Apple TV+: “The Morning Show” é renovada para a 3ª temporada

Primeiro grande sucesso do Apple TV+, a série “The Morning Show” ganhará mais uma temporada — cuja data de estreia ainda não foi divulgada.

A Apple anunciou a novidade, inicialmente, em comunicado no qual fez um apanhado geral dos seus atuais serviços. Logo em seguida, a companhia divulgou uma nova página dedicada para o anúncio.

A empresa destacou algumas mudanças no time que atua nos bastidores da produção. Entre elas, Kerry Ehrin, que desenvolveu e participou como showrunner nas duas primeiras temporadas da série, assumirá a cadeira de consultora na terceira temporada.

Seu antigo cargo ficará nas mãos de Charlotte Stoudt, a qual assinou um novo acordo plurianual com a Apple para produzir séries roteirizadas. Demonstrando animação para unir forças com o Apple TV+ e “The Morning Show”, ela elogiou o elenco, a equipe e a história da produção.

O elenco, liderado pela fenomenal Jennifer Aniston e Reese Witherspoon, é realmente de morrer. Kerry, Mimi e Michael, e as equipes da Media Res, Hello Sunshine e Echo Films, criaram um mundo irresistível que é igualmente delicioso e provocativo.

Vale recordar que a segunda temporada de “The Morning Show” girou em torno da decisão de Alex (Aniston) e Bradley (Witherspoon) de expor, ao vivo e em rede nacional, a cultura tóxica de assédio criada pelos executivos da rede de TV em que trabalham.

Resta saber quais caminhos serão seguidos pelos roteiristas na continuação… [MacMagazine]

Loja da Apple em São Paulo reduz horário de atendimento por causa da covid-19

A partir desta terça, unidade localizada no Shopping Morumbi reduzirá a operação em quatro horas como resposta ao avanço da variante Ômicron
Por Felipe Siqueira e Heloísa Scognamiglio – O Estado de S. Paulo

Loja da Apple em São Paulo no Morumbi Shopping

A loja da Apple localizada no Shopping Morumbi, São Paulo, uma das duas unidades das lojas oficiais da marca no País, vai reduzir o horário de atendimento a partir desta terça-feira, 11. A medida é, segundo a empresa, uma forma de prevenção à covid-19, cuja nova variante vem tendo forte avanço no País. O horário de  funcionamento, atualmente entre 10h e 22h, passará a ser de 12h às 20h, uma redução total de 4 horas no atendimento. Para a loja existente no Rio de Janeiro, por enquanto, não há previsão de mudanças de escalas, o atendimento segue normal.

A decisão acontece em meio à alta de casos, tanto de covid-19 quanto da gripe provocada pelo vírus H3N2. Esse cenário já provocou estragos entre as empresas aéreas. As companhias Azul Latam vêm suspendendo dezenas de voos desde a semana passada por conta da falta de tripulantes, contaminados pelos vírus.

Como mostrou reportagem do Estadão, várias empresas que previam a volta dos funcionários aos escritórios neste início de ano também estão revendo a decisão, por conta do aumento dos casos. No interior de São Paulo, cidades como Amparo, Tupã, Orlândia e Capivari estão voltando a adotar restrições de circulação, também como efeito do avanço dos vírus.

A falta de profissionais, atingidos tanto pela covid quanto pela gripe, começa a ser um problema também para instituições de saúde. Segundo o presidente do Sindicato das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo (SindHosfil), Edison Ferreira da Silva, o número de afastamentos de profissionais de saúde vem sendo sentido nas gestões. Mas, segundo ele, ainda não é algo que proporciona “precariedade ao atendimento” à população.

Modelo Valentina Boscardin morre após complicações da covid-19

A jovem de 18 anos, filha da modelo e empresária Marcia Boscardin, teve trombose e pneumonia
MARIE CLAIRE

Valentina Boscardin morreu após complicações da covid-19 (Foto: Reprodução / Instagram)
Valentina Boscardin morreu após complicações da covid-19 (Foto: Reprodução / Instagram)

A modelo Valentina Boscardin, de 18 anos, morreu neste fim de semana em decorrência de complicações da covid-19. Ela é filha da também modelo, apresentadora e empresária Marcia Boscardin, que comunicou a morte e fez uma homenagem à filha nas redes sociais.

