Olga Rubio Dalmau for Vogue Korea with Marianne Painelli

Photographer: Olga Rubio Dalmau. Fashion Stylist: Sylvia Bonet. Hair: Estrella Elorduy. Makeup: Nieves Elorduy. Model: Marianne Painelli at Trend Models.

365 Dias: Hoje é um sintoma da cultura da pornografia

Filme chegou ao catálogo da Netflix na última quarta-feira (28)
BIA VACCARI

365 Dias: Hoje, segue a história do casal formado por Laura (Anna Maria Sieklucka) e Massimo (Michele Morrone).

Parece que as polêmicas por trás de 365 Dias, lançado em 2020 na Netflix, não foram convincentes o suficiente. Numa indústria em que números e engajamento valem independentemente se positivos e negativos, filmes como o de Tomasz Mandes e Barbara Białowas ganham cada vez mais força e visibilidade justamente por gerarem discussão. Como esperado, foi lançada na última quarta-feira (27) a sequência 365 Dias: Hoje, que segue a história do casal formado por Laura (Anna Maria Sieklucka) e Massimo (Michele Morrone).

Não é necessário ser um expert em técnicas cinematográficas para notar que Mandes e Bialowas entendem de enquadramento e luz. 365 Dias: Hoje é, visualmente, uma produção bonita — dado também aos belos locais em que as cenas são gravadas e o trabalho da equipe de cabelo, maquiagem e figurino. O filme polonês cumpre bem a tarefa de prender o espectador em seu início com paisagens bonitas, quase como um comercial turístico ou um clipe de música eletrônica dos anos 2000.

Quanto a outros aspectos, 365 Dias: Hoje permanece cruel, problemático e até mesmo covarde. Não é necessário saber muito do background do casal principal para assistir ao novo longa, visto que o roteiro não possui a menor preocupação de elaborar um gancho com o capítulo anterior. Contudo, há uma falha (e sem pé nem cabeça) tentativa de dar à personagem Laura um empoderamento por sua história e posição que ocupa agora: a de esposa de Massimo.

Durante o primeiro ato, é nítido como toda a realidade pós-casamento fez com que as expectativas da personagem enquanto noiva fossem por água abaixo. Pronta para viver uma vida luxuosa e sem grandes preocupações, a protagonista quer aproveitar a nata de sua nova realidade: compras, passeios com a amiga e, é claro, muito sexo com o marido — o que explica as seis cenas eróticas nos primeiros 25 minutos de filme.

No entanto, não demora muito para que a ficha caia de fato: Massimo começa a impor limites, alterar a voz e até mesmo controlar a rotina da esposa na forma de espécies de “presentes”, que vão desde “entregar sua liberdade fazendo o que gosta”, que é fazê-la cuidar de uma marca de roupas, a comprar uma viagem para ela fazer com a melhor amiga. O abuso (que não é novidade para ninguém que assistiu ao primeiro longa) dessa vez vem disfarçado de regalias e episódios pontuais.

A revolta de Laura diante dessas ocasiões é totalmente válida e está presente no material original, escrito pela autora Blanka Lipinska, também polonesa, no livro Este Dia. O problema que fica é justamente o quão mal essa postura da personagem foi levada para o roteiro e, sobretudo, para as câmeras.

O resultado é confuso e totalmente perdido. Em uma ordem de acontecimentos preguiçosa, com uma montagem bastante mal-feita, blecautes bregas, closes em plano-detalhe desnecessários e canções sem sentido a cada 30 segundos, 365 Dias: Hoje consegue ser, mais uma vez, um amontoado de problemáticas.

Não é equivocado dizer que o segundo capítulo da franquia é um produto da cultura da pornografia. Isso porque, em todas as cenas de sexo (sem exceção), Laura é um objeto cujo único intuito em frente às câmeras é saciar às vontades masculinas. Seja pelos ângulos adotados nas cenas, figurino da atriz e enquadramentos utilizados, o que podemos ver é um longa-metragem disposto a atender fantasias fora de sites pornográficos.

