Karen Elson Music Video: Broken Shadow

Karen Elson Music Video: Broken Shadow
Published: March 2022

All people in this work:

Karen Elson – Director Colleen Runne – Makeup Artist Karen Elson – Entertainer

Inside Zoe Saldaña’s Bag | In the Bag | Vogue India

American actress Zoe Saldaña, star of a catalogue of blockbuster science fiction films including ‘Avatar’, ‘Star Trek’ and ‘The Avengers’, shares her must-have items in Vogue India’s In The Bag. The 43-year-old unpacks her oversized tote bag – which she dives into headfirst – sharing the essentials she’s never without, no matter which film set she’s on. Family plays a huge part in Zoe’s life, from a journal gifted by her husband, with a handwritten poem on the first page, to sunglasses which remind the star of her mother; the actress’s tote bag is bursting with items linked to her loved ones, “I always have one toy from one of my boys…because I work a lot, I get to take a little piece of them with me everywhere I go.” Add in gifts from Hollywood royalty and friend Cameron Diaz, and a face cream that rescues her skin after hours in the make-up chair for her green-skinned ‘Guardians of the Galaxy’ character Gamora, the eclectic contents of Zoe Saldaña’s bag are the physical embodiment of a bonafide superstar and working mum all rolled into one. Ps. After you’ve watched this video, go watch her latest release, Netflix sci-fi adventure ‘The Adam Project’.

A atriz americana Zoe Saldaña, estrela de um catálogo de filmes de ficção científica de grande sucesso, incluindo ‘Avatar’, ‘Star Trek’ e ‘Os Vingadores’, compartilha seus itens imperdíveis no In The Bag da Vogue Índia. A mulher de 43 anos desempacota sua bolsa enorme – na qual ela mergulha de cabeça – compartilhando o essencial que ela nunca fica sem, não importa em qual set de filmagem ela esteja. A família desempenha um grande papel na vida de Zoe, desde um diário presenteado pelo marido, com um poema escrito à mão na primeira página, até óculos de sol que lembram a estrela de sua mãe; a bolsa da atriz está repleta de itens ligados aos seus entes queridos: “Eu sempre tenho um brinquedo de um dos meus meninos… porque eu trabalho muito, eu consigo levar um pedacinho deles comigo para onde quer que eu vá”. Acrescente presentes da realeza de Hollywood e amiga Cameron Diaz, e um creme facial que resgata sua pele depois de horas na cadeira de maquiagem para sua personagem de ‘Guardiões da Galáxia’ Gamora, o conteúdo eclético da bolsa de Zoe Saldaña é o encarnação física de um superstar genuíno e mãe trabalhadora, tudo em um. Ps. Depois de assistir a este vídeo, assista seu último lançamento, a aventura de ficção científica da Netflix ‘The Adam Project’.

Credits
Starring: Zoe Saldaña
Director: Lucas Flores Piran
Producer: Amy Kanagaki

Sean “SynthSei” Alexander showcasing his signature sounds for Nord Wave 2 – part 2

Sean “SynthSei” Alexander is based in Boston and has worked with acclaimed artists such as John P. Kee, Teddy Riley, Jordan Knight (NKOTB), Nick Carter (Backstreet Boys), Teyana Taylor, Brian McKnight, and many more.

The SynthSei Signature Sound Bank features a wide range of brilliant patches based on the Wave 2 factory sounds and incorporates influences of genres such as Gospel, RnB, and Pop music. Download the SynthSei Signature Sound Bank for free at nordkeyboards.com!

Sean “SynthSei” Alexander está baseado em Boston e trabalhou com artistas aclamados como John P. Kee, Teddy Riley, Jordan Knight (NKOTB), Nick Carter (Backstreet Boys), Teyana Taylor, Brian McKnight e muitos outros.

O SynthSei Signature Sound Bank apresenta uma ampla gama de patches brilhantes baseados nos sons de fábrica do Wave 2 e incorpora influências de gêneros como gospel, RnB e música pop. Baixe o SynthSei Signature Sound Bank gratuitamente em nordkeyboards.com!

Composition: “Time 2 Step” by Sean “SynthSei” Alexander
Gear: Nord Wave 2
Video production: BOBHARTLEY
Video editing: Amanda Nordelius
Studio: The Record Co.

