The Perfect Magazine

Cover.
Source: theperfectmagazine.com
Published: October 2021

In this picture: Janet Jumbo
Credits for this picture: Richard Quinn (Designer), Rafael Pavarotti (Photographer), Katie Grand (Editor)

All people in this editorial:

Richard Quinn – Designer
Rafael Pavarotti – Photographer
Katie Grand – Editor
Janet Jumbo – Model

In this picture: Janet Jumbo
Credits for this picture: Richard Quinn (Designer), Rafael Pavarotti (Photographer), Katie Grand (Editor)
In this picture: Janet Jumbo
Credits for this picture: Richard Quinn (Designer), Rafael Pavarotti (Photographer), Katie Grand (Editor)

Kenzo | Fall Winter 2022/2023 | Full Show

Kenzo | Fall Winter 2022/2023 by Nigo | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Men’s) #Kenzo #FW22 #PFW

Xavier Mosley – Reach/Keep On Winning/Do You

Proenza Schouler S/S 22 Campaign

Proenza Schouler S/S 22 Campaign
Source: proenzaschouler.com
Published: January 2022

In this picture: Binx Walton
Credits for this picture: Jack McCollough + Lazaro Hernandez (Designer), Tim Elkaïm (Photographer), Brian Molloy (Fashion Editor/Stylist), Lucas Wilson (Hair Stylist), Jamal Scott (Makeup Artist), Mila Taylor-Young (Set Designer), Ashley Brokaw (Casting Director)

All people in this campaign:

Jack McCollough + Lazaro Hernandez – Designer Tim Elkaïm – Photographer Brian Molloy – Fashion Editor/Stylist Lucas Wilson – Hair Stylist Jamal Scott – Makeup Artist Mila Taylor-Young – Set Designer Ashley Brokaw – Casting Director Binx Walton – Model

Credits for this picture: Tim Elkaïm (Photographer), Ashley Brokaw (Casting Director)
In this picture: Binx Walton
Credits for this picture: Jack McCollough + Lazaro Hernandez (Designer), Tim Elkaïm (Photographer), Brian Molloy (Fashion Editor/Stylist), Mila Taylor-Young (Set Designer), Ashley Brokaw (Casting Director)
Credits for this picture: Tim Elkaïm (Photographer)

The Best of Pianomania! | Samples of the star pianists’ performances Lisbon festival in 2018

Pianomania! – Highlights from the magnificent 2018 piano festival in Lisbon, with star pianists Daniil Trifonov, Menahem Pressler, Beatrice Rana, Elisabeth Leonskaja, Pedro Burmester and Mário Laginha. They are accompanied by the Gulbenkian Orchestra conducted by Hannu Lintu and Leo Hussain. The concerts took place at the Calouste Gulbenkian Foundation in Lisbon.

This compilation contains breathtakingly played individual movements from popular piano works by Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Robert Schumann and Igor Stravinsky – crowned by a piece by Portuguese pianist and composer Mário Laginha. And to perfectly recreate the atmosphere of the Pianomania! festival, between the piano pieces there are images of Lisbon, the laid-back city in the far southwest of Europe.

Pianomania! – Destaques do magnífico festival de piano 2018 em Lisboa, com os grandes pianistas Daniil Trifonov, Menahem Pressler, Beatrice Rana, Elisabeth Leonskaja, Pedro Burmester e Mário Laginha. São acompanhados pela Orquestra Gulbenkian dirigida por Hannu Lintu e Leo Hussain. Os concertos decorreram na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa.

Esta compilação contém movimentos individuais tocados de tirar o fôlego de obras populares para piano de Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Robert Schumann e Igor Stravinsky – coroadas por uma peça do pianista e compositor português Mário Laginha. E para recriar perfeitamente a atmosfera da Pianomania! festival, entre as peças para piano há imagens de Lisboa, a cidade descontraída do extremo sudoeste da Europa.

