Montenegro | Spring Summer 2022 | Full Show

Montenegro | Spring Summer 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Mercedes-Benz Fashion Week Madrid/IFEMA) #Montenegro #MBFWMadrid #SS22

George Georgia – Portraits/Summertime Vibes/Circuits

O tabu dos relacionamentos entre pessoas com grandes diferenças de idade

Especialistas argumentam que a desaprovação dos jovens pelo amor com diferença de idade talvez seja maior do que antes
Katie Bishop

Ambos parecem felizes, mas as pessoas insistem em condenar esse tipo de relacionamento – Getty Images

BBC NEWS BRASIL – A sociedade é cada vez mais progressista e muitas pessoas aceitam hoje que o amor pode se apresentar de muitas formas. Por que então as pessoas ainda condenam os casais com muita diferença de idade?

Existe um gráfico viral de 2019 que continua aparecendo nas redes sociais. Ele detalha o histórico de namoros do ator Leonardo DiCaprio.

Um usuário da plataforma Reddit detectou uma tendência nos namoros de DiCaprio: na época, ele tinha 44 anos, mas aparentemente namorou apenas mulheres com 25 anos de idade ou menos, sempre rompendo com as parceiras antes que elas completassem seu 26° aniversário.

As reações ao gráfico foram controversas. Alguns parabenizaram DiCaprio pela sua capacidade de atrair mulheres mais jovens, enquanto outros criticaram o ator, pedindo que ele encontrasse alguém mais próximo da sua própria idade.

Mesmo três anos depois, o gráfico volta e meia ressurge, enquanto as pessoas acompanham de perto o relacionamento atual de DiCaprio com a atriz e modelo argentina Camila Morrone –agora com 24 anos de idade.

As reações aos hábitos de namoro do ator incorporam as mesmas opiniões controversas em torno dos relacionamentos entre pessoas com grande diferença de idade. Para alguns, eles são fonte de admiração; para outros, existe algo inerentemente perturbador nas pessoas que têm relacionamentos com parceiros muito mais jovens.

Desde Demi Moore e Ashton Kutcher até George e Amal Clooney, os relacionamentos entre pessoas famosas com grandes diferenças de idade sempre causaram muitos comentários. Em 2014, a diferença média de idade dos relacionamentos heterossexuais dos Estados Unidos era relativamente pequena – 2,3 anos – mas a diferença de idade de muitos casais é bem maior.

Nos países ocidentais, cerca de 8% dos casais heterossexuais possuem diferença de idade de 10 anos ou mais. Esse percentual aumenta para 25% nas uniões homossexuais entre homens e para 15%, entre mulheres. E, em alguns casos, a diferença é ainda maior – os dados indicam que cerca de 1% dos casais heterossexuais nos Estados Unidos possuem diferença de idade de 28 anos ou mais.

Nossas opiniões sobre os relacionamentos entre pessoas com grande diferença de idade são moldadas por normas sociais e culturais.

O relacionamento entre o presidente francês Emmanuel e a primeira-dama Brigitte Macron, casados desde 2007, foi alvo de críticas na imprensa – Alamy

Nos últimos cem anos, mudanças econômicas e maior igualdade de gêneros alteraram a diferença de idade considerada “normal” e movimentos recentes de justiça social aumentaram as críticas à dinâmica de poder nos relacionamentos com grande diferença de idade. Esse tipo de casal muitas vezes enfrenta julgamentos – e, embora alguns especialistas acreditem que isso possa mudar em breve, outros argumentam que o nível de desaprovação dos jovens atuais pelo amor com diferença de idade talvez seja maior que o das gerações anteriores.

CONSEQUÊNCIA DA EVOLUÇÃO

As pessoas que desaprovam os hábitos de namoro de Leonardo DiCaprio têm os seus antecedentes. A aversão aos relacionamentos entre pessoas com grande diferença de idade é muito comum e, como a maioria dos tabus, originou-se em milhares de anos de evolução e indicações socioculturais mais recentes.

“Em muitas culturas, não é considerado aceitável apaixonar-se por alguém que seja muito mais jovem ou mais velho que você”, segundo Elena Touroni, consultora em psicologia e uma das fundadoras da Clínica Psicológica de Chelsea, em Londres.

“Do ponto de vista evolutivo, a vontade de formar família pode influenciar a escolha da pessoa com quem queremos ter um relacionamento, tanto do ponto de vista biológico, mas também para que os dois pais estejam vivos para criar os filhos”, segundo ela.