Aqui está uma maneira simples de decorar sua cozinha e liberar algum espaço no balcão

SAVANNAH WEST


Se você gosta de entretenimento, provavelmente tem uma variedade de utensílios de cozinha em sua casa. Para quem não é abençoado com muitos armários, seus balcões de cozinha podem se encher rapidamente de coisas como copos de vidro e bandejas de servir, deixando você com pouco ou nenhum espaço no balcão . Se você se encontrou com uma coleção de tábuas de servir e de corte de madeira, há uma maneira de usá-las como decoração.

Meg Quinn  é criadora de conteúdo e autora de “ The Cheese Board Deck ”, que é basicamente o melhor guia para criar as tábuas de charcutaria perfeitas. Por 10 anos, Quinn alugou este apartamento de 900 pés quadrados em Los Angeles antes de se mudar para uma nova casa com seu parceiro. “Vou lembrar para sempre deste apartamento como o lugar onde lancei uma carreira e criei algo além dos meus sonhos mais loucos”, diz ela em seu tour pela casa.

Na maior parte, o estilo de design de Quinn neste apartamento era claro e arejado, com uma mistura de moderno e de meados do século. “Adoro uma base neutra com toques de cor e capricho por meio de peças de estilo únicas”, diz ela. O item favorito de Quinn em casa é o bufê IKEA no canto de sua sala de jantar que guardava todas as suas peças de estilo para sua fotografia de comida e criação de conteúdo.

Logo acima do buffet, Quinn pendurou algumas das peças únicas de decoração neste espaço: uma série de tábuas de servir de madeira. “Para  ‘The Cheese Board Deck ‘, meu fotógrafo, estilista de alimentos e eu filmamos todas as 50 pranchas deste apartamento durante a pandemia em 2020”, diz ela. Portanto, não é surpresa que ela tenha tantos.

Em vez de guardar as tábuas em um canto ou deixá-las ocupar espaço nos balcões da cozinha, Quinn decidiu pendurá-las nas paredes para servir de decoração. Este não é o único lugar onde ela pendurou suas tábuas de corte de madeira também. Você pode vê-los em exibição em toda a sua cozinha.

Se você gosta de design de interiores neutro e orgânico, esta é uma maneira inteligente de introduzir cor e textura em sua cozinha. Isso também pode ser muito amigável ao locatário , se você decidir usar ganchos de comando em vez de pregos. Afinal, você provavelmente compra certas tábuas de servir por causa de seus belos tamanhos e formas, então por que não colocá-las em exibição?

Maquiadora Erika Okvist de “Bridgerton” revela o que esperar dos looks de beleza na segunda temporada da série

A beauty artist Erika Okvist, responsável pelas produções de beauté da nova fase da série, contou detalhes do que preparou para a maquiagem das personagens
SARA MAGALHÃES (@SARAMAGALHAES)

Maquiadora da série Bridgerton revelou detalhes da beleza nesta segunda temportada (Foto: Divulgação/ Netflix)

Desde seu lançamento, em dezembro de 2020 na Netflix, a série Bridgerton chamou a atenção do público do streaming por conta do enredo que mistura uma história de época com ares de Gossip Girl, porém em um cenário inglês do século XIX como plano de fundo. O seriado virou um sucesso imediato e passou a influenciar não só o mundo do entretenimento, mas também os universos da moda e beleza – não à toa, Regencycore, tendência inspirada na era da regência britânica, se tornou uma das grandes apostas do momento graças ao alcance meteórico do show.

Com a estreia da segunda temporada, que chegou à Netflix nesta sexta-feira (25), mal podemos esperar para conferir todas as referências de roupas e penteados que o seriado trará para essa nova fase, dos cabelos com tranças, coques e penteados estruturados de Simone Ashley, como Kate Sharma, às bochechas rosadas de blush e a pele impecável na maquiagem da protagonista Daphne Bridgerton, interpretada por Phoebe Dynevor.