Não se trata somente do corpo de Laura ser o único despido nos momentos eróticos, apesar disso já ser um motivo e tanto. A construção das cenas de sexo (que por sinal, levam muito mais cuidado e dedicação para serem feitas do que qualquer outro diálogo do longa) é trabalhada única e inteiramente a partir da mente masculina, o que torna a presença de Barbara Bialowas um tanto questionável ou até mesmo um sintoma dessa cultura. Em câmeras bastante lentas e ângulos vantajosos, o corpo de Laura é completamente exposto para a figurar todo tipo de estereótipo carnal criado em produções do pornô: o plano-detalhe nos seios da personagem, o close-up em suas expressões faciais durante os gemidos e, é claro, todos os ângulos possíveis de posições sexuais em que ninguém além do homem está sob o controle da sua parceira.

Há uma certa tentativa da fotografia em romantizar esses momentos, em cenas mais escuras e com luzes de cores quentes. Mas até mesmo em ocasiões em que Laura não está transando com Massimo, o resultado final é um sexo ensaiado e criado pela indústria pornográfica, que desumaniza não só a mulher, como também desnaturaliza o prazer feminino.

E já que falamos nisso, é importante citar como esse prazer não é levantado em nenhum momento, visto que Laura procura a masturbação apenas para provocar seu marido. O uso de brinquedos sexuais aqui, diferentemente do capítulo anterior, que deixava implícito ser um descarrego das tensões da personagem, é pensado e utilizado unicamente para atender a desejos do homem.

365 Dias: Hoje consegue ser muito mais explícito do que o longa anterior, cujo propósito parecia ser apenas um filme sobre sexo e dinheiro com uma leve pitada de suspense. Existe uma falha tentativa de reciclar o enredo do triângulo amoroso e amor proibido, que cai totalmente por terra dado o amadorismo do roteiro e a execução do mesmo. Tão desnecessário quanto o anterior, o longa está disponível na Netflix.

365 Dias: Hoje

ANO:2022

PAÍS: Polônia

NOTA DO CRÍTICO * Ruim

Conheça a supermodelo e tiktoker Maye Musk, mãe do bilionário

Ela atua como modelo desde os 15, mas a carreira decolou depois dos 60

A supermodelo Maye Musk, mãe do bilionário Elon Musk

Aos 74 anos, Maye Musk, faz tanto sucesso quanto o filho bilionário da tecnologia Elon Musk, 50, mas no mundo da moda e redes sociais. Ela é influenciadora e modelo contratada da IMG Models, agência que representa Hailey Bieber e a übermodel Gisele Bündchen.

Nas redes sociais, Maye costuma dar dicas de saúde, exercícios e fala da rotina como modelo nas redes sociais. Ela tem 564 mil seguidores no Instagram, mais de 69 mil no TikTok e mais 504 mil no Twitter.

Maye, que nasceu no Canadá, começou a trabalhar como modelo aos 15 anos na África do Sul. Mas foi após os 60 que sua carreira decolou e aos 70 ganhou o título de supermodelo. Uma avó elegante, com 12 netos, ela acredita que ter deixado os cabelos brancos ajudou sua carreira.

Nos últimos anos, Maye desfilou em grandes semanas de moda, apareceu nas capas de revistas como New York Magazine, Elle e Vogue e se tornou embaixadora de uma marca de cosméticos americana. “Nunca trabalhei tanto, nos últimos 50 anos, quanto em 2017”, disse em entrevista à BBC, em 2018.

Ela, que é nutricionista, conta que é preciso cuidado redobrado com a alimentação para conseguir manter o manequim de modelo. “Preciso planejar todas minhas refeições e meus lanches, senão o trem sai do trilho e ganho peso. Aí leva duas semanas de dieta rigorosa para perder. Visto manequim 38, não sou tão magra”, fala.

Além de modelo e tiktoker, a mãe de Elon é palestrante de nutrição –ela tem dois mestrados na área– e autora do best-seller “Advice for a lifetime of adventure, beauty, and success” (“Uma mulher faz um plano: conselhos para uma vida inteira de aventura, beleza e sucesso”), lançado em mais de cem países.

May também fala sobre empreendedorismo, envelhecimento, igualdade de gênero, pais solteiros, superação de desafios, confiança e saúde, e é embaixadora de uma ONG que constrói hortas em escolas carentes.