Tanto para os homens quanto para as mulheres, a fertilidade tende a cair depois de cerca de 35 anos de idade. E, embora as mulheres percam sua capacidade de conceber filhos com muito mais rapidez, faz sentido que tenhamos evoluído para sermos atraídos por pessoas com idades similares.

Embora haja relativamente poucos dados sobre as idades nos relacionamentos LGBTQIA+, sabemos que as diferenças de idade entre casais do mesmo sexo são muito mais comuns, talvez refletindo a influência da capacidade de concepção biológica sobre a forma como procuramos um parceiro.

Mas nem tudo é sobre a criação de filhos. Pesquisas indicam que formar um casal com alguém de idade similar aumenta a probabilidade de seu relacionamento durar mais tempo. Os especialistas acreditam que isso ocorre porque esses casais tendem a atravessar etapas e desafios da vida em épocas próximas e, portanto, podem continuar a encontrar coisas em comum.

“Nos primeiros 10 anos de casamento, as pessoas relatam níveis mais altos de satisfação conjugal quando seu parceiro é mais jovem”, segundo Grace Lordan, professora de ciências do comportamento da London School of Economics, atualmente pesquisando relacionamentos com grande diferença de idade e a felicidade.

“Mas, ao longo do tempo, a satisfação conjugal de casais com grande diferença de idade diminui mais que os parceiros com idades similares”, segundo ela. “A probabilidade de divórcio entre casais com idades similares também é menor.”

Mas, apesar desses fatores que nos influenciam a escolher parceiros da mesma idade, as circunstâncias socioeconômicas às vezes podem contrariar os ímpetos evolutivos. Em 1900, a diferença média de idade entre os casais era quase o dobro da diferença em 2000. Historicamente, as pessoas (particularmente da classe média e das classes mais altas) teriam muito mais propensão a casar-se com alguém muito mais jovem ou mais velho do que elas.

Os motivos para este fenômeno são biológicos e econômicos. Se um homem com 50 anos de idade quiser ter filhos, ele não terá interesse em casar-se com uma mulher de idade similar, que tem muito menos possibilidade de ser fértil. Em uma sociedade patriarcal, na qual os homens detêm o poder econômico, a opção de casar-se com uma mulher muito mais jovem provavelmente seria mais acessível para ele.

No século 19 e no início do século 20, a maioria das mulheres era excluída da força de trabalho, de forma que fazia sentido para elas priorizar o casamento com alguém que já tivesse atingido segurança financeira. Já para os homens, fazia sentido estabelecer-se economicamente em primeiro lugar, para depois se preocupar com o casamento – afinal, devido ao seu maior poder social, eles podiam encontrar esposas mais jovens que oferecessem maior possibilidade de ter filhos.

QUEM NÓS CONDENAMOS E POR QUÊ

À medida que as mulheres ganhavam maior poder econômico, o apelo de um marido muito mais velho diminuiu, tornando os relacionamentos com grande diferença de idade menos comuns – e, muitas vezes, um tabu maior. E, atualmente, os casais em que uma das pessoas é muito mais velha que a outra ainda enfrentam julgamentos, mesmo com a maioria das sociedades adotando ideias cada vez mais progressistas sobre o amor, os relacionamentos e a riqueza de variedades em que eles podem se apresentar.

Em vez de admitir que as pessoas são felizes juntas, existe a tendência de preocupar-se com possíveis desequilíbrios de poder e considerar o relacionamento uma transação, presumindo que uma das partes está buscando elevar seu status social ou aumentar sua riqueza.

Em inglês, existem até expressões específicas para definir esse julgamento: “sugar daddy” (algo como “papai doce”) define o homem mais velho, enquanto a mulher mais jovem pode ser “gold-digger” (“caçadora de tesouros”) ou vítima de “daddy issues” (“problemas com o papai”).

Nos últimos anos, o idioma inglês expandiu esse tipo de vocabulário para incluir relacionamentos em que as mulheres são o parceiro significativamente mais velho. Palavras como “cougars” (“pumas”) e “toyboys” (“meninos de brinquedo”) refletem o aumento desse tipo de relacionamento.