“É com muita dor que me despeço do amor da minha vida. Adeus, Valentina Boscardin Mendes, que Deus te receba de braços abertos. Estou sem chão”, escreveu ela. “Minha filha, vou te amar eternamente. Um anjo sobe ao céu”.

Segundo informações de amigos, Valentina morreu na madrugada de domingo (9) em decorrência de covid seguida de trombose. Ela também foi diagnosticada com pneumonia na última quinta-feira (6). A modelo já havia tomado duas doses da vacina.

Valentina fazia parte do cast da Ford Models e se preparava para carreira internacional, seguindo os passos da mãe, que desfilou para marcas como Givenchy, Christian Dior, Mosquino, Valentino e Armani, e estampou várias capas de revistas.

Nas redes sociais, vários amigos deixaram mensagens de apoio a Marcia. “Meus sentimentos. Que notícia mais triste. Que Deus alivia essa dor”, escreveu a apresentadora Daniela Albuquerque. “Meu coração de mãe se quebra….Marcia , que Deus te dê forças para passar por essa dor gigantesca”, disse a atriz Luiza Tomé. “Força Márcia! Que Deus conforte o coração de vocês”, publicou a apresentadora Ticiane Pinheiro.

“Querida, não tenho palavras, sinto demais sua perda. Que Deus esteja com vc e sua família neste momento”, escreveu Cristiana Oliveira. “Querida sinto muito, estou em choque!! Que Deus conforte seu coração e sua família. muito triste por vocês. Que Valentina seja recebida nos braços do senhor”, publicou Mônica Carvalho.

Além da série de mensagens de apoio e conforto que Marcia recebeu e compartilhou de amigas, ela relembrou uma série de momentos marcantes com sua filha. Ela relembrou o último Natal que passaram juntas, uma viagem de férias ao Rio de Janeiro, a formatura e a festa de 18 anos de Valentina.

Elas também curtiram uma viagem de férias juntas no Rio de Janeiro (Foto: Reprodução/Instagram)
Elas também curtiram uma viagem de férias juntas no Rio de Janeiro (Foto: Reprodução/Instagram)
Márcia relembrou orgulhosa da formatura da filha (Foto: Reprodução/Instagram)
Márcia relembrou orgulhosa da formatura da filha (Foto: Reprodução/Instagram)
Márcia Boscardin relembrou o último Natal que passou na companhia da filha (Foto: Reprodução/Instagram)
Márcia Boscardin relembrou o último Natal que passou na companhia da filha (Foto: Reprodução/Instagram)
Marcia Boscardin lamenta a morte da filha, Valentina, aos 18 anos (Foto: Reprodução / Instagram)
Marcia Boscardin lamenta a morte da filha, Valentina, aos 18 anos (Foto: Reprodução / Instagram)
Valentina Boscardin morreu appos complicações da covid-19 (Foto: Reprodução / Instagram)
Valentina Boscardin morreu appos complicações da covid-19 (Foto: Reprodução / Instagram)

Quannah Chasinghorse – Porter Edit December 2021/January 2022 By Camila Falquez

New Horizons   —   Porter Edit December 2021/January 2022   —   www.net-a-porter.com

Photography: Camila Falquez Model: Quannah Chasinghorse Styling: Herin Choi Hair: Rachel Lee Wright Make-Up: Homa Safar Manicure: Bana Jarjour

Blueman celebra 50 anos e recorda criação de biquíni de lacinho

Marca também é a autora do modelo de jeans na praia
Gilberto Júnior

Blueman 50 anos Foto: Divulgação

Dia desses, Sharon Azulay teve uma conversa bastante reveladora com os primeiros clientes da Blueman, marca fundada por seu pai, David, em 1972. O encontro era para extrair informações para um documentário que está produzindo sobre a grife de moda praia, que acaba de completar 50 anos. A estilista deu boas risadas ao ouvir — sob nova ótica — a história que cansou de escutar nos almoços e jantares de família: a criação do biquíni jeans e, consequentemente, do modelo de lacinho.

