Interdee | Spring Summer 2022 | Full Show

Interdee | Spring Summer 2022 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week) #Interdee #PFW #SS22

L’Oréal | Spring Summer 2022 | Full Show

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Sophie Turner – Elle UK June 2022 Cover

Elle UK June 2022 Cover
Source:  elleuk.com
Published: June 2022

All people in this magazine cover:

Jem Mitchell – Photographer Jenny Kennedy – Fashion Editor/Stylist Christian Wood – Hair Stylist Naoko Scintu – Makeup Artist Michelle Humphrey – Manicurist Sophie Turner – Actor

Nubank cai 50% e vale meio Itaú diante de sinais negativos para cartões de crédito

A fintech também passou a valer menos do que o Santander, que tem valor de mercado de US$ 24 bilhões no País; presidente do Itaú disse que o banco está reduzindo aquisição de clientes em cartões por ser produto “volátil”
Altamiro Silva Junior e Matheus Piovesana, O Estado de S.Paulo

Nubank
Nubank tem queda no valor das ações e passa a valer metade do Itaú Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Nubank tem novo dia de forte queda no valor de suas ações e já caiu 50% em relação ao preço que alcançou na abertura de capital (IPO, em inglês). Em dezembro, o papel estreou na Bolsa de Nova York (Nyse) a US$ 9, com a fintech avaliada em US$ 41 bilhões. Na mínima desta segunda-feira, 9, foi negociada a US$ 4,35, com o banco valendo US$ 20,5 bilhões.

O Nubank surpreendeu ao entrar na Nyse valendo mais que o Itaú. Hoje, porém, vale a metade do maior banco privado brasileiro. O Itaú não teve muita alteração em seu valor de mercado desde dezembro e vale US$ 40,6 bilhões hoje. Com a queda, o Nubank não só perdeu o posto de banco mais valioso da América Latina como, no Brasil, passou a valer menos que o Santander. O banco espanhol tem valor hoje no mercado brasileiro de US$ 24 bilhões.

Nesta segunda-feira, além do novo dia de mau humor generalizado no mercado internacional, com a Nasdaq caindo mais de 2% em meio a preocupações com a inflação elevada e temor de mais altas de juros nos Estados Unidos, um fator local ainda pesou para o papel do Nubank caiu mais que seus pares.

Cartão de crédito

O presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy, mostrou cautela na teleconferência de resultados do banco com as operações de cartões, sobretudo no meio digital, principal produto do Nubank. “Estamos reduzindo em 40% a aquisição (de clientes) em cartões, por entender que é um produto mais volátil.”

Maluhy afirmou que o Itaú tem privilegiado a venda de cartões a clientes que já estão no banco, por já conhecer o perfil de crédito. Cartão é um produto de relacionamento, que ajuda a fidelizá-los à instituição mas, mesmo assim, tem tido cautela diante da alta dos juros, da inflação e da perda de renda da população.

O Itaú é líder de mercado em cartões de crédito no Brasil. Por meio da Itaucard, da Credicard e do Iti, seu banco digital, detém cerca de um terço do mercado, de acordo com estimativas. Atrás dele vêm Bradesco, Banco do Brasil, Santander e por fim, o Nubank.

Inadimplência

No caso da fintech, analistas de bancos como Goldman Sachs e Bank of America esperam alta da inadimplência e das provisões para calotes no primeiro trimestre, por causa do crescimento das operações de crédito do banco, em cartões e empréstimos pessoais, em momento de juros em alta.

Os cartões de crédito exigem provisionamento maior, porque são uma concessão de crédito sem garantia, ou seja: os bancos não conseguem recuperar ativos cedidos pelos clientes caso tomem um calote.

O Bradesco também mostrou cautela com seus bancos digitais ao anunciar os resultados do primeiro trimestre. “Vamos privilegiar menos o crescimento acelerado e mais a fidelização, a retenção e a rentabilização desses clientes”, disse o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, ao falar dos três bancos digitais da casa.

Somados, Next e Digio e a carteira digital Bitz já têm 21 milhões de clientes. O Nubank tem 54 milhões de clientes, e o Inter tem cerca de 19 milhões. “Vamos fazer um tradeoff (troca) com o crescimento, até porque a gente sabe o que está acontecendo com as empresas de crescimento”, disse Lazari, na teleconferência.

Uber vai diminuir contratações para enfrentar corte de gastos na empresa

Medida foi anunciada pelo presidente Dara Khosrowshahi em uma carta vista pelo canal americano CNBC

Últimos balanços do setor de app de transporte trouxeram forte queda nas ações de empresas como Uber e Lyft

Após o fraco balanço financeiro e a desconfiança no setor dos apps de transporte, o Uber vai reduzir contratações e gastos em suas atividades de marketing e de incentivo na empresa. A informação foi publicada nesta segunda-feira, 9, pelo canal americano CNBC, que teve acesso a uma carta de Dara Khosrowshahi, presidente do Uber.