Estatísticas demonstram que, em 1963, apenas 15% das noivas britânicas eram mais velhas que seus noivos. Mas, em 1998, esse número havia subido para 26% e um estudo de 2011 concluiu que o número de mulheres casadas ou que moravam junto com um homem cinco anos mais jovem ou mais havia quase triplicado desde os anos 1970.

As mulheres que decidem namorar homens mais jovens parecem enfrentar julgamentos desproporcionais. “Nós, humanos, julgamos tudo e, se o nosso vizinho fizer algo fora daquilo que esperamos, nós colocamos um holofote sobre ele”, afirma Lordan. “As mulheres que se casam com homens mais jovens vão contra o que é esperado com relação à nossa narrativa de casamento. Por isso, elas sofrem os maiores julgamentos.”

A atenção da imprensa em torno do casamento do presidente francês Emmanuel Macron com sua esposa Brigitte – 24 anos mais velha que ele – e a exaltada cobertura do relacionamento entre a modelo e atriz Kim Kardashian (41 anos de idade) e o ator e comediante Pete Davidson (28 anos) somente confirmam isso. Mas Touroni acredita que os relacionamentos entre homens mais velhos e mulheres mais jovens recebem condenação ainda maior que os casais em que as mulheres são mais velhas que os homens.

Talvez isso esteja relacionado, em parte, ao movimento #MeToo, que chamou a atenção para a dinâmica de poder nos relacionamentos. Algumas pessoas argumentam que uma diferença significativa de idade, combinada com o poder socioeconômico exercido pelos homens na sociedade dominada pelo sexo masculino, pode deixar as mulheres jovens em posição vulnerável.

Um estudo realizado pouco depois do movimento #MeToo mostra que muitos observadores acreditam que existe um aspecto de exploração nos relacionamentos com grande diferença de idade. Pesquisadores concluíram que os jovens rejeitam particularmente os relacionamentos em que o homem é mais velho, supostamente porque eles acreditam que se trate de uma relação de troca – por exemplo, com as pessoas trocando sexo por um dado estilo de vida.

O TABU DA DIFERENÇA DE IDADE IRÁ DESAPARECER?

Existe hoje em dia cada vez mais aceitação de que todos os relacionamentos são diferentes – seja com relação à sexualidade, gênero ou até ao número de pessoas no mesmo relacionamento.

Elena Touroni espera que, quanto mais tipos de relacionamentos forem considerados normais, mais as pessoas respeitarão as escolhas das pessoas em relacionamentos com grande diferença de idade. Para ela, “vivemos em uma era de maior liberdade e flexibilidade e eu gostaria de pensar que, com o passar do tempo, nós faremos muito menos julgamentos sobre as escolhas de relacionamentos de outras pessoas, seja com relação à diferença de idade ou qualquer outra questão”.

Mas existem poucas evidências de que a fascinação da sociedade pela diferença de idade nos relacionamentos esteja diminuindo. Os casos de amor temporários das celebridades ainda preenchem as manchetes com frequência e os jovens parecem condenar cada vez mais os relacionamentos com grande diferença de idade, em comparação com as gerações anteriores – particularmente quando o homem é mais velho que a mulher. Como os jovens normalmente estão à frente das mudanças sociais, essa desaprovação pode significar que o tabu da diferença de idade poderá criar raízes ainda mais profundas.

“De forma geral, eu realmente mantenho a esperança de que estamos julgando menos os outros, sejam quais forem suas escolhas. Mas as narrativas do que é um ‘bom’ relacionamento estão tão consolidadas na sociedade ocidental que é improvável que possamos chegar a uma situação em que as pessoas parem de julgar opções de estilo de vida dos demais que contrariem essas normas, incluindo os casais com grande diferença de idade”, conclui Grace Lordan.

Dior March 2022 Cover

Dior March 2022 Cover
Source: dior.com
Published: February 2022

All people in this magazine cover:

Elizaveta Porodina – PhotographerVanessa Reid – Fashion Editor/StylistOlivier Schawalder – Hair StylistCécile Paravina – Makeup ArtistIbby Njoya – Set DesignerElsa Deslandes – ManicuristHannah Motler – Model

Under the Banner of Heaven | Andrew Garfield tem fé abalada em trailer

Série estreia em abril, nos EUA
PEDRO HENRIQUE RIBEIRO

O astro Andrew Garfield está prestes a perder a fá no novo trailer de Under the Banner of Heaven. A nova série do canal FX estreia nos EUA em 28 de abril. Assista ao vídeo acima.

