Andreas Ortner for Harper’s Bazaar Czech with Adot Gak

Photographer: Andreas Ortner at SCHIERKE Artists. Fashion Stylist: Jana Kapounová. Hair and Makeup: Georgios Tsigkas. Model: Adot Gak.

Colômbia descriminaliza aborto até a 24ª semana de gestação

Decisão foi tomada pela Corte Constitucional; Congresso precisa regulamentar prática
Sylvia Colombo

Ativistas celebram em Bogotá decisão da Corte Constitucional da Colômbia que descriminalizou o aborto no país – Raul Arboleda – 21.fev.22/AFP

BUENOS AIRES – A Corte Constitucional da Colômbia decidiu, nesta segunda-feira (21), que nenhuma mulher colombiana poderá ser julgada por um aborto realizado até a 24ª semana da gestação. A decisão foi tomada por cinco votos a favor e quatro contra, retirando o aborto da lista de delitos do Código Penal colombiano —quando realizado dentro desse prazo.

A descriminalização é uma conquista histórica para a luta feminista num país de maioria católica em que, a cada ano, cerca de 400 mulheres eram condenadas a penas de 16 a 54 meses de prisão por interromperem a gravidez.

A decisão torna a Colômbia o principal país da América do Sul, em termos de população, a descriminalizar o procedimento —e a terceira grande nação da América Latina a fazê-lo em pouco mais de um ano, junto ao México e à Argentina.

No caso mexicano, a descriminalização é nacional, mas os estados regulamentam o recurso de acordo com decisões tomadas pelos Parlamentos locais. A Argentina aprovou via Congresso uma lei de aborto apenas pela vontade da mulher até a 14ª semana de gestação, podendo ser realizado em clínicas e hospitais públicos, sem custo. Na região, o aborto ainda é permitido e legalizado em Cuba, no Uruguai e na Guiana.

A onda de descriminalização e legalização recente na América Latina bate de frente com o retrocesso em partes dos Estados Unidos, em que avançam projetos de proibição da prática em algumas circunstâncias, em locais como Texas, Mississipi, e Arizona.

Enquanto isso, a segunda-feira foi de celebrações junto ao edifício da Corte Constitucional e em vários locais do centro de Bogotá.

Embora a decisão seja um avanço, ela não significa que haverá, por ora, uma regulamentação e uma lei que garanta o aborto livre, gratuito e seguro nos hospitais públicos —como já se dá na Argentina, no Uruguai, na Guiana, em Cuba e em alguns estados do México. Essa fase deve ser regulamentada e decidida pelo Congresso.

Até agora, na Colômbia, só era permitido o aborto em três circunstâncias: estupro, má formação do feto ou risco de morte da mãe. Passa a deixar de ser crime o procedimento realizado até a 24ª semana, apenas pela vontade da mulher.

Também era considerado crime que um hospital deixasse de denunciar um aborto que resultasse em complicações, levando a mulher a buscar ajuda médica. A maioria dos casos clandestinos registrados —até 70% deles— era descoberta por meio de denúncias do pessoal de saúde.

A decisão da Justiça colombiana partiu de demanda apresentada pelo movimento Causa Justa, composto por 90 organizações de mulheres. O pedido era eliminar por completo a criminalização do aborto do Código Penal, mas a resolução abarca apenas até a 24ª semana de gestação.

A partir da decisão desta segunda, passa a valer um estilo misto, então. Até as 24 semanas, torna-se livre e legal. A partir desse período, para que o procedimento seja realizado precisa se enquadrar nas três circunstâncias descritas acima e já autorizadas.

Atualmente, há 346 mulheres cumprindo pena de prisão por abortos clandestinos. Elas serão liberadas.

Além da festa nas ruas, houve também celebrações de políticos, como a prefeita de centro-esquerda de Bogotá, Claudia López. “Que emoção ter vivido para ver, finalmente, essa conquista para as mulheres na Colômbia. Depois do direito ao voto, é a mais importante para a vida, a autonomia e a realização plena e igualitária das mulheres”, disse.

