Marina Testino for Marie Claire Mexico with Inma Lopez

Photographer: Marina Testino. Hair and Maekup: Lydia Sabet. Model: Inma Lopez at Ciao Models

CINEMA I Estreias: Spencer, O Beco do Pesadelo, Summer of Soul, Belle, Fortaleza Hotel, Passagem Secreta

‘Spencer’, sobre Lady Di, ‘O Beco do Pesadelo’, de Guillermo del Toro, e o documentário ‘Summer of Soul’ estreiam nos cinemas
HENRIQUE ARTUNI

Kristen Stewart em ‘Spencer’, sobre Lady Di

SÃO PAULO – Depois de ter seu lançamento adiado, “Spencer”, filme sobre a história da princesa Diana e o conto de fadas que virou a célebre tragédia, estreia nesta quinta, dia 26, nos cinemas, trazendo Kristen Stewart no papel principal.

Depois de sondar os Estados Unidos dos anos 1960 a partir da víuva de John F. Kennedy em “Jackie”, de 2016, o chileno Pablo Larraín segue seu percurso hollywoodiano retratando os dias que antecedem a morte da princesa de Gales, por dentro da realeza britânica, em 1997.

É uma semana especial também pelo retorno de Guillermo del Toro à direção de filmes depois de “A Forma da Água”, vencedor do Oscar em 2018. “O Beco do Pesadelo”, que retrabalha o romance de William Lindsay Gresham que já virou filme noir em 1947, traz Bradley Cooper vivendo o funcionário de um parque de diversões que decide se fingir de médium para enganar ricaços, até ser confrontado pela fatal psicanalista vivida por Cate Blanchett.

Outro autor de destaque é o japonês Mamoru Hosoda, de “Mirai” e “Crianças Lobo”, com a animação “Belle”, aplaudida por 14 minutos durante o festival de Cannes em 2021. A trama traz uma jovem depressiva que, dentro de uma realidade virtual, torna-se uma popstar gigante. Mas essa influência atrai uma criatura perigosa, com a qual tecerá uma relação de compaixão que a ajuda a superar traumas de sua infância.

documentário “Summer of Soul (…Ou, Quando a Revolução Não Pôde Ser Televisionada)” estreia semanas após chegar no streaming, contando sobre um festival de música negra ofuscado por Woodstock no verão de 1969 —um esquecimento injustificável frente à grandiosidade do evento.

Também estarão nas salas os nacionais “Em Busca do U-513”, “Fortaleza Hotel”, “A Felicidade das Pequenas Coisas” e “Passagem Secreta” —uma aventura que promete o clima de um “Stranger Things” à brasileira, com o cantor Arrigo Barnabé no papel do vilão.

Se for ao cinema, não deixe de seguir as orientações de prevenção contra o coronavírus. Mantenha as mãos higienizadas, use uma máscara adequada e não tire a proteção do rosto durante a exibição.



O Beco do Pesadelo
Adaptação do livro de William Lindsay Gresham que virou filme em 1947, o novo longa do mexicano Guillermo del Toro traz o mal-estar do pós-guerra em um noir niilista, que acompanha um trabalhador de um parque de diversões que vai da malandragem à mediunidade.
EUA, 2021. Direção: Guillermo del Toro. Com: Bradley Cooper, Cate Blanchett e Toni Collette. 16 anos


Belle
Na nova animação de Mamoru Hosoda —indicado ao Oscar por “Mirai”, em 2019—, a jovem Suzu se transforma na popstar Belle numa realidade virtual denominada “U”. Lá, vai encontrar um ser monstruoso e incompreendido, e a trama se desenrola tal qual o conto clássico de “A Bela e a Fera”, só que no mundo digital dos metaversos.
Japão, 2021. Direção: Mamoru Hosoda. Com: Shôta Sometani e Koji Yakusho, Ryô Narita. 12 anos1 18