A empresa de transporte é, agora, mais uma das grandes de tecnologia a conter os custos para ter um modelo de investimento enxuto. Na última semana, a Meta, holding do Facebookafirmou um congelamento de vagas para desacelerar o crescimento de sua força de trabalho.

Khosrowshahi disse que a mudança de estratégia do Uber foi uma resposta necessária à “mudança sísmica” no sentimento dos investidores, de acordo com o relatório da CNBC.

“Os gastos menos eficientes com marketing e incentivo serão retirados. Trataremos a contratação como um privilégio e seremos deliberados sobre quando e onde aumentar o número de funcionários”, disse Khosrowshahi, segundo o relatório.

O Uber disse na semana passada que sua base de motoristas está em alta pós-pandemia, e a empresa espera que isso continue sem investimentos significativos em incentivos. É um forte contraste com a rival Lyft, principal concorrente nos EUA, que disse que precisa demandar mais dinheiro para incentivos aos motoristas, principalmente pelo cenário de juros altos, inflação e impactos da Guerra na Ucrânia sobre o preço do combustível.

Após o relatório financeiro da Lyft, as ações do Uber caíram cerca de 11%, antes mesmo de ser divulgado qualquer balanço da empresa. Com investidores assustados por conta da queda em todo o setor, as empresas de aplicativo de transporte ainda estão com papeis negociados em baixa. Na manhã desta segunda-feira, as ações do Uber tinham queda de quase 2% na abertura do mercado.

Em resposta, o Uber afirmou que não precisa aumentar ainda mais os incentivos para atrair mais motoristas e prevê um segundo trimestre forte, um dia depois que a rival Lyft disse que precisa gastar mais com mão de obra nos próximos meses. 

Em relação ao mesmo período do ano passado, a perda do Uber no primeiro trimestre passou de US$ 108 milhões para para US$ 5,9 bilhões. O diretor financeiro da empresa, Nelson Chai, disse em comunicado que a companhia tinha liquidez para acalmar as posições deficitárias e esperar um momento melhor para vendê-las

Agora, porém, o Uber vai se concentrar em obter lucratividade com base no fluxo de caixa livre, em vez de lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA), de acordo com o relatório da CNBC.

Ainda, a gigante de caronas espera gerar “fluxos de caixa positivos significativos” para o ano inteiro, de acordo com seu último relatório financeiro.

Khosrowshahi acrescentou em sua carta que os negócios de entrega de alimentos e frete do Uber — como o Uber Eats — precisam crescer mais rápido, acrescentou a CNBC.

O Uber não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters./COM REUTERS

Avatar: O Caminho da Água | Novo teaser leva o público de volta a Pandora

Sequência também teve novo pôster divulgado
NICO GARÓFALO

O novo longa de James Cameron também ganhou um novo pôster

Sequência do sucesso avassalador de 2009, Avatar: O Caminho da Água divulgou seu primeiro teaser, que mostra o retorno de Jake (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) e apresenta sua família, que tenta sobreviver em meio aos conflitos entre humanos e na’vi que assolam Pandora- confira abaixo.

O elenco de Avatar 2 contará com a adição da atriz ganhadora do Oscar Kate Winslet (voltando a colaborar com o diretor de Titanic), além de trazer os retornos de Zoë Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang. CCH Pounder, Dileep Rao e Joel David Moore também estarão no filme.

Avatar: O Caminho da Água tem estreia prevista para 16 de dezembro de 2022. Se for bem sucedido financeiramente, James Cameron já anunciou planos para o lançamento de Avatar 3, em dezembro de 2024, Avatar 4, em 2026, e Avatar 5, em 2028.

Anteriormente, Cameron ainda confirmou que os próximos três filmes da franquia podem se chamar, respectivamente: Avatar: The Seed BearerAvatar: The Tulkun Rider e Avatar: The Quest for Eywa.

‘Clube da esquina’ é eleito o melhor álbum brasileiro da História. Veja o Top 10

Por Lauro Jardim

O Clube da Esquina marcou época na MPB | Divulgação

‘Clube da esquina’, de Milton Nascimento e Lô Borges, lançado em 1972, é o melhor disco brasileiro já lançado.

A escolha foi feita por 162 especialistasde diferentes áreas ligadas à produção musical (jornalistas, youtubers, podcasters, músicos, produtores etc) ouvidos pela equipe do podcast Discoteca Básica. Para se chegar ao resultado final, com 500 discos, os jurados fizeram sua lista pessoal dos 50 melhores álbuns.

A tabulação completa será publicada no livro “Os 500 maiores álbuns brasileiros de todos os tempos”, que está campanha de financiamento coletivo no site Catarse.