A missão de reproduzir os costumes de beleza da alta sociedade britânica dos anos 1800 foi dado a Erika Okvist, beauty artist responsável pela segunda temporada. Em conversa com a revista norte-americana Allure, a maquiadora explicou o desafio artístico de criar os looks de Bridgerton e contou como montou seu moodboard de inspirações: “Eu praticamente peguei todas as fotos [da era da regência] que existem no Pinterest e qualquer livro [desse período] que existe por aí. Então, olhei para editoriais que eu acho atraentes e tentei casá-los para algo que lembrasse o período, mas que também trouxesse um pouco de modernidade.”

Daphne Bridgerton, interpretada por Phoebe Dynevor, em Bridgerton (Foto: Divulgação/ Netflix)
Daphne Bridgerton, interpretada por Phoebe Dynevor, em Bridgerton (Foto: Divulgação/ Netflix)

Okvist revelou que essa temporada vai entregar muita pele iluminada, todas feitas com o iluminador Skin Fetish Highlighter & Balm Duo, da coleção de Pat McGrath Labs. A maquiadora contou que aplicou o produto nas maçãs do rosto de todo o elenco feminino, mas que focou no visual iluminado principalmente em Penelope Featherington, interpretada por Nicola Coughlan.

“Durante o dia, usamos apenas o bálsamo porque funciona muito bem com a luz do sol. Porém, quando estamos entrando em cenas de baile com Penelope, usamos o brilho para dar a ela ainda mais destaque nas luzes baixas da câmera”, disse. A personagem de Penélope passará boa parte da série com os lábios rosa nude levemente brilhantes, especialmente nos takes diurnos, e adotará uma maquiagem com cores mais escuras nas cenas noturnas, detalhou a maquiadora. 

Penelope Featherington, interpretada por Nicola Coughlan, em Bridgerton (Foto: Divulgação/ Netflix)
Penelope Featherington, interpretada por Nicola Coughlan, em Bridgerton (Foto: Divulgação/ Netflix)

A maquiagem da nova integrante do elenco, Simone Ashley, que interpretará Kate, seguirá a mesma filosofia de Penélope. “Queríamos criar um visual para ela que parecesse que ela passasse o mínimo de tempo possível na frente do espelho, obviamente sem deixar de entregar um look incrível e glamouroso”.

Porém, segundo Okvist, esse estilo inicial da personagem mudará conforme ela for se desenvolvendo na série, indicando que Kate passará por uma transição de básica a ousada no decorrer da história. “Quando nos apaixonamos, começamos a nos olhar mais no espelho. Talvez Kate diga: ‘Ah, vou adicionar um pouco mais. Talvez eu devesse ter um pouco de cor nos lábios, um pouco de blush”. 

Kate Sharma, interpretada por Simone Ashlay, em Birdgerton (Foto: Divulgação/ Netflix)
Kate Sharma, interpretada por Simone Ashlay, em Birdgerton (Foto: Divulgação/ Netflix)

Além do iluminador, Okvist prezou pela durabilidade da maquiagem. “Nossos atores precisam ficar maquiados por talvez 12 ou 14 horas, então temos que ter um acabamento que seja infalível e que não saia”, explicou. “Começamos de manhã com uma cobertura leve e só adicionamos mais cobertura no caso de alguém estar cansado, ou se a luz ou outra alteração técnica fossem necessárias.” disse Okvist, que usou o Primer Skin Fetish Sublime Perfection e a base da Skin Fetish Sublime Perfection, ambas da marca Pat McGrath Labs, linha assinada pela maquiadora Pat McGrath

2º ano de Bridgerton seduz com romance, tensão sexual e personagens aprofundados

Nova temporada tem menos sexo, mas compensa na tensão e no drama
BEATRIZ AMENDOLA

Divulgação/Netflix

Baseada na bem-sucedida série de livros de Julia QuinnBridgerton seduziu o público quando estreou na Netflix com seus figurinos vistosos, suas locações luxuosas e um romance central movido por personagens cativantes – uma mistura que se provou especialmente acertada em dezembro de 2020, quando o mundo precisava de um respiro em meio à pandemia de Covid-19. Agora, na segunda temporada, o casal protagonista é outro e enfrenta dilemas diferentes, mas a nova fórmula se prova mais um acerto do showrunner Chris Van Dusen e da produtora-executiva Shonda Rhimes

Seguindo estrutura similar à dos livros de Quinn, em que cada livro é dedicado a um dos oito irmãos Bridgerton, a nova temporada deixa de lado Daphne (Phoebe Dynevor) e o Duque de Hastings (Rége-Jean Page, ausente dos novos episódios) para se centrar em Anthony (Jonathan Bailey), primogênito da família. Ele finalmente decide se casar, puramente para cumprir seus deveres sociais; não por acaso, o visconde faz questão de dizer aos quatro ventos que o amor não fará parte de seu matrimônio. 

