Yvette Mimieux, atriz de A Máquina do Tempo, morre aos 80 anos


A atriz americana Yvette Mimieux foi encontrada morta na manhã desta terça-feira (18), segundo familiares confimaram ao Deadline. A veterana, que completou 80 anos de vida no último dia 10 de janeiro, morreu durante o sono, por causas naturais.

Intérprete prolífica na década de 1960, Mimieux pode ser mais lembrada por seu trabalho em A Máquina do Tempo (1960), de George Pal. A atriz, entretanto, também estrelou filmes como Bastam Dois Para Amar (1960), A Ilha das Víboras (1960), Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse (1962) e Luz na Praça (1962).

Mimieux também viveu a noiva de Dean Martin em Na Voragem das Paixões (1963) e colaborou com o diretor Serge Bourguignon nos filmes Viagem Para a Morte (1965) e The Picasso Summer (1969).

Mimieux continuou a trabalhar através das décadas seguintes, se aposentando das artes em 1992 após trabalhar no filme para TV Lady Boss (1992). Ela deixa seu marido há 36 anos, Howard F. Ruby, e nenhum filho ou filha.

Yvette Mimieux and Rod Taylor | “The Time Machine”, 1960. | Flickr

Compositoras clássicas começam a conquistar o reconhecimento merecido

De Germaine Tailleferre e Amy Beach à brasileira Chiquinha Gonzaga, chegou finalmente a hora do abre-alas
Marcelo Coelho

Ilustração das cabeças de três pessoas de perfil. A pessoa da esquerda tem cabelo ondulado preto e pele branca, a pessoa central tem cabelo cacheado laranja e pele preta e a pessoa do lado direito tem cabelo ondulado branco e pele laranja. No fundo, há uma partitura em branco sob fundo verde.
Publicada nesta terça-feira, 18 de janeiro de 2022 – André Stefanini

Você vai ficando velho, e suas crenças e opiniões acabam se transformando em alguma coisa parecida com sapatos, pulôveres (palavra antiga, essa) ou guarda-chuvas (cóf, cóf). Ficam largadas num canto, guardadas no armário, ou penduradas num mancebo (hein?).

Aí, quando te perguntam, você tira do armário e usa, sem se tocar que está tudo fora de moda, desbotado, com roído de traças aqui e ali.

Sempre fui de ouvir música clássica, e nisso não vou mudar. E, como todo mundo na minha geração, de até 1990 mais ou menos, achava que quase não havia mulheres entre os compositores eruditos.

Conhecia algumas peçazinhas de Clara Schumann (1819-1896), que afinal era a viúva de Robert, e de Fanny Mendelssohn (1805-1847), que afinal era irmã de Felix.

Na França do século 20, misteriosamente, uma mulher era citada entre os membros do chamado Grupo dos Seis, que rompeu com a tradição das brumas e meias-tintas de Debussy. Mas, embora se soubesse que Germaine Tailleferre (1892-1982) existia, era raríssimo ouvir alguma composição dela.

Enquanto isso, as obras de seus colegas de grupo, como Darius Milhaud e Francis Poulenc, estavam por toda parte desde a década de 1930.

Aos poucos, vejo que a situação mudou; a obra de muitas e muitas compositoras clássicas do passado vai sendo redescoberta. Uma dessas rádios no streaming, a Planet Radio, inaugurou um canal só com músicas escritas por mulheres. No Spotify, há uma playlist dedicada ao tema.

Nos dois casos, o ouvinte precisa de um pouco de paciência. Esses programadores confundem música clássica com tudo o que é sonoridade “new age“, maçarocas meditativas ou pasmaceira de lago encantado na floresta mágica.

Pulando o que deve ser pulado, é possível conhecer compositoras sérias, autoras de obra extensa —e ignorada ao longo de décadas e séculos.

Começando pela própria Germaine Tailleferre. Além das obras para harpa (instrumento “feminino”, se quisermos), há sonatas para violino e piano, um trio, um quarteto de cordas, dois concertos para piano, um punhado de óperas, balés, cantatas: montanhas de música. Nem tudo gravado ainda, infelizmente.

Para quem gosta do que de melhor foi feito pelo Grupo dos Seis, ou seja, composições neoclássicas, frescas e cítricas, de uma aspereza matinal e esportiva, não há do que reclamar. Não se trata de alguém que escreveu meia dúzia de páginas de salão e se calou para cuidar da casa e dos filhos: Germaine Tailleferre teve uma longa vida como compositora profissional, e sempre foi conhecida… só que ninguém a ouvia.

Nos Estados Unidos, o caso de Amy Beach (1867-1944) é parecido. Se eu já tinha ouvido falar dela, certamente esqueci. Mas um programa recente na BBC fez um rápido panorama de suas composições, e há muito a conhecer.