Já a senadora uribista María del Rosario Guerra, do direitista Centro Democrático, afirmou que é um “dia de luto para a Colômbia e para aqueles colombianos que defendemos a vida e dizemos ‘não’ ao aborto. A decisão de que uma mãe possa matar o filho no ventre até a 24ª semana nos dá dor na alma”.

O próximo passo agora está a cargo do Congresso —a decisão da Corte estimula o Parlamento a adotar a regulamentação do aborto—, e a pressão dos grupos feministas agora passa para essa instância.

O governo nacional se manifestou contra a decisão, por meio de intervenções realizadas pelos ministérios da Saúde, da Educação e da Justiça pedindo à Corte que não acolhesse a demanda do grupo de feministas e afirmando que esse tema deveria ser tratado apenas pelo Congresso.

“A sociedade merece saber por que, no caso de que se lesionem a vida de animais se trata de um crime, e no caso de que se causem lesões e morte à vida de seres humanos, isso não é crime. Não é razoável”, afirmou em um comunicado a pasta da Justiça.

Já o Ministério da Saúde afirmou que reconhece que a OMS (Organização Mundial da Saúde) e outros organismos internacionais recomendam a despenalização, mas que considera que isso já estaria contemplado com a lei das três circunstâncias.

Apesar dos avanços recentes, há países da região em que o aborto é completamente proibido em todas as circunstâncias, como El Salvador, Honduras, República Dominicana, Jamaica, Suriname e Haiti.

Morre Nightbirde, cantora que emocionou jurados e plateia do ‘American Got Talent’

Jane Marczewski compôs canções sobre o seu último ano de vida, em que lutou contra o câncer sem se deixar abater
LAILA NERY – ESTADÃO

“Todos nós sofremos e todos temos o potencial de superar”, foi a última mensagem de Nightbirde ao público do American Got Talent Foto: Instagram @_nightbirde

A cantora Jane Marczewski, que ficou mundialmente famosa após se apresentar no programa American Got Talent após cantar a música It’s OK, que ela compôs durante o tratamento de câncer no pulmão, coluna e fígado, morreu nessa segunda, 21, aos 31 anos.

Durante a sua primeira apresentação no programa, quando Jane contou um pouco sobre o seu estado de saúde, o que emocionou os jurados foi que Nightbirde, nome artístico adotado pela cantora, não parecia triste, ou abatida. Nas canções, ela defendia que havia escolhido ser feliz. E tudo bem ter alguns problemas, todo mundo tem.

“É importante que as pessoas saibam mais do que as coisas ruins que acontecem comigo”, disse Nightbirde, no dia da sua audição.

A cantora recebeu um Golden Buzzer de Simon Cowell em sua audição no America’s Got Talent em 2021, mas não conseguiu prosseguir na competição, infelizmente o estado de saúde de Jane a impediu de continuar se apresentando. Na final da competição, Nightbirde fez uma chamada de vídeo com os jurados e o apresentador do programa, na qual explicou o motivo da sua ausência e aproveitou para falar que toda aquela recepção foi a melhor coisa que havia acontecido na vida dela, além de passar uma mensagem de força para encorajar quem estivesse vendo o programa. “Todos nós sofremos e todos temos o potencial de superar.”

O apresentador do programa, Terry Crews, usou as redes sociais para homenagear a cantora. “Estamos tristes em saber sobre a passagem de Nightbirde. Nossas condolências vão para sua família e amigos mais próximos neste momento difícil. Nós te amamos, Nightbirde”. A jurada do programa, Heidi Klum também publicou em seu instagram “Nós te amamos. Descanse em paz, Nightbirde.”

24 Hours With Laverne Cox | Vogue

‘Promising Young Woman’ star Laverne Cox takes us through a day in her life in New York City.