Em Busca do U-513
O documentário dirigido e estrelado pela família Schurmann, brasileiros reconhecidos por velejar ao redor do mundo, se debruça sobre a história do submarino alemão abatido na costa brasileira durante a Segunda Guerra Mundial.
Brasil, 2020. Direção: David Schurmann. Vilfredo Schurmann, Heloisa Schurmann e Wilhelm Schurmann. 10 anos


A Felicidade das Pequenas Coisas
O longa, que representa o Butão na corrida pelo Oscar, traz um aspirante a cantor que deve cumprir seu último ano de serviço obrigatório como professor em uma pequena aldeia nas montanhas. Apesar de ir a contragosto, ele acaba desenvolvendo uma relação especial com as crianças daquela comunidade.
Butão, 2019. Direção: Pawo Choyning Dorji. Com: Sherab Dorji, Ugyen Norbu Lhendup, Kelden Lhamo Gurung. 12 anos


Fortaleza Hotel
Do diretor de “Greta”, com Marco Nanini, este filme fala sobre a aproximação entre uma camareira do hotel que dá nome à obra e uma hóspede sul-coreana de meia-idade. A funcionária quer viajar para o estrangeiro e mudar de vida, enquanto a turista veio ao Brasil para resgatar o corpo de seu marido e levá-lo de volta a Seul.
Brasil, 2021. Direção: Armando Praça. Com: Lee Yeong-ran, Clebia Sousa e Larissa Goes. 14 anos


Passagem Secreta
A protagonista Alice se muda para uma nova cidade e se vê obrigada a se juntar a novos amigos. A turminha, nessa trama com ares nostálgicos à “Stranger Things”, vai tropeçar em detalhes do passado da menina em um parque de diversões, comandado pelo maléfico Caligari, vivido pelo cantor Arrigo Barnabé com seu vozeirão característico.
Brasil, 2020. Direção: Rodrigo Grota. Com: Fernando Alves Pinto, Luiza Quinteiro e Arrigo Barnabé. 10


Spencer
Depois de “Jackie”, em 2016, que falou sobre a viúva de John F. Kennedy, Pablo Larraín traz um retrato da princesa Diana, vivida aqui por Kristen Stewart, lembrada ainda por “Crepúsculo”. Submersa nas oficialidades da realeza britânica, ela tenta manter o jogo de aparências apesar do casamento destroçado com o príncipe Charles —e o final da história todo mundo já conhece.
Alemanha/EUA/Reino Unido/Chile, 2021. Direção: Pablo Larraín. Com: Kristen Stewart, Timothy Spall e Jack Nielen. 12 anos


Summer of Soul (…Ou, Quando a Revolução Não Pôde Ser Televisionada)
Woodstock teve sua importância para a contracultura, mas é difícil entender por que um evento de música ainda maior como o Harlem Cultural Festival, no mesmo verão de 1969, amargou o ostracismo por mais de 50 anos antes de seus registros arrebatadores serem resumidos neste documentário. O festival de música negra trouxe nomes como Nina Simone e Stevie Wonder.
EUA, 2021. Direção: Questlove. 14 anos

Gucci Chinese New Year 2022 Capsule Collection

Gucci Chinese New Year 2022 Capsule Collection
Source: gucci.com
Published: January 2022

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Credits for this picture: Alessandro Michele (Designer), Angelo Pennetta (Photographer), Angelo Pennetta (Director), Jonathan Kaye (Fashion Editor/Stylist), Kadu Lennox (Set Designer)

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Alessandro Michele – Designer Angelo Pennetta – Photographer Angelo Pennetta – Director Jonathan Kaye – Fashion Editor/Stylist Kadu Lennox – Set Designer Carson Williams – Model Kuya Okai – Model Leah Chen – Model Luke Clod – Model Malik Anderson – Model Metta Irebe – Model Mia Davison – Model Pleun Keijsers – Model Souleymane Sacko – Model Yoonmi Sun – Model Zhengyang Zhang – Model

In this picture: Mia Davison
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 Alia Shawkat diz serem raros trabalhos que evoluam como ‘Search Party’

Atriz se despede da série sátira sombria da HBO Max após 5 temporadas
DAVE ITZKOFF

Alia Shawkat /The New York Times

THE NEW YORK TIMES – Desde que Alia Shawkat, 32, começou a fazer o papel de Dory Sief, a protagonista sempre em perigo de “Search Party”, a atriz vem sendo colocada em teste repetidamente. Nas primeiras quatro temporadas dessa série de humor sombrio, Dory perseguiu obsessivamente uma mulher que acreditava, erradamente, estar desaparecida; sofreu chantagem; cometeu um homicídio; foi colocada em julgamento; foi sequestrada, mas escapou e terminou voltando voluntariamente para o sequestrador.