Um quinteto para piano, especialmente, impressiona pela profundidade desolada, pelo jogo de sombras que nasce de cada melodia, pelo equilíbrio entre a austeridade e o encantamento. O segundo movimento é inesquecível.

Trata-se do opus 67 de uma produção que inclui uma sinfonia, um concerto para piano, um quarteto de cordas, e uma grande variedade de obras vocais. Tenho pilhas de coisas para ouvir ainda, mas recomendo uma curta peça para coro, em que as palavras de Ariel em “A Tempestade” de Shakespeare são milagrosamente jogadas de um lado para outro no tempo e no espaço.

Às vezes, parece Elgar, outras vezes Rachmaninov, outras vezes César Franck. Amy Beach certamente não mudou a história da música, mas não há nenhuma razão para que tenha sido ignorada.

É estranho. Sendo a discriminação contra as mulheres uma regra geral ao longo dos séculos, o absurdo disso parece ter variado conforme a arte a que se dedicavam. Escritoras (ainda que usando, às vezes, nomes masculinos) marcaram a poesia e o romance do século 19. Mas, na composição, é como se o sistema tivesse se obstinado a permanecer em estado de surdez.

Louise Farrenc, Florence Price, Grazyna Bacewicz, Rebecca Clarke e muitas outras reaparecem agora. Para lembrar uma das nossas, Chiquinha Gonzaga, chegou finalmente a hora do abre-alas.

‘O feminismo se tornou uma marca para vender camisetas e canecas’, diz Rafia Zakaria, autora de ‘Não ao feminismo branco’ que critica privilégio racial de mulheres brancas

Advogada paquistanesa Rafia Zakaria, autora de ‘Não ao feminismo branco’, defende que privilégio racial alienou e despolitizou a organização política das mulheres
Renata Izaal

Rafia Zakaria (@rafiazakaria) / Twitter

Em “Contra o feminismo branco” (Ed. Intrínseca), a advogada paquistanesa radicada nos EUA Rafia Zakaria aponta como o privilégio racial ajudou mulheres brancas a impor sua agenda dentro do movimento feminista, pautando suas demandas como universais e, assim, deixando para trás mulheres não-brancas, especialmente as mais pobres.

Zakaria desenha um amplo panorama histórico, da luta das sufragistas à atualidade, mostrando como a centralidade da agenda feminista branca alienou outras mulheres, colaborando para a despolitização do feminismo — uma história que pode mudar:

— A geração Z entende essa opressão e está encaminhando transformações importantes — diz ela.

O GLOBO: Por que esse livro agora?
RAFIA ZAKARIA: A questão não é nova, mas ninguém o teria publicado antes. A morte de George Floyd abriu uma janela para a discussão racial, incluindo o debate sobre o privilégio branco dentro do feminismo. É uma discussão difícil porque as mulheres brancas têm respostas emocionais a esse questionamento. Sim, elas são oprimidas pelo patriarcado e quebraram padrões. Mas eu chego e digo: OK, só que o fato de ser mulher não significa que você não tenha privilégio racial.

O que o privilégio racial das mulheres brancas significa para o movimento feminista?
Depois dos homens brancos, as mulheres brancas são quem tem mais poder, e elas tentam se igualar a eles, vencer a opressão masculina. Mas, nesse processo, deixam outras mulheres para trás. Temas como interseccionalidade e multiculturalismo estão em pauta há décadas, mas o debate feminista não muda e nós não saimos do lugar. O feminismo branco luta pela igualdade com os homens, mas se esquece da igualdade entre as mulheres. É preciso dizer que, para a maioria das mulheres do mundo, e essa maioria não é branca, se o feminismo não for inclusivo, ele não tem relevância.

Mulheres brancas são opressoras?
Elas podem ser quando se portam como as rainhas feministas do mundo, impondo suas demandas e soluções a outras mulheres, quando não se conectam a outras mulheres. O feminismo branco é individualista, está focado em temas como liderança, em conquistar espaços dominados pelos homens. Mas o fato é que a maioria das mulheres no mundo está preocupada com saúde reprodutiva, segurança física, educação.

Falta sororidade, apesar de essa ser a palavra da moda?
É preciso um modelo de sucesso que não tire as outras do caminho, que seja coletivo, que deixe frutos para as próximas gerações de mulheres. É preciso ouvir quem sobrevive às questões mais penosas em outras partes do mundo, e não chegar com uma solução pronta, por exemplo, para as afegãs. A beleza da sororidade é não estar sozinha.

