Loewe: The Already Cult Fashion Show For Summer 22! By Loic Prigent!

This is how you do a fashion show I guess. Surprises are there for you from beginning to end. The set is surprising, with a hole and mysterious stairs in the middle. The guests are surprising, they look like an artistic ideal dinner, full of actresses, fashion editors, singers, designers. The collection is surprising, full of references JW Anderson is nice enough to break down for our camera.

The inspiration is surprising, a painting by the italian painter Jacomo Pontormo, a symphony of blues and pinks, of drapings, no landscape, just bodies performing a weird ascensional deposition. This is the marvelous LOEWE collection for summer 2022!

Acho que é assim que se faz um desfile de moda. Surpresas estão lá para você do começo ao fim. O cenário é surpreendente, com um buraco e escadas misteriosas no meio. Os convidados são surpreendentes, parecem um jantar artístico ideal, cheio,

A inspiração é surpreendente, uma pintura do pintor italiano Jacomo Pontormo, uma sinfonia de azuis e rosas Esta é a maravilhosa coleção LOEWE para o verão 2022!

Filmed with Julien Da Costa
Sound by Clément Duché
Edited by Konstantin Maslakov
Produced by Natacha Morice for DERALF
Post by Rafaele Nix Secondi
Contact Deralproduction@gmail.com
Music by Audionetwork!

Filmed with SONY ZV-E10

Zendaya – Valentino Rendez-Vous S/S 2022 Campaign

Valentino Rendez-Vous S/S 2022 Campaign
Source: valentino.com
Published: February 2022

All people in this campaign:

Pierpaolo Piccioli – Designer Michael Bailey Gates – Photographer Law Roach – Fashion Editor/Stylist Kim Kimble – Hair Stylist Sheika Daley – Makeup Artist Happy Massee – Set Designer Stephen Galloway – Choreographer Chaun Legend – Manicurist Zendaya – Actor

Crítica: ‘Sempre em frente’, com Joaquin Phoenix, é uma ciranda de sentimentos em que todo mundo dança

Longa de Mike Mills tem no elenco um grande trunfo, incluindo o ‘extraordinário’ ator mirim Woody Norman
Gustavo Leitão

Emocionante. Joaquin Phoenix e Woody Norman: personagens se alternam entre o professor e o aprendiz Foto: Divulgação

Eis que de repente o maduro Jesse, de 9 anos, ensina: “Crianças pensam livremente, enquanto adultos pensam num espaço limitado”. Vivido pelo extraordinário Woody Norman, o personagem é o centro afetivo no qual orbitam os personagens de “Sempre em frente” (“C’mon c’mon”, no original), de Mike Mills.

Diretor de dramas concisos de relações como “Mulheres do século XX”, Mills embarca aqui numa viagem ainda mais minimalista. A história traz um núcleo de três personagens — Viv (Gaby Hoffman), seu filho Jesse, e seu irmão Johnny (Joaquin Phoenix) — numa Los Angeles em preto e branco despida de excessos.

Viv é uma mãe que tenta construir um abrigo emocional para o filho depois de se separar do marido, que sofre de problemas mentais. Em uma das recaídas dele, ela precisa viajar para Oakland para dar uma força na recuperação do ex. Sem ter com quem deixar Jesse, apela para Johnny, que aceita cuidar do moleque na casa da irmã.

Nenhum dos personagens tem um terreno firme para pisar. Viv encara as cicatrizes da separação e de uma morte na família. Johnny vive meio perdido, numa eterna adolescência. No meio de tudo isso, Jesse vira o porto seguro da bagunça à sua volta, enquanto trilha seu próprio amadurecimento, aos trancos e barrancos.

Personagens infantis volta e meia são um atalho narrativo fácil para gerar empatia ou apontar, por oposição, os vícios da vida adulta. Aqui, a dinâmica é bem mais interessante. Há uma ciranda de sentimentos de rancor, fragilidade, deslumbramento e esperança em que todo mundo dança.

Elenco afinado

Norman faz a gente se perguntar todo o tempo de onde vêm esses atores mirins que parecem nascer prontos. É capaz de expressar curiosidade e ternura com naturalidade, mesmo tendo que sustentar um texto que às vezes exagera na precocidade do minifilósofo Jesse.

O elenco, aliás, é o grande trunfo do longa de Mills. Hoffman (gigante na série “Transparent”), Phoenix e Norman não só têm grandes atuações solo como parecem estar totalmente à vontade no jogo coletivo.

Depois da intensidade do Coringa, Joaquin Phoenix tem a chance de atuar num registro mais contido, próximo de “Ela”. Seu personagem trabalha gravando o áudio de depoimentos de crianças sobre a vida e o futuro. Desconfortável na pele de um adulto responsável pelo seu próprio destino, ele pena na tarefa de ser tutor de uma pessoa igualmente em formação. O roteiro extrai seus melhores momentos dessa relação, em que os dois se alternam nos papéis de aprendiz e professor.

O filme caminha numa atmosfera lúdica, reforçada pelo desenho de som que sempre perscruta os arredores, como alguém descobrindo o mundo. Há também interessantes intromissões de textos, que reforçam a narrativa quase fabular. Em uma das cenas mais belas, Johnny lê um livro infantil para o sobrinho, e chora ao reviver a vastidão de possibilidades da infância. Choramos todos.

‘Sempre em frente’.
Diretor: Mike Mills. Onde: Redes Kinoplex, Cinemark, Espaço Itaú, Estação Net, Reserva Cultural.

Everything You Need to Know About the Miniskirt From the 1960s to Now | Vogue

A brief history of the smallest, and trendiest, piece in your wardrobe: The miniskirt.

Uma breve história da menor e mais moderna peça do seu guarda-roupa: a minissaia.

Director: Andrew Myers
Host: Hamish Bowles
Supervising Producer, Vogue: Jordin Rocchi
Writers: Stef Dag, Lane Williamson
Associate Producers, Vogue: Qieara Lesesne, Kristen Engleson
Manager, Creative Development, Vogue: Alexandra Gurvitch
Associate Director, Creative Development, American Vogue: Billie JD Porter
Director, Creative Development, Vogue: Anna Page Nadin
Production Manager: Edith Pauccar
Production Coordinator: Kit Fogarty
Post Production Manager: Marco Glinbizzi
Senior Director, Production Management: Tina Magnusson
VP, Digital Video Programming and Development,Vogue (English Language): Joe Pickard
Director of Content, Vogue: Rahel Gebreyes

Agente de modelos Jean-Luc Brunel que ‘fornecia’ garotas para Jeffrey Epstein foi encontrado morto na prisão

Jean-Luc Brunel, 74, cometeu suicídio na madrugada deste sábado, 19, no presídio de La Santé em Paris

O francês Jean-Luc Brunal, no inicio dos anos 90, com algumas das modelos que agenciava Foto: Reprodução / Daily Mail
O francês Jean-Luc Brunal, no inicio dos anos 90, com algumas das modelos que agenciava Foto: Reprodução / Daily Mail

Preso sob suspeita de traficar mais de mil mulheres para o pedofilo Effrey Epstein, o agente de modelos Jean-Luc Brunel, foi encontrado morto nesta madrugada, no presídio de La Santé, em Paris. Segundo a policia, o francês de 74 anos foi visto pendurado em sua cela, em torno de 1h da manhã, por agentes penitencirários

O fato ocorre dias depois de príncipe Andrew, o segundo filho da Rainha Elizabeth, concordar em fechar um acordo  para encerrar o processo de assédio sexual movido por Virginia Roberts. Virginia afirma que o monarca abusou sexualmente dela depois que eles se conheceram por meio de Epstein e Ghislaine Maxwell.

Virginia Giuffre acusava o Príncipe Andrew de abuso sexual há mais de duas décadas, quando tinha apenas 17 anos Foto: Reprodução da internet
Virginia Giuffre acusava o Príncipe Andrew de abuso sexual há mais de duas décadas, quando tinha apenas 17 anos Foto: Reprodução da internet

Além de ser acusado de agenciar mais de mil mulheres e meninas para Epstein, Jean-Luc Brunel estava aguardando julgamento na França por estuprar menores. Sua morte por enforcamento, segundo o jornal inglês “Daily Mail” alimentará teorias da conspiração em torno do caso Epstein, também morto na prisão,  em 2019,  por enforcamento.

Os promotores de Paris confirmaram que Brunel foi encontrado enforcado em sua cela em La Santé, no sul da capital, nas primeiras horas da manhã de sábado. “Uma patrulha noturna encontrou seu corpo sem vida por volta da 1h”, disse uma fonte investigadora. “Um inquérito judicial foi aberto, e as primeiras evidências apontam para suicídio.”

Brunel foi indiciado em Dezembro de 2020, após dois dias de entrevistas por um juiz  especializado de uma unidade anti-pedofilia. Ele foi preso no aeroporto Charles de Gaulle quando tentava embarcar em um avião para Dakar, no Senegal, alegando que apenas sairia de férias.

Outros envolvidos no esquema de tráfico sexual incluem a ex-namorada de Epstein, a socialite britânica Ghislaine Maxwell, 59, que está atualmente presa nos EUA após ser considerada culpada.

O inquérito judicial francês sobre a conduta de Brunel foi aberto em agosto de 2019, quando os promotores ouviram alegações de que Brunel e o segundo filho da rainha compartilhavam uma amante.A americana Virginia Roberts disse a advogados que trabalhava como “escrava sexual” quando foi forçada a dormir com o duque de York depois de ser traficada para ele pelo menos três vezes quando tinha 17 anos.

Esta semana, o príncipe Andrew, 62, concordou em fechar um acordo com Virginia estimado em cerca de 12 milhões de libras, para dar fim ao caso de tem alimentado os tablóides ingleses e tirado o sono da realeza.

Estamos voltando ao ciclo do sono segmentado?

Muitos têm dormido em períodos picados, por escolha, por causa da rotina de home office, ou motivados pelo estresse dos últimos dois anos
Danielle Braff, The New York Times

Ciclo do sono
Padrão do sono sofreu alterações desde a Idade Média; pandemia pode representar nova mudança Foto: LUX GRAVES/UNSPLASH

Cerca de um ano após o início da pandemia, Marcela Rafea começou a acordar com frequência às 3h da manhã, com a mente acelerada. Ela se arrastava para fora da cama e ia na ponta dos pés até a sala, onde meditava, fazia posturas de ioga e abria a janela para ouvir o farfalhar das folhas, o barulho dos carros e os cachorros latindo. Então, às 6h da manhã, ela se arrastava de volta para a cama e dormia de novo até seu filho mais novo acordar às 7h da manhã. “Eu precisava daquela vigília noturna para compensar o tempo que não tinha para mim”, disse Rafea, uma fotógrafa de 50 anos e mãe de três filhos.

Sem saber, ela naturalmente voltou a um ciclo de sono que se acreditava ser padrão em várias culturas no final da Idade Média até o início do século 19. Durante essa época, muitas pessoas iam dormir perto da hora do pôr do sol e acordavam três a quatro horas depois. Elas socializavam, liam livros, faziam pequenas refeições e tentavam conceber filhos por uma ou duas horas antes de voltar para um segundo sono por mais três a quatro horas. Foi somente quando a luz artificial foi introduzida que as pessoas começaram a se forçar a dormir durante a noite, contou A. Roger Ekirch, professor de história da Virginia Tech e autor de The Great Sleep Transformation.

Agora que muitas pessoas estão fazendo os próprios horários, trabalhando em casa e se concentrando mais no autocuidado, para alguns houve um retorno a um ciclo de sono segmentado – voluntário ou não, dados os níveis de estresse dos últimos dois anos. Então estamos voltando ao nosso ciclo natural de sono há muito esquecido? E isso poderia ser a cura para os insones do meio da noite?

Não sabemos os impactos a longo prazo do sono segmentado porque não temos muitos dados sobre isso

Matthew Ebben, professor de psicologia em neurologia clínica

Ekirch, que tem estudado o sono segmentado nos últimos 35 anos, lembrou que há mais de 2 mil referências a ele em fontes literárias: tudo, de cartas a diários, registros judiciais, jornais, peças, romances e poesia, de Homero a Chaucer e Dickens. “O fenômeno recebeu nomes diferentes em lugares diferentes: primeiro e segundo sono, primeiro cochilo e sono morto, sono noturno e sono matinal”, explicou Benjamin Reiss, professor de inglês da Emory University e autor de Wild Nights: How Taming Sleep Created Our Restless World. Ele acrescentou que, em vez de ser uma escolha na época, isso era simplesmente algo que as pessoas faziam, pois se encaixava nos padrões de trabalho agrícola e artesanal.

Tudo mudou com a Revolução Industrial, enfatizando o lucro e a produtividade. A crença era de que quem limitava o sono a um único período obtinha vantagem. A crescente predominância de luzes artificiais permitiu dormir mais tarde, levando à compressão do sono.

DÚVIDAS

Mas os médicos divergem sobre o quão saudável é o sono segmentado. “Realmente não sabemos os impactos a longo prazo do sono segmentado porque não temos muitos dados sobre isso”, observou Matthew Ebben, professor associado de psicologia em neurologia clínica na Weill Cornell Medicine e na NewYork-Presbyterian.

Isso pode fazer com que alguns se sintam mais cansados e sonolentos ao longo do dia, avaliou Nicole Avena, psicóloga da saúde e professora-assistente de neurociência na Mount Sinai School of Medicine. Além disso, segundo ela, o sono segmentado exige que as pessoas durmam mais cedo, o que pode não funcionar para muitos.

Mas retornar aos padrões de sono da Idade Média não é para todos, revelou Nicole, sugerindo que o sono segmentado deve ser tentado apenas por aqueles que já estão tendo problemas de sono. “Acho que, embora possa promover um sono melhor para esses indivíduos, provavelmente tem mais consequências do que benefícios para aqueles que não têm dificuldade para dormir”, ela concluiu./TRADUÇÃO LÍVIA BUELONI GONÇALVES