Agora, com o início da quinta temporada de “Search Party”, Shawkat está encarando um novo desafio: o de se despedir. “Search Party”, cujos episódios finais saíram no início do mês, nos Estados Unidos, pela HBO Max, evoluiu de uma sátira escrachada ao narcisismo juvenil para uma série inesperadamente intrincada e barroca, que tem liberdade para seguir sua inspiração por alguns corredores bem escuros.

Ao longo do caminho, Shawkat também evoluiu: de uma atriz coadjuvante eficiente, em comédias inovadoras como “Arrested Development” e “Transparent”, para alguém capaz de ocupar o papel central em uma série. Como ela disse recentemente, “participei de outros programas que eram ótimos, mas nos quais fazíamos a mesma coisa a cada ano. É raro poder fazer uma série que dá passos tão grandes a cada temporada”.

Alia Shawkat /The New York Times

Contemplando sua experiência na imprevisível “Search Party”, Shawkat percebe que existe uma visão maior em jogo. Também reconhece algumas lições pessoais nos problemas que Dory enfrenta, e que ela descreve como uma narrativa sobre “o quanto você pode se desesperar e os extremos a que pode ir –todas as diferentes versões de você mesmo que você experimentará ser para determinar qual delas persiste”.

E, pelo menos até o limite que uma série como “Search Party” permite, Shawkat está encarando com emoção sua despedida da série, de seu elenco de personagens absurdos, e do retrato daquilo que ela define como uma “dinâmica milênio” disfuncional: a de sentir lealdade para com “amigos de universidade que você odeia, mas mesmo assim encontra toda semana”, e ao mesmo tempo se sentir aprisionada por “velhas amizades e velhas versões de você mesma. Será que alguém continuará a gostar de mim se eu lhes mostrar quem realmente sou?”

Falando da perspectiva de Dory, ao menos, Shawkat disse que era normal querer deixar para trás o velho grupo de amigos muito próximos, e igualmente normal se sentir conectada a eles. “Aquelas pessoas, elas talvez não sejam boas para mim, mas mesmo assim precisam ser minhas amigas”, disse a atriz. “Existem traumas compartilhados. Eles mataram pessoas juntos. E isso os acompanhará por muito tempo”.

Em uma visita a Nova York no mês passado, antes da disparada da variante ômicron, Shawkat chegou para o almoço em um café do bairro de NoHo usando um grande gorro de lã, para abrigar seus volumosos cachos, e trazendo um grande estoque de histórias afetuosas sobre as origens humildes de “Search Party”.

Relembrando a gravação do episódio piloto, quase sete anos atrás, ela disse que “nós rodamos como se fosse um filme independente, gravando cenas no metrô sem autorização e usando nossas roupas como figurino. E eu achava que aquela história era muito boa, mas nunca seria produzida”.

Os roteiristas e diretores Charles Rogers e Sarah-Violet Bliss (“Fort Tilden – Duas Amigas no Verão de Nova York”), que criaram “Search Party”, com Michael Showalter (“Os Olhos de Tammy Faye”), disseram que quando estavam procurando a atriz para o papel de Dory, Shawkat se destacou como alguém que traria credibilidade e prestígio, com seu currículo televisivo, incluindo as temporadas em que trabalhou em “Arrested Development” e uma passagem de um episódio como cópia carbono de Ilana Glazer em “Broad City”.

“Alia se saiu muito melhor do que esperávamos”, disse Bliss. “O humor da série estava no texto, mas quando imaginei a personagem, ela não era tão segura de si. O que Alia trouxe foi inteligência e maturidade –o trabalho dela fez da personagem uma pessoa centrada, real”.