Debra Bourne, diretora da All Walks Beyond the Catwalk, que promove diversidade na moda –de idade, tamanhos, etnias– atribui às redes sociais muito do sucesso de uma mulher mais velha no mercado de modelos, como Maye.

“Com o crescimento das redes sociais em plataformas como o Instagram, temos visto exemplos bem-sucedidos de modelos mais velhas que conquistaram uma enorme audiência”, diz Bourne, que é também psicoterapeuta e já foi editora de moda.

Vitória de Emmanuel Macron também foi uma vitória para a Louis Vuitton

Looks de Brigitte Macron mostram posição do marido em relação à moda francesa
VANESSA FRIEDMAN

Presidente francês, Emmanuel Macron, com a mulher, Brigitte, após resultado de sua reeleição Gonzalo Fuentes – 24.abr.22/ Reuters

THE NEW YORK TIMES – A vitória de Emmanuel Macron na eleição presidencial francesa, no último domingo (24), não foi só uma vitória para a visão do jovem presidente quanto à França e seu papel no mundo, ou do centrismo contra a extrema-direita política, embora essas duas coisas sejam verdade.

Foi também uma vitória da moda, especialmente da alta moda, e para o papel que esta representa quanto a refletir a cultura e a herança francesa em todo o mundo.

Se ainda resta alguma dúvida, basta conferir a roupa escolhida por Brigitte Macron para a noite da eleição, um conjunto feito sob medida pela Louis Vuitton, com um blazer azul marinho e detalhes prateados em estilo militar, acompanhado por calças de estilo semelhante, tudo isso perfeitamente coordenado com o terno azul marinho usado por seu marido. Foi uma escolha que refletiu a frente unida do casal bem como o campo de batalha ideológico em que a eleição se transformou. E agiu como um sinal sutil, vindo de um governo que favorece as grandes empresas e o livre mercado, de que essas inclinações continuarão a florescer no segundo mandato do presidente.

O setor de bens de luxo francês, afinal, vem demonstrando sua simpatia por Emmanuel Macron desde sua primeira campanha presidencial, em 2017, e a Louis Vuitton vem sendo a grife preferencial de sua mulher desde que ela se tornou primeira-dama.

Embora ela tenha usado outras grandes marcas francesas, entre as quais Balmain (cujo estilista, Olivier Rousteing, publicou uma declaração no Instagram elogiando a reeleição de Macron) e Alexandre Vauthier, nenhuma esteve presente em seu figurino com tanta frequência quanto a Louis Vuitton. Brigitte Macron usou peças da grife durante muitos de seus momentos mais performativos –as ocasiões que têm maior probabilidade de serem preservadas visualmente para a história, nas quais ela serve como representante não só de si mesma e de seu cônjuge mas do país como um todo.

Ela usou um conjunto Vuitton na primeira posse de seu marido, em 2017 (um conjunto azul-bebê com saia curta, e mais uma jaqueta de inspiração militar). Nas cerimônias do Dia da Bastilha (14 de julho) em 2017, 2018, 2019 e 2020, sua escolha foi Vuitton. E o mesmo vale para jantares de Estado no país e no exterior, como o jantar de gala oferecido pelo presidente Donald Trump em honra dos Macron em 2018. O número total de vezes que ela optou por modelos Vuitton pode ser acompanhado em uma conta de Instagram dedicada à moda preferida da primeira-dama, @thebrigittestyle.

Embora primeiras-damas francesas anteriores também se tenham associado a grifes clássicas da moda da França, como Carla Bruni-Sarkozy, que optava frequentemente por Dior e Hermès, e Bernadette Chirac, que era fã da Chanel, e embora o casal Macron tenha demonstrado apoio amplo a moda francesa, recebendo estilistas para dois jantares no Palácio do Élysée durante a Fashion Week de Paris, Brigitte Macron é a primeira a trabalhar de modo tão estreito com a Louis Vuitton.

É uma aliança entre o poder político e o poder dos negócios que serve aos dois lados muito bem. A moda, afinal, é parte das fundações da economia francesa e do patrimônio nacional, e a Louis Vuitton desempenha papel muito específico nas duas coisas. O setor responde por um milhão de empregos no país, por 2,7% de seu Produto Interno Bruto (PIB) e por 150 bilhões de euros (cerca de R$ 790 bilhões) em vendas diretas a cada ano, de acordo com a Fédération de la Haute Couture et de la Mode, a organização setorial das companhias de moda francesas.