Na trama, inspirada em uma história real, o astro de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa interpreta o detetive Pyre, que investiga um duplo homicídio no interior de Utah, nos EUA, que pode ter conexões com segredos de sua igreja.

O elenco da série ainda inclui Daisy Edgar-Jones (Normal People), Sam Worthington (Avatar), Wyatt Russell (Falcão e o Soldado Invernal) e Rory Culkin (Sinais). O roteiro é de Dustin Lance Black (Milk: A Voz da Igualdade), e David Mackenzie (A Qualquer Custo) dirige alguns dos episódios.

Under the Banner of Heaven chega abril ao streaming Hulu, disponível apenas nos EUA. Não há informações sobre a transmissão no Brasil.

Another Magazine Spring/Summer 2022 Covers

Another Magazine Spring/Summer 2022 Covers
Source: anothermag.com
Published: March 2022

In this picture: Majesty Amare
Credits for this picture: Craig McDean (Photographer), Marc Ascoli (Art Director), Katie Shillingford (Fashion Editor/Stylist), Eugene Souleiman (Hair Stylist), Lynsey Alexander (Makeup Artist), Andy Hillman (Set Designer), Lorraine Griffin (Manicurist)Brands in this picture: Miu Miu

All people in this work:

Alasdair McLellan – Photographer Collier Schorr – Photographer Craig McDean – Photographer Elizaveta Porodina – Photographer Jackie Nickerson – Photographer Joshua Woods – Photographer Luis Alberto Rodriguez – Photographer Willy Vanderperre – Photographer Marc Ascoli – Art Director Alister Mackie – Fashion Editor/Stylist Ellie Grace Cumming – Fashion Editor/Stylist Emma Wyman – Fashion Editor/Stylist Katie Shillingford – Fashion Editor/Stylist Olivier Rizzo – Fashion Editor/Stylist Robbie Spencer – Fashion Editor/Stylist Amy Komorowski – Hair Stylist Duffy – Hair Stylist Eugene Souleiman – Hair Stylist James Pecis – Hair Stylist Mari Ohashi – Hair Stylist Mustafa Yanaz – Hair Stylist Olivier Schawalder – Hair Stylist Syd Hayes – Hair Stylist Ursula Stephen – Hair Stylist Ammy Drammeh – Makeup Artist Aurore Gibrien – Makeup Artist Dick Page – Makeup Artist Karin Westerlund – Makeup Artist Lynsey Alexander – Makeup Artist Miranda Joyce – Makeup Artist Sheika Daley – Makeup Artist Alice Martinelli – Set Designer Andy Hillman – Set DesignerIan Salter – Set Designer Ashley Brokaw – Casting Director Mollie Dendle – Casting Director Noah Shelley – Casting Director Alicia Torello – Manicurist Eri Narita – Manicurist Lorraine Griffin – Manicurist Jodie Turner-Smith – Actor Margaret Qualley – Actor Willem Dafoe – Actor Fran Summers – Model Majesty Amare – Model Mariacarla Boscono – Model

All brands in this magazine cover:

Azzedine Alaïa
Chanel
Miu Miu
Prada

In this picture: Margaret Qualley
Credits for this picture: Collier Schorr (Photographer), Marc Ascoli (Art Director), Emma Wyman (Fashion Editor/Stylist), James Pecis (Hair Stylist), Dick Page (Makeup Artist), Ian Salter (Set Designer), Alicia Torello (Manicurist)Brands in this picture: Chanel
In this picture: Willem Dafoe
Credits for this picture: Joshua Woods (Photographer), Marc Ascoli (Art Director), Ellie Grace Cumming (Fashion Editor/Stylist), Mustafa Yanaz (Hair Stylist), Alice Martinelli (Set Designer)Brands in this picture: Prada
In this picture: Mariacarla Boscono
Credits for this picture: Willy Vanderperre (Photographer), Marc Ascoli (Art Director), Olivier Rizzo (Fashion Editor/Stylist), Duffy (Hair Stylist), Karin Westerlund (Makeup Artist), Ashley Brokaw (Casting Director)Brands in this picture: Azzedine Alaïa
In this picture: Fran Summers
Credits for this picture: Elizaveta Porodina (Photographer), Marc Ascoli (Art Director), Katie Shillingford (Fashion Editor/Stylist), Olivier Schawalder (Hair Stylist), Aurore Gibrien (Makeup Artist), Noah Shelley (Casting Director), Eri Narita (Manicurist)