Performers:
Daniil Trifonov – PIANO
Menaham Pressler – PIANO
Beatrice Rana – PIANO
Elisabeth Leonskaja – PIANO
Pedro Burmester – PIANO
Mário Laginha – PIANO
Gulbenkian Orchestra
Hannu Lintu – CONDUCTOR
Leo Hussain – CONDUCTOR

Music selection:
(00:00) Robert Schumann
Piano Concerto in A minor, Op. 54
I. Allegro affettuoso
Gulbenkian Orchestra
Hannu Lintu – CONDUCTOR
Daniil Trifonov – PIANO

(16:08) Wolfgang Amadeus Mozart
Piano Concerto No. 23 in A major, K. 488
II. adagio
Gulbenkian Orchestra
Leo Hussain – CONDUCTOR
Menahem Pressler – PIANO

(22:20)
Igor Stravinsky
Infernal Dance
From The Firebird Suite
arr. Guido Agosti
Beatrice Rana – PIANO

(26:45)
Igor Stravinsky
Berceuse & Finale
From The Firebird Suite
arr. Guido Agosti
Beatrice Rana – PIANO

(33:59)
Ludwig van Beethoven
Piano Sonata No. 30 in E major, Op. 109
I. Vivace ma non troppo – Adagio espressivo
Elisabeth Leonskaja – PIANO

(40:32)
Mário Laginha
Concerto for two Pianos No. 1
I. Allegro ma non sempre
Pedro Burmester – PIANO
Mário Laginha – PIANO

© EuroArts Music International

Netflix, ao lançar seu primeiro filme em árabe, pode quebrar tabus da região

Chegada da plataforma ainda pode permitir que cineastas locais se dediquem ao audiovisual sem recorrer a bicos
Diogo Bercito

pôster de filme
Pôster de ‘Perfeitos Desconhecidos’, primeiro filme em árabe da Netflix – Divulgação

WASHINGTON – Se há um medo que une todos os povos do mundo é o de que alguém mexa no seu celular.

Foi nesse sentimento universal que a Netflix apostou ao lançar seu primeiro filme em árabe, “Perfeitos Desconhecidos”, dando um passo importante em termos de mercado audiovisual.

A produção conta a história de um grupo de amigos que decidem ler as mensagens e ouvir as ligações uns dos outros na mesa do jantar. Não é preciso dizer que as relações deles são testadas pelos segredos escabrosos que vêm à tona.

A trama, como o medo, não é nova. Na verdade, é uma fórmula já bem testada. É mais uma adaptação do filme italiano “Perfeitos Desconhecidos”, de 2016, que já teve quase 20 remakes ao redor do mundo. A novidade é que, agora, o enredo se passa no Líbano e as conversas estão em árabe.

Que o “Perfeitos Desconhecidos” árabe seja uma adaptação não tira seu mérito. O elenco brilha com a força de mil sóis, contando com os libaneses Nadine Labaki, de “Caramelo” e Adel Karam, de “O Insulto”, além da egípcia Mona Zaki, de “Sherazade, Conte uma História”. Os diálogos são ágeis, num pá-pum impecável entre os atores. O drama fisga o público de imediato.

Mas que a Netflix tenha escolhido um remake para estrear no mundo de fala árabe parece dizer bastante sobre a sua estratégia para a região. “Eles estão se baseando em fórmulas de sucesso provado, com um elenco de grandes estrelas”, afirma Joseph Fahim, um proeminente crítico de cinema libanês.

Parece ser a mesma estratégia para as séries em árabe lançadas pela plataforma nos últimos anos, Fahim diz. “Paranormal”, sobre um cientista que investiga fenômenos misteriosos no Cairo, é inspirada em uma coleção de livros egípcios extremamente popular. “AlRawabi School for Girls”, sobre vítimas de bullying planejando vingança, se sustenta no modelo de drama escolar típico dos Estados Unidos.

Nesse sentido, o crítico diz não esperar grandes surpresas da Netflix nos quesitos criatividade e inovação. O que não quer dizer que a entrada da gigante do streaming seja uma notícia ruim.

Diferentemente das empresas locais, a americana pode tocar em temas considerados tabu na região —afinal, não presta contas para a censura dos governos da região. “O que a Netflix tem que os outros não têm é a sua liberdade”, Fahim diz.