Eis o Top 10 entre os 500 escolhidos:

1. Clube da Esquina (1972) – Milton Nascimento e Lô Borges

2. Acabou Chorare (1972) – Novos Baianos

3. Chega de Saudade (1959) – João Gilberto

4. Secos & Molhados (1973) – Secos & Molhados

5. Construção (1971) – Chico Buarque

6. A Tábua de Esmeralda (1974) – Jorge Ben Jor

7. Tropicália ou Panis et Circencis (1968) – Vários artistas

8. Transa (1972) – Caetano Veloso

9. Sobrevivendo no Inferno (1997) – Racionais MC’s

10. Elis & Tom (1974) – Elis Regina e Tom Jobim

Apple TV+: “The Oprah Conversation” ganha prêmio LGBTQIA+

O programa recebeu o prêmio GLAAD pela primeira entrevista do ator Elliot Page após se assumir transgênero

The Oprah Conversation — Elliot Page “Deep Responsibility” | Apple TV+

O mês de maio começou com mais um troféu para o Apple TV+ colocar na prateleira — e um cheio de significados especiais. O programa “The Oprah Conversation” foi agraciado recentemente com um GLAAD Media Award, prêmio concedido pela Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (Aliança Gay e Lésbica Contra Difamação) que reconhece as obras com representação inclusiva, respeitosa e justa de pessoas da comunidade LGBTQIA+.

Mais precisamente, a série do Apple TV+ ganhou o prêmio de Melhor Episódio de Programa de Variedades ou Talk Show na 33ª edição dos GLAAD Media Awards, realizada na semana passada. Trata-se do primeiro troféu competitivo conquistado pela Maçã na premiação — no ano passado, o episódio “The Son” da série “Little America” ganhou uma menção especial entre os votantes do prêmio.

O prêmio foi concedido ao programa da Maçã pelo episódio 14, lançado em abril de 2021, que traz a primeira entrevista do ator Elliot Page após se assumir transgênero.

Page, indicado ao Oscar por “Juno” e conhecido por sua participação em sucessos como “A Origem” e a franquia “X-Men”, revelou sua identidade de gênero em dezembro de 2020 e discutiu sua decisão na entrevista com Oprah, falando sobre as dificuldades que passou e dando novas esperanças e perspectivas para a juventude trans.

“The Oprah Conversation”, vale notar, é um talk show sem periodicidade regular — novas entrevistas comandadas por Winfrey são lançadas de tempos em tempos, e a conversa mais recente, com o ator Will Smith, foi liberada em novembro último. Mais episódios da série deverão chegar em breve à plataforma.

Diretor Ian Goodfellow de machine learning da Apple pede demissão por volta aos escritórios

Quem tem a memória mais aguçada possivelmente se lembrará da chegada de Ian Goodfellow à Apple, em 2019. O profissional deixou o Google para tornar-se diretor de aprendizado de máquina (machine learning, ou ML) em Cupertino e rapidamente tornou-se um dos principais nomes da empresa na área… até agora.

De acordo com a jornalista Zoë Schiffer, do The Verge, Goodfellow pediu demissão recentemente da Apple. E não, não foi por nenhum convite de uma outra empresa ou para fundar sua própria companhia: o diretor saiu por não concordar com a política de retorno ao trabalho presencial da Maçã.

Em uma nota enviada aos seus colegas, Goodfellow afirmou que “acredita fortemente que mais flexibilidade seria a melhor política” para o retorno da sua equipe aos escritórios. Segundo Schiffer, o diretor era o especialista em aprendizado de máquina mais citado da Apple atualmente — ou seja, um talento que certamente fará falta às ambições da Maçã.

As diretrizes de retorno ao trabalho presencial da Apple, como se sabe, têm sido alvo de críticas dentro da própria empresa. A Maçã definiu um regime híbrido progressivo, no qual os funcionários voltariam aos escritórios inicialmente por um ou dois dias na semana, aumentando a carga horária presencial ao longo de alguns meses — uma política considerada mais rígida do que a de concorrentes como o Google e a Meta, que chegaram a instituir o trabalho remoto como opção definitiva para algumas equipes.

O grupo Apple Together, composto por funcionários da empresa, publicou recentemente uma carta aberta criticando as diretrizes da Maçã, apontando que o plano de retorno ao trabalho presencial não levou em conta as necessidades de cada equipe e poderá diminuir a (tão duramente cultivada) diversidade no seu quadro de empregados.

Uma pesquisa da Blind, enquanto isso, demonstrou que 56% dos funcionários da Maçã estão procurando emprego em outro lugar — número potencializado pela insatisfação com o retorno ao trabalho presencial, segundo a firma. E já falamos aqui sobre a ocasião na qual a Apple tentou derrubar canais no seu Slack que, entre outros assuntos, falavam sobre o trabalho remoto e a volta aos escritórios.

Vejamos, portanto, se a saída de Goodfellow manterá os planos da Maçã ou se a empresa tomará medidas para evitar a perda de mais talentos. [MacMagazine]