MARCIA SS22

MARCIA SS22
Published: March 2022

In this picture: Paige Reifler
Credits for this picture: Pierre-Ange Carlotti (Photographer), Rimi Ura (Hair Stylist), Esther Boiteux (Casting Director)

All people in this campaign:

Pierre-Ange Carlotti – Photographer Rimi Ura – Hair Stylist Esther Boiteux – Casting Director Paige Reifler – Model

In this picture: Paige Reifler
Credits for this picture: Pierre-Ange Carlotti (Photographer), Rimi Ura (Hair Stylist), Esther Boiteux (Casting Director)
In this picture: Paige Reifler
Credits for this picture: Pierre-Ange Carlotti (Photographer), Rimi Ura (Hair Stylist), Esther Boiteux (Casting Director)

Bridgerton’s Charithra Chandran’s Guide to a Foolproof Night-Out Look | Beauty Secrets | Vogue

Season-two star Charithra Chandran of Netflix’s hit show Bridgerton reveals her foolproof night-out look, and the beauty wisdom she received on-set.

A estrela da segunda temporada, Charithra Chandran, da série de sucesso da Netflix, Bridgerton, revela seu visual infalível para sair à noite e a sabedoria de beleza que recebeu no set.

Filmed at The Mayfair Townhouse

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O que é inovação aberta?

Sem transformação digital, risco de a companhia deixar de existir é bastante elevado
Por Amanda Graciano – O Estado de S.Paulo

Descubra o que é inovação aberta e seu conceito 
Descubra o que é inovação aberta e seu conceito 

É muito comum ouvir a pergunta sobre o que é inovação aberta. Embora não exista uma receita, não é incomum tratar inovação como processos, métodos, formas de construir negócios e criar valor.

Os termos inovação e transformação digital ganham espaço e possuem diversas formas, metodologias e resultados. Estes envolvem uma equação entre interações individuais, estratégia, cultura e a capacidade de incorporar tecnologia aos produtos e serviços.

Muitas empresas entenderam que a inovação precisa estar em todas as áreas e frentes do negócio. Por isso, é importante olhar da estratégia ao produto, do processo seletivo às sucessões nas diretorias, do marketing ao desenvolvimento da tecnologia.

Caso contrário, o risco de a companhia deixar de existir é bastante elevado.

As perguntas que se apresentam neste momento são diversas. E não destoam das principais perguntas feitas para atingir os resultados traçados para o trimestre. Como podemos aumentar a capacidade da minha empresa? Como consigo diagnosticar, desenvolver, estimular, eliminar risco e ter uma cultura mais inovadora? É preciso criar desafios internos? Ou criar novas unidades de negócios?

Segundo estudo da McKinsey sobre inovação e a sua relação com o crescimento dos negócios, 84% dos CEOs acreditam que a inovação é fundamental para o crescimento. Contudo, apenas 6% estão satisfeitos com os resultados obtidos com a inovação.

Outro estudo, este realizado pela PwC, apontou a importância de direcionar os investimentos e performance financeira. O documento aponta que 77% das empresas que implementaram a inovação com maior sucesso disseram que a sua estratégia de inovação está altamente conectada com as estratégias do negócio. O estudo ainda afirmou que 78% das empresas com implementação das estratégias e frentes de inovação foram bem-sucedidas por causa do envolvimento dos executivos.

Da mesma forma que startups, o trabalho de inovação aberta vem sendo desenvolvido à medida que o testamos e o implementamos.

Alguns pontos precisam estar presentes nesse caminho rumo à inovação aberta. Por exemplo, é preciso gerar valor, que inovação esteja alinhada com a estratégia das empresas e que times de inovação sejam diferentes dos de projetos tradicionais. 

Além disso, a relação entre corporação e startups precisa ser de ganha-ganha para ambas, e as condições e cultura internas sempre irão influenciar o ambiente.

Qual é o olhar da sua empresa para a inovação?