“Meu pai tinha uma ideia fixa: seguiria, não importava a maneira, os passos do irmão mais velho, Simão Azulay, da mítica Yes, Brazil. Como ele foi trabalhar com moda, o caçula não titubeou em acompanhá-lo. Mas do seu jeito. Certa vez, encontrou um biquíni jeans, feito por meu tio, jogado num canto e saiu oferecendo a peça aos lojistas de Copacabana. Numa única tarde, tirou 1.600 pedidos”, recorda a designer. “Na hora da entrega, surgiu uma questão: o look não passava pelas pernas das mulheres por falta de elastano. A solução foi rasgar as laterais e unir as pontas com ‘lacinhos’. Nasciam ali duas das mais emblemáticas invenções do beachwear.”

Sharon é uma espécie de guardiã desse legado. Filha única de David, a carioca, de 30 anos, assumiu as rédeas do negócio com a morte repentina do pai, em fevereiro de 2009. Desde então, sua missão tem sido não deixar que a marca viva apenas do passado glorioso. “A ideia é manter a etiqueta atual, mas sabendo exatamente quem somos. Não perdemos nosso DNA pela estrada. Ainda somos irreverentes.”

Essa veia ousada e atrevida é traduzida no alto verão por meio de cores, estampas e atitude. “É a primeira parte das celebrações dos 50 anos. Ao longo dos próximos meses, teremos mais ativações especiais. Além do documentário, ainda sem data de estreia, teremos uma coleção inspirada no universo do meu pai: a mistura de culturas, o culto ao corpo feminino, a democracia nas praias”, observa Sharon.

Sobrinho de David e filho de Simão, o estilista Thomaz Azulay, que passou pelo estilo da Blueman antes de lançar a The Paradise, afirma que o tio conseguiu tornar a moda praia relevante na década de 1970: “Ele soube trazer à tona os desejos e anseios de uma geração em símbolos, quase sempre com a cara do Brasil ou from Brazil. Nenhuma outra marca fez essa façanha numa era pré-internet. Com David, aprendi a importância de criar identidade e manter-se fiel a ela”.

Entre os colegas, o estilista era admirado. “Ele era uma inspiração. Era extremamente talentoso, inventou um estilo no Rio. É maravilhoso ver a grife chegando a essa data, e se renovando”, elogia Lenny Niemeyer.

Para atualizar o business, Sharon investe pesado em tecnologia. Acaba de adquirir uma máquina que vai aumentar em 12 vezes a produção da casa. “Estamos com 11 lojas físicas, quase todas no Rio, e com o e-commerce que atende ao Brasil inteiro. Temos uma boa base de clientes que nos promove espontaneamente, como os jogadores de futebol Neymar e Gabigol. Estamos há esse tempo todo no mercado porque entendemos o métier. Muita gente acha que é fácil confeccionar um biquíni porque é algo pequeno. Ao contrário. Existe uma engenharia enorme por trás. A peça não pode ficar transparente ao molhar, não pode juntar areia no forro”, explica a carioca.

Sharon não decidiu se fará um desfile para festejar o aniversário. “Não acredito tanto nesse formato. Gastamos um caminhão de dinheiro para um show que dura somente 10 minutos. Prefiro estar com o público o ano inteiro.”

Net-A-Porter Sporter 2022 Campaign

NET-A-PORTER SPORTER 2022 CAMPAIGN
Source: net-a-porter.com
Published: January 2022

In this picture: Adhel Bol
Credits for this picture: Clark Franklyn (Photographer), Kristen Neillie (Fashion Editor/Stylist), Kiyoko Odo (Hair Stylist), Crystabel Riley (Makeup Artist)

All people in this campaign:

Clark Franklyn – Photographer Kristen Neillie – Fashion Editor/Stylist Kiyoko Odo – Hair Stylist Crystabel Riley – Makeup Artist Adhel Bol – Model

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iPhone completa 15 anos com queda de vendas no mundo

Com mercado de celulares em estágio de maturidade, a Apple encontrou novos caminhos para depender cada vez menos do iPhone
Por Lucas Agrela – O Estado de S. Paulo

iPhone 13 foi anunciado em setembro

Um iPod, um telefone e um dispositivo de conexão com a internet. Foi assim que Steve Jobs, cofundador da Apple, apresentou ao mundo o primeiro iPhone, em 9 de janeiro de 2007. No aniversário de 15 anos, o aparelho que moldou o conceito de smartphone como o conhecemos passa por queda de vendas. Entretanto, o produto tende a ser cada vez menos essencial para os negócios da empresa mais valiosa do mundo.

