Steven Chee for Grazia Magazine with Maia Cotton

Photography & Videography: Steven Chee. Fashion Direction: Charlotte Stokes. Hair & Makeup: Aimie Fiebig. Model: Maia Cotton at Chic.

Roland Fantom-0 : Présentation

Dans cette vidéo Peter vous invite à découvrir un nouveau venu dans la famille des synthé Roland : Le FANTOM-0. Une série complète avec le FANTOM-06, 07 et 08.

Neste vídeo, Peter convida você a descobrir um recém-chegado à família de sintetizadores Roland: O FANTOM-0. Uma série completa com o FANTOM-06, 07 e 08.

Spotify desliga fundo de criadores voltado ao Greenroom

Empresa afirma que mudança faz parte de redirecionamento do investimento na criação de conteúdo ao vivo
Pedro Strazza

Imagem: FellowNeko / Shutterstock.com

Lançado há dez meses para concorrer com o Clubhouse, o Greenroom pelo visto já deixou de ser uma esperança dentro do ecossistema de negócios do Spotify. Em e-mail enviado na última segunda-feira (18) a todos os aplicantes, a companhia confirmou que o fundo de financiamento de criadores para a plataforma de conversas ao vivo não seguirá em frente.

“Nós planejamos mudar nosso foco para outras iniciativas envolvendo criadores de conteúdo ao vivo” escreve o Spotify no comunicado geral. Apesar da justificativa, a empresa não deu maiores detalhes do porquê da mudança de planos, além de não ficar claro se a plataforma chegou a emitir pagamentos a criadores de conteúdo pelo fundo.

Como bem nota o Podnews, a página original do programa do Greenroom dizia que a página de cadastro estava liberada e que pagamentos seriam emitidos “mais tarde no verão” americano de 2021, sendo recentemente alterada com uma nova previsão para 2022. Com nenhuma parte se pronunciando, fica o mistério.

Vale lembrar que há duas semanas o Spotify oficializou uma reestruturação do Greenroom que incluía um novo batismo, o Spotify Live, e uma inserção mais direta no aplicativo central da companhia. Na ocasião, foram anunciados programas exclusivos com estrelas como Hasan Minhaj e o Swedish House Mafia.

Projeto de sindicato avança entre funcionários de Apple Store nos EUA

Na última segunda-feira (18/4), comentamos que alguns funcionários de Apple Stores nos Estados Unidos estavam planejando se sindicalizar, alegando “salários estagnados” e outras reivindicações.

Na ocasião, ficamos sabendo que trabalhadores de pelo duas lojas já estavam se preparando para formalizar o projeto, o qual foi mantido em segredo para evitar qualquer possibilidade de a Apple derrubar a iniciativa. Hoje, entretanto, o primeiro pedido de sindicalização parece ter sido finalmente realizado.

De acordo com informações da Bloomberg, 70% dos funcionários da Apple Cumberland Mall — loja localizada na cidade de Atlanta, capital do estado americano da Geórgia — assinaram cartas de apoio e planejam apresentar ainda hoje um pedido de eleição sindical ao Conselho Nacional de Relações Trabalhistas (NLRB, na sigla em inglês), formalizando a primeira campanha de sindicalização dos funcionários da Maçã. A iniciativa contempla 107 funcionários da loja.

Derrick Bowles, funcionário da loja e membro do comitê que organiza o projeto, confirmou as informações. Vale notar que a iniciativa já recebeu apoio do Communications Workers of America (o maior sindicato trabalhista de comunicação e mídia dos EUA) e ganhou o nome de “Apple Workers Union”.

Agora, eu acho, é o momento certo, porque simplesmente vemos o impulso mudando o caminho dos trabalhadores. Enquanto reavaliamos, percebemos que adoramos estar na Apple – e deixá-la não é algo que qualquer um de nós queira fazer. Mas melhorá-la é algo que gostaríamos de realizar.

Ainda de acordo com o veículo, os integrantes da iniciativa pretendem aumentar o salário-base pago pela Apple na loja de US$20 por hora para US$28/hora — o que, segundo os organizadores, é o “mínimo necessário para que um único funcionário pague um apartamento de um quarto sem ter problemas com o aluguel”.