*CONSELHEIRA NA WISHE WOMEN CAPITAL E PROFESSORA CONVIDADA NA FUNDAÇÃO DOM CABRAL

É Tudo Verdade tem filmes sobre opositor de Putin, bullying e ditaduras; veja 15 destaques

Com entrada gratuita, festival de documentários tem sessões presenciais em SP e no streaming
GABRIELA VALDANHA

O festival É Tudo Verdade exibe 'Diários de Mianmar', filme sobre a realidade repressiva do país depois do golpe militar de 2021
O festival É Tudo Verdade exibe ‘Diários de Mianmar’, filme sobre a realidade repressiva do país depois do golpe militar de 2021 – Divulgação

SÃO PAULOLutas indígenas, atos contra governos autoritários, bullying, o governo de Vladimir Putin e outros temas que fervilham hoje no noticiário saltaram rapidamente do jornalismo para as telas de cinema. Documentaristas de todo o mundo apontaram suas lentes para acontecimentos recentes —e muitas dessas produções serão exibidas no festival É Tudo Verdade, que tem início nesta quinta, dia 31.

Apesar da ânsia pela volta ao presencial e pelos eventos sem obrigatoriedade do uso de máscara, o festival de documentários chega à 27ª edição em formato híbrido, com retorno cauteloso às salas de cinema e exibições presenciais e online. Nos dois últimos anos, a programação foi puramente digital.

Serão exibidos gratuitamente 77 títulos de 34 países até o dia 10 de abril. Na capital paulista, as exibições presenciais vão se dividir entre o Centro Cultural São Paulo, o Espaço Itaú de Cinema, o IMS Paulista e o Sesc 24 de Maio. O festival vai ter sessões também no Rio de Janeiro.

A grade completa, no entanto, estará disponível somente no streaming. Mais especificamente, nas plataformas É Tudo Verdade Play, Itaú Cultural Play e Sesc Digital, atendendo a quem ainda não se sente confortável para encarar uma sala de cinema —ou estiver só com preguiça de sair de casa. Os títulos ficam disponíveis até o limite de visualizações ser atingido ou durante 24 horas.

Já quem decidir aproveitar um filminho nos cinemas vai ter de seguir os protocolos sanitários, alguns mais rígidos do que os exigidos atualmente: será necessário apresentar o comprovante de vacinação contra a Covid-19, as salas terão capacidade reduzida e será preciso usar máscara durante a sessão, mesmo com a flexibilização recente anunciada pelo governo estadual.

Nesses casos, a retirada de ingressos deve ser feita com uma hora de antecedência. Nas plataformas É Tudo Verdade Play e Itaú Cultural Play, é preciso fazer um cadastro gratuito para assistir ao filme escolhido. Já no Sesc Digital, basta acompanhar a programação e dar play. A grade completa está disponível na página do festival.

Para acalorar o debate, confira abaixo 15 filmes imperdíveis exibidos no evento, divididos por assuntos que frequentemente ocupam o noticiário.

É TUDO VERDADE

  • Quando De 31/3 a 10/4
  • Onde Presencialmente em Centro Cultural São Paulo, Espaço Itaú de Cinema, IMS Paulista e Sesc 24 de Maio
  • Preço Gratuito (ingressos presenciais distribuídos com 1h de antecedência)
  • Link: https://etudoverdade.com.br/br/programacao/
  • No streaming É Tudo Verdade Play, Sesc Digital e Itaú Cultural Play



ASSÉDIO

Quando Fazíamos Bullying
Jay Rosenblatt, seus antigos colegas de colégio e a professora da época se envolveram num episódio de bullying no passado. Cinquenta anos depois, ele sai em busca dessas pessoas. O longa foi indicado ao Oscar deste ano na categoria de melhor curta documentário, e o diretor também está no festival com “Como se Mede um Ano?”, em que analisa a passagem do tempo por meio do crescimento de sua filha.
EUA, Alemanha, 2021. Dir.: Jay Rosenblatt. 10 anos. No IMS Paulista (av. Paulista, 2.424, Bela Vista, região central, ims.com.br), na sex. (1º), às 15h30. Online em 10/4, às 19h, em É Tudo Verdade Play (limite de 500 visualizações)



CINEBIOGRAFIAS

Belchior – Apenas um Coração Selvagem
Estreia do filme que perfila o cantor e compositor cearense morto em 2017, que se tornou quase uma lenda da MPB. O documentário é costurado por entrevistas, imagens de arquivo, letras e poemas declamados pelo ator Silvero Pereira, seu conterrâneo e hoje na novela “Pantanal”, depois de despontar em “Bacurau”.
Brasil, 2022. Dir.: Camilo Cavalcanti e Natália Dias. Livre. No Espaço Itaú de Cinema Augusta (r. Augusta, 1.475, Consolação, região central, itaucinemas.com.br), em 7/4, às 20h. Online em 7/4, às 21h, em É Tudo Verdade Play (limite de 1.800 visualizações); 8/4, às 13h, em É Tudo Verdade Play (limite de 200 plays), seguido de debate, às 15h, no canal do festival no YouTube