Shawkat disse que chegou para uma reunião preliminar com os criadores da série e seus colegas de elenco (entre os quais John Early, Meredith Hagner e John Reynolds, que interpretam o trio de amigos leais mas egoístas de Dory) se sentindo muito séria, e trazendo um roteiro repleto de anotações.

Com o prosseguimento da produção, ela começou a sentir uma sensação de conexão cada vez mais profunda com seus colaboradores. “Eles criaram diálogos muito especificamente para as nossas vozes”, ela disse. “Ficamos ligeiramente surpresos e muito felizes com o resultado da primeira temporada. Nossa esperança era a de termos encontrado um novo tom”.

Quando a primeira temporada estreou, em 2016 na TBS, “Search Party” atraiu alguns elogios da crítica mas audiência modesta; Shawkat acha, além disso, que a série sofreu devido ao excesso de comédias que zombavam dos hábitos dos hipsters nova-iorquinos, depois de “Girls”.

“Eu reclamava que ninguém tinha ouvido falar de ‘Search Party’”, disse Shawkat. Desde a época em que trabalhou em “Arrested Development”, ela disse que sempre teve dificuldade para deixar de lado a mentalidade de que suas séries não recebem o respeito merecido. “Minha sensação é a de só trabalhar em programas que só vêm a ser apreciados quando já saíram do ar. Isso sempre me incomodou”.

Houve um intervalo de quase três anos entre a segunda e a terceira temporadas de “Search Party”, quando a série se transferiu da TBS para a HBO Max. Mas o programa jamais vacilou em seus esforços para combinar comédia e horror noir –uma confiança que os criadores da série dizem derivar da fé que têm em sua estrela.

“Não teríamos levado Dory a todos os lugares a que a levamos se Alia não tivesse conseguido dar a ela tantas camadas e frequências distintas”, disse Rogers.

Ele recorda um dia na temporada quatro em que Shawkat gravou uma cena na qual Dory tem a oportunidade de escapar do porta-malas de um carro na qual seu raptor (Cole Escola) a trancou, mas escolhe em lugar disso voltar para dentro dele.

“Era um dia congelante”, disse Rogers. “Estávamos em um posto de gasolina, e em uma tomada ela sai do porta-malas –chorando, tremendo, crua, primal– e em seguida pula de volta para dentro. E nós, assistindo, pensamos: é isso. É como se aceitássemos sem nem pensar duas vezes que temos uma atriz insanamente dinâmica”.

Shawkat disse que sua trajetória naquela temporada não lhe pareceu tão apavorante assim quando Bliss e Rogers a descreveram originalmente. “Mas é claro que eles começaram me contando que eu estava em casa, na ensolarada Los Angeles”, ela disse. “E eu respondi, ‘que bom, parece ótimo’”.

Depois de completar os episódios, porém, “meu corpo claramente estava passando por um estranho trauma”, disse Shawkat. “Eu sei que aquilo tudo é falso –não sou uma atriz do método– mas, mesmo assim, aquele ano foi duro”.

No entanto, Shawkat disse que sentia a obrigação de se dedicar totalmente à personagem e oferecer a “Search Party” uma base de realismo, para contrastar com as desventuras ainda mais absurdas, se bem que menos cataclísmicas, dos personagens coadjuvantes. “Dory tinha de ser a pessoa mais centrada –às vezes sinto que é isso que preciso deixar claro, para que a comédia possa voar”.

Early, que interpreta Elliott, um amigo de Dory notável pelo humor ferino, disse que Shawkat era “a maior responsável pela coerência emocional que carrega o telespectador com ela na série”. “Eu basicamente apareço na tela e grito”, disse Early. “Alia precisa dar os saltos que a série arrisca, emocionalmente. E tem que usar seu rosto para garantir que eles façam sentido”.