Isso explica o personagem homossexual que aparece em “Perfeitos Desconhecidos”. Basta comparar com o que acontece no arrasa-quarteirões “O Edifício Yacoubian”, de 2006, uma das produções mais caras da história do Egito, que conta a história das famílias paupérrimas vivendo no telhado dos prédios do Cairo.

O personagem gay de “O Edifício Yacoubian” é um homem afrancesado e depravado que serve como prova de uma suposta influência negativa de culturas externas. Já o personagem gay de “Perfeitos Desconhecidos” é complexo, sutil e desafia os moralismos.

“O conteúdo da Netflix vai ser mais ousado do que o de outras produções da região, mas sempre dentro desse marco comercial seguro”, Fahim afirma. “Eles estão expandindo o seu mercado.”

O mercado de fala árabe, que a Netflix tenta desbravar, tem passado por importantes transformações nos últimos anos —uma das razões para a aposta da empresa.

Até recentemente, o grande filão em países como a Síria e o Egito eram as novelas, principalmente as novelas de ramadã, exibidas durante o mês sagrado do islã —quando a população está morgando em casa, jejuando, com tempo livre para a televisão.

O cenário começou a mudar. A indústria, outrora centrada em lugares como Damasco e Cairo, está gravitando em direção aos países do golfo, como os Emirados Árabes. A Arábia Saudita, que passa por um controverso processo de abertura cultural, está se tornando um gigante consumidor e produtor. É um mundo em transição o que a Netflix adentra.

E a competição vai ser dura. Os grandes serviços de streaming no mundo de fala árabe são o Shahid, com sede nos Emirados Árabes, e o WATCH iT, do Egito. Ambos têm um público de classes mais baixas. Já a Netflix e o Mubi atingem uma população de elite, internacionalizada, diz Fahim.

A posição da Netflix neste mercado talvez explique por que a versão árabe de “Perfeitos Desconhecidos” se passa em uma belíssima mansão, aliás.

O cenário se parece bem pouco com o típico do Líbano, um país que está hoje mergulhado numa crise econômica sem precedentes. Segundo a ONU, mais de 75% da população do país vive em situação de pobreza. É bastante incômodo, portanto, quando um dos personagens se gaba no início do filme de que vai levar uma garrafa de vinho de US$ 40 para o jantar na casa do casal de amigos —uma quantia exorbitante em Beirute.

Entre crises econômicas, talvez um dos grandes impactos da Netflix seja justamente o resgate do setor audiovisual da região. Fahim explica que cineastas independentes costumam ter empregos paralelos em busca do sustento, já que cinema e a televisão não bastam.

A chegada de uma empresa do porte da Netflix pode oferecer, assim, oportunidades para que eles se dediquem totalmente ao ramo. As equipes técnicas, por sua vez, terão um número maior de vagas à sua disposição —o que significa, também, treinamento para uma mão de obra qualificada. “A Netflix pode oferecer uma boia salva-vidas.”

Bilheteria EUA: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, Pânico, Sing 2, Redeeming Love, King’s Man: A Origem

Homem-Aranha 3 retoma topo da bilheteria americana após 1 semana atrás de Pânico

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa recuperou a 1ª posição nas bilheterias americanas neste fim de semana, após passar uma semana atrás do blockbuster de terror Pânico. 

O filme do Teioso arrecadou US$ 14,1 milhões entre sexta (21) e hoje (23), enquanto Pânico fez US$ 12,4 milhões no mesmo período. Sem Volta Para Casa também se tornou a 6ª maior bilheteria global da história neste fim de semana.

O pódio foi completado por Sing 2que faturou US$ 5,7 milhões nos cinemas americanos no período. Entre as estreias, o drama religioso Redeeming Love ficou na 4ª posição (US$ 3,7 milhões), e a fantasia A Filha do Rei surgiu em 8º (US$ 750 mil).

King’s Man: A Origem ficou em quinto com US$ 1.7

Hannah Holman – Elle Slovenia February 2022 Cover

Elle Slovenia February 2022 Cover
Source: elle.si
Published: February 2022

All people in this magazine cover:

Julia Morris – Photographer Julia Morris – Creative Director Julia Morris – Fashion Editor/Stylist Jessi Butterfield – Makeup Artist Hannah Holman – Model