paton sobre racismo na África do Sul , ele apareceu como um jovem padre. Seu personagem em “Blackboard Jungle” (1955), um aluno problemático de uma igualmente problemática escola pública de Nova York, vê a luz e acaba ficando do lado de Glenn Ford, o professor que tenta alcançá-lo.

Em “Acorrentados” (1958), uma fábula racial que o estabeleceu como uma estrela e lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor ator, ele foi um prisioneiro em fuga, algemado a um outro presidiário (e racista virulento) interpretado por Tony Curtis. O prêmio de melhor ator veio em 1964 por sua atuação no filme de baixo orçamento “Uma voz nas sombras”, como um faz-tudo itinerante ajudando um grupo de freiras alemãs a construir uma igreja no deserto do Sudoeste Americano.

Em 1967, Poitier apareceu em três dos filmes de maior bilheteria de Hollywood, elevando-o ao pico de sua popularidade. “No calor da noite” o colocou ao lado de Rod Steiger, como um xerife indolente e fanático, com quem Virgil Tibbs, o detetive da Filadélfia interpretado por Poitier, deve trabalhar em uma investigação de assassinato no Mississippi. (Em uma fala que ficou famosa, o detetive insiste que o xerife o respeite: “Eles me chamam de Senhor Tibbs!”)

Em “Ao mestre, com carinho”, ele era um professor preocupado com seus alunos em em um escola secundária de Londres. Em “ Adivinhe quem vem para o jantar ”, filme que quebra o tabu sobre um casal inter-racial, ele interpretou um médico negro que testa os princípios liberais de seus futuros sogros, interpretado por Spencer Tracy e Katharine Hepburn.

Ao longo de sua carreira, o peso de ser ícone racial pesou sobre Poitier e os personagens que ele interpretou. “Eu me sentia como se estivesse representando 18 milhões de pessoas a cada movimento que fazia”, escreveu ele certa vez.

Apesar de seu papel em mudar as percepções americanas sobre raça e abrir as portas para uma nova geração de atores negros, Poitier era modesto sobre sua carreira. “A História vai me apontar apenas como um elemento menor em um grande evento em andamento, uma pequena, ainda que necessária, energia”, escreveu ele. “Mas, mesmo assim, estou satisfeito por ter sido escolhido.”

Em 1951 casou-se com Juanita Marie Hardy, dançarina e modelo, de quem se divorciou em 1965. Tiveram quatro filhas. Em 1976, ele se casou com Joanna Shimkus, sua co-estrela em “O homem perdido” (1969). Eles tiveram duas filhas. Além das seis descendentes, ele deixa oito netos e três bisnetos.

The Weeknd – Sacrifice

Official music video for The Weeknd “Sacrifice”. ‘Dawn FM’

Modelo americana Brooks Nader “responsabiliza” Apple após perseguição com AirTag

Brooks Nader

As polêmicas sobre perseguições envolvendo os AirTags não param de surgir. Desta vez, uma modelo americana acabou sendo vigiada por uma pessoa mal intencionada, a qual colocou os rastreadores da Apple em seu casaco. As informações são do FOX 5.

De acordo com a reportagem, a modelo Brooks Nader contou que um desconhecido colocou o dispositivo na sua roupa enquanto ela estava em um bar na cidade de Nova York. Ela afirmou ter deixado seu casaco na parte de trás de uma cadeira, podendo ter sido esse o momento em que o AirTag foi colocado no bolso.

Somente depois de cinco horas, quando a modelo já estava voltando para a sua casa (em Manhattan), seu iPhone enviou uma notificação alertando-a de que o AirTag desconhecido estava se movendo com ela. Após vasculhar o casaco, ela encontrou o rastreador e alertou seus seguidores nas redes sociais.

Nader destacou que aquele foi “o momento mais assustador” da sua vida, principalmente porque ela não sabia da existência dos AirTags até receber a notificação: “Eu só quero que todos estejam cientes de que isso existe”, comentou.

Acontece que era um AirTag, que é uma pequena coisa circular branca que a Apple faz e é usada para coisas horríveis, horríveis. Depois que pesquisei, as pessoas têm usado nos carros das outras para persegui-las, [para] tráfico de pessoas, todos os tipos de coisas.