(A quinta temporada da série, garantiram os dois atores, não é tão brutal quanto anos anteriores. “É como uma viagem de ácido –as coisas são meio loucas”, disse Shawkat. “Nunca a vi mais engraçada ou mais livre”, disse Early, sobre o desempenho da colega.)

Shawkat está começando a encontrar outros papéis substantivos e de destaque, fora de “Search Party”. Ela interpreta Madelyn Pugh, uma das roteiristas de “I Love Lucy”, em “Being the Ricardos”, cinebiografia da Amazon sobre Lucille Ball (Nicole Kidman) e Desi Arnaz (Javier Bardem).

O diálogo muito rápido do filme parece fazer de Shawkat uma escolha natural para o papel, mas ela diz que o trabalho foi intenso para ela de maneiras diferentes de suas interpretações na TV. “Javier Bardem entra no set e eu fico pensando comigo mesma que preciso manter a calma e não posso errar o diálogo”, disse Shawkat. “Eu estava preocupada demais com não errar uma palavra que fosse. Foi divertido, não estou dizendo o contrário, mas uma experiência diferente”.

Para seus colegas de elenco, Shawkat demonstrou uma aura de autoridade, Kidman disse que “ela é tão confiante, e tem um conhecimento intrínseco tão firme sobre comédia. Eu pensei comigo mesma que, ótimo, vou grudar nela porque ela sabe o que está fazendo”.

Se você perguntar a Shawkat o que ela planeja depois de tudo isso, a resposta imediata da atriz é “nem sei se voltarei a trabalhar, honestamente”.

Mas –oh, sim– ela está começando a planejar uma proposta para uma série em parte autobiográfica, “Desert People”, centrada em uma jovem que, como Shawkat, cresce em uma família americana vinda do Oriente Médio, e que opera uma casa de strip-tease em Palm Springs.

“É sobre como uma filha lida com isso, sobre como ela chega a um entendimento sobre sua sexualidade”, ela explicou. “Mas de uma maneira engraçada, acessível e excêntrica”.

Shawkat, que trabalha como atriz desde a infância, disse que tende a vacilar quanto ao processo criativo. Às vezes se sente revigorada pela possibilidade de contar as histórias que sempre desejou ver contadas. “Eu e meus amigos nos entusiasmamos muito falando sobre isso”, ela disse. “E eu sempre digo que a hora é agora, devemos fazer isso agora”.

Em outros momentos, o número imenso de pessoas que participam de empreitadas como essas intimida um pouco. “É como uma sobrecarga de conteúdo, sabe?”, ela disse. “Todo mundo agora diz que está fazendo uma série. E a pessoa para quem alguém diz isso responde que também está fazendo uma série. Às vezes penso que eu talvez devesse fazer uma peça de teatro no porão da minha casa”.

O que quer que venha a acontecer em sua carreira a seguir, Shawkat tem memórias preciosas sobre o final de sua trajetória em “Search Party”, que parecem muito emblemáticas com relação ao tempo que ela dedicou à série.

O último dia de gravações para o elenco aconteceu no terceiro trimestre, em Nova York, enquanto um temporal ameaçava cair sobre a cidade.

Naquele dia, disse Shawkat, “todos choramos e andamos pelo set juntos. Foi algo que pegou pesado para todos, aquele momento. Depois, pelo resto do dia, nós trabalhamos. Porque, afinal, tínhamos 12 horas de gravação por vir. E aí a tempestade caiu”.

No tempo que lhes sobrou, Shawkat e seus colegas tomaram champanhe no trailer dela, o que pareceu um gesto suficiente. “Você sempre espera que as coisas terminem de alguma maneira poética, mas isso nunca acontece”, ela disse. “E é até melhor que não aconteça”.