As mulheres estão sozinhas?
E as mulheres brancas também estão perdendo! O contexto nos EUA, onde eu vivo, prova isso. Onde estava o feminismo enquanto o direito das mulheres escolherem fazer um aborto estava sendo derrubado no Texas? Temos um movimento político organizado que apresente uma alternativa lá? O feminismo branco se tornou uma marca que vende camisetas e canecas.

Você se refere a slogans como “lugar de mulher é onde ela quiser” ou “girl power”, que têm sido excessivamente comercializados?
Eu chamo isso de feminismo de escolha, e acho que é extremamente alienante. Dizer que todas as suas escolhas são OK e que tudo o que fizer está certo é um ataque ao feminismo, e é também um privilégio. Não é toda mulher que pode dizer isso. O “girl power” não vai salvaguardar as nossas escolhas e sucessos, só um movimento político organizado pode fazer isso.

As mulheres negras estão organizadas, e as novas gerações são mais atentas, não acha?
As mulheres negras foram importantes para a derrota de Trump na eleição presidencial. Pense no trabalho de Stacey Abrams. A geração Z entende essa opressão e está encaminhando transformações importantes. Aliás, meu livro faz sucesso entre os jovens.

Serviço:

“Contra o feminismo branco”. Autora: Rafia Zakaria. Tradução: Solaine Chioro e Thaís Britto. Editora: Intrínseca. Preço: R$ 49,90.

Lu Gao – Fifth Models 2022 Polaroids/Digitals

Fifth Models 2022 Polaroids/Digitals
Published: January 2022

In this picture: Lu Gao

Fifth Models – Modeling Agency
All people in this work:

Lu Gao – Model

In this picture: Lu Gao
In this picture: Lu Gao

Revolution – Acne Studios

Acne Studios
Revolution
Source: acnepaper.com
Published: December 2021

In this picture: Cherif DouambaEmmanuel AdjayeKing OwusuMomo NdiayeOmar Sesay
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)

All people in this editorial:

Justin French – Photographer Ib Kamara – Fashion Editor/Stylist Ali Pirzadeh – Hair Stylist Thom Walker – Makeup Artist Cherif Douamba – Model Emmanuel Adjaye – Model King Owusu – Model Momo Ndiaye – Model Omar Sesay – Model

In this picture: Cherif DouambaEmmanuel AdjayeKing OwusuMomo NdiayeOmar Sesay
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: Emmanuel AdjayeOmar Sesay
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: King OwusuMomo Ndiaye
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: Cherif DouambaKing Owusu
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: Emmanuel Adjaye
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: Cherif DouambaEmmanuel AdjayeOmar Sesay
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: King Owusu
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: Omar Sesay
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: Cherif Douamba
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: King Owusu
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: Emmanuel Adjaye
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)
In this picture: Omar Sesay
Credits for this picture: Justin French (Photographer), Ib Kamara (Fashion Editor/Stylist), Ali Pirzadeh (Hair Stylist), Thom Walker (Makeup Artist)

Microsoft compra Activision Blizzard por quase US$ 70 bilhões

Microsoft anuncia compra da Activision Blizzard — Foto: Divulgação/Microsoft
Microsoft anuncia compra da Activision Blizzard — Foto: Divulgação/Microsoft

A Microsoft anunciou que está finalizando a compra da Activision Blizzard — empresa responsável por franquias gigantes como Call of Duty, Overwatch, Diablo e mais. A transação terá um valor total de US$ 68,7 bilhões (R$ 378 bilhões). Em comunicado oficial, a empresa confirmou a transação e deu as boas vindas para os novos jogos que entrarão em seu catálogo. Vale lembrar que a Activision Blizzard passa por uma crise em relações públicas, com casos como o da Suíte Cosby afundando a empresa em polêmicas.

— Quando a transação for finalizada, a Microsoft será a terceira maior empresa de games do mundo em receita, atrás de Tencent e Sony. A aquisição planejada inclui franquias icônicas da Activision, Blizzard e King, como Warcraft, Diablo, Overwatch, Call of Duty e Candy Crush, além das atividades globais de esports por meio da Major League Gaming — lê a declaração da Microsoft.

A aquisição é coerente com a postura da Microsoft nos últimos anos: a empresa adotou métodos bastante agressivos de mercado, colocando uma série de grandes estúdios em seu guarda-chuva. Até o momento, a maior dessas compras havia sido a Bethesda, que foi vendida por US$ 7,5 bilhões, quase dez vezes menos que o valor pago pela Activision.

Com a Activision Blizzard se tornando parte da família Microsoft, o impacto no Xbox Game Pass é quase imediato: a expectativa é que jogos como Call of Duty, Overwatch e Diablo passem a fazer parte do serviço por assinatura da Microsoft, que já possui um catálogo extenso.