A consultoria americana Wedbush Securities estima que a Apple tenha vendido 40 milhões de iPhones no fim do ano passado. Apesar de a empresa ter recentemente atingido US$ 3 trilhões em valor de mercado, ela não deve parar de crescer e pode atingir valor de US$ 4 trilhões em 2023. No entanto, o aumento mais expressivo virá do setor de serviços da companhia, estima a consultoria. Nos últimos anos, a Apple lançou diversos aplicativos pagos, como o Apple TV+, o Apple Music e o Apple Fitness+, que não precisam necessariamente do iPhone mais novo para funcionar.

A história recente da Apple se confunde com a história do iPhone, mas Steve Jobs chegou a ver apenas os primeiros cinco anos de mercado do produto. O desafio de tocar a Apple e o legado de Jobs ficou para Tim Cook desde 2011, quando o cofundador morreu de câncer no pâncreas. A diversificação dos negócios para além do iPhone, do iPad e do Mac é uma das marcas da gestão de Cook.

15 anos depois do lançamento do iPhone, o mercado de smartphones atingiu o estágio da maturidade e teve sua primeira queda em 2019. A redução de vendas do iPhone veio antes, ainda em 2016 e teve uma retomada em 2020 com, pela primeira vez, modelos compatíveis com a rede de internet 5G.

Nos últimos dois anos, o cenário desfavorável da pandemia fez o mercado de celulares cair ou andar de lado — algo que deve continuar em 2022. No Brasil, mesmo com a saída da LG do mercado de smartphones, a Apple não consegue sequer um lugar no pódio, que é composto por Samsung, Motorola e Xiaomi. Um dos motivos apontados é o alto custo do iPhone, uma vez que a Apple aposta apenas no segmento topo de linha, enquanto as rivais vendem produtos para diferentes camadas de preços. Enquanto o iPhone 7 foi lançado no País por R$ 3.500, o iPhone 13 chegou por R$ 7.600, um salto de 117%.

Mesmo com o desenvolvimento de novos produtos, como celulares dobráveis e tecnologias de vestir, o smartphone se mantém como o dispositivo mais adaptado para vida de todos. “Por muitas vezes se falou que relógio tomaria esse espaço, depois o Google Glass, mas nada disso aconteceu. No curto prazo não existe um dispositivo que seja mais conveniente e concentrador de muitas atividades do que o smartphone”, afirma Arthur Igreja, especialista em tecnologia e professor da FGV.

Apps
Ainda que os celulares sejam importantes, uma das maiores fortalezas da Apple é a loja de aplicativos. Apesar de enfrentar investigações antitruste e acusações de monopólio pela Epic Games, empresa por trás do sucesso dos jogos Fortnite, a Apple consegue manter o negócio de software com sucesso até agora. Segundo a consultoria SensorTower, a receita da App Store foi de US$ 85,1 bilhões em 2021, alta de 17,7% ante 2020. O valor é maior do que a da loja rival Google Play, que faturou US$ 47,9 bilhões no ano passado.

“O smartphone tradicional ainda tem dependência de aplicativos. Por isso, as empresas chinesas tentam criar uma terceira loja global de aplicativos. Se todos os aparelhos são parecidos, basicamente, com tela, bateria e câmera, o diferencial está no conteúdo e, por isso, as lojas de aplicativos são muito importantes para o lucro das empresas”, afirma Reinaldo Sakis, gerente de pesquisa da consultoria americana IDC.

iMessage “força” jovens a trocarem Androids por iPhones, diz WSJ

Por que o iMessage da Apple está ganhando: os adolescentes temem a bolha de texto verde

O fato de o iMessage ser uma plataforma limitada aos dispositivos da Apple já rendeu uma série de críticas à gigante de Cupertino — no entanto, isso também seria o motivo pelo qual cada vez mais jovens estão migrando do Android para o iPhone nos Estados Unidos, segundo uma reportagem do Wall Street Journal.