Traduzido originalmente do inglês por Paulo Migliacci

Valentino | Haute Couture Spring Summer 2022 | Full Show

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Nick Kingswell – Higher Now
Tom Kingston – She Waits
Paddy Conn – Tropical Rain/Flying Like A Bird

Nvidia deve abandonar compra da Arm, de desenvolvimento de chips, por processos antitruste

Compra foi anunciada em 2020, mas tem enfrentado processos nos EUA e na Europa por conta do domínio que o negócio poderia exercer no mercado de semicondutores
Por Agências – Reuters

A fabricante de chips dos EUA disse, em um relatório para parceiros, que não espera que o acordo seja fechado

A americana Nvidia está prestes a desistir da compra da Arm, empresa de design de semicondutores que pertence ao SoftBank, disseram fontes próximas das empresas à agência de notícias Bloomberg. O negócio, que se tornou público em 2020, custaria US$ 40 bilhões e colocaria a Nvidia como uma gigante mundial no setor de chips.

A fabricante de chips dos EUA disse, em um relatório para parceiros, que não espera que o acordo seja fechado, implicando no fim da negociação entre as empresas. Com isso, o SoftBank estaria intensificando os preparativos para uma oferta pública inicial (IPO) da Arm, para contornar o cancelamento do negócio.

Para o público externo, porém, o discurso ainda é de que a aquisição segue em andamento. Um porta-voz da Nvidia disse que a empresa continua acreditando que a compra da Arm “oferece uma oportunidade para acelerar a empresa e impulsionar a concorrência e a inovação”.

O acordo enfrentou vários obstáculos regulatórios, inclusive um processo aberto na Comissão Federal de Comércio dos EUA para bloquear a negociação em dezembro de 2021. A compra também está sob o escrutínio de reguladores britânicos e da UE em meio a preocupações de que possa aumentar os preços dos semicondutores e reduzir a escolha e a inovação no setor.

Na terça-feira, 25, um arquivamento da Comissão Europeia mostrou que os reguladores antitruste da UE retomaram a investigação do acordo e estabeleceram um novo prazo para a decisão de interferir ou não no bloqueio do negócio. A comissão tem, agora, até 25 de maio para divulgar a decisão.

Jonathan Kanter, chefe da divisão antitruste do Departamento de Justiça dos EUA, disse que tentaria impedir fusões que levantam preocupações anticompetitivas em vez de fechar acordos para concessões que permitiriam a conclusão da transação.

O presidente da Arm disse em julho do ano passado que a empresa havia obtido autorização para fazer um IPO, mas que isso prejudicaria sua capacidade de expandir e investir. “Acho seguro dizer que a Nvidia provavelmente teria investido mais (possivelmente muito mais) do que os hipotéticos investidores públicos na Arm estariam dispostos a aportar”, disse Stacy Rasgon, analista da Bernstein.

Batman | Robert Pattinson está rodeado por vilões em pôster

Longa tem estreia marcada para março
MARIANA CANHISARES

A Warner Bros India revelou um pôster inédito de Batman, no qual se pode ver com mais clareza o visual dos principais personagens do longa; veja:

Além do protagonista Robert Pattinson, o novo Batman é estrelado também por Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), Andy Serkis (Alfred) e Colin Farrell (Pinguim).

O filme chega aos cinemas em 3 de março de 2022.

Sinead O’Connor – Nothing Compares 2 U (Live)

Sinead O’Connor – Nothing Compares 2 U (Live)

Coach Spring 2022: With Horse and Carriage Campaign- ‘That’s My Ride’

Coach Spring 2022: With Horse and Carriage Campaign- ‘That’s My Ride’
Source: coach.com
Published: January 2022

In this picture: Koki
Credits for this picture: Stuart Vevers (Designer), Tyler Mitchell (Photographer), Tyler Mitchell (Director), Tamara Mcnaughton (Hair Stylist)

All people in this campaign:

Stuart Vevers – Designer Tyler Mitchell – Photographer Tyler Mitchell – Director Tamara Mcnaughton – Hair Stylist Elsa Majimbo – Entertainer Jennifer Lopez – Entertainer Megan Thee Stallion – Entertainer Koki – Model Parker Kit Hill – Model Wisdom Kaye – Influencer

In this picture: Elsa MajimboParker Kit HillWisdom Kaye
Credits for this picture: Stuart Vevers (Designer), Tyler Mitchell (Photographer), Tyler Mitchell (Director), Tamara Mcnaughton (Hair Stylist)