É nessas condições que Anthony cruza o caminho de duas novas damas: Kate (Simone Ashley) e Edwina Sharma (Charithra Chandran), recém-chegadas da Índia. Ele decide cortejar a caçula Edwina, mas Kate, ciente de suas intenções, desaprova a união – e suas tentativas de oposição acabam por involuntariamente aproximá-la do visconde. 

A química de Bailey e Ashley, que ganhou fama em Sex Education, é palpável, e torna um prazer assistir aos duelos verbais entre seus personagens. Essas interações se traduzem em uma crescente e envolvente tensão sexual – que dá o tom em uma temporada que, em comparação com sua antecessora, é mais contida no número de cenas quentes. 

O romance de Kate e Anthony, no entanto, não se resume a isso. Ambos os personagens são bem desenvolvidos como figuras complexas e multifacetadas, que por trás das fachadas fortes lidam com o luto e a pressão de terem assumido responsabilidades familiares muito mais cedo do que deveriam. Eles são como espelhos um para o outro, embora demorem a perceber isso. 

O ritmo com que o enlace se desenvolve é consideravelmente mais lento em relação ao do ano anterior, o que pode frustrar alguns espectadores. Mas a história tem ganchos instigantes, e ajuda que os três protagonistas sejam muito bem defendidos por seus intérpretes. Todos entregam atuações cativantes, e Ashley, em especial, se destaca nos momentos de determinação e vulnerabilidade de sua Kate. O laço construído por ela e Chandran em cena também é notável por sua ternura, em outro ponto positivo da temporada.

É nas tramas paralelas de seu vasto elenco que Bridgerton patina um pouco. Há personagens que pouco ganham o que fazer ao longo dos oito episódios de uma hora cada, andando em círculos ao redor dos mesmos problemas. Em compensação, é muito interessante acompanhar a jornada de Penelope (Nicola Coughlan) em sua vida dupla como Lady Whistledown, cujos riscos e consequências agora se tornam muito mais reais e sérios. 

Também é um feliz acerto o maior espaço dedicado às veteranas do elenco. Violet Bridgerton (Ruth Gemmel), Lady Danbury (Adjoa Andoh), rainha Charlotte (Golda Rosheuvel) e Portia Featherington (Polly Walker) agora mostram suas vulnerabilidades e novos lados de suas personalidades, deixando ainda mais claro como uma das forças de Bridgerton está na variedade de suas personagens femininas. 

Claro que muito dos elementos que fizeram o público se apaixonar por Bridgerton seguem firmes e fortes: há bailes grandiosos, belos figurinos, intrigas e muita fofoca. Mas a segunda temporada prova que a série também consegue amadurecer – o que não deixa de ser um bom sinal para as já confirmadas próximas temporadas. 

NOTA DO CRÍTICO **** Ótimo

Modularidade está entre os principais pilares do Mac Studio, dizem executivos

Talvez não do jeito que você esteja pensando, entretanto

Há alguns dias,o site MacMagazine falou sobre a entrevista com Kate Bergeron e Colleen Novielli, da Apple, sobre o Mac Studio e o Studio Display. Mas é claro que a “turnê de imprensa” sobre os novos dispositivos da Maçã não ficaria somente naquele papo.

FCP.co publicou ontem uma entrevista com Xander Soren (diretor de marketing de produto para aplicativos profissionais), Tom Boger (vice-presidente de marketing de produto para o Mac e iPad) e Shelly Goldberg (diretora sênior de design de produto para o Mac e iPad). Nela, mais detalhes, claro, foram compartilhados sobre as mais recentes criações da companhia.

Segundo Tom, o Mac Studio foi pensado desde o início como um computador no qual profissionais poderiam fazer qualquer coisa — em termos de performance e capacidade —, sem precisar de uma enorme torre ocupando espaço na mesa ou no chão do escritório.