Essa situação estaria ligada ao esquema de cores usado no iMessage, ou seja, o uso de balões verde ou azul para mostrar se uma mensagem para um usuário é feita por meio do iMessage ou de outros dispositivos — o que teria se tornado uma forma de indicador de status entre os jovens, mostrando que o usuário não apenas possui um iPhone, mas também pode fazer uso de recursos da plataforma que adeptos de dispositivos Android, por exemplo, não podem.

A estudante Adele Lowitz disse ao WSJ que notou a diferença de tratamento pela primeira vez quando um membro de um grupo de mensagens questionou “quem estava com o balão verde”.

Segundo ela, a Apple havia criado uma rede social com seus recursos, e que ela havia sentido uma certa pressão para voltar para o ecossistema da Apple — uma vez que alguns recursos, principalmente chats de grupo, não funcionam tão bem quando há integrantes que utilizam dispositivos Android.

Em meu círculo na faculdade, e no ensino médio indo para a faculdade, a maioria das pessoas tem iPhones e utiliza muitos desses tipos de recursos específicos do iPhone. Não sei se é propaganda da Apple ou apenas uma coisa tribal dentro do grupo versus fora do grupo, mas as pessoas não parecem gostar muito de bolhas de texto verdes e parecem ter essa reação negativa visceral a elas.

Comentando esse cenário, o vice-presidente do Google, Hiroshi Lockheimer, disse que a Apple está deliberadamente semeando “pressão dos colegas e bullying” para fazer com que os usuários do Android mudem para o iPhone.

Além disso, ele comenta que a Apple se recusa a aceitar a implantação de padrões universais como o RCS1, o qual oferece aos usuários do Android muitos dos mesmos recursos do iMessage.As restrições do iMessage da Apple é uma estratégia documentada. Usar a pressão dos colegas e o bullying como forma de vender produtos é insincero para uma empresa que tem humanidade e equidade como parte central de seu marketing. Os padrões existem hoje para corrigir isso.

Neil Cybart, fundador do Above Avalon, rebateu as considerações de Lockheimer dizendo que “os concorrentes da Apple sempre posicionam o ‘marketing’ como a razão por trás do sucesso da Apple”.

Segundo ele, os consumidores apreciam os produtos da companhia simplesmente pela filosofia de seu design — uma filosofia “que é muito difícil de replicar fora da Apple”.

De acordo com uma pesquisa [PDF] publicada pela Piper Sandler, 87% dos adolescentes americanos entrevistados em 2021 possuem iPhones — ou seja, o market share do Android entre esses usuários seria de apenas 13%. [MacMagazine]

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‘Euphoria’ está de volta; veja onde a série parou

Produção da HBO, que ganha segunda temporada, ainda traz retrato do ponto fraco da Geração Z
Sadiba Hasan, The New York Times

Euphoria
Zendaya está de volta em mais uma temporada de ‘Euphoria’, na HBO. Foto: HBO

Do alto, uma câmera dá um zoom através de uma nuvem de fumaça e ao longo de uma fileira de cabines de banheiro de colégio agitadas. Cada uma contém seu próprio mini-drama: um casal se beijando; amigos fofocam e usam drogas; uma garota segura o cabelo de uma amiga que bebeu demais; outra chora no banheiro enquanto olha para o telefone. É um corte transversal perfeito da vida adolescente moderna, conforme mostrado em Euphoria, a descrição sincera da HBO do ponto fraco da Geração Z suburbana.

Com sua cinematografia lindamente estilizada e atuação, música e maquiagem premiadas, a série foi aclamada entre telespectadores e críticos, ganhando três Emmys e nove indicações até o momento. A segunda temporada estreou no domingo, 9, e os espectadores finalmente tiveram a chance de verificar a situação da protagonista Rue (interpretada por Zendaya), viciada em drogas e que tinha acabado de ter uma recaída da última vez que a vimos.