Por outro lado, os “novos ares” podem trazer um bom recomeço para a Activision Blizzard, que estava afundada em polêmicas ligadas à cultura de trabalho tóxica na empresa. Casos como a Suíte Cosby e até mesmo a troca de nome de McCree, um dos personagens de Overwatch, refletem que a situação na empresa não era das melhores há algum tempo.

Ponta afiada: conheça a nova geração de unhas francesinhas

Esqueça a tradiciona: o barato agora é misturar estampas, formatos e texturas
Isabela Caban

Estilo arco-íris em francesa reversa Foto: Shutterstock

O branquinho pintado apenas na ponta nunca saiu de moda, mas dentro da tendência de nail art — que retorna com total apoio de celebridades nacionais e internacionais — o estilo desponta reformulado, com uma infinidade de variações de modelos, mix de estampas e até acessórios. Dupla, vazada, angulada, reversa, degradê, sorriso, Louboutin, fosca… O céu é o limite na hora de batizar a francesinha (aliás, o tema espaço ganha inspirações com desenhos de galáxias, estrelas, cometas, etc).

Verdadeiro cardápio de estilos, o Instagram da manicure Roberta Munis reúne mãos de suas famosas fãs, entre Bruna Marquezine, Mariana Ruy Barbosa, Sabrina Sato, além de produtores de moda. Em seu estúdio (com seu nome), em São Paulo, o que mais tem feito é transformar francesinha em arte. “Todas as tendências que a gente vem experimentando nos últimos dois anos, de animal print, cristais, estampas, estão nas pontinhas das unhas”, declara. No universo das artificiais, com técnicas de alongamento que usam gel, fibra, acrigel ou pasta acrílica, a boa e velha francesinha também ganhou releituras, como a encapsulada e a gelatinosa. A primeira consiste basicamente em aplicar a decoração entre as camadas de gel, deixando a arte mais viva e protegida. “Já a gelatinosa é o alongamento transparente que ganha, por cima, esmalte jelly. Fica aquele efeito de geleia”, explica Roberta.

Vale também um mergulho no Instagram do manicure Tom Bachik, com mais de 500 mil seguidores, um dos mais requisitados de Hollywood, escolhido por Beyoncé e Jennifer Lopez. Recentemente, postou as mãos recém-feitas da cantora americana Tori Kelly, com glitter. No 4 You Studio, no Leblon, as garras com cortes mais pontudos, chamados stiletto, ou o acabamento amendoado, predominam. Para chamar ainda mais atenção da ponta fina, a pintura termina com uma francesinha reversa: “A cor leva um superdestaque”, diz Carolina Pedrosa, à frente do espaço.

Se ficar difícil optar por um tom, por que não todos? Tem nome: francesinha arco-íris.

 Hoyeon – Vogue Japan March 2022 Cover

Vogue Japan March 2022 Cover
Source: vogue.co.jp
Published: March 2022

All people in this magazine cover:

Harley Weir – Photographer Alex Harrington – Fashion Editor/Stylist Holli Smith – Hair Stylist Thomas De Kluyver – Makeup Artist Patience Harding – Set Designer Yoko Sakakura – Manicurist Hoyeon – Actor

Lottie Moss, irmã caçula de Kate Moss, compartilha foto nua após vazamento de nudes e enlouquece fãs

Seguidores reagiram a clique, feito numa área de vegetação, com centenas de elogios

O clique ousado de Lottie Moss Foto: Instagram / Reprodução

Irmã caçula de Kate Moss, Lottie Moss, de 24 anos, enlouqueceu seus seguidores ao compartilhar uma foto nua, em seu perfil no Instagram. O clique foi postado após o vazamento de nudes da modelo, que costumava postar imagens ousadas apenas na plataforma OnlyFans.

Na foto, Lottie aparece de costas, em frente a um espelho. No reflexo, dá para vê-la segurando os seios. O cenário é um jardim. “Vibração maníaca”, escreveu a modelo na legenda. Logo após a postagem, ela recebeu uma chuva de elogios de fãs: “Menina linda, você é adorável”, “Mágica”, “Uau” e “Sexy” foram alguns deles.

Recentemente, Lottie fez um desabafo sobre o vazamento de suas fotos. Ela contou que tudo foi obra de um ex-amigo que incentivava assinantes do OnlyFans a publicarem suas imagens exclusivas. Ela ficou sabendo do que acontecia graças a seus fãs.

A modelo contou que decidiu entrar para a plataforma com conteúdo exclusivo para assinantes porque vislumbrou a oportunidade de ganhar mais de US$ 100 mil por mês (cerca de R$ 552 mil).