Vale notar que, de acordo com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (Massachussets Institute of Technology, ou MIT), essa reivindicação ainda está abaixo do salário mínimo praticado em Atlanta, hoje calculado em US$31 por hora.

Bloomberg destaca que o pedido ainda precisa ser revisado pelo NLRB, que então então se encarregaria de promover uma audiência para analisar as reivindicações. No entanto, caso o pedido seja bem-sucedido, essa será a primeira vez que funcionários de Apple Stores se organizam em um sindicato. {MacMagazine]

Escorpion | Fall Winter 2022/2023 | Full Show

Escorpion Studio | Fall Winter 2022/2023 | Phygital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – 080 Barcelona) #Escorpion #FW22

Jonathan Michael Clark – Acid Boyz

Netflix perde assinantes e acelera plano de cobrar de quem compartilha logins

Além de expandir seu sistema de cobrança para usuários que compartilham contas, a ideia também envolve lançar uma nova opção de assinatura com anúncios

No primeiro trimestre de 2022, a Netflix perdeu assinantes pela primeira vez em mais de uma década, de acordo com os resultados fiscais divulgados pela empresa nesta semana [PDF]. A plataforma encerrou o trimestre com cerca de 221,6 milhões de assinantes, então ela ainda é a maior companhia no segmento – mas está enfrentando uma série de desafios.

Mais precisamente, a empresa esperava adicionar 2,5 milhões de assinantes no primeiro trimestre de 2022; no entanto, a suspensão dos negócios na Rússia custou 700 mil assinantes — mas contabilizou 500 mil novos usuários pagos ao redor do mundo, um resultado bem abaixo das suas projeções.

Nos Estados Unidos e no Canadá, a Netflix perdeu 600 mil clientes devido a mudanças recentes de preços — apesar disso, essa perda foi antecipada e está de acordo com as expectativas. A empresa estima, ainda, que poderá perder até 2 milhões de assinantes no segundo trimestre!

Essa situação, é claro, teve um efeito catastrófico para as ações da Netflix [$NFLX], que abriram hoje com uma queda de 30% — a maior desde outubro de 2011.

À luz das perdas de assinantes, a Netflix anunciou a expansão de alguns testes que já vem realizando e a implantação de um novo plano com anúncios, mais barato, como veremos mais detalhadamente a seguir.

Cobrança adicional em contas compartilhadas

A empresa anunciou que expandirá os testes com o novo sistema de compartilhamento de contas — no qual os assinantes que compartilharem seu login com outros usuários que não moram na mesma casa serão cobrados uma taxa adicional — para vários outros mercados globais, incluindo os EUA, dentro de um ano.

Hoje, a Netflix estima que existam cerca de 100 milhões de lares em todo o mundo compartilhando suas contas — mais de 30 milhões deles estão nos EUA e no Canadá.

Ao pedir aos membros que compartilham suas contas que paguem uma taxa adicional, ela espera “encontrar o equilíbrio certo entre ainda permitir que o compartilhamento ocorra, além de ajudar a gerar receita de todos que estão visualizando e obter valor de seu serviço”.

Plano com anúncios

O cofundador e co-CEO da Netflix, Reed Hastings, disse também nesta semana que a empresa está “bastante aberta a oferecer preços ainda mais baixos com publicidade”, para oferecer mais uma opções de escolha ao consumidor — como a Disney fará com a sua plataforma.

Segundo Hastings, a implementação de um plano com anúncios seria uma “grande mudança de pensamento para a empresa”.

Quem acompanha a Netflix sabe que sou contra a complexidade da publicidade e sou um grande fã da simplicidade da assinatura. Por mais que eu seja fã disso, sou um grande fã da escolha do consumidor. E permitir que os consumidores que gostariam de ter um preço mais baixo e são tolerantes à publicidade consigam o que querem, faz muito sentido.

Segundo o executivo, a empresa espera definir sua estratégia de streaming com anúncios “nos próximos um ou dois anos”.