E dentro da moda francesa, a Louis Vuitton –que no momento está celebrando o bicentenário do homem que deu seu nome à marca– é um polo central, a peça fundamental do LVMH, maior grupo mundial de produtos de luxo. E, não por coincidência, o LVMH é comandado por Bernard Arnault, o terceiro homem mais rico do planeta e partidário entusiástico de Emmanuel Macron

Louis Vuitton também é o nome de um dos mais novos museus de Paris, a Fundação Louis Vuitton, inaugurada em 2014. A instituição, concebida por Arnaud como um “presente” para a cidade e instalada em um edifício projetado pelo arquiteto Frank Gehry, será transferida ao controle do município em 2070.

No final de 2021, Macron ajudou a inaugurar no novo museu a exposição da Coleção Morozov, a primeira vez que essa célebre coleção russa foi exibida na Europa. (Embora o empréstimo tenha necessitado da aprovação do presidente russo Vladimir Putin, o LVMH declarou seu apoio a todos os afetados “pela trágica situação na Ucrânia.) Também no ano passado, Macron posou em companhia de Arnault na inauguração da loja de departamentos Samaritaine, que foi remodelada. Trata-se de mais uma das propriedades do LVMH, e o presidente declarou que a reabertura servia como metáfora para a reabertura de Paris depois do isolamento causado pela Covid-19.

É um relacionamento que não deixa de envolver riscos simbólicos, dadas as associações com elitismo, riqueza e classe contidas no termo “luxo”. Nos protestos dos coletes amarelos em 2018, contra a alta nos preços dos combustíveis, muitas das butiques de luxo em ruas comerciais refinadas como o Faubourg Saint-Honoré foram alvo de manifestações, por simbolizarem aquilo que os ativistas viam como isolamento ao modo Maria Antonieta do presidente –uma crítica que foi retomada por seus oponentes na recente campanha eleitoral. (Marine Le Pen se esforçou resolutamente para evitar o uso de qualquer grife, durante sua campanha presidencial.)

Ao voltar a escolher um modelo Louis Vuitton para a celebração na noite da vitória, Brigitte Macron parece estar dando a entender que seu marido redobrará os esforços quanto ao relacionamento especial que o casal mantém com o mundo da moda. Ainda que ela mesma evite se pronunciar quanto a esse assunto.

Traduzido originalmente do inglês por Paulo Migliacci

Dorrit Li – Tank Magazine Spring 2022 Cover

Tank Magazine Spring 2022 Cover
Source:  instagram.com
Published: April 2022

All people in this magazine cover:

Joe Cruz – Photographer Kieran Kilgallon – Fashion Editor/Stylist Moe Mukai – Hair Stylist Megumi Matsuno – Makeup Artist Irene Manicone – Casting Director Dorrit Li – Model

Alexis Monsanto | Los Angeles Fashion Week 2022 | Full Show

Alexis Monsanto | Los Angeles Fashion Week 2022 (Powered by Art Hearts Fashion – F/W 22.23) Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/4K – Los Angeles/CA) #Alexismonsanto #LAFW

Martin Felix Kaczmarski – Cosmos Ocean/Orchid Light

Cresce interesse das mulheres em TI

Na semana em que se comemora o Dia Internacional das Meninas em Tecnologia da Informação e Comunicação, celebrado todo ano na quarta quinta-feira do mês de abril, o app Mulheres Positivas – que traz vagas de emprego, cursos, workshops e mentorias online para mulheres – anuncia números animadores.

Nos últimos seis meses, 23% dos acessos aos conteúdos de Tecnologia oferecidos no app foram sobre Tecnologias Digitais. Em seguida, vêm os conteúdos sobre Programação – JAVA, procurados por 18%, Criação de Sites, por 17%, UX e UI Design, por 16%, e os conteúdos sobre Computação em Nuvem e Desenvolvimento – Python, ambos registrando o percentual de 13%. Chama a atenção o fato de que 31% das usuárias buscou conteúdos em programação (Programação – JAVA e Desenvolvimento – Python), área ainda predominantemente ocupada por homens no mercado de trabalho.