Imagem do cantor Belchior, perfilado no filme 'Belchior – Apenas um Coração Selvagem', que integra o festival É Tudo Verdade
Imagem do cantor Belchior, perfilado no filme ‘Belchior – Apenas um Coração Selvagem’ – Divulgação

Cesária Évora
Com imagens inéditas, o filme de Ana Sofia Fonseca traça um retrato íntimo de Cesária Évora, a diva dos pés descalços e uma das cantoras de maior reconhecimento da língua portuguesa, nome incontornável de Cabo Verde. Selecionado para o festival SXSW 2022.
Portugal, 2022. Dir.: Ana Sofia Fonseca. 12 anos. Online em 6/4, às 19h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.500 visualizações)


Oscar Micheaux: O Super-Herói do Cinema Negro
O filme lança luz sobre a história de Oscar Micheaux, pioneiro da indústria cinematográfica afro-americana e o diretor negro mais bem-sucedido da primeira metade do século 20, ao escrever, dirigir e produzir mais de 40 filmes. Indicado ao prêmio Golden Eye do ano passado, que premia o melhor documentário em Cannes.
Itália, 2021. Dir.: Francesco Zippel. 10 anos. Online em 10/4, às 15h, no É Tudo Verdade Play (limite de mil visualizações)



CRIMES SEM SOLUÇÃO

Assassinos sem Punição
O diretor David Wilkinson investiga por que pessoas que cometeram assassinatos durante o Holocausto nunca foram julgadas e nem sequer questionadas.
Reino Unido, 2021. Dir.: David Nicholas Wilkinson. 14 anos. Online na seg. (4), às 19h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.500 visualizações)

Cena de 'Assassinos sem Punição', em que o diretor David Wilkinson investiga assassinos da época do Holocausto
Cena de ‘Assassinos sem Punição’, em que o diretor David Wilkinson investiga assassinos da época do Holocausto – Divulgação

Cadê Heleny?
A animação em stop-motion recupera a trajetória de Heleny Guariba, professora e diretora de teatro desaparecida nos anos 1970, durante a ditadura militar brasileira.
Brasil, 2022. Dir.: Esther Vital. 18 anos. IMS Paulista (av. Paulista, 2.424, Bela Vista, região central, ims.com.br), no dom. (3), às 17h30. Online de 1º a 10 de abril, no Itaú Cultural Play; em 5/4, às 16h, a diretora participa de um debate no canal do festival no YouTube


JFK Revisitado: Através do Espelho
Mais de 30 anos depois do drama “JFK: A Pergunta que Não Quer Calar”, Oliver Stone retorna ao assassinato do presidente americano John Kennedy, em 1963 —mas, desta vez, faz isso na forma de um documentário. Nele, o cineasta analisa documentos sobre o atentado que deixaram de ser sigilosos. Indicado ao Golden Eye, em Cannes, no ano passado.
EUA, 2021. Dir.: Oliver Stone. 12 anos. Online em 8/4, às 19h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.500 visualizações)



LUTAS INDÍGENAS

Adeus, Capitão
O filme do antropólogo e cineasta Vincent Carelli é o último da trilogia que inclui “Corumbiara” (2009) e “Martírio” (2016). Morto em 2016, Krohokrenhum, líder dos indígenas gavião parkatejê, conta para suas filhas e netas as guerras travadas até a ida para a reserva Mãe Maria, no Pará.
Brasil, 2022. Dir.: Vincent Carelli e Tita. Livre. No Espaço Itaú de Cinema Augusta (r. Augusta, 1.475, Consolação, região central, itaucinemas.com.br), em 5/4, às 20h. Online em 5/4, às 21h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.800 visualizações); em 6/4, às 12h, no É Tudo Verdade Play (limite de 200 visualizações), seguido de debate, às 15h, no canal do festival no YouTube