A modelo ainda responsabilizou a Apple pelo acontecido (de certa forma) com um questionamento: “Vocês levaram em consideração o perigo e as consequências potencialmente fatais que esse dispositivo tem?”, sugerindo que as pessoas passem a checar suas bolsas, casacos e até veículos.

Questionada pelo FOX 5, a Apple afirmou que os usuários que se sentem em situação de risco são incentivados a entrar em contato com as autoridades locais, para as quais fornecerá qualquer informação sobre o AirTag desconhecido.

Levamos a segurança de clientes muito a sério e estamos comprometidos com a privacidade e a segurança do AirTag. O AirTag foi projetado com um conjunto de recursos proativos para desencorajar o rastreamento indesejado.

Tais recursos, no entanto, nem sempre funcionam da maneira esperada, como revelado recentemente pelo The New York Times. O jornal mencionou problemas como atraso nas notificações e até ineficiência das autoridades em casos de perseguição.

VIA ENGADGET

Estreia de Naomi se afasta de gibis e traz a própria visão do extraordinário

Série de Ava DuVernay toma liberdades criativas para aproximar história do mundo real
NICO GARÓFALO

Naomi -cena da série de super-heróis de Ava DuVernay

Faz pouco menos de 10 anos que Arrow estreou na CW, dando o primeiro passo para a criação e expansão do que ficou conhecido como Arrowverse, franquia que inclui The FlashSupergirlLegends of TomorrowSuperman & Lois e tantas outras. Depois de quase uma década vendo a emissora focar suas produções em um universo que já vê a existência de heróis como algo rotineiro, Naomi chega para recriar a sensação de deslumbramento com o extraordinário.

A estreia de Naomi começa como um conto de amadurecimento qualquer. Com frases rápidas proferidas por alguns jovens aleatórios, conhecemos a personagem-título, uma garota genial e extrovertida apaixonada pelo Superman – que aqui é apenas mais um personagem de quadrinhos. Vivida por Kaci Walfall, a jovem de 16 anos é tudo aquilo que todo adolescente deseja ser: popular, inteligente, esportiva e livre para se descobrir. Essa vida aparentemente perfeita muda repentinamente quando o Homem de Aço aparece na pequena cidade em que mora para enfrentar um vilão misterioso. Depois deste sinistro – e impossível – evento, Naomi passa a sofrer com seguidos desmaios e decide investigar como e por que o surgimento do Azulão lhe causou esse efeito.

Como já é de se esperar de um episódio piloto, a estreia da série não tenta responder nenhuma das perguntas que propõe. Escrito por Ava DuVernay e Jill Blankenship, esse primeiro capítulo ocupa seu tempo em apresentar Naomi e sua relação com seus amigos, família e com a cultura pop. Em menos de 15 minutos de episódio, o espectador já sente conhecer a jovem intimamente, a ponto de ficar apreensivo quando ela confronta o misterioso Dee (Alexander Wraith) ou invade a concessionária de Zumbado (Cranston Johnson) ao lado dos amigos.

Embora esteja carregada de diálogos expositivos, a estreia de Naomi compensa esse deslize na direção dinâmica de Amanda Marsalis, que desenvolve o piloto de forma ágil sem sacrificar o tempo de tela de seus principais personagens. Mesmo com pouquíssimos segundos de ação, a forma como a diretora desenvolve o mistério em torno de Naomi prende a atenção do espectador, que também não demora a se apaixonar pelo elenco principal.

Além da carismática Walfall, que se transforma por inteiro na Naomi dos gibis, Anthony PuigMary-Charles JonesWill MeyersAidan Gemme e Camila Moreno criam uma dinâmica adolescente orgânica e verossímil, fugindo do drama exagerado de outras séries jovens da emissora como Riverdale ou One Tree Hill. Até mesmo as atuações intencionalmente caricatas de Alexander Wraith e Cranston Johnson, destacadas num contexto de “mundo real”, ajudam a ditar o equilíbrio de tom que Naomi deve seguir quando sua personagem inevitavelmente vestir seu supertraje.

Com DuVernay brincando com a liberdade criativa que lhe foi dada, Naomi estreia prometendo emoção e diversão na mesma medida. Respeitando o tom criado por Brian Michael BendisDavid F. Walker Jamal Campbell nos quadrinhos da DC, a série se arma com uma narrativa própria para surpreender até os mais apaixonados fãs da personagem.