Surgiu, então, a questão do desempenho térmico. Ao ser questionada se tamanho poder num espaço diminuto poderia gerar problemas de superaquecimento (como ocorreu, por exemplo, no malfadado Mac Pro “lata de lixo”), Goldberg afirmou o seguinte:

A equipe testou centenas de versões de como nós poderíamos passar ar pelo sistema para resfriar as peças. No fim das contas, selecionamos a configuração na qual o ar vem de baixo, por mais de 2.000 buracos. […] Esses buracos são todos fresados em ângulos ligeiramente diferentes conforme eles se ajustam às curvas do computador. […] O ar, então, sai pela parte de trás da máquina, e lá nós ajustamos o fin stack de acordo com o padrão dos buracos, o que reduz a turbulência do fluxo de ar e a impedância. Com isso, temos performance térmica melhor e acústica melhor, também.

Traseira do Mac Studio com todas as suas portas

Em outro momento da entrevista, Soren garantiu que a Apple (engenheiros, executivos, criativos e tantos outros profissionais) está constantemente ouvindo seus usuários, especialmente os profissionais, para saber exatamente o que eles precisam. Isso inclui a participação em fóruns e sites externos, mas também equipes específicas para detectar essas necessidades, como declarou Boger:

Nós não apenas constantemente ouvimos, nos reunimos e interagimos com nossos usuários, mas também criamos, uns quatro ou cinco anos atrás, uma equipe interna de fluxo de trabalho profissional. Nós criamos uma equipe na qual existem profissionais da indústria, criativos cujo trabalho anterior era na produção de músicas, na videografia, na fotografia ou no desenvolvimento de software. Nós contratamos muitas figuras importantes da indústria, um grupo de arquitetos, engenheiros técnicos, e colocamos eles numa equipe. Eles realizam trabalhos reais, seja na produção de um filme ou no desenvolvimento de um software, e fazem isso internamente para procurar por gargalos. Sabe, “quais são os gargalos nesse fluxo de trabalho? O que está me atrasando?”.

O executivo falou também sobre os três pilares nos quais a Apple se baseou para criar o Mac Studio: performanceconectividade e modularidade. Este último fator talvez seja um tanto quanto surpreendente, dada a natureza “fixa” e “fechada” do computador — e especialmente considerando a polêmica do SSD removível que não é substituível.

Boger, entretanto, explicou:

[Era importante ter] um sistema modular em termos de um monitor separado do computador para que, ao longo do tempo, usuários possam fazer o upgrade dos seus recursos de computação sem a necessidade de trocar a tela.

Faz sentido. Mas num universo com computadores cada vez mais fechados, a fala do executivo dá a entender que, na hora de fazer o seu próximo salto de performance, você terá obrigatoriamente de trocar o seu Mac Studio por um outro computador. Bom, pelo menos podemos garantir que os profissionais ficarão felizes por uns bons anos com suas máquinas atuais…

A entrevista completa da FCP.co pode ser lida aqui.

VIA APPLEINSIDER

A volta da série ‘Bridgerton’ promete intensidade e glamour

Série de sucesso da Netflix vai expandir universo criado pela escritora Julia Quinn
Paula Escalada Medrano, EFE

Cena da segunda temporada da série ‘Bridgerton’ Foto: Liam Daniel/Netflix

Depois de se tornar uma das séries mais bem-sucedidas na história da Netflix, o clã Bridgerton regressa nesta sexta-feira, 25, disposto a deixar para trás a história de Daphne e do Duque e continuar a avançar em um universo cada vez mais pomposo e intenso, que procura se superar e consolidar a série para as sucessivas temporadas.

A responsabilidade de conseguir igualar ou passar o poder magnético do Duque de Hastings (vivido pelo britânico-zimbabuense Regé-Jean Page), que não reaparece na série, recai agora no primogênito da família, o visconde Anthony Bridgerton (interpretado pelo ator britânico Jonathan Bailey), e na sua decisão de encontrar a esposa perfeita.

“Cada pessoa que entra na série, incluído o Regé, enriquece este mundo e é um universo que está sempre expandindo, espero que os fãs também estejam muito emocionados de ver o que vem por aí”, conta à Agência Efe o ator Jonathan Bailey, protagonista da narrativa principal.