O Território
As cenas capturadas ao longo de três anos mostram a luta dos indígenas uru-eu-wau-wau contra o desmatamento causado por madeireiros e agricultores em uma área protegida da floresta amazônica. Longa de estreia de Alex Pritz, foi premiado na edição deste ano de Sundance.
Brasil, Dinamarca, EUA, 2022. Dir.: Alex Pritz. 12 anos. No Espaço Itaú de Cinema Augusta (r. Augusta, 1.475, Consolação, região central, itaucinemas.com.br), em 10/4, às 20h. Online em 10/4, às 21h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.500 visualizações)

Cena de 'O Território', filme que mostra a luta de um grupo de indígenas contra o desmatamento causado em uma área protegida da floresta amazônica
Cena de ‘O Território’, filme que mostra a luta de um grupo de indígenas contra o desmatamento – Alex Pritz/Amazon Land Documentary



AUTORITARISMO E DITADURAS

Diários de Mianmar
O Coletivo Cinematográfico de Mianmar chama a atenção para a repressão do país depois do golpe de 2021. Na forma de um manifesto, o filme costura vídeos de celular com encenações e reflexões mais poéticas. Ganhou o prêmio de melhor documentário na Berlinale deste ano.
Mianmar, 2022. Dir.: Coletivo Cinematográfico de Mianmar. 14 anos. Online no sáb. (2), às 13h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.500 visualizações)


Quando uma Cidade se Levanta
Dirigida por sete pessoas, a produção acompanhou uma estudante de 21 anos, um casal adolescente e um jovem pai durante os protestos contra a China em Hong Kong, em junho de 2019. Venceu o prêmio Fato no festival de cinema de Copenhague em 2021.
Hong Kong e Reino Unido, 2021. Dir.: Iris Kwong, Ip Kar Man, Cathy Chu, Han Yan Yuen, Huang Yuk-kwok, Jenn Lee e Evie Cheung. 14 anos. Online na sex. (1º), às 13h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.500 visualizações)

'Quando uma Cidade se Levanta', dirigido por sete pessoas, exibe diferentes pessoas durante os protestos a favor da democracia em junho de 2019 em Hong Kong
‘Quando uma Cidade se Levanta’, filme dirigido por sete pessoas – Divulgação



RÚSSIA SOB PUTIN

Navalny
É a estreia no Brasil do filme sobre Alexei Navalni, ativista opositor de Vladimir Putin que sobreviveu a uma tentativa de envenenamento em 2020. Durante sua recuperação em hospitais, ele identificou os responsáveis pelo atentado —e, mesmo assim, resolveu retornar à Rússia. Foi premiado em Sundance neste ano.
EUA, 2022. Dir.: Daniel Roher. 12 anos. Online em 5/4, às 17h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.500 visualizações)



CLÁSSICOS

A História da Guerra Civil
Apresentado apenas uma vez, nos anos 1920, e recuperado cem anos depois, o filme tem entre os diretores Dziga Vertov, o mesmo do clássico “Um Homem com uma Câmera”. Feito de uma costura de 12 curtas, a produção retrata a Guerra Civil Russa, apresentada em ordem cronológica —o conflito está ligado ao domínio bolchevique após a Revolução Russa, de 1917. Essa será a primeira exibição nas Américas.
Rússia, 1922. Dir.: Dziga Vertov e Nikolai Izvolov. 10 anos. IMS Paulista (av. Paulista, 2.424, Bela Vista, região central, ims.com.br), no dom. (3), às 15h30. Online no sáb. (2), às 11h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.500 visualizações)


Chico Antônio – O Herói com Caráter
Documentário no qual Eduardo Escorel resgata uma figura do Rio Grande do Norte mencionada por Mário de Andrade no final da década de 1920: Chico Antônio, cantador de coco e mestre da dança popular.
Brasil, 1983. Dir.: Eduardo Escorel. Livre. IMS Paulista (av. Paulista, 2.424, Bela Vista, região central, ims.com.br), no sáb. (2), às 15h30. Online no dom. (3), às 11h, no É Tudo Verdade Play (limite de 1.500 visualizações)


É Tudo Verdade – Baseado num Filme Inacabado de Orson Welles
Reconstitui a obra homônima de Orson Welles feita na América do Sul e gravada em 1942, com cenas registradas no Brasil. O título jamais foi finalizado e gerou este documentário, que resgata a produção.
EUA, 1993. Dir.: Orson Welles, Bill Krohn e Myron Meisel. 10 anos. IMS Paulista (av. Paulista, 2.424, Bela Vista, região central, ims.com.br), nesta sex. (1º), às 17h30