Na procura por emprego, Tecnologia é a segunda área de maior interesse entre as usuárias do app, sendo 65% das buscas por vagas para cargos de analistas, em começo de carreira. Mais interessante ainda é que mais de 50% das pessoas que acessaram o app entre outubro/21 e abril/22 têm 45 anos ou mais, o que pode denotar uma provável intenção de redirecionamento de carreira. O Mulheres Positivas contabiliza mais de 200 mil downloads desde que foi lançado.

Para a empreendedora e criadora do Mulheres Positivas, Fabi Saad, que recentemente foi eleita como uma das 20 personalidades femininas brasileiras mais influentes pela revista Forbes, a concentração de mulheres de meia idade ou mais usando o app é uma boa notícia. “Isso mostra que as mulheres querem se manter no mercado e têm procurado tecnologia, independentemente da idade, para continuar ativas e em busca de desenvolvimento profissional”, diz.

Os dados demonstram que cresce o interesse das mulheres pela área de TI, na qual, hoje, ainda são minoria: no Brasil, as mulheres representam apenas 20% da força de trabalho. No mundo, são 25%.

La Mala Educación

Matteo Guerrieri and Francesco Arreghini captured by the lens of Ruxandra Coroiu and styled by Cristiano Bargi, in exclusive for Fucking Young! Online.

Photography : Ruxandra Coroiu @ruxandrandreea
Stylist : Cristiano Bargi @cristianobargi
Make-up & hair: Chiara Capolupo @chiaralupomakeup
Models: @teo.guerrieri at Boom & @frenkiino at Independent

NEVER TOO SMALL: Architect’s Blue Mountains Cabin, Sydney 28sqm/310sqft

Located 2 hours west of Sydney in the dense bush of the Blue Mountains, The Little Black Cabin has been transformed from a dilapidated 1800’s workers cottage into a luxurious and compact retreat with a magnificent view. For the owner, architect & builder, Stewart Smith of Smith Architects, designing the cabin in a sustainable way and responding directly to the specific site was key. Reducing the cottage back from 56sqm to its original 28sqm, Smith saved as much of the existing structure as possible and recycled all the original bricks, choosing simple materials and tones for the new design that would connect the cabin to the bush. Once inside, a large bay window designed to capture the view from all angels, opens up the living space to the scenic mountain. Connected to this is the kitchen featuring a deep, tiled bench with space for multiple prep areas; the appliances, drawers and cupboards integrated into the unit, their different shapes and sizes meshing together like a jigsaw. Separated from the living spaces by a large sliding door, the bedroom contains a cozy large storage bed, surrounded by clever shelving that doubles as desk space. Adjoining this is a surprisingly luxurious bathroom that echoes the luxe comfort present throughout the home.

Localizado a 2 horas a oeste de Sydney, no denso mato das Blue Mountains, The Little Black Cabin foi transformado de uma casa de trabalhadores em ruínas de 1800 em um retiro luxuoso e compacto com uma vista magnífica. Para o proprietário, arquiteto e construtor, Stewart Smith, da Smith Architects, projetar a cabine de maneira sustentável e responder diretamente ao local específico foi fundamental. Reduzindo a casa de 56m² para seus 28m² originais, Smith salvou o máximo possível da estrutura existente e reciclou todos os tijolos originais, escolhendo materiais e tons simples para o novo design que conectaria a cabana ao mato. Uma vez lá dentro, uma grande janela de sacada projetada para capturar a vista de todos os anjos abre o espaço de vida para a montanha cênica. Conectada a isso está a cozinha com uma bancada profunda e ladrilhada com espaço para várias áreas de preparação; os eletrodomésticos, gavetas e armários integrados na unidade, suas diferentes formas e tamanhos se entrelaçando como um quebra-cabeça. Separado dos espaços de estar por uma grande porta de correr, o quarto contém uma cama grande e aconchegante, cercada por prateleiras inteligentes que também funcionam como espaço de mesa. Adjacente a este é um banheiro surpreendentemente luxuoso que ecoa o conforto de luxo presente em toda a casa.

Music: A Love That Fades by Roseblue

Produced by New Mac Video Agency
Creator: Colin Chee
Director/Cinematographer: Nam Tran
Producer: Lindsay Barnard
Editor: Jessica Ruasol