Numa breve conversa, na qual está acompanhado de duas das novas caras da série – as atrizes britânicas de ascendência indiana Simone Ashley e Charithra Chandran -, Bailey explica que “começará a entender” que um dos principais elementos deste projeto é que existem muitas “personagens que entram e saem”, dispostas a contar que há “muitas formas diferentes de se apaixonar”.

Pelo menos uma para cada irmão Bridgerton, protagonistas dos romances best-seller escritos por Julia Quinn que a Netflix começou a adaptar com a história de amor entre a mais velha das garotas (interpretada por Phoebe Dynevor) e o cotado Duque de Hastings. Tendo estreado em dezembro de 2020, a série quebrou todos os recordes da plataforma.

Golda Rosheuvel retorna como a Rainha Charlotte na segunda temporada da série ‘Bridgerton’  Foto: Liam Daniel/Netflix

Esta particular versão exagerada e pomposa dos romances ambientados no mundo competitivo da alta sociedade de Londres durante a regência (século  19) -criada por Chris Van Dusen e produzida por Shonda Rhimes-, acumulou nos seus 28 primeiros dias na Netflix mais de 625 milhões de horas visualizadas e se tornou A na produção de língua inglesa mais vista na história da plataforma.

Um mês mais tarde foi anunciado que a série teria uma segunda temporada (já foram também confirmadas uma terceira e uma quarta) e pouco depois se soube, para o desgosto de milhões de fãs, que Regé-Jean Page não estaria nela. Phoebe Dynevor aparece, mas num papel muito secundário.

O enredo central da série decorre durante uma nova época de apresentação de debutantes na qual Lord Anthony, consciente da responsabilidade que tem por ser o primogênito, decide se casar e procurar a mulher que reúna toda as qualidades para se tornar a viscondessa de Bridgerton.

A busca de Anthony por uma debutante que cumpra com os seus padrões impossíveis parece infrutífera até que Kate Sharma (Simone Ashley) e a sua irmã mais nova Edwina Sharma (Charithra Chandran) chegam da Índia com propósitos similares. Surgirá então um triângulo amoroso que vai mexer com o visconde, que vai debater-se entre o conveniente aos olhos da sociedade e o amor verdadeiro.

Simone Ashley e Jonathan Bailey em cena da segunda temporada da série ‘Bridgerton’  Foto: Liam Daniel/Netflix

“É muito emocionante estar na série, ainda que obviamente pode ser verdadeiramente avassalador entrar num projeto tão  bem-sucedido. Agente se sente como a criança nova na escola, mas tivemos a sorte de vir como uma unidade, como o pacote de irmãs”, conta Chandran à Agência Efe.

Na opinião de Ashley, o orgulho é duplo por também “ser parte deste incrível espetáculo que representa muitas pessoas diferentes”, explica À a Efe, aludindo a uma das características mais notáveis da série, a variedade racial e a igualdade plena.

Junto a este trio amoroso decorrem outras histórias, com a rebelde Eloise Bridgerton (Claudia Jessie) a dar muito que falar, com a (já não tão misteriosa) Lady Whistledown -narradora da série, na voz de Julie Andrews– revelando segredos e movendo fios com os seus folhetos semanais e com as Featheringtoninventando nos planos para não caírem.

E, a envolver tudo, está a grandiosidade da corte encabeçada pela rainha Charlotte (interpretada por Golda Rosheuvel), a sua eleição do “diamante da temporada” e os luxuosos fastuosos bailes da época, que serão mais pomposos e cerimoniais.

“Cada vez que há um baile, é sempre o maior e mais deslumbrante que já vimos (…) Estamos sempre tentando nos superar. Nesta temporada criamos espaços absolutamente mágicos para as cenas de baile”, aponta o designer de produção da série, Will Hughes-Jones, numa entrevista concedida pela Netflix.

Tudo isso, reconhece, está ligado ao sucesso da primeira temporada, que criou uma espécie de “síndrome do segundo álbum”, que é “Quando você faz o seu melhor trabalho e depois tem de fazê-lo ainda melhor”, pelo que a autossuperação tem sido a constante obsessão, que se reflete desde a primeira flor até A à última touca.