No final da 1ª temporada, ela e sua melhor amiga, Jules (Hunter Schafer), fizeram planos para fugir juntos, mas Rue desistiu no último minuto. Jules saiu de qualquer maneira, deixando-a sozinha na plataforma enquanto o trem acelerava em direção à “cidade”. (A série foi filmada no sul da Califórnia, mas locais específicos nunca são identificados.)

Dois anos e meio se passaram desde o final da primeira temporada. Dois especiais de uma hora desde então, ambientados poucos dias após os eventos do final, mostraram como foi o desenvolvimento dos personagens – o primeiro retrata uma conversa pós-recaída entre Rue e seu apoiador nos Narcóticos Anônimos, Ali (Colman Domingo); a segunda se concentra na primeira sessão de terapia de Jules após sua tentativa de fuga. O que trouxe Rue e Jules para aquela estação de trem? E de onde deixamos os muitos outros personagens da série? Você pode ter esquecido alguns detalhes desde o final da primeira temporada, em 2019. Aqui está uma atualização antes da tão esperada estreia da segunda temporada.

Cyber Sexploration

Jules e Kat (Barbie Ferreira), que desde muito jovem teve uma vida secreta online como uma famosa escritora de fan fiction na Internet, fizeram importantes descobertas na 1ª temporada sobre sua auto expressão sexual, e seus encontros online ajudaram, para melhor ou para pior . Há muito sexo em Euphoria, e os roteiristas do programa também incluíram interações sexuais do mundo digital.

Jules costuma usar aplicativos de namoro para conhecer homens. Um deles, que ela conheceu no episódio piloto, se chamava “DominadorDaddy”; os dois se conheceram em um motel, e uma cena de sexo difícil de assistir começou. Descobriu-se que “DominandorDaddy” era o pai do quarterback do time de futebol americano da escola, o tóxico Nate (Jacob Elordi), que tem sérios problemas com o controle da raiva e com o pai. (Nate descobriu a coleção de fitas de sexo de seu pai, muitas das quais envolviam parceiras mais jovens, quando ele tinha 11 anos).

Toxicodependência de Rue

Em uma idade jovem, Rue foi diagnosticada com transtorno obsessivo-compulsivo, além de transtorno de déficit de atenção e transtorno de ansiedade geral. Seus sintomas tornam a vida cotidiana difícil, e ela desenvolveu um vício em pílulas na adolescência.

Rue enfrentou um ano em reabilitação depois que sua irmã Gia a encontrou no chão, inconsciente e vítima de uma overdose. A série começou quando ela voltou para casa da reabilitação e imediatamente deixou claro que não tinha intenção de ficar limpa.

Foi quando ela conheceu Jules, uma garota transgênero que acabara de se mudar para o subúrbio, e com quem logo desenvolveu uma camaradagem. Ao longo da temporada, Rue foi emocionalmente dependente de Jules, e sua sobriedade dependia do relacionamento delas. Rue decidiu ficar limpa depois que um traficante de drogas chamado Mouse (Meeko) a forçou a provar fentanil, o que provocou um desmaio. Jules, que cuidou dela enquanto estava inconsciente, disse a Rue que só poderiam estar próximas se ela estivesse limpa das drogas. Rue quebrou sua promessa algumas vezes, mas ela conseguiu ficar sóbria por três meses até Jules fugir de casa.

Amor tóxico

Cassie (Sydney Sweeney) é uma garota de bom coração, mas com um passado difícil que continua a assombrá-la. Seu namorado, Chris McKay (Algee Smith), um jogador de futebol calouro de uma faculdade próxima, a ama. Mas ele mantém uma distância dela para minimizar as provocações dos colegas do time, como Nate, que viram diversos nus que ela publicou online. O casal claramente tem problemas de confiança, e Cassie nunca disse que ficou com um colega dele, Daniel, sem que ele soubesse – aliás, duas vezes. Mas ela contou a McKay sobre a gravidez que surgiu da relação com ele, o que terminou num aborto.