Director: Talia Collis

Producer: Nicola Pardy

DP: Rachel Batashvili

Editor: Matthew Colby

Audio: Gabe Quiroga

Assistant Camera: Paola Esquivel-Oliveros

Associate Producer: Qieara Lesesne

Hair Stylist: Dee Trannybear-Marino

Makeup Stylist: Keita Moore

Pianist: Brian Holman

Vocal Coach: Ira Siff

Talent Booking: Meredith Judkins

Covid Supervisor: Heather Drew

Line Producer: Tina Magnuson

Production Manager: Emma Gil

Post-Production Supervisor: Marco Glinbizzi

Post Production Coordinator: Andrea Farr

Special thanks to: Patricia Field Gallery

VP, Digital Video Programming and Development,Vogue (English Language): Joe Pickard

Senior Director, Digital Video: Tara Homeri

Director of Content, Vogue: Rahel Gebreyes

Yamaha | YC OS v1.2 | Sound Demo

The new Yamaha OS v1.2 firmware update expands the YC experience even further with new sounds, EQ effect types, workflow enhancements and more, giving you more versatility than ever. Based on your feedback, we’ve added a new “Studio” Rotary Speaker, featuring a wider stereo field, increased low rotor and high horn separation, as well as an increased presence to cut through mixes. Helping to broaden your creativity are three new FM Organ Types – titled F4, F5, and F6. These delve deeper into FM synthesis by adding modulators – or operators – that add upper harmonics to carriers, yet do not sound. Learn more: http://www.yamaha.com/2/yc

A nova atualização de firmware Yamaha OS v1.2 expande ainda mais a experiência YC com novos sons, tipos de efeitos de EQ, aprimoramentos de fluxo de trabalho e muito mais, oferecendo mais versatilidade do que nunca. Alto-falante, apresentando um campo estéreo mais amplo, maior separação de rotor baixo e alto de buzina, bem como uma presença aumentada para cortar mixagens. Ajudando a ampliar sua criatividade estão três novos tipos de órgão FM – intitulados F4, F5 e F6. Eles aprofundam mais em síntese FM adicionando moduladores – ou operadores – que adicionam harmônicos superiores às portadoras, mas não soam. Saiba mais: http://www.yamaha.com/2/yc

YC stage keyboards feature great sound, expressive touch and modern design. YC is powered by our proprietary Virtual Circuitry Modeling (VCM) organ engine which recreates individual component behaviour to reproduce classic organ character and most important – sound. It all comes with acoustic/electric pianos, and iconic FM synth sounds that Yamaha made famous.

O YC é alimentado por nosso mecanismo de órgão proprietário Virtual Circuitry Modeling (VCM) que recria o comportamento de componentes individuais para reproduzir o caráter clássico do órgão e o mais importante – o som. Tudo vem com pianos acústicos / elétricos e sons de sintetizador FM icônicos que a Yamaha tornou famoso.

Three keyboard actions are available for different players: YC61 features 61 semi-weighted ‘waterfall’ keys for organ-focused players, YC73 has 73-key weighted and balanced keys for keyboardists, and YC88 uses an 88-key weighted triple-sensor action with synthetic ebony and ivory keytops for pianists.

Yamaha YC | Reinventing The Stage Keyboard

Três ações de teclado estão disponíveis para diferentes músicos: YC61 possui 61 teclas semi-pesadas em cascata para músicos focados em órgão, YC73 possui teclas ponderadas e balanceadas de 73 teclas para tecladistas e YC88 usa uma ação de sensor triplo ponderada de 88 teclas com teclados de ébano e marfim sintéticos para pianistas.

Yamaha YC | Reinventando o teclado de palco

Carisma marginal de Julia Garner une ‘Ozark’ e ‘Inventando Anna’

Atriz interpreta personagens antagônicas que estão ‘em cartaz’ no streaming
Pedro Venceslau, O Estado de S.Paulo

Julia Garner
Julia Garner atua como Anna Delvey em ‘Inventando Anna’. Foto: Nicole Rivelli/Netflix

Existe uma certa ingenuidade perversa no olhar da atriz Julia Garner que une suas duas personagens antagônicas que estão em cartaz: uma na série Ozark e outra na minissérie Inventando Anna, ambas da Netflix. No primeiro caso, ela aparece contida, com a cara lavada e um semblante ao mesmo tempo frágil e autoconfiante como a transgressora Ruth Langmore. No segundo, Julia incorpora uma diva infame, manipuladora e com um caprichado sotaque alemão na pele da golpista Anna. Ao final, é o carisma da atriz de 28 anos que se sobressai nas duas produções. Antes de gravar a 4° temporada de Ozark, sobre uma família disfuncional que lava dinheiro, Julia venceu dois Emmys consecutivos, como atriz coadjuvante em série dramática (2019 e 2020).

História real

Em Buscando Anna, que é baseada em uma história real, Julia é puro glamour como Anna Delvey, uma golpista sem filtros que engana a nata da alta sociedade nova-iorquina fingindo ser uma herdeira alemã milionária. A história ganhou as manchetes graças a persistência da jornalista Jessica Pressler, que escreveu em 2018 uma reportagem sobre o caso para a New York Magazine. Na Netflix, a publicação mudou de nome e virou Manhattan Magazine.

Sotaque

Nas duas séries da Netflix, Julia Garner contou com o suporte de Bárbara Rubin como preparadora de dialetos. Em entrevistas, a atriz disse que encontrar a combinação certa de sotaques de Anna foi o momento mais difícil de sua carreira. 

‘Yellowjackets’

Barrados no Baile encontra Lost na série Yellowjackets, a produção mais popular da Paramount+, que é um dos canais disponíveis dentro do Amazon Prime Video. A produção é uma daquelas que causam forte dependência desde o começo, mas não espere respostas fáceis. 

Mistura

A série é uma mistura bem sucedida de mistério, terror psicológico e drama. O roteiro não tem pressa e investe na construção em várias camadas de cada uma das personagens. 

Idas e vindas

A série da Paramount acompanha um time de adolescentes jogadoras de futebol do ensino médio. Quando elas estão a caminho de um campeonato, o avião que levava todo o grupo cai em uma região inóspita do Canadá. A narrativa vai e volta no tempo e é divida em duas linhas. 

Combo

A Netflix estreou no último dia 18 o filme Mães Paralelas, o mais recente longa de Pedro Almodóvar, que entrou faz pouco tempo em cartaz nos cinemas. Sinal dos tempos: a produção ficou só 15 dias apenas no cinema. Para aproveitar o embalo, a plataforma colocou no seu cardápio 11 longas do diretor ao mesmo tempo.

Maternidade

Mães Paralelas, com Penélope Cruz, repete um tema recorrente da obra de Almodóvar nos últimos anos, que é a maternidade, mas dessa vez com um roteiro que passa pela história política espanhola e revive o passado sangrento da ditadura de Franco.

Lançada nos anos 1960 com grande barulho, a minissaia é a peça-chave do verão 2022

Modelo marcou presença nos desfiles de Paris e Milão Fasion Week
Gilberto Júnior

Minissaia marca presença no Milão Fashion Week 2022 Foto: Getty Images

Tida como a última grande invenção da indústria da moda dos anos 1960, apesar de opositores de peso como Coco Chanel, a minissaia, cuja autoria é creditada à estilista britânica Mary Quant, é o símbolo do verão 2022. Onipresente nas passarelas do Hemisfério Norte, a peça ganhou as mais variadas interpretações. Donatella Versace apresentou o look em blocos, incrementando a produção com os icônicos alfinetes da casa. Em sua parceria com a Fendi, conhecida como Fendace, a designer mostrou uma opção mais ostensiva da tendência.

Na Dior, Maria Grazia Chiuri seguiu por um caminho pautado pelo trabalho manual. Já Miuccia Prada veio com duas propostas: na Prada, caudas para tirar o visual da monotonia; na Miu Miu, cintura baixa com top cropped. Enquanto isso na Chanel, Virginie Viard revirou os arquivos da tradicional maison e resgatou os anos 1990, trazendo à tona tailleurs elegantes.

Modelo desfila com minissaia no Paris Fashion Week Foto: Getty Images
Modelo desfila com minissaia no Paris Fashion Week Foto: Getty Images

“O espírito do tempo define o espírito da moda”, observa a pesquisadora Paula Acioli. “Depois de um longo período de confinamento, nos comunicando apenas remotamente, sem chances de grandes ousadias, nada mais natural que o enorme desejo de expor o que por tanto tempo ficou ‘escondido’. O retorno da minissaia, considerada uma revolução na moda feminina, chega num momento igualmente revolucionário de reinvenção da indústria e da sociedade.”

Para a stylist Manu Carvalho, o look da vez é um contraponto ao comprimento mídi, hit há algumas estações. “Tem muito a ver com a vontade de extravasar e de se expor”, diz Manu.

Paula acrescenta que o retorno triunfal da peça também está ligado ao interesse das novas gerações pelo passado: “Essa volta se dá num instante no qual as mulheres não necessitam mais lutar por afirmação. Já queimaram sutiãs, decidiram ficar grisalhas e se comportarem como lhes convier”.

Modelo desfila com minissaia da Miu Miu no Paris Fashion Week Foto: Getty Images
Modelo desfila com minissaia da Miu Miu no Paris Fashion Week Foto: Getty Images

The Weeknd anuncia especial The Dawn FM Experience

Show de novo álbum do cantor estará no Amazon Prime Video no próximo sábado (26)
PAULO PACHECO

Lançado em janeiro, o novo álbum de The WeekndDawn FM, terá um especial de TV no Amazon Prime Video. O artista canadense gravou o show The Dawn FM Experience, que estará disponível na plataforma de streaming no próximo sábado (26) [via Variety]. Veja o teaser acima.

Segundo o Prime Video, o especial “expande o último álbum do Weeknd, Dawn FM em um visual hipnotizante, criando um evento de performance teatral que envolverá o público em seu mundo enervante e temperamental“.

“Estou em êxtase pela parceria com a Amazon para estrear o especial de TV ao vivo mais elaborado que já fiz”, disse The Weeknd.

“Dawn FM é uma demonstração magistral da visão artística e do gênio criativo de The Weeknd. Estamos muito orgulhosos de trabalhar com ele e compartilhar essa experiência visual impressionante, brilhante e imersiva com nossos assinantes”, afirmou Jennifer Salke, chefe da Amazon Studios.

Quinta gravação de estúdio de The Weeknd, Dawn FM tem 16 faixas e participações especiais, incluindo narrações do ator Jim Carrey e do lendário produtor Quincy Jones; versos de convidados como Tyler, the Creator e Lil Wayne; e produções de gigantes do pop como Swedish House Mafia e Calvin Harris.

Dawn FM é o sucessor do álbum After Hours, que rendeu hits como “Blinding Lights” e “Save Your Tears“. O novo disco veio precedido pelo single “Take My Breath”, lançado em agosto de 2021.

豪華なスパ付き!グウィネス・パルトロウが、自宅を公開。| Open Door | VOGUE JAPAN

自身のライフスタイルブランド「goop」の活動を通じて、自身のウェルネス法を発信する女優のグウィネス・パルトロウが、「Open Door」(#オープンドア)に登場し、お気に入りの自宅を公開する。

00:00 OPENING

00:23 ENTRYWAY

01:23 POWDER ROOM

01:46 DINING ROOM

03:42 KITCHEN

07:42 LIVING ROOM

10:36 SPA ROOM